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  • Anjo no Trapézio, UmAnjo no Trapézio

    Anjo no Trapézio, Um

    Manuel da Fonseca

    10,00 

    Anjo no Trapézio de Manuel da Fonseca.
    Prelo Editora. Lisboa, 1968, 142 págs. B.

    Manuel da Fonseca, que há uma dezena de anos não publicava um original, fá-lo hoje, senhor duma autoridade incontestável revelando-nos ser um novo escritor através dum livro igualmente novo, e mudança de objectivo que agora é a capital. “Nesta mão cheia de contos (…) invade-nos um mundo de figuras carregadas de potencial literário, movendo-se por lugares suados de vivências, criando e desfazendo situações, que ora atingem um profundo dramatismo ora deixam um rasto de tristeza irremediável.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📕 1ª Edição.

  • Klee de Paulo Tunhas

    Klee

    Paulo Tunhas

    6,00 

    Klee de Paulo Tunhas.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1985, 62 págs. Mole.

    Paulo Jorge Delgado Pereira Tunhas (1960-2023) foi professor e investigador de Filosofia na Universidade do Porto, onde também se licenciou. Doutorado pela École des Hautes Études en Sciences Sociales, desenvolveu uma abordagem original à filosofia como ideia e sistema, explorando o pensamento, a existência e a ação. Publicou obras de filosofia, organizou volumes coletivos e colaborou em projetos de Fernando Gil. Estudou autores clássicos e contemporâneos, publicou ensaios políticos e culturais, poesia, ficção e um libreto de ópera. Deixou inacabado um projeto sobre a “poética da filosofia”.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Batalha nas Sombras de Manuel Ribeiro.

    Batalha nas Sombras

    Manuel Ribeiro

    10,00 

    Batalha nas Sombras de Manuel Ribeiro.
    Guimarães Editores. Lisboa, s.d., 290 págs. B.

    Este interessante romance de costumes decorre em Beja, no Mosteiro de Nossa Senhora da Conceição.

    📝 Assinatura de posse.
    📕 3ª Milhar.

  • Arcas Encoiradas de Aquilino RibeiroArcas Encoiradas de Aquilino Ribeiro

    Arcas Encoiradas

    Aquilino Ribeiro

    20,00 

    Arcas Encoiradas: Estudos, Opiniões, Fantasias de Aquilino Ribeiro.
    Livraria Bertrand. Lisboa, s.d., 290 págs. Mole.

    No âmbito dos estudos etnográficos de Aquilino Ribeiro sobre o Interior português, republica-se agora Arcas Encoiradas.

    «Ainda no quintalejo da planície, mormente na casa há mocinha louçã, ver-se-á luzir a de Alexandria, a dália, o crisântemo bastardo, o nome de despedidas do verão; na horta ser além da couve galega, do cebolinho, dos colondros quando muito medram a alosna, o aipo, a arruda, o alecrim, a alfazema, que entram no condimento das mezinhas com que é vezo seu ou era da sua medicar-se. Mas se a árvore de fruto está na do meio da leira porque a sombra prejudica ao cultivo, com razão dobrada não entra ali planta viva apenas para mimo dos olhos. Ama a terra amor entranhadamente egoísta e a ferocidade lobo insatisfeito. Não lhe toquem no talhadoiro águas; cuidado, a charrua do vizinho não desvie o marco um centímetro para a banda; que a cabra pobre não lhe roa as duas fêveras que se inclinam para o baldio; sem licença não pisem o que é e paga boa décima ao “cães da Fazenda”!»

    📕 1ª Edição.
    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Crónicas Algarvias de Manuel da Fonseca

    Crónicas Algarvias

    Manuel da Fonseca

    10,00 

    Crónicas Algarvias de Manuel da Fonseca.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1985, 262 págs. B.

    Crónicas algarvias é uma colectânea de crónicas da autoria do escritor português Manuel da Fonseca, publicadas em 1986.

    Estas crónicas foram originalmente escritas para o jornal vespertino A Capital e tiveram como título original «O Desafio do Algarve».

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Mar Novo de Sophia de Mello Breyner Andresen

    Mar Novo

    Sophia de Mello Breyner Andresen

    80,00 

    Mar Novo de Sophia de Mello Breyner Andresen.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1958, 77 págs. Encadernado.

    Um dos mais notáveis e invulgares livros da autora, figura singular da poesia portuguesa contemporânea. Inserido na colecção Poesia e Verdade.

    ✍🏻 Edição assinada pela autora.
    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Viamorolência

    Viamorolência

    Urbano Tavares Rodrigues

    10,00 

    Viamorolência de Urbano Tavares Rodrigues.
    Livraria Bertrand. Lisboa, 1976, 151 págs. B.

    «Manuela explicou por que razão me fizera esperar duas horas. Ouvia-a, inquieto, supliciado. Tive ganas de a esbofetear, mas não cheguei a fazê-lo. Depois até lhe pedi desculpa por esse refreado assomo de violência. Ela chorou. Beijámo-nos, em pleno Terreiro do Paço, às duas da manhã, sob as arcadas. Um sujeito, que passava, de olhar turvo, gritou: Vão para um quarto! Não podem fazer isso noutro lado? Tenham vergonha!»

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ao Serviço de Portugal de António Spínola

    Serviço de Portugal, Ao

    António Spínola

    10,00 

    Importantes intervenções públicas de António de Spínola após o movimento revolucionário de 25 de Abril, para cuja história são elementos fundamentais.

  • Livro de Bom Humor para Alívio de Tristes de Tomás da Fonseca

    Livro de Bom Humor para Alívio de Tristes

    Tomás da Fonseca

    20,00 

    Tomás da Fonseca (n. Mortágua) foi poeta, jornalista, ficcionista, historiador, deputado e professor. É sobretudo conhecido pelo seu anticlericalismo, embora tenha tido um papel central na luta pela instrução popular em Portugal. Iniciou formação eclesiástica mas abandonou o seminário, optando por se juntar às causas republicanas. Participou ativamente na queda da Monarquia, combateu o sidonismo e o Estado Novo. Defensor da alfabetização e do ensino laico, dinamizou as escolas móveis, propôs reformas e fundou a Universidade Livre de Coimbra. Colaborou em inúmeros jornais e revistas, deixando uma vasta obra dispersa.

  • Conversar Sobre Viagens, Amores e Ironias

    Conversar Sobre Viagens, Amores e Ironias

    Augusto de Castro

    10,00 

    Conversar Sobre Viagens, Amores e Ironias de Augusto de Castro.
    Portugal-Brasileira Sociedade Editora. Lisboa, 1919, 200 págs. B.

    Augusto de Castro foi diplomata, jornalista, cronista, dramaturgo e ficcionista, tendo sido uma figura influente na vida intelectual portuguesa, sobretudo como diretor do Diário de Notícias durante mais de 30 anos. Licenciado em Direito, destacou-se cedo como cronista em jornais do Porto e Lisboa, com um estilo culto, ritmado e envolvente. Como diplomata, representou Portugal em várias capitais europeias, concluindo em 1928 os acordos sobre o Padroado com a Santa Sé. Escritor de prosa viva e sensível, foi elogiado por Fernando Namora como alguém para quem agir e criar eram uma só coisa. Hoje, a sua memória está injustamente esquecida.

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse

  • Colheita da Tarde

    Colheita da Tarde

    José Régio

    10,00 

    Colheita da Tarde de José Régio.
    Brasília Editora. Lisboa, 1971, 173 págs. B.

    Obra prefaciada pelo amigo e também poeta Alberto de Serpa. Primeira edição, integrada nas «Obras Completas».

    📕 1ª Edição.
    📖 Exemplar por abrir

  • Barca dos Sete Lemes, A

    Barca dos Sete Lemes, A

    Alves Redol

    20,00 

    Barca dos Sete Lemes de Alves Redol.
    Publicações Europa-América. Lisboa, 1958, 515 págs. B.

    A tragédia singular de um homem, os problemas dos homens e da sociedade, são-nos patenteados, em páginas enpolgantes de grande tensão dramática, por Alves Redol, em a Barca dos Sete Lemes, um grande romance que assinala uma fase culminante da criação romanesca na obra do grande escritor neo-realista português.

    📕 1ª Edição.
    🖊️Dedicatória de oferta

  • Refúgio Perdido: Inéditos e Esparsos

    Refúgio Perdido: Inéditos e Esparsos

    Soeiro Pereira Gomes

    15,00 

    Refúgio Perdido: Inéditos e Esparsos de Soeiro Pereira Gomes.
    Edições SEN. Porto, 1950, 106 págs. B.

    Primeira edição desta obra que reúne um conjunto de contos sendo o que tem por título Refugio Perdido, inspirado e dedicado ao camarada João, pseudónimo de António Dias Lourenço.

    Em 1951, os serviços de censura pediram explicações à editora (SEN) das razões que a levaram a publicar a obra sem ter sido submetido previamente àqueles serviços.  A resposta não terá sido suficiente, e o livro foi retirado do mercado.

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Mas é no Rosto e no Porte Altivo do Rosto de Marcello Duarte Mathias

    Mas é no Rosto e no Porte Altivo do Rosto

    Marcello Duarte Mathias

    7,50 

    Mas é no Rosto e no Porte Altivo do Rosto de Marcello Duarte Mathias.
    DIFEL. Lisboa, 1983, 67 págs. B.

    Constituído por seis andamentos, eis um verdadeiro exercício de estilo, no bom sentido da expressão.

    Manejando a língua com elegância e destreza, utilizando a memória para fazer sobressair o real a inventar, acumulando deduções, levantando hipóteses, ordenando factos, escolhendo disfarces, fechando alçapões, iniciando labirintos, confundindo o tempo e alinhando espaços, demorando-se no sonho, libertando-se do fútil, insistindo no belo, quase roçando o lirismo e salpicando a narrativa de intensos laivos eróticos, o autor presta, neste livro, uma notável homenagem à mulher amada.

    O pretexto é um quadro do pintor belga simbolista Fernand Khnopff. À medida que se demora na sua contemplação o espectador vai-se lentamente apoderando do retrato para o transformar à sua imagem, isto é, à imagem da mulher pretendida. E aqui começa a aventura.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Guerra Civil de Álvaro Guerra

    Guerra Civil

    Álvaro Guerra

    7,50 

    Guerra Civil de Álvaro Guerra.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1993, 452 págs. B.

    A guerra civil que nos anos 20 e 30 do século passado dividiu os portugueses em bandos fratricidas é o ambiente do romance de Álvaro Guerra, em que o choque das paixões e dos ódios revela o que de imutável existe no coração dos homens. Fresco de uma época que transformou o destino da Europa, A Guerra Civil transporta-nos aos meios da emigração liberal, à revolução de 1830 em Paris, à expedição liberal e à guerra, desde o desembarque de Mindelo até à Convenção de Évora Monte, passando pelo cerco do Porto, a conquista de Lisboa e as guerrilhas miguelistas.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Meio Dia de Faustino dos Reis Sousa

    Meio Dia

    Faustino dos Reis Sousa

    10,00 

    Meio Dia de Faustino dos Reis Sousa.
    J.
    Rodrigues & Cª Editores. Lisboa, 1918, 100 págs. E.

    Nasceu na Ribeira de Santarém em 6 de Janeiro de 1883.

    Poeta e publicista, desde cedo prestou a sua colaboração a jornais e revistas de carácter literário, nos quais se encontram, entre outros, “Damião de Góis”, “Vilafranquense”, “Ecos do Ribatejo”, “Mensageiro de Cira”, “Mensageiro do Ribatejo”, “Vida Ribatejana”, “A Verdade” e “Correio da Extremadura”.

    Deu à estampa três livros de poesia. “Meio Dia (1918)”, “Fumo do Meu Casal (1938)” e “Luz da Tarde (1946)”.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.