• Portugal'73 de Adolpho Bloch

    Portugal’73

    Adolpho Bloch

    10,00 

    Portugal’73 de Adolpho Bloch {Dir.].
    Manchete. 1973, 194. Mole.

    Há 472 anos, desembarcando enseada de Porto Seguro, o bravo almirante português fundava uma nação. Daquela pequena faixa de praia, onde Frei Henrique rezou a primeira missa e Pero Vaz escreveu a primeira carta, até os contrafortes andinos, o país alargou-se no sentido leste-oeste e no comprimento norte-sul.Foi a indole portuguesa que traçou os nossos contornos físicos, morais, politicos, históricos e geográficos, com as Entradas e as Bandeiras rasgando as folhas do Tratado de Tordesilhas e ampliando as nossas fronteiras na fixação de 8 milhões e 500 mil quilômetros quadrados de superfície no mundo. Não malbaratamos as lições recebidas e temos sido dignos da herança que Portugal nos legou: preservamos o idioma, a religião, as tradições, a generosidade, a grandeza, os costumes e os exemplos. A gratidão brasileira, levada pelo Presidente Médici na sua viagem a Portugal e retratada nas páginas desta Edição Especial de MANCHETE, devolve aos portugueses em reconhecimento, lealdade, correção e ternura toda uma influência que foi decisiva na nossa formação. O Portugal de hoje e o Brasil de sempre estão mais unidos do que nunca pela ponte de uma amizade histórica, definitiva e irreversível, lançada sobre a imensidão atlântica.

    ❗ Lombada com falhas

  • Ficções 11 de Luísa Costa Gomes

    Ficções 11

    Luísa Costa Gomes

    5,00 

    Ficções 11 de Luísa Costa Gomes.
    Tinta Permanente. Lisboa, 2015, 137 págs. B.

    A Ficções inclui nesta sua décima primeira edição seis contos sobre as misteriosas verdades do amor. Logo no início, André Gide ficciona sobre a parábola bíblica do Filho Pródigo em O regresso do filho pródigo, um texto de solenidade íntima e natureza quasi-teatral, constituído por sucessivos diálogos. Publicado pela primeira vez na recém-fundada Nouvelle Revue Française em Fevereiro de 1912, o texto revela um Gide ainda ligado ao simbolismo e tematiza uma das contradições maiores de toda a sua obra, o conflito entre o conservadorismo e o hedonismo. A tradução é de Helena Faria. José Lima traduziu, por sua vez, Os filhos madraços, poderoso e lancinante conto de Italo Calvino, num ambiente rural que lembra Gogol e Dostoievski em dieta minimalista. João Martins traduziu, também pela primeira vez em Portugal, o conto de Albert Camus, A mulher adúltera, uma viagem pelo deserto, que inclui uma das mais belas cenas de sexo cósmico de que se conhece relato. Cristina Fernandes da Silva dá-nos, directamente do polaco, um delírio de perseguição assinado pelo grande romancista de Ferdydurke e de Pornografia, Witold Gombrowicz. Ethan Coen, o cineasta e autor , com o irmão Joel, de guiões como Fargo e Barton Fink, assina como contista, em tradução de José Lima, Os rapazes, um texto razoavelmente autobiográfico. Por fim, um dos contos mais notáveis do grande escritor italiano Gianni Celati, ele mesmo “descoberto” e encorajado por Italo Calvino . Avisos à navegação , novamente em tradução de José Lima, foi publicado em 2001 na colecção de contos Cinema Naturale, escrita ao longo de vinte anos de trabalho.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Dedalus de Silvina Rodrigues Lopes

    Dedalus

    Silvina Rodrigues Lopes

    8,00 

    Dedalus de Silvina Rodrigues Lopes.
    Edição Cosmos. Lisboa, 2000, 311 págs. B.

    Literatura e Filosofia
    Philosophie et Littérature? Quelques notes autour d’un débat spéculaire de Jean-Marie Schaeffer;
    A Filosofia é e não é literatura de Fernando Belo;
    O absoluto pertence à terra de Maria Filomena Molder;
    Filosofia e literatura: o encontro de Vergílio Ferreira com Maria Gabriela Llansol;
    Quelque chose comme la littérature existe-t-il? de Jacques Rancière
    O elogio da literatura: algumas questões sobre a relação entre filosofia e literatura em Merleau-Ponty;
    A lei da gravidade: apresentação de Carlo Michelstaedter;
    Borges and Schopenhauer or the world as ethical will and aesthetical representation de José Eduardo Reis;
    O Japão não existe de Carlos Veloso;
    No limite a afirmação de Silvina Rodrigues Lopes.

    Estudos
    Tácticas icónicas y estratégias novelísticas en la ficción moderna de Wladimir Krysinski;
    Diderot: o real monstruoso da Pintura: descrição e «poiesis» de Ferando Guerreiro
    Discipline control: Comparative Literature at the turn of the millenium de Paulo de Medeiros;
    A ausência de absoluto em «Mudança» de Vergílio Ferreira;
    Palavra, sentido e realidade na textualidade bíblica de Maria João Pires;
    A confirmação da existência de Silvina Rodrigues Lopes;
    Translation within literary history: a systemic study of the Catalan case;
    Modo distópico e modo satírico: algumas confluências tipológicas essenciais;

    Recensões
    Margarida Losa, Isménia de Sousa, Gonçalo Vilas-Boas, eds., Literatura Comparada: Os Novos Paradigmas de David Callaban;
    Gérard Genette, L’Oeuvre de l’art de Saul N. Costa;
    Ernst Behler, Ironie et modernité de Dália Dias;
    Sabrina Sedlmayer, Ao Lado Esquerdo do Pai de Teolinda Gersão;
    Gabriele Brandstetter, Tanzlekturen, Koperbilder und Raumfiguren der Avantguarde de Isabel Capeloa Gil;
    César Guimarães, Imagens da Memória: Etnre o Legível e o Visível de Sabrina Sedlmayer.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Anais do Clube Militar Naval (1973)

    Anais do Clube Militar Naval (1973)

    José Baptista Pinheiro de Azevedo

    5,00 

    Anais do Clube Militar Naval (1973) de José Baptista Pinheiro de Azevedo [et al.].
    Clube Militar Naval. 1973. B

    Índice
    O comandante Francisco da Silva Júnior no primeiro centenário do seu nascimento por Renato Sequeira de Brito;
    A Geopolítica e o Mar por Fernando Fonseca;
    Número de Sócios do Clube Militar Naval
    Recordar é Viver por Malheiro do Vale;
    A estabilidade química das pólvoras coloidais e o «Laboratório de Explosivos da Marinha Comandante Rodrigues Gaspar» por Vieira Matias
    Centro de Estudos da Marinha
    Viagem de Ouro – NE «Custódio de Mello», 1972
    A Marinha como profissão
    Os prémios dos «Anais»
    Teoria de comunicações: uma introdução por António Moitinho de Almeida;
    Conte-nos uma história por Zuzara;
    Qualidades essenciais do Comandante Militar por A. de Oliveira Neves
    Os Annaes há 100 anos por Leonel Cardoso
    Temas Jurídicos por Conceção Silva
    Novos Cadetes
    Comentários e Sugestões por Jorge Correia Jesuíno e Orlindo Manuel Gouveia Pereira;
    Antologia do Mar por Silva Braga

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • África 30 Anos Depois de Carlos Cáceres Monteiro.

    África 30 Anos Depois

    Carlos Cáceres Monteiro.

    10,00 

    África 30 Anos Depois de Carlos Cáceres Monteiro [Dir.].
    Visão. Lisboa, 2005, 242 págs. B.

    A VISÃO ASSINALA, com a publicação deste álbum, o 30.º aniversário da independência dos países africanos de expressão oficial portuguesa. Trata-se de uma iniciativa jornalística de grande envergadura, para cuja concretização não foram poupados esforços. O primeiro dos objectivos que nos nortearam foi dar a conhecer a situação actualmente vivida – nas mais diversas vertentes – nessas antigas colónias, tão familiares aos muitos milhares de portugueses que lá viveram e pátrias de tantas pessoas que actualmente moram e trabalham em Portugal.

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  • Sociedade Pharmaceuticana Lusitana

    Jornal da Sociedade Pharmaceuticana Lusitana

    Sociedade Pharmaceuticana Lusitana

    20,00 

    Jornal da Sociedade Pharmaceuticana Lusitana de Sociedade Pharmaceuticana Lusitana.
    Silviana. Lisboa, 1851, 424 págs. E.

    A Sociedade Farmacêutica Lusitana tinha inicialmente a denominação de Sociedade Farmacêutica de Lisboa e cariz científico. Esta Sociedade era sediada em Lisboa e teve 38 sócios fundadores. Nasceu oficialmente no dia 24 de julho de 1835 na botica do Hospital de S. José sendo constituída por um grupo de farmacêuticos envolvidos na petição que originou a suspensão do Físico-mor. Os seus primeiros dirigentes foram José Vicente Leitão, José Dionísio Correia e António de Carvalho. Ao longo dos anos desenvolveu diversas atividades: no campo científico e laboratorial, sobretudo através da análise de águas, drogas, medicamentos, géneros alimentares; desenvolveu estudos de farmácia, bromatologia, higiene, toxicologia e química aplicada; participou ativamente na política profissional, influenciando a criação de legislação de âmbito farmacêutico e de importância para a Saúde Pública; contribuiu para o desenvolvimento de reformas dos estudos universitários, para a criação em 1836 de Escolas de Farmácia anexas às Escolas Médico-Cirúrgicas e à Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra em 1902, para a promoção do curso a curso superior, com o advento da República, e em 1921 para a criação de Faculdades de Farmácia. Participou na reforma do exercício farmacêutico verificada com a organização sanitária de 1837 através da qual passaram a participar dois farmacêuticos no Conselho de Saúde Pública. Conseguiu, em 1926, a instituição da Inspeção do Exercício Farmacêutico junto da Direção Geral da Saúde. Produziu farmacopeias nacionais e códigos farmacêuticos. Promoveu a criação da Companhia Comercial Farmacêutica de Lisboa. Criou o Montepio Farmacêutico em 1838. Constituiu uma biblioteca de especialidade farmacêutica. Criou o Jornal da Sociedade Farmacêutica Lusitana. O alcance e o papel que a Sociedade Farmacêutica Lusitana teve na classe farmacêutica e sociedade de então podem ser estudados através da documentação produzida e agrupada nesta secção documental, bem como através do Jornal que passou a publicar um ano após a sua criação. O Jornal da Sociedade Farmacêutica Lusitana foi o primeiro jornal de farmácia publicado no nosso país e um dos mais antigos do mundo.

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  • Elvas-Caia (nº7)

    Elvas-Caia (nº7)

    José António Rondão Almeida

    7,00 

    Elvas-Caia de José António Rondão Almeida.
    Colibri. Lisboa, 2009, 407 págs. B.

    Preparar o futuro, através da abordagem de questões significativas dedicadas à temática da Raia, é um dos objectivos desta publicação periódica, que já no seu sétimo número continua a ser uma das mais importantes publicações periódicas transfronteiriças. Através de um conjunto significativo de artigos – a cujos autores agradecemos a colaboração –, a reflexão sobre as questões referentes aos vários campos do saber é debatida e exposta nestas páginas, chegando ao grande público, sendo, desta forma, uma importante fonte de conhecimento e de consulta obrigatória para todos os interessados na região raiana. (…) O conhecimento, a preservação e valorização do património cultural continuam a pautar as decisões desta Câmara Municipal, (…), quer através da recuperação do seu património arquitectónico, quer através de acções de divulgação e valorização, âmbito em que se insere esta revista cultural, a qual continua a revelar aos seus leitores o que está por revelar e se assume como um espaço permanentemente aberto ao investigador a título individual.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Sinica Lusitana 1 de Fundação OrienteSinica Lusitana 1 de Fundação Oriente

    Sinica Lusitana 1 & 2

    Fundação Oriente

    30,00 

    Sinica Lusitana 1: Fontes Chinesas em Bibliotecas e Arquivos Portugueses [1668-1871] Biblioteca da Ajuda; Biblioteca da Academia das Ciências de Lisboa; Arquivo Histórico Ultramarino; Biblioteca do Paço Ducal de Vila Viçosa Sinica Lusitana 2: Fontes Chinesas em Bibliotecas e Arquivos Portugueses [1726-1855?] Biblioteca Pública de Évora; Biblioteca Municipal do Porto; Biblioteca da Sociedade de Geografia…