• Quando a China Despertar… o Mundo Tremerá de Alain Peyrefitte

    Quando a China Despertar… o Mundo Tremerá

    Alain Peyrefitte

    6,00 

    Quando a China Despertar… o Mundo Tremerá de Alain Peyrefitte
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1975, 655 págs. E. Il.

    Há quase 200 anos, em 1816, Napoleão Bonaparte afirmou que a China não estava condenada à decadência. “Quando a China acordar, o mundo tremera”, disse.

    Muitos anos depois, em 1973, o escritor francês Alain Peyrehitte recuperou a frase de Napoleão para título de um livro célebre, onde profetizava que os chineses, por serem tantos, acabariam inevitavelmente por dominar o mundo.

    O autor, Alain Peyrefitte, nascido a 26 de Agosto de 1925 em Paris, morreu a 27 de Novembro de 1999 vítima de cancro. Pensador, político, diplomata, ensaísta e escritor, exerceu vários cargos públicos, tendo sido Ministro da Justiça, Ministro da Educação e Ministro da Cultura de França. Foi autor de inúmeros livros, destacando-se “A Sociedade da Confiança”, lançado originalmente em 1995. Foi agraciado com a Legião de Honra francesa, Comendador das Palmas Académicas, Comendador das Artes e Letras e com a Grã-Cruz de ordens de diversas nações.

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  • Outra Face da América, A

    Outra Face da América, A

    Irène Chédaux

    5,00 

    A Outra Face da América de Irène Chédaux
    Editorial Pórtico. Lisboa, 1973, 273 págs. B.

    A contestação ameaça o sistema da empresa independente. Revelou que os valores e as aspirações dos homens se modificaram: a autoridade do chefe, a legitimidade do lucro, a finalidade da sociedade de consumo e as relações do homem e da tecnologia são postas em causa. Mas é suscitada por uma exigência de dignidade, de liberdade, de nobreza do individuo. É igualmente portadora de um novo humanismo.

     

    A tese da autora consiste em que há uma revolução em acção o que não surpreende, que a América constitui e que o seu teatro de eleição o que espantará alguns a empresa representa a ala em marcha da «social change» (renovação da sociedade), o que escandalizará aqueles para os quais os meios de negócios americanos correspondem à Wall Street e seus senhores de charutos volumosos.

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  • Instintos e Sociedade de Roger Caillois

    Instintos e Sociedade

    Roger Caillois

    6,00 

    Instintos e Sociedade de Roger Caillois
    Estúdios Cor. Lisboa, 1976, 210 págs. B.
    Colecção. Ideias e Formas | 20

    O homem de Estado procura manter um equilíbrio entre as forças díspares e indisciplinadas. Tenta canalizá-las ou faz de conta que não existem. Por vezes, escolhe servir-se delas e aproveitar-lhes o ímpeto, ao qual, aliás, logo se vê obrigado a ceder. Ora, estas forças ressurgem quando são perseguidas. Reprimidas, cedo ou tarde explodem. Por pouco que um aprendiz de feiticeiro as encorage ou convoque, ei-las prontas a tudo arrastar como uma súbita avalanche. (…)

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  • Autópsia dos Estados Unidos de L. L. Matthias

    Autópsia dos Estados Unidos

    L. L. Matthias

    5,00 

    Autópsia dos Estados Unidos de L. L. Matthias
    Editora Ulisseia. Lisboa, s.d., 321 págs. B.

    De todas as obras publicadas nos últimos dez anos sobre os Estados Unidos, este estudo de L. L. Mathias é indiscutivelmente o que atingiu uma celebridade ímpar à escala mundial e se tornou, pela multiplicidade de aspectos focados e pelo escrúpulo da informação, um livro-chave da análise do homem americano.

    O prestígio da obra ultrapassou os círculos especializados e atingiu de há muito a grande massa da opinião pública, podendo dizer-se que não há actualmente estudo ou ensaio acerca do problema que não cite ou não se fundamente na assombrosa visão de L. L. Mathias.

    Elaborada num contacto directo de mais de uma dezena de anos com a realidade que traduz e referenciado por uma infinidade de elementos exclusivamente americanos, AUTOPSIA DOS ESTADOS UNI-DOS tem o rigor dos documentos objectivos e a sedução dos grandes relatos vividos em que a experiência se alia a uma interpretação sociológica para nos dar a estrutura de um padrão de vida e o perfil de um tipo de homem nos seus aspectos singulares.

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  • A Universidade na Vida Portuguesa de J. Pires Cardoso

    Universidade na Vida Portuguesa, A

    J. Pires Cardoso

    10,00 

    A Universidade na Vida Portuguesa de J. Pires Cardoso [Dir.].
    Universidade Técnica de Lisboa. Lisboa, 1968, 913 págs. B.

    O junto do Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras, da Uni versidade Técnica de Lisboa. Tem por fim a investigação no dominio dos problemas sociais e da Sociologia, nomeadamente nas matérias relacionadas com o ensino ministrado no Instituto. Exerce também actividades destinadas a completar a formação social dos universitários. Os estudos empreendidos no Gabinete são «trabalhos individuais», sobre temas livremente escolhidos pelos autores, dentro de campos muito amplos indicados ou aprovados pela Direcção. ANALISE SOCIAL é uma revista de carácter cientifico, editada pelo Gabinete e onde, além de outros, se publicam os trabalhos nele elaborados. Procura ser, simultaneamente, uma revista de informação especializada. Com tal objectivo, publica também artigos traduzidos, notas de actualidade, textos condensados de outras publicações, documentação e bibliografia.

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  • Malthus e os Dois Marx de Alfred Sauvy

    Malthus e os Dois Marx

    Alfred Sauvy

    5,00 

    Malthus e os Dois Marx: o problema da fome e da guerra no mundo de Alfred Sauvy.
    Estúdios Cor. Lisboa, 1965, 319 págs. B.

    Em Malthus e os dois Marx, o economista e sociólogo francês Alfred Sauvy analisa as teorias populacionais de Thomas Malthus e as interpretações de Karl Marx e Friedrich Engels sobre o crescimento demográfico e suas implicações sociais e econômicas. Sauvy, reconhecido por cunhar a expressão “Terceiro Mundo”, propõe uma reflexão crítica sobre como diferentes abordagens teóricas influenciam a compreensão dos problemas globais, como a fome e a guerra, no contexto do século XX. A obra oferece uma análise comparativa que enriquece o debate sobre os desafios demográficos e suas consequências políticas e econômicas.

    📝 Assinatura de posse.

  • Três Prosas: A Pobre, a Rica e a Nova-Rica, As

    Três Prosas: A Pobre, a Rica e a Nova-Rica, As

    Agostinho de Campos

    5,00 

    As Três Prosas: A Pobre, a Rica e a Nova-Rica de Agostinho de Campos. Ailaud e Bertrand. 1923, 62 págs. B.

    📝 Assinatura de posse.
    📝 Sublinhados a lápis

  • Travesti: Iniciação e Astúcia, O

    Travesti: Iniciação e Astúcia, O

    Luísa Antunes

    5,00 

    O Travesti: Iniciação e Astúcia de Luísa Antunes.
    Fim de Século Edições. Lisboa, 1998, 110 págs. B.

    Recuperar a Atemporalidade das origens é uma forma de integrar a Morte no percurso de vida do ser humano e de certa maneira lhe conferir Imortalidade: reactualizando o tempo dos inícios, potencia-se a fecundidade do princípio cosmogónico. A verdade é que, se esta forma de interpretação do Mundo é ainda reconhecível na maioria dos textos que analisámos com “travestis” femininos (memória de rituais com disfarce intersexual acompanhado de “padrinho”, mudança de nome, corte de cabelo, “provas”), ela surge como referente cultural bem mais remoto nos textos de ” travestis” masculinos, onde o disfarce já não é mais que uma forma astuciosa de conquistar uma mulher “inacessível”: se já não está presa na torre de onde o príncipe a virá libertar, continua prisioneira, na sua casa ou no convento, das severas regras de comportamento sexual e cívico que a sociedade para ela codificou.

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  • A Utopia Templária de Stelio W. Venceslai

    Utopia Templária, A

    Stelio W. Venceslai

    10,00 

    A Utopia Templária de Stelio W. Venceslai.
    Zéfiro. Sintra, 2017, 306 págs. B.

    Nunca saberemos ao certo se existiu uma “sabedoria templária”, perdida e esquecida por entre as fogueiras, as perseguições e o plurissecular manto de silêncio que encobriu a história dos monges-cavaleiros. Muito provavelmente o sistema templário, tanto ao nível religioso, militar, jurídico como económico, poderia ter originado uma concepção global, política – no sentido mais nobre do termo -, da qual perdemos o rasto. Restam-nos as suposições. Contudo, passados mais de sete séculos após o seu desaparecimento oficial, os templários continuam a suscitar o interesse e a despertar emoções fortes. É inegável que algo fala ainda aos corações das pessoas de hoje. Apesar da estrutura sócio-política se ter alterado profundamente, certos ideais de outrora, que acabaram por se perder ou ficar dormentes, possuem um valor que está muito para além do tempo e das instituições.

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  • USA em Perigo

    USA em Perigo

    Curtis E. Le May

    7,50 

    USA em Perigo de Curtis E. Le May [et al.]
    Editoria Expresso e Cultura. Brasil, 1970, 322 págs. B.

    A América está em perigo… Esta-mos condenados a um papel de pura de-fensiva, incapazes de impor a nossa vontade em um conflito com um país atrasado… Nossa estratégica superiori-dade nuclear deu-nos, quando muito, fôrça diplomática no passado. Ainda possuiremos essa fôrça? Teremos sufi-ciente confiança na nossa capacidade bélica para evitar uma guerra? Penso que não. Eis por que a América está em grave perigo

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  • URSS Um Pouco do Muito Que eu Vi de A. Sebastião Gonçalves

    URSS Um Pouco do Muito Que eu Vi

    A. Sebastião Gonçalves

    7,50 

    URSS Um Pouco do Muito Que eu Vi de A. Sebastião Gonçalves.
    Editorial Notícias. Lisboa, s.d., 117 págs. E. Il.

    A singeleza da descrição de simples conversas dá-nos uma ideia bem diferente daquela que emanava das camadas dirigentes do nosso país, ideia que procurava evitar a aproximação por causas bem compreensíveis…

    As manifestações de anseio cultural aparecem evidenciadas pelo apontamento de casos concretamente observados, confirmando elementos estatísticos e resultados que não era possível esconder, pois sempre chegava ao nosso alcance o conhecimento dessas realidades, fruto de todo um ambiente que a estrutura política construiu, em profunda oposição aos princípios definidores da ética capitalista, princípios não apenas doutrinários, mas essencialmente impregnados de vontade efectiva de pôr a ciência e a técnica ao serviço do Homem.

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  • STOP: 50 Estratégias para Mulheres sem Tempo de Ana Tapia

    STOP: 50 Estratégias para Mulheres sem Tempo

    Ana Tapia

    6,00 

    STOP: 50 Estratégias para Mulheres sem Tempo de Ana Tapia.
    A Esfera dos Livros. Lisboa, 2017, 285 págs. B.

    Sente que não tem tempo para nada? Que a sua vida se limita a trabalho-casa-trabalho-casa? Os seus filhos crescem a uma velocidade alucinante e dá por si a pensar que não consegue acompanhá-los e dar-lhes a devida atenção? E aquele projeto que iria proporcionar-lhe tanto prazer mas ficou guardado no fundo da gaveta porque as horas do dia não esticam? BASTA! Não basta sobreviver.

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  • América: Desafio ao Futuro de J. J. Servan-Schreiber

    América: Desafio ao Futuro

    J. J. Servan-Schreiber

    5,00 

    América: Desafio ao Futuro de J. J. Servan-Schreiber.
    Livraria Bertrand. Lisboa, s.d., 322 págs. B.

    «América: Desafio ao Futuro, o famoso “Défi Americain”, é uma das obras mais importantes que saíram dos prelos franceses depois da Segunda Guerra.
    J-J Servan-Schreiber, europeu, lança um grito de alarme, de prevenção, de esclarecimento. A Europa sofre uma outra guerra, sem armas convencionais, sem armas atómicas, mas tão implacável que é o sentido mesmo da sua civilização que está em jogo. Servan-Schreiber, de posse de informações inestimáveis, dominando os mais vastos campos de acção, analisa, disseca e prevê. A América está no limiar de um novo tipo de civilização. E a Europa? E os países que foram a fonte do futuro?»

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  • Poder da Imaginação de Rui Bebiano

    Poder da Imaginação

    Rui Bebiano

    10,00 

    Poder da Imaginação: Juventude, Rebeldia e Resistência nos Anos 60 de Rui Bebiano.
    Angelus Novus. Coimbra, 2003, 208 págs. B. Il.

    Rui Bebiano (…) é professor, historiador, investigador, ensaísta e cronista, membro do Instituto de História e Teoria das Ideias da Universidade de Letras da Universidade de Coimbra. Diz que este livro «tem como objectivo ir ao encontro de uma carência dramática de bibliografia, em português de Portugal, acerca dos anos 60 e das suas circunstâncias culturais, enunciando, através de uma leitura assumidamente panorâmica, alguns dos seus aspectos mais relevantes». O mito explicado às gerações mais novas? Sim, mas não só.

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  • Portugal que Futuro? de Medina Carreira

    Portugal que Futuro?

    Medina Carreira

    6,00 

    Portugal que Futuro?: o tempo das mudanças inadiáveis de Medina Carreira e Eduardo Dâmaso.
    Editora Objectiva. Carnaxide, 2009, 209 págs. B.

    Do que mais se queixam os Portugueses?
    Do desemprego elevado, dos salários baixos, das pensões exíguas, da pobreza crescente, dos impostos altos, da “hipoteca” dos endividamentos e do futuro sem esperança.
    Há uma única solução para estes males: a “construção” de uma economia mais dinâmica, mais produtiva e mais competitiva.
    Para tanto, a próxima legislatura será decisiva porque, se for falhada, como as três últimas, cairemos num período prolongado de empobrecimento.
    Em debate com Eduardo Dâmaso, no livro Portugal, Que Futuro?, Medina Carreira formula o seu diagnóstico e esboça algumas “receitas”.
    Pretende apenas contribuir para um debate que, mais tarde, será inútil.
    Para Medina Carreira a “economia” portuguesa é o primeiro, o mais grave e o mais difícil de todos os nossos problemas actuais.
    A Democracia de 1976 poderá soçobrar se os responsáveis políticos não souberem enfrentar e vencer, em tempo útil, a doença que mina profundamente a nossa economia.

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  • A Defesa da Vida III: O Homem e a Casa de Mário Monteiro Pereira

    Defesa da Vida III: O Homem e a Casa, A

    Mário Monteiro Pereira

    10,00 

    A Defesa da Vida III: O Homem e a Casa de Mário Monteiro Pereira.
    Livraria Pacheco. Lisboa, s.d., 182 págs. B.

    Índice Geral
    Primeira Parte
    I –  História
    II – Influências Arianas e Semitas na Habitação Europeia.

    Segunda Parte
    Introdução – A casa na actualidade
    I – Local da construção
    II – Materiais de Construção
    III – Técnica de Construção
    IV – Anatomia da Casa
    V – Aquecimento e iluminações Artificiais
    VI – Abastecimento de águas. Evacuação das águas servidas.
    VII – Os terraços e os jardins.

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