O Mundo Em Que Vivemos

O Mundo Em Que Vivemos de H. Van Loon

Há dez anos atrás você me mandou uma carta. Hoje vai receber a resposta. E, citando o original, foi isto que me escreveu:
Sim, mas e como será no que diz respeito a geografia? Não. eu não desejo pura e simplesmente uma nova geografia. Quero, sim. uma geografia para mim mesmo, uma geografia que me conte aquilo que desejo conhecer e deixe de lado todas as outras cousas e quero que a escreva para mim. Na escola tomava o assunto demasiado ao sério, Aprendi tudo que concernia aos diferentes países e seus respectivos limites; tudo que se referia às cidades e a quantos habitantes havia nelas, os nomes de todas as montanhas e as suas altitudes e até mesmo a quantidade de carvão que era exportada anualmente. Entretanto. aprender todas essas cousas e esquecê-las foi obra de um momento. E’ que elas careciam de conexão. Estavam como que num montão des ordenado de recordações mal digeridas, tal qual como num museu excessivamente cheio de quadros ou se assemelhavam a um concerto que houvesse demorado muito.

7,50 

informação do livro

Título: O Mundo Em Que Vivemos
Autor: H. Van Loon
Edição: Livraria do Globo
Ano: 1939
Páginas: 503
Encadernação: Dura
Tradução: Alvaro Franco
Título Original: Van Loon’s Geography

Há dez anos atrás você me mandou uma carta. Hoje vai receber a resposta. E, citando o original, foi isto que me escreveu:
Sim, mas e como será no que diz respeito a geografia? Não. eu não desejo pura e simplesmente uma nova geografia. Quero, sim. uma geografia para mim mesmo, uma geografia que me conte aquilo que desejo conhecer e deixe de lado todas as outras cousas e quero que a escreva para mim. Na escola tomava o assunto demasiado ao sério, Aprendi tudo que concernia aos diferentes países e seus respectivos limites; tudo que se referia às cidades e a quantos habitantes havia nelas, os nomes de todas as montanhas e as suas altitudes e até mesmo a quantidade de carvão que era exportada anualmente. Entretanto. aprender todas essas cousas e esquecê-las foi obra de um momento. E’ que elas careciam de conexão. Estavam como que num montão des ordenado de recordações mal digeridas, tal qual como num museu excessivamente cheio de quadros ou se assemelhavam a um concerto que houvesse demorado muito.

Peso 1030 g

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