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  • Antologia de Poemas Portugueses Modernos por Fernando Pessoa

    Antologia de Poemas Portugueses Modernos

    Fernando Pessoa

    30,00 

    Antologia de Poemas Portugueses Modernos por Fernando Pessoa e António Botto
    Editorial Nobel. Coimbra, 1944, 190 págs. B.

    Esta selecta, ou Antologia, de poemas portugueses modernos deve ser entendida como a escôlha daqueles que nos parecem não só os melhores, senão também os mais representativos, entre os que foram escritos em certo período — em o período literário português a que conviemos connosco chamar moderno (…)”. Poemas de: Camilo Pessanha, Gomes Leal, Mário de Sá Carneiro, Eugénio de Castro, Antero de Quental, Augusto Gil, Guerra Junqueiro, Ângelo de Lima, Alberto Osório de Castro, Júlio Dantas, Cesário Verde, António Sardinha, João de Deus, António Feijó, João Lúcio, António Nobre, João de Barros, António Patrício, Mário Beirão, Miguel Torga, José de Almada Negreiros, Guilherme Braga, José Régio, Gonçalves Crespo, Afonso Duarte, Luís Montalvor, Teixeira de Pascoais, Carlos Queiroz, Vitorino Nemésio, Alfredo Guisado, Florbela Espanca, etc. Além destes e de alguns mais, é de notar a subtil inclusão também dos vários heterónimos de Fernando Pessoa […] No essencial, desconto dado a um ou outro nome hoje caído no natural esquecimento, a modernidade de um tal florilégio permanece incontestável.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

     

  • Rosa Minha Irmã Rosa de Alice Vieira01

    Rosa Minha Irmã Rosa

    Alice Vieira

    25,00 

    Rosa Minha Irmã Rosa de Alice Vieira
    Editorial Caminho. Lisboa, 1979, 108 págs. B.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Isabel Sabino.

    Mariana, filha única, tem dez anos quando Rosa nasce. Agora vai partilhar tudo com a irmã: o quarto, o tempo dos pais, o afeto da família – incluindo a Avó Elisa que desconfia do progresso, e a Tia Magda, que tem um dente de ouro, uma fala que mete medo e só gosta de estrelícias e antúrios.

    Mas pelo menos a recordação da Avó Lídia e a amizade de Rita ela não quer dividir com mais ninguém. Será que Rosa vai continuar a ser «uma intrusa»?

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Doze Histórias sem Sentido de Manuela Porto01

    Doze Histórias sem Sentido

    Manuela Porto

    20,00 

    Doze Histórias sem Sentido de Manuela Porto
    Centro Bibliográfico. Lisboa, 1952, 174 págs. B.

    Colectânea póstuma de contos deixada pronta pela autora, centrada em emoções íntimas e sofrimentos pessoais num mundo marcado pela miséria e pela desilusão. Apesar de considerar estas histórias “frívolas” perante dores maiores, a autora publica-as como testemunho humano de sofrimento e impotência. Com uma estética realista e um tom de estranhamento, os contos abordam sobretudo relações amorosas falhadas, traição, abandono e a condição precária da mulher.

    📝 Assinatura de posse.

  • Em Demanda do Graal de Afonso Lopes Vieira01

    Demanda do Graal, Em

    Afonso Lopes Vieira

    30,00 

    Em Demanda do Graal de Afonso Lopes Vieira
    Portugal-Brasil Sociedade Editora. Lisboa, 1922, 386 págs. B.

    É — segundo Júlio Brandão — um livro em que o autor reuniu conferências e prosas diversas, do sabor mais original e mais poético, e em que lateja um vivo amor de Portugal, no que êle tem de bem português.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    🟡 Capa com rasgão

  • Primeiro as Senhoras de Mário Zambujal

    Primeiro as Senhoras

    Mário Zambujal

    7,50 

    Primeiro as Senhoras de Mário Zambujal
    Oficina do Livro. Lisboa, 2006, 150 págs. B.

    Primeiro as Senhoras não é uma continuação da Crónica dos Bons Malandros, o best-seller que revelou Mário Zambujal como um autor de surpreendente originalidade e humor. Mas neste livro voltamos a encontrar um “bom malandro” com as suas aventuras, fantasias e emoções.
    A história conta-se num depoimento do protagonista a um silencioso inspector da Polícia que, tal como os leitores, página a página vai conhecendo o currículo da personagem e os passos de um golpe que o levou a passar nove dias sequestrado. Sem perder de vista o destino da viagem, o passageiro é convidado a ir-se demorando em sucessivos apeadeiros, onde não faltam motivos para uma boa gargalhada ou para um gostoso sorriso de cumplicidade.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Portugal e o Futuro de António de Spínola

    Portugal e o Futuro

    António de Spínola

    10,00 

    Portugal e o Futuro de António de Spínola
    Editora Arcádia. Lisboa, 184, 243 págs. B.

    Escrito por um dos mais prestigiados generais das Forças Armadas, combatente em Angola e comandante-chefe na Guiné, o livro teve o papel de uma bomba de profundidade contra a política africana do regime. Nele o autor defende a tese de que as guerras coloniais, que duravam desde 1961, não tinham solução militar. E que era necessário que a Nação debatesse o problema.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Será Deus o Dr. Freud? de Yvette K. Centeno

    Será Deus o Dr. Freud?

    Yvette K. Centeno

    10,00 

    Será Deus o Dr. Freud? de Yvette K. Centeno
    Escritor. Lisboa, 1995, 99 págs.
    🔢 Edição Numerada: 164

    Escrevo teatro como escrevo um poema: em estado de paixão pelas palavras. Rasga-se um palco na cabeça, mundo dentro do mundo. Ao escrever sobe uma cortina. O que se passa lá atrás? Só vendo.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Hotel Locarno

    Hotel Locarno

    António Mega Ferreira

    7,00 

    Hotel Locarno de António Mega Ferreira
    Sextante Editora. Porto, 2015, 142 págs. B.

    Da solidão sem esperança do xerife de Rio Bravo à busca sem horizonte num lugar qualquer do Alentejo, treze contos em que se contam desencontros e incompreensões, como os quartos fechados de um hotel romano, sem portas de comunicação uns com os outros. Um conferencista que se precipita na memória de um nome amado, um cadete da marinha que faz da dissimulação o seu livre-trânsito para a liberdade, um diplomata incapaz de resistir ao perfume de uma baiana e de tolerar o aroma de um fruto tropical, uma criança que nunca será capaz de perdoar ao pai uma recusa que lhe nega a possibilidade de ser sujeito da História, são outras tantas almas desiludidas e errantes que se acolhem à sombra protetora do Hotel Locarno. De passagem. Rumo a outro hotel qualquer.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Vida no Céu de José Eduardo Agualusa

    Vida no Céu, A

    José Eduardo Agualusa

    7,50 

    A Vida no Céu de José Eduardo Agualusa
    Quetzal Editores. Lisboa, 2013, 186 págs. B.

    «Depois que o mundo acabou fomos para o céu.» Assim começa este romance. Na sequência de um desastre de proporções bíblicas – o Dilúvio -, os ricos das grandes cidades constroem enormes dirigíveis e vão viver para o céu. Os pobres improvisam balões, que prendem uns aos outros, ligados a redes, formando imensas aldeias flutuantes. Carlos Tucano nasce numa destas aldeias. É, portanto, um filho do céu. Esta é a sua história. Carlos deixa a aldeia onde nasceu e parte à procura do pai, desaparecido numa tempestade. Ao longo desta peregrinação, vai-nos dando a ver a vida no céu, com os seus prodígios, os seus mistérios, e também os seus desa- certos, ao mesmo tempo que estabelece ligações com toda uma galeria de personagens extraordinários – uma curandeira e sonhadora profissional sul-africana, um pirata indonésio arrependido, um navegador solitário cego, além de uma jovem adolescente rebelde, Aimée, que conhece no mais belo dirigível do mundo – o Paris.

    Segundo o Dicionário dos Nefelibatas, incluído no livro, as nuvens (água em estado onírico) são o alfabeto do céu.

    Este romance ajuda-nos a decifrá-las.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Mataram o Sidónio Pais de Francisco Moita Flores

    Mataram o Sidónio Pais

    Francisco Moita Flores

    7,50 

    Mataram o Sidónio Pais de Francisco Moita Flores
    Casa das Letras. Alfragide, 2010, 295 págs. B.

    O assassínio do Presidente da República Sidónio Pais, ocorrido em 1918, é um mistério. Apesar de a polícia ter prendido um suspeito, este nunca foi julgado. A tragédia ocorreu quando Lisboa estava a braços com a pneumónica, a mais mortífera epidemia que atravessou o séc. XX e, ainda, na ressaca da Primeira Guerra Mundial. A cidade estava exaurida de fome e sofrimento. É neste ambiente magoado e receoso que Sidónio Pais é assassinado na estação do Rossio em Dezembro de 1918.
    Francisco Moita Flores constrói um romance de amor e morte. Fundamentado em documentos da época, reconstrói o homicídio do Presidente-Rei, utilizando as técnicas forenses e que, de certa forma, continuam a ser reproduzidas em séries televisivas de grande divulgação sobre as virtualidades da polícia científica.
    Os resultados são inesperados e Mataram o Sidonio é um verdadeiro confronto com esse tempo e as verdades históricas que ao longo de décadas foram divulgadas, onde o leitor percorre os medos e as esperanças mais fascinantes dessa Lisboa republicana que despertava para a cidade que hoje vivemos. E sendo polémico, é terno, protagonizado por personagens que poucos escritores sabem criar. Considerado um dos mestres da técnica de diálogo, Moita Flores provoca no leitor as mais desencontradas emoções que vão da gargalhada hilariante ao intenso sofrimento. Um romance que vem da História. Uma história única para um belo romance.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Suprêmes Visions d’ Orient

    Suprêmes Visions d’ Orient

    Pierre Loti

    75,00 

    Suprêmes Visions d’ Orient de Pierre Loti.
    Calmann-Lévy Editeurs. Paris, 1921, 316 págs. E

    No seu último livro, Pierre Loti revisita as suas derradeiras viagens a Constantinopla e Andrinopla, entre 1910 e 1913, num tom profundamente melancólico e contemplativo. Marcado pela consciência do fim — do verão, do Oriente e da própria vida — o autor evoca um mundo em desaparecimento, feito de minaretes brancos e cafés tranquilos, ameaçado pela modernidade europeia.

    Assombrado pela passagem inexorável do tempo, Loti revela-se aqui no auge da sua maturidade literária, contrariando a imagem de mero cronista de exotismos felizes. Paralelamente, assume uma posição política firme, defendendo a causa turca e a preservação do Império Otomano, ainda que por vezes enverede por posições controversas.

    Entre a nostalgia, o desencanto e a reflexão sobre o choque de civilizações, esta obra surge como um testemunho intenso e crepuscular de um escritor que observa, com lucidez e inquietação, o fim de uma era.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fronteira de Abril

    Fronteira de Abril

    Modesto Navarro

    7,50 

    Fronteira de Abril de Modesto Navarro.
    Alfaómega. Lisboa, 1979, 295 págs. B.
    Colecção: Autores | 2

    “Este livro é composto de contos e textos, definir de situações no campo, na vila, na cidade, desde a 1ª República até ao 25 de Abril e depois, num crescendo de luta, de dificuldades, de mudança e de vitória.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📕 1ª Edição.

  • Confudir a Cidade com o Mar de Richard Zimler

    Confudir a Cidade com o Mar

    Richard Zimler

    10,00 

    Confudir a Cidade com o Mar de Richard Zimler
    Oceanos. Alfragide, 2008, 212 págs. B.

    Em Confundir a Cidade com o Mar, Richard Zimler aborda temas muito diversos, centrando-se sempre nas relações humanas e nos sentimentos que atravessam gerações e que, num dado momento, mudam para sempre o rumo da vida dos intervenientes.

    Num registo muito diferente dos romances a que o autor já nos habituou, os 16 contos, que nos levam da Europa aos Estados Unidos, da Argentina ao Brasil, dos anos 50 à actualidade, abordam questões tão pungentes e controversas como o racismo, a homossexualidade, a emigração e a dificuldade de relacionamento entre as pessoas.

    Por vezes escritos com uma crueza quase chocante, estes contos levam-nos a uma reflexão sobre a essência do ser humano e de como as situações que se nos deparam podem alterar irremediavelmente a forma como olhamos o mundo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📕 1ª Edição.

     

  • O Salto de Cavalo de Luís Cajão

    Salto de Cavalo, O

    Luís Cajão

    10,00 

    O Salto de Cavalo de Luís Cajão
    Edições Ágora. Lisboa, 1973, 259 págs. E.

    Tradutor de literatura policial, romancista, compositor e letrista, nascido em 1920, na Figueira da Foz, José Luís Cajão frequentou a Escola de Regentes Agrícolas de Coimbra, tendo exercido a função de engenheiro agrário em S. Tomé e Príncipe. Tendo-se dedicado também ao estudo da música, entrou para a RDP como assistente de programas musicais, tendo posteriormente exercido o cargo de diretor do setor de Língua Portuguesa no Departamento de Programas Internacionais. A sua ficção conjuga o realismo social com a perspetiva cinematográfica do romance de aventura.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📕 1ª Edição.

  • Hoje Estarás Comigo no Paraíso

    Hoje Estarás Comigo no Paraíso

    Bruno Vieira Amaral.

    7,50 

    Hoje Estarás Comigo no Paraíso de Bruno Vieira Amaral
    Quetzal Editores. Lisboa, 2017, 363 págs. B.

    Em Hoje Estarás Comigo no Paraíso, Bruno Vieira Amaral, desenha uma investigação do assassínio do primo João Jorge – morto no bairro em que ambos viviam no início dos anos 80 – e usa essa investigação como estratégia de recuperação e construção da sua própria memória: a infância, a família, o bairro e as suas personagens, Angola antes da Independência e nos anos que se lhe seguiram, e a figura (ausente) do pai.

    Na reconstituição da personalidade e do percurso da vítima, da noite em que tudo aconteceu, na apropriação que o narrador faz de uma ligação com João Jorge (mais ou menos forjada pelos mecanismo da memória) – e de que faz parte essa busca mais ampla das dobras do tempo e do esquecimento – são utilizados os mais diversos materiais: arquivos da imprensa da época, arquivos judiciais, testemunhos de amigos e familiares, e a literatura, propriamente dita – como uma possibilidade de verdade, sempre.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📕 1ª Edição.

  • Floresta em Bremerhaven, A

    Floresta em Bremerhaven, A

    Olga Gonçalves

    7,50 

    A Floresta em Bremerhaven de Olga Gonçalves
    Seara Nova. Lisboa, 1975, 163 págs. B.

    Quando este livro ia a imprimir alguém me disse: Há nele um excesso que reflete bem o tempo em que se vive. Isto não pode ser lido entre quatro paredes, com um tecto em cima, com luz eléctrica.
    Esta leitura deve ser feita ao ar livre, no meio da rua. Então, desejei contá-lo ao leitor solitário. O.G.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📕 1ª Edição.