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  • Fangland - Em Directo das Trevas

    Fangland – Em Directo das Trevas

    John Marks

    6,00 

    Fangland – Em Directo das Trevas de John Marks.
    Guerra e Paz. Lisboa, 2007, 366 págs. B.

     Uma revisitação do mito de Drácula para o século XXI e para a sociedade mediática. Um romance profundamente actual sobre a importância da televisão e o poder dos vampiros no nosso imaginário. Destaque também para a sua originalidade, misturando e-mails, registos de um diário e outros apontamentos que contribuem para a descodificação da história.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Caso D. Branca – A Banqueira do Povo, O

    Caso D. Branca – A Banqueira do Povo, O

    Mário Leal Diogo

    7,00 

    O Caso D. Branca – A Banqueira do Povo de Mário Leal Diogo.
    Gráfica Quatro. Póvoa de Santo Adrião, 1993, 348 págs. B.

    O que fica escrito é notícia e crítica bem intencionada. Quem as não pode ler (por ter falecido e não ter sabido fazê-lo) nem auto-criticar-se por ter acreditado nos outros, é MARIA BRANCA DOS SANTOS.

    Que o CASO sirva, ao menos, para que outros casos não aconteçam.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Bifes Mal Passados de João Magueijo

    Bifes Mal Passados

    João Magueijo

    7,00 

    Bifes Mal Passados de João Magueijo.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2014, 187 págs. B.

    Um roteiro de cómicos fins-de-semana mal passados e tentativas frustradas de fazer férias em Inglaterra servem de ponto de partida para uma viagem pela cultura anglo-saxónica, como vista pelos olhos de um cientista português radicado no Reino Unido há mais de vinte anos e do qual estamos mais habituados a ler obras de divulgação científica. Bifes Mal Passados é alternadamente hilariante e sério, convidando a uma reflexão sobre identidade cultural, e incitando os portugueses a despojarem-se de complexos de inferioridade.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cartaz de Toiros

    Cartaz de Toiros

    Pepe Luis

    20,00 

    Cartaz de Toiros de Pepe Luis.
    Livraria Popular. Lisboa, 1950, 387 págs. B.

    Esta façanha traduz a encardida sedimentação dos costumes e a resistência a tudo o que é alógeno com a correspondente continuidade daquilo que Unamuno designava por castiço. Porventura que estas pechas ou virtudes da ancestralidade o extasiassem. Em mim explicam por que é que na campina ribatejana. essa que os livros de Pepe Luis descrevem melhor do que a pintura de Hobbema a um panorama neerlandês, eu me embriago e me sinto outro.

    𓂃🖊 Prefácio de Aquilino Ribeiro.
    📝 Assinatura de posse.

  • Estudos para o Casamento Civil de Alexandre Herculano

    Estudos para o Casamento Civil

    Alexandre Herculano

    50,00 

    Estudos para o Casamento Civil de Alexandre Herculano.
    Typographia Universal. Lisboa, 1866, 175 págs. E.

    Importante contribuição de A. Herculano para o muito polémico debate sobre o casamento civil, debate que entroncou violentamente no problema da secularização do estado e das suas instituições.

    Este amplo estudo histórico, peça magna da polémica em geral travada com Seabra (acerca da admissibilidade do matrimónio civil, hipótese prevista pela comissão revisora do projecto do Código Civil – por sugestão de Herculano, dela precisamente uma das figuras de proa), integra as séries: «Das tradições antigas da igreja e da nação portuguesa ácerca dos consorcios extranhos ao sacramento do matrimonio», «O casamento civil perante o concilio de Trento e perante a theologia» e «O casamento civil nas leis e costumes de Portugal depois de Trento

    Encadernação de época com desgaste

  • Quando a Vóvó era Menina de Maria Isabel Loureiro

    Quando a Vóvó era Menina

    Maria Isabel Loureiro

    6,00 

    Quando a Vóvó era Menina de Maria Isabel Loureiro. Edições Vieira da Silva. 2015, 81 págs. B.

    – Vovó, conta-nos O leitãozinho cor-de-rosa – pede uma neta.

    – Depois, conta-nos a Aventura Perigosa! – lembra a outra.

    É frequente os meus seis netos pedirem que lhes conte uma das minhas histórias verdadeiras. São situações engraçadas que me aconteceram quando era menina. E tantas vezes o fazem, que uma das minhas filhas me sugeriu que as escrevesse. Assim, os teus netos nunca mais se esquecerão das peripécias vividas pela avó, em pequena.

    Foi o que fiz.

    Depois de as ter escrito, pensei que talvez outras crianças gostassem de as ler. Então, publiquei-as.

    E aqui estão, com uma surpresa: nas ilustrações, as carinhas de todas as personagens das histórias são reais!

    Tenho a certeza, amiguinhos, de que vão divertir-se a ler as peripécias verdadeiras que vos conto e aprender como era a vida antigamente…

    As avós de hoje, quando eram crianças, também gostavam de brincar, de fazer partidinhas e até de entrar em aventuras!…

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Próximos 100 Anos

    Próximos 100 Anos: uma previsão para o Século XXI

    George Friedman

    7,00 

    PRÓXIMOS 100 ANOS: UMA PREVISÃO PARA O SÉCULO XXI DE GEORGE FRIEDMAN
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2018. 317 págs. B.

    Ensaio de geopolítica e análise estratégica da autoria do conceituado politólogo norte-americano George Friedman, fundador da Stratfor (conhecida como a “CIA privada”). Recorrendo a modelos históricos de previsão de longo prazo, o autor traça um panorama lúcido e provocador sobre as grandes tendências que moldarão o equilíbrio de poder global até ao final de novecentos. O livro analisa o declínio de potências tradicionais, o surgimento de novos conflitos regionais e as transformações demográficas e tecnológicas que redefinirão a economia e a soberania das nações nas próximas décadas.

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    Características do Exemplar
    📖 Exemplar por abrir.
    Peso: 390g
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  • Momentos Inesquecíveis 25 Anos (1993-1998) de Francisco Pinto Balsemão

    Momentos Inesquecíveis 25 Anos (1993-1998)

    Francisco Pinto Balsemão

    7,50 

    “Momentos Inesquecíveis 25 Anos” é uma coleção de fascículos que celebra 25 anos de eventos marcantes entre 1973 e 1998 em áreas como: Calamidades, Ciência, Concertos, Crimes, Desporto, Edifícios, Filmes, Futebol, Máquinas, Moda, Política, Social, Televisão.

  • Era da Incerteza, A

    Era da Incerteza, A

    John Kenneth Galbraith

    7,00 

    A Era da Incerteza de John Kenneth Galbraith.
    Livraria Pioneira Editora. São Paulo [Brasil], 1980, 379 págs. B.

    “As ideias dos economistas e dos filósofos sociais modelam os acontecimentos, mesmo quando disso não temos consciência. Quer uns quer outros tiveram influência decisiva nas rápidas e violentas mudanças por que o mundo tem passado nos últimos duzentos anos. Galbraith traça e analisa essas ideias e suas consequências, desde Adam Smith, Herbert Spencer passando por Marx e Lenine, até Keynes, seus conceitos e acções que de algum modo modelaram a Guerra Fria, as modernas corporações, as perturbações do Terceiro Mundo e os problemas da sociedade urbana contemporânea.”

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • Ditos Portugueses

    Ditos Portugueses

    José Hermano Saraiva

    7,50 

    Ditos Portugueses de José Hermano Saraiva.
    Publicações Europa-América. Mem Martins

    Cruel depoimento da sociedade do século XVI, esta compilação de ditos alheios retrata com mordacidade a sociedade em que o autor viveu, revelando os aspectos mais secretos e, por vezes, escandalosos das vivências quotidianas. Vem à superfície o Portugal íntimo e profundo, das situações comezinhas, das mesquinharias, da invenja, num tomo irreverente que acusa uma velada preocupação com a situação que se vivia.
    Numa linguagem desbragada e eivada de sarcasmo, denuncia-se um país fendido pela intolerância e pela cupidez, onde se assiste ao naufragar das estruturas morais e ao esboroar das estruturas económicas. Como escreveu José Hermano Saraiva, «é a paciente e dolorosa análise do quadro sombrio que Camões definiu numa síntese célebre: a Pátria metida no gosto da cobiça e na rudeza de uma austera, apagada e vil tristeza».

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Conflitos e Mudanças em Portugal (1974-1984) de Eduardo de Sousa Ferreira

    Conflitos e Mudanças em Portugal (1974-1984)

    Eduardo de Sousa Ferreira

    10,00 

    Conflitos e Mudanças em Portugal (1974-1984) de Eduardo de Sousa Ferreira.
    Editorial Teorema. Lisboa, 1985, 342 págs. Br.

    Desde 1972 que o International Conference Group on Portugal (ICGP) vem realizando encontros de especialistas das mais variadas áreas científicas e dos mais diversos quadrantes políticos, com o objectivo de se debruçarem sobre os problemas de maior relevância e actualidade para Portugal.

    Os resultados de tais encontros têm tido divulgação mundial, a partir de publicações feitas nos Estados Unidos. Nesta medida, a presente edição portuguesa corresponde à publicação de uma selecção das comunicações apresentadas no III Encontro do ICGP – realizado em Durham, New Hampshire, E.U.A., de 31 de Maio a 3 de Junho de 1985.

    Numa colaboração internacional, os Profs. Sousa Ferreira e Opello Jr. apresentam aqui os documentos do Encontro de maior interesse e relevo para o nosso país. Pelos temas escolhidos e pela qualificação dos autores, esta recolha de textos proporciona um panorama muito amplo e diversificado daquilo que é hoje Portugal.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Carro de Jagrená de Mário Ceitil

    Carro de Jagrená

    Mário Ceitil

    5,00 

    A partir de uma experiência de mais de vinte anos em actividades de consultoria, formação e docência académica, nas áreas da Gestão de Recursos Humanos e da Psicologia Social e das Organizações, o autor desenvolve um conjunto de reflexões em torno dos grandes problemas que afectam o quotidiano das pessoas, num mundo organizacional cada mais turbulento, caracterizado pela imprevisibilidade, pela desregulação dos mercados e das estruturas económicas e pelas inseguranças em relação ao futuro.

    Um mundo organizacional onde a Gestão de Recursos Humanos é chamada a ter um papel cada vez mais actuante e decisivo, na difícil conciliação entre, por um lado, a imperatividade estratégica das empresas, na sua busca incessante por melhores resultados e os esforços das pessoas, na construção de percursos profissionais compatíveis e conciliáveis com as naturais aspirações a uma vida pessoal plena, com espaço, com vivências emocionalmente intensas e com sentido de projecto.

    Um mundo que nos alicia em permanência para novos e mais ousados desafios mas que, também, como na alegoria do “Carro de Jagrená”, nos pode levar por percursos cuja dinâmica pode escapar ao nosso controlo e ameaçar despedaçar-nos.

    Ao longo dos diversos artigos que compõem esta obra, sucedem-se temas tão diversos como a Gestão dos Processos de Mudança nas Organizações, as novas tendências na Gestão de Recursos Humanos, a Inteligência Emocional, a Gestão das Competências… e os riscos de insucesso que espreitam em cada esquina dos percursos para a excelência.

    Alternando o texto técnico com o artigo de opinião, o rigor da análise com a discursividade fluida da crónica de costumes, o autor dá-nos, assim, uma sugestiva visão pessoal, plasmada por uma longa, intensa e diversificada experiência profissional sobre os grandes temas da gestão das pessoas nos contextos, difíceis, da nossa modernidade organizacional.

  • Arte dos Surdos Mudos de Yolanda Mendonça

    Arte dos Surdos Mudos, A

    Yolanda Mendonça

    15,00 

    Arte dos Surdos Mudos de Yolanda Mendonça.
    Norte Editora. Rio de Janeiro [Brasil], s.d., 116 págs. B.

    Yolanda Mendonça foi «doutora pela Escola de Direito da Universidade do Rio de Janeiro e aluna de Porto Carrero na disciplina Psicopatologia Forense, professor considerado pela autora “a maior expressão científica em psiquiatria no Brasil, técnico por excelência em Psicanálise”. No final da década de 1930, Mendonça debruçou-se também sobre os desenhos de loucos, na Revista de Criminologia, examinando o desenho de uma interna do Hospital Nacional da Praia Vermelha sob o método psicanalítico. Nos anos seguintes seu interesse passou pela arte dos surdos-mudos, num pequeno livro de 1939, para estender -se à obra plástica e musical de cegos, histéricas e presidiários, numa obra sintomaticamente denominada Psicologia e arte nos anormais (1945). O procedimento de interpretação dessa produção não distava, de modo geral, do empregado por seus antecessores, submetendo todos aqueles tipos sociais a uma mesma leitura.»

    📝 Assinatura de posse.
    📖 Exemplar por abrir.

  • País dos Jogos Consensuais de João Alves da Costa

    País dos Jogos Consensuais

    João Alves da Costa

    6,00 

    País dos Jogos Consensuais: As Feiticeiras e Demónios do Desporto Português de João Alves da Costa.
    Compedium. Lisboa, 1997, 272 págs. B.

    Ensaio de carácter jornalístico e sociológico focado nos bastidores, nas controvérsias e no impacto cultural do fenómeno desportivo em Portugal, com particular incidência no futebol profissional. O autor, João Alves da Costa, analisa de forma crítica o papel dos dirigentes, das claques, das superstições (reveladas pelas referências metafóricas a “feiticeiras e demónios”) e a influência das decisões políticas e mediáticas na criação de consensos sociais em torno do desporto nacional.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
    Peso:  540g
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  • Ouro que a Mulher de Viana Deu Beleza de Alberto A. Abreu

    Ouro que a Mulher de Viana Deu Beleza

    Alberto A. Abreu

    10,00 

    Ouro que a Mulher de Viana Deu Beleza de Alberto A. Abreu. Câmara Municipal Viana do Castelo. Viana do Castelo, 2006, 96 págs. B.

    O ouro é belo e caro. Por isso é símbolo de poder. De ouro se fizeram: as coroas de louros dos Césares, as coroas reais e anéis reais e episcopais, os ceptros. E de ouro se fazem também os adornos: diademas, brincos, gargantilhas, fieiras e colares, alfinetes de peito (de embelezamento e apotropaicos), as cruzes de peito e outros elementos protectores e devocionais. De ouro são também as pulseiras, e as alianças designativas de estado civil.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Homem Esse Desconhecido

    Homem Esse Desconhecido

    Alexis Carrell

    7,50 

    O Homem Esse Desconhecido de Alexis Carrell. Editora Educação Nacional. Porto, 1937, 374 págs. E.

    Alexis Carrel, pensador e escritor norte-americano, filósofo e cientista, é conhecido universalmente. Esta obra foi traduzida em mais de 19 línguas e já vendeu milhões de exemplares.

     

    Apesar do avanço tecnológico e civilizacional, o homem encerra ainda segredos e mistérios que, não compreendidos e não revelados, podem acarretar, no seu confronto com o progresso, as sementes conducentes à sua desumanização.

     

    Assim, o progresso não se pode fazer às custas da compreensão do homem. Há que entendê-lo na sua globalidade e diversidade, na sua relação com todos os campos do saber.

    O melhor estudo do Homem na Era da Globalização, a sua própria antítese

    📝 Assinatura de posse.