URSS Um Pouco do Muito Que eu Vi de A. Sebastião Gonçalves.
Editorial Notícias. Lisboa, s.d., 117 págs. E. Il.
A singeleza da descrição de simples conversas dá-nos uma ideia bem diferente daquela que emanava das camadas dirigentes do nosso país, ideia que procurava evitar a aproximação por causas bem compreensíveis…
As manifestações de anseio cultural aparecem evidenciadas pelo apontamento de casos concretamente observados, confirmando elementos estatísticos e resultados que não era possível esconder, pois sempre chegava ao nosso alcance o conhecimento dessas realidades, fruto de todo um ambiente que a estrutura política construiu, em profunda oposição aos princípios definidores da ética capitalista, princípios não apenas doutrinários, mas essencialmente impregnados de vontade efectiva de pôr a ciência e a técnica ao serviço do Homem.
STOP: 50 Estratégias para Mulheres sem Tempo de Ana Tapia.
A Esfera dos Livros. Lisboa, 2017, 285 págs. B.
Sente que não tem tempo para nada? Que a sua vida se limita a trabalho-casa-trabalho-casa? Os seus filhos crescem a uma velocidade alucinante e dá por si a pensar que não consegue acompanhá-los e dar-lhes a devida atenção? E aquele projeto que iria proporcionar-lhe tanto prazer mas ficou guardado no fundo da gaveta porque as horas do dia não esticam? BASTA! Não basta sobreviver.
América: Desafio ao Futuro de J. J. Servan-Schreiber.
Livraria Bertrand. Lisboa, s.d., 322 págs. B.
«América: Desafio ao Futuro, o famoso “Défi Americain”, é uma das obras mais importantes que saíram dos prelos franceses depois da Segunda Guerra.
J-J Servan-Schreiber, europeu, lança um grito de alarme, de prevenção, de esclarecimento. A Europa sofre uma outra guerra, sem armas convencionais, sem armas atómicas, mas tão implacável que é o sentido mesmo da sua civilização que está em jogo. Servan-Schreiber, de posse de informações inestimáveis, dominando os mais vastos campos de acção, analisa, disseca e prevê. A América está no limiar de um novo tipo de civilização. E a Europa? E os países que foram a fonte do futuro?»
Poder da Imaginação: Juventude, Rebeldia e Resistência nos Anos 60 de Rui Bebiano. Angelus Novus. Coimbra, 2003, 208 págs. B. Il.
Rui Bebiano (…) é professor, historiador, investigador, ensaísta e cronista, membro do Instituto de História e Teoria das Ideias da Universidade de Letras da Universidade de Coimbra. Diz que este livro «tem como objectivo ir ao encontro de uma carência dramática de bibliografia, em português de Portugal, acerca dos anos 60 e das suas circunstâncias culturais, enunciando, através de uma leitura assumidamente panorâmica, alguns dos seus aspectos mais relevantes». O mito explicado às gerações mais novas? Sim, mas não só.
Portugal que Futuro?: o tempo das mudanças inadiáveis de Medina Carreira e Eduardo Dâmaso.
Editora Objectiva. Carnaxide, 2009, 209 págs. B.
Do que mais se queixam os Portugueses?
Do desemprego elevado, dos salários baixos, das pensões exíguas, da pobreza crescente, dos impostos altos, da “hipoteca” dos endividamentos e do futuro sem esperança.
Há uma única solução para estes males: a “construção” de uma economia mais dinâmica, mais produtiva e mais competitiva.
Para tanto, a próxima legislatura será decisiva porque, se for falhada, como as três últimas, cairemos num período prolongado de empobrecimento.
Em debate com Eduardo Dâmaso, no livro Portugal, Que Futuro?, Medina Carreira formula o seu diagnóstico e esboça algumas “receitas”.
Pretende apenas contribuir para um debate que, mais tarde, será inútil.
Para Medina Carreira a “economia” portuguesa é o primeiro, o mais grave e o mais difícil de todos os nossos problemas actuais.
A Democracia de 1976 poderá soçobrar se os responsáveis políticos não souberem enfrentar e vencer, em tempo útil, a doença que mina profundamente a nossa economia.
A Defesa da Vida III: O Homem e a Casa de Mário Monteiro Pereira.
Livraria Pacheco. Lisboa, s.d., 182 págs. B.
Índice Geral
Primeira Parte
I – História
II – Influências Arianas e Semitas na Habitação Europeia.
Segunda Parte
Introdução – A casa na actualidade
I – Local da construção
II – Materiais de Construção
III – Técnica de Construção
IV – Anatomia da Casa
V – Aquecimento e iluminações Artificiais
VI – Abastecimento de águas. Evacuação das águas servidas.
VII – Os terraços e os jardins.
Toda a Verdade sobre “O Clube Bilderberg” de Daniel Estulin.
Publicações Europa-América. Mem Martins, 2008, 366 págs. B. Il. Biblioteca das Ideias | 42
Entre num mundo de intrigas e secretismo e passe a saber o que nunca antes foi revelado! Desde que se reuniram pela primeira vez no Hotel Bilderberg, em 1954, os homens mais poderosos do mundo cumprem anualmente este ritual e durante o fim de semana planeiam os destinos da Humanidade, estejam eles relacionados com questões económicas e políticas ou com relações internacionais. Intitularam-se o Clube Bilderberg e este é constituído por nomes tão sonantes quanto Bil Clinton, Tony Blair, Paul Wolfowitz, Henry Kissinger, David Rockefeller, entre outros. Mais de 50 encontros foram realizados, mas a imprensa nunca teve acesso nem às conclusões nem à ordem de trabalhos destas reuniões. De que falam os homens mais poderosos do mundo? Que influências têm estes sobre os nossos destinos? O autor responde-nos exactamente a estas questões, e muitas mais, provando-nos que este Clube tem ramificações bem enraizadas por todo o planeta.
Procura do Noivo: Quadro de Costumes de Luís Coloma. Edições de Gráfica. Leiria, 1949, 143 págs. B.
Preço: 6€
Portes: 0,50€
Como me hei-de calar, se não sabes o que estás para aí a dizer? O que a Teresa dizia era que não parecia bem ir até de madrugada para o baile e, de manhã, para a comunhão. Que era preciso optar por uma coisa ou pela outra e que, independentemente do que cada coisa é em si mesma, the parecia mais obrigatório, para as Filhas de Maria, cumprir com o seu regulamento do que tirar os compadres à sorte…
Sociedades e Grupos em Portugal de Maria Belmira Martins.
Editorial Estampa. Lisboa, 1973, 186 págs. B.
Em 1971, apenas 168 sociedades com mais de 50 mil contos, representando 0,4% do total, detinham 53% do capital das empresas. Muitas estavam ligadas entre si, formando grupos dependentes de centros comuns. Para além da diferença entre grandes e pequenas empresas, estas ligações revelam formas essenciais de concentração do capital e da produção. O objectivo do estudo é esclarecer onde e como essa concentração ocorre.
Amo-te de Francesco Alberoni. Bertrand Editora. Lisboa, 1997, 298 págs. B.
Quem ama, quem deseja ser amado, faz inúmeras perguntas, pois sabe que a paixão, os ciúmes, os sonhos, os ideais, o erotismo, o amor podem tornar a sua vida maravilhosa ou transformá-la num inferno. Os gestos que nos fazem felizes ou as palavras que nos lançam no desespero provém dos poucos seres humanos a quem estamos ligados intensamente, essencialmente. (…) O maior dos triunfos pode ser envenenado por uma palavra maldosa, por falta de atenção da pessoa amada. Como dar uma resposta a estas perguntas? Não existe ainda uma teoria, uma ciência do amor, uma erosociologia.»
Vida em Imagens de Dinis Abreu.
Diário de Notícias. Lisboa, 1989, 169 págs. E. Il.
Livro comemorativo dos 125 anos do Diário de Notícias, editado em 1989. Apresenta uma retrospetiva histórica através das imagens do Diário de Notícias.
Com texto introdutório “O Rosto do Tempo” da autoria de Dinis Abreu e com texto “Primórdios da Reportagem” da autoria do coordenador da obra Pedro Foyos.
Nascer nos Anos Trinta: Memórias de um Quotidiano de M. Manuela de Mendonça.
Ed. Autor. Coimbra, 2009, 213 págs. B. Il.
Estamos, pois, perante uma obra de grande interesse para os diferentes domínios da investigação histórica (a vida privada e quotidiana, a criança, a família, a mulher, a doença, a relação pais-filhos, entre outros temas) ou, tão-só, para aqueles que se interessam pelo tempo passado. Sem dúvida que a redacção deste livro terá sído extremamente importante para a sua autora, ao trazer de volta a família Mendonça aos caminhos outrora percorridos e ao devolver–lhe o aconchego dos afectos familiares e as Imagens profundas da memória identitária. Porém, ainda o é mais para os leitores, ao reconstituir momentos de uma vida privada que não são apenas autobiográficos mas que fazem parte de um passado colectivo de grande parte de portugueses. Aos historiadores, deixa um precioso documento histórico sobre um período ainda mal conhecido da história portuguesa.
Características do Exemplar ✅Exemplar limpo de anotações e marcas de posse.
E Agora: A Crise do Euro, As Falsas Reformas, Os Futuros de Portugal de Pedro Adão e Silva. Clube do Autor. Lisboa, 2013. 212 págs. B.
Portugal é hoje um país devastado. Devastado do ponto de vista económico e social, mas também em termos políticos e institucionais, sob tutela externa e armadilhado pelo euro. Parece não haver saída possível.
Este livro oferece uma reflexão sobre a atual situação do país. Alerta-nos para os desafios que uma crise tão profunda coloca aos alicerces da democracia. Não tenhamos ilusões. Portugal só será capaz de encarar o futuro se as respostas políticas combinarem preocupações financeiras e económicas com políticas públicas estáveis e planeadas.
Se não extrairmos lições do passado? Do que correu mal mas, também, do muito que correu bem?Estamos condenados a fracassar.
Num dos momentos mais sensíveis da nossa história recente é importante não voltar a falhar.
Com uma economia dependente das decisões europeias, é urgente repensar o sistema político, a justiça e as políticas públicas numa perspetiva de futuro. É esse o propósito deste livro.
Templários de Michel Picar.
Publicações Europa-América. Mem Martins, 1990, 174 B.
As origens dos Templários remontam, como as de tantas outras ordens militares, aos tempos medievais, e o seu aparecimento só pode ser entendido se se tiver em atenção a impaciência e o extremismo religioso que então caracterízavam a atmosfera mental e cultural da época.
Alcançando rapidamente as boas graças da monarquia francesa e do próprio papado, os Templários são agraciados com inúmeras doações e, no final do século XIII. pertence-lhes, entre outras riquezas, cerca de um terço da cidade de Paris.
Todavia, o reinado de Filipe. o Belo. irá ser fatal para esta ordem que, de um momento para o outro, passa a ser alvo de intrincadas cobiças, invejas e perseguições que conduzirão à sua extinção.
Espetáculos Populares do Nordeste de Hermilo Borba Filho. Desa. São Paulo, 1966, 178 págs. B.
Espetáculos populares do nordeste investiga algumas formas de diversão dramática que se colocam entre a dança, o jogo, a festa e teatro propriamente dito.
Ao escrevê-lo, Hermilo Borba Filho recorreu menos a bibliotecas trata-se de gêneros sobretudo orais do que a pesquisas empreendidas diretamente junto à fonte: gravações feitas ao vivo e aqui reproduzidas pela primeira vez, coleta de velhos textos anônimos, conversas com antigos praticantes dessas artes humildes e em vias de desaparecimento.
São quatro as formas de espetáculo estudadas: o bumba-meu-boi, o fandango, o mamulengo (ou seja, o teatro de “marionettes”) e os autos pastoris. Sõbre cada uma delas faz o A. uma ligeira apreciação teórica, acompanhada de um retrospecto histórico do gênero, seguindo-se a transcrição de exemplos e peças inéditas.
Everything is Connected de António Vieira Monteiro [Pres.] [et al.] Editorial Verbo. Lisboa, 2012, 261 págs. B.
Todo o corpo dos conhecimentos pode ser considerado como o oceano, que é contínuo e sem partes, sem separações, embora os homens gostem de conceber partes, dar-lhe corpos diferentes e dar-lhe nomes, inclusivamente, de acordo com a conveniência.
Prof. João Caraça
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