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  • Tempo Escandinavo

    Tempo Escandinavo

    José Gomes Ferreira

    10,00 

    Aos leitores apressados (e apenas a esses) quero lembrar que Tempo Escandinavo não é um livro autobiográfico, como à primeira vista poderá parecer a quem ler distraidamente algumas destas histórias, escritas na primeira pessoa por mero e clássico artifício literário.

    Mas creio já desnecessário recordar aos mesmos leitores apressados que a Noruega não é somente povoada pelos homens e mulheres que surgem neste livro – se bem que só esses interessassem à minha personagem de ficção perdida nas lindas cidades da Costa Atlântica norueguesa.

  • Sementes de Só, Raízes de Mim de Madalena Caixeiro

    Sementes de Só, Raízes de Mim

    Madalena Caixeiro

    7,00 

    Madalena Caixeiro é natural de Coimbra. Licenciada em Filologia Germânica, destaca-se na escrita pela publicação das seguintes obras: “Sementes de só, raízes de mim” (Contos – Prémio Miguel Torga – Cidade de Coimbra, 1986); “Limites” (Romance – Prémio Victorino Nemésio, 1988); “A Pausa” (Contos, 1988); “Os Novelos” (Romance – Prémio Vitorino Nemésio, 1990); “O Declive” (Romance – Prémio Miguel Torga – Cidade de Coimbra, 1998); “Cadeira de Braços” (Romance – Prémio Victorino Nemésio, 2001); “A Porta” (Conto – Prémio Nacional Trindade Coelho / Câmara Municipal de Mogadouro, 2005); Publicação do conto “Ladino” num volume, com a colaboração de vários autores (no âmbito do Centenário do Nascimento de Miguel Torga – “Nós os Bichos”, 2007).

  • Salvação do Mundo

    Salvação do Mundo

    José Régio

    15,00 

    Salvação do Mundo: Tragicomédia em Três Actos de José Régio.
    Editorial Inquérito. Lisboa, 1954, 304 págs. B.

    “Salvação do Mundo” é uma peça relevante para o estudo da literatura portuguesa e da história social e política do país, destacando a capacidade de José Régio de retratar a complexidade humana e os desafios da sociedade com humor e crítica.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Curva da Estrada, A

    Curva da Estrada, A

    Ferreira de Castro

    30,00 

    Curva da Estrada de Ferreira de Castro.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1950, 338 págs. Dura.

    Don Álvaro Soriano, advogado, viúvo e respeitado deputado socialista, deixa-se contaminar, a pouco e pouco, pelo conforto e pelos prazeres da vida que o dinheiro e o prestígio trazem. À volta dele, os conservadores, a gente rica, procuram seduzi-lo, convencendo-o a abraçar a sua causa.

     

    Essa mesma divisão parece instalada no seio familiar: Enrique, um dos filhos de Soriano, educado segundo os ideais socialistas, exige-lhe que permaneça fiel ao seu passado de revolucionário, enquanto Paco, o filho mais novo, admirador de Primo de Rivera, ideólogo do fascismo espanhol, pressiona-o a mudar para o Partido Nacionalista.

     

    Dilacerado pela dúvida, pelo desencanto com a velhice e pela escolha entre duas visões contrastantes da sua própria vida, Soriano terá de tomar uma decisão… Romance cuja acção se desenrola em Espanha, numa sociedade profundamente dividida e traumatizada pela Guerra Civil, A Curva da Estrada permanece uma das obras mais intemporais de Ferreira de Castro. Ancorado na moral e na psicologia humana, foi originalmente publicado em 1950, no auge da carreira de Ferreira de Castro, escritor consagrado quer em Portugal quer no estrangeiro, onde vê as edições das suas obras multiplicarem-

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Sete Partidas de Manuel Alegre

    Sete Partidas

    Manuel Alegre

    7,00 

    Sete Partidas é um poema inédito de Manuel Alegre, dividido em 12 partes.

  • Vieram Para Morrer

    Vieram Para Morrer

    Jaime Gralheiro

    7,00 

    Vieram Para Morrer de Jaime Gralheiro.
    Moraes Editores. Lisboa, 1980, 101 págs. B.

    A SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA ao promover o eencurso para 12 peças de teatro teve, como finalidade cultural incentivar a produção deste género literário, algum tanto esquecido pelos escritores portugueses.

    Concedendo o seu patrocinio à edição daquelas peças, tornou consequentemente mais acessíveis os respectivos preços de venda, logo possibilltando a sua maior difusão.

    A MORAES ao publicá-las tem o duplo prazer de se associar a esta iniciativa da SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA e de com ela inaugurar uma nova série – a que chamou PALCO – de cuja continuidade está segura.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Manuscrito na Garrafa de Daniel Filipe

    Manuscrito na Garrafa

    Daniel Filipe

    15,00 

    Manuscrito na Garrafa de Daniel Filipe.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1960, 156 págs. B.

    O autor, jornalista e poeta natural de Cabo Verde, colaborou nos «Cadernos do Bloqueio», «Távola Redonda» e «Seara Nova». Primeira e cremos que única edição desta curiosa novela de Daniel Filipe, afastada das livrarias pela polícia política da época aquando do seu aparecimento. Livro dado a lume na «Colecção Horas de Leitura».

     

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📖 Exemplar por abrir

  • As Raízes do Futuro de José Régio

    Raízes do Futuro, As

    José Régio

    20,00 

    O segundo romance do ciclo A Velha Casa, As Raízes do Futuro (1947), medeia entre o retorno de Lelito (Manuel Trigueiros, o segundo de quatro filhos do casal Maria Teresa e Martinho Trigueiros) e a morte de madrinha Libânia, a matriarca da família e a proprietária efectiva da casa. Se Uma Gota de Sangue não dava qualquer pista que permitisse compreender a época em que decorria a acção romanesca, o segundo informa que se estava em 1920. Esta indicação não é despicienda para a compreensão da trama narrativa. Está-se no início dos chamados loucos anos 20. Não é que numa aldeia rural, Azurara, do concelho de Vila do Conde haja referência existencial ao modo de vida que a expressão consagra, mas de uma maneira ou de outra o Zeitgeist haveria de encontrar maneira de ali se reflectir, ainda que de forma imperceptível para os próprios habitantes.

  • Gaveta de Nuvens

    Gaveta de Nuvens

    José Gomes Ferreira

    15,00 

    Gaveta de Nuvens de José Gomes Ferreira.
    Diabil. Lisboa, 1975, 238 págs. B.

    Após uma decisiva prova de marginalidade como cônsul, entreguei-me ao jornalismo ou, com mais exatidão, a colaborar em jornais e revistas (com três ou quatro artigos por semana), onde aprendi a alinhar prosas com tanta facilidade de caneta a deslizar no papel que, a certa altura, quando reparei nessa virtude de ofício, desmaiei de terror. E tratei logo de praticar com afinco a ginástica da Dificuldade. Isto é:

    impedir que as palavras corressem em forma de fonte óbvia, não me importar de perder tempo, cinco, dez, vinte minutos para desencantar o adjetivo justo, substituir lugares-comuns já muito coçados por novos lugares-comuns, semear obstáculos de propósito, antes de principiar a escrever. Como, por exemplo, dizer de mim para mim: hoje durante seis linguados não empregarei uma única vez os verbos ser, ter, haver, fazer, etc.

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • A Filha do Papa de Luís Miguel Rocha

    Filha do Papa, A

    Luís Miguel Rocha

    8,00 

    A Filha do Papa de Luís Miguel Rocha.
    Porto Editora. Porto, 2012, 428 págs. B.

    Será o antissemitismo a verdadeira razão para o Papa Pio XII não ter sido beatificado?

    Quando Niklas, um jovem padre, é raptado, ninguém imagina que esse acontecimento é apenas o início de uma grande conspiração que tem como objetivo acabar com um dos segredos mais bem guardados do Vaticano – a filha do Papa Pio XII.

    Rafael, um agente da Santa Sé fiel à sua Igreja e à sua fé, tem como missão descobrir quem se esconde por detrás de todos os crimes que se sucedem e evitar a todo o custo que algo aconteça à filha do Papa.

    Conseguirá Rafael ser uma vez mais bem-sucedido? Ou desta vez a Igreja Católica não será poupada?

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Face Sangrenta,

    Face Sangrenta,

    Vergílio Ferreira

    50,00 

    Face Sangrenta de Vergílio Ferreira.
    Contraponto. Lisboa, 1953, 78 págs. B.

    Primeira edição de um dos mais raros títulos da bibliografia de Vergílio Ferreira. Composto pelos contos Mãe Genoveva; Jacinto, o Livre; Gló; A Palavra Mágica; O Jogo de Deus; O Indiferente; O Encontro; e por fim, Adeus; «Face Sangrenta» é porventura o último título da obra do autor alinhada com o Neo-Realismo, movimento do qual se afastou para abraçar a corrente existencialista de Sartre e Malraux.

    📖 Exemplar por abrir
    Esta edição não é uma dos 500 exemplares com ilustrações de Lima de Freitas

  • Poesias de Carlos de Oliveira

    Poesias

    Carlos de Oliveira

    20,00 

    Primeira edição colectiva das poesias de Carlos de Oliveira, figura destacada da poesia portuguesa do nosso tempo. Poesias dos livros «Mãe Pobre», «Colheita Perdida», «Descida aos Infernos», «Terra de Harmonia» e «Cantata».

  • Na Tua Face de Vergílio Ferreira

    Tua Face, Na

    Vergílio Ferreira

    10,00 

    Na Tua Face é um dos últimos romances de Vergílio Ferreira, mas, não sendo o derradeiro, é o que talvez melhor resume o percurso (na vida e na obra) do autor. Como em muitas outros livros, em Na Tua Face é ficcionada a problemática existencial (o amor, a morte, a solidão, a evidência da beleza,…

  • Segunda Imagem de Natércia Freire.

    Segunda Imagem, A

    Natércia Freire

    20,00 

    A poesia de Natércia Freire é, segundo David Mourão-Ferreira, “das mais densas de toda a nossa história literária”. Livro integrado na colecção de Poesia “Convergência”.

  • Anfitrião Outra Vez

    Anfitrião Outra Vez

    Augusto Abelaira

    10,00 

    Anfitrião Outra Vez de Augusto Abelaira.
    Moraes Editores. Lisboa, 1980, 81 págs. Mole

    A SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA ao promover o concurso para 12 peças de teatro teve, como finalidade cultural incentivar a produção deste género literário, algum tanto esquecido pelos escritores portugueses.

    Concedendo o seu patrocínio à edição daquelas peças, tornou consequentemente mais acessíveis os respectivos preços de venda, logo possibilitando a sua maior difusão.

    A MORAES ao publicá-las tem o duplo prazer de se associar a esta iniciativa da SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA e de com ela inaugurar uma nova série -a que chamou PALCO – de cuja continuidade está segura.

    📕 1ª Edição.

  • OLHAR À NOSSA VOLTA DE ANTÓNIO ALÇADA BAPTISTA

    Olhar à Nossa Volta

    António Alçada Baptista

    7,50 

    UM OLHAR À NOSSA VOLTA DE ANTÓNIO ALÇADA BAPTISTA
    Editorial Presença. Lisboa, 2002. 350 págs. B.

    🗂️ Colecção: Grandes Narrativas

    Compilação de crónicas que António Alçada Baptista publicou nos jornais O Dia e A Tarde entre 1976 e 1985, testemunho da vivência colectiva portuguesa nas décadas seguintes à Revolução dos Cravos. Conhecido como atento analista social e defensor incansável da liberdade de expressão, o autor reflecte sobre os anos de abertura democrática e os seus desafios, oferecendo às gerações mais novas um retrato vivo de uma época que ajudou a moldar o presente.

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    Características do Exemplar
    📕 1ª Edição
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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