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  • Biografia Involuntária dos Amantes de João Tordo

    Biografia Involuntária dos Amantes

    João Tordo

    7,50 

    Biografia Involuntária dos Amantes de João Tordo
    Alfaguara. Carnaxide, 2014, 415 págs. B.

    Uma viagem de descoberta de um amor antigo que começa com a leitura de um manuscrito. O narrador não poderia adivinhar (porque nunca podemos saber as verdadeiras consequências dos nossos actos) que a leitura desse manuscrito teria o mesmo efeito sobre a sua vida.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📕 1ª Edição.

  • Viagem no Meu Jardim de Augusto de Castro

    Viagem no Meu Jardim

    Augusto de Castro

    10,00 

    Viagem no Meu Jardim de Augusto de Castro.
    Livraria Clássica Editora. 1943, 261 págs. B.

    Augusto de Castro, diplomata, jornalista, cronista, dramaturgo e ficcionista, foi, durante algumas décadas, sobretudo como director do Diário de Notícias, uma figura influente no nosso meio intelectual e social. Concluiu o curso de Direito em Coimbra, em 1903, dirigindo, aos 20 anos, no Porto, o diário A Província, de que fora colaborador influente Oliveira Martins

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Três Histórias de Amor de Yvette K. Centeno

    Três Histórias de Amor

    Yvette K. Centeno

    7,50 

    Três Histórias de Amor de Yvette K. Centeno.
    Edições ASA. Porto, 1993, 254 págs. E.

    Quando, em 1962, Y. K. Centeno se estreou na ficção nacional com Quem, se eu gritar imediatamente se tornou notória a emergência na nossa literatura de uma voz inovadora e pessoal, marcadamente jovem e feminina, que buscava no sentimento amoroso o Leit-motiv de uma incessante questionação existencial. Não só quem nos odeia (1966) e As Palavras, Que Pena (1972) vieram concluir um tríptico sobre o amor e sobre a sua (im)possibilidade que ainda hoje permanece como uma referência incontornável da literatura portuguesa contemporânea.
    São esses três romances curtos que, sob o título de Três Histórias de Amor e reelaborados pela Autora, se propõem agora a uma nova geração de leitores, que seguramente encontrarão neste eco dos anos 60 muitas das suas vivências e interrogações de hoje.

    📕 1ª Edição.

  • Alguns Eventos de Júlio Pomar

    Alguns Eventos

    Júlio Pomar

    7,50 

    Alguns Eventos de Júlio Pomar
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1992, 71 págs. B.

    Júlio Pomar (Lisboa, 10 de janeiro de 1926 — Lisboa, 22 de maio de 2018). Frequentou a Escola de Arte Aplicada António Arroio e a Escola de Belas-Artes do Porto. Lá, integrou um movimento que se autointitulava «Os Convencidos da Morte» e organizou a primeira Exposição da Primavera, no Ateneu Comercial, com a participação de artistas antifascistas. Em 1950, realizou em Lisboa uma exposição individual na Sociedade Nacional de Belas Artes, onde apresentou obras marcantes da pintura portuguesa. Até 1975, o seu trabalho incide principalmente no retrato, com recurso ao desenho e à pintura. Substituiu o óleo pelo acrílico. Tem uma Fundação com o seu nome.

    📕 1ª Edição.

  • Marketing (1959-1969)

    Marketing (1959-1969)

    Fernando Namora

    10,00 

    Marketing (1959-1969) de Fernando Namora.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1969, 185 págs. B.

    Marketing é a segunda incursão de Fernando Namora no campo da poesia — a primeira tinha sido feita com As Frias madrugadas — e marca um momento decisivo na trajectória artística do grande escritor. A tal ponto é nova e inovadora a sua dimensão, que bem podemos dizer que estamos perante um novo Fernando Namora, encarando de frente a confusa problemática do mundo moderno, com todo o seu ritual de dramático, ridículo, de alienações e de vedetismo. Marketing é, portanto, um livro sibilino e sarcástico que tem nos seus poemas, de funda intenção satírica, mais uma faceta de Fernando Namora.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Jardins de Eva, Os

    Jardins de Eva, Os

    Yvette K. Centeno

    8,00 

    Os Jardins de Eva de Yvette K. Centeno.
    Edições ASA. Porto, 1998, 247 págs. E.

    Novelas experimentais, onde transcende o interesse da autora pela filosofia hermética, elas marcam um ciclo posterior a Três Histórias de Amor (título já publicado nesta mesma colecção) e comprovam o lugar único de Y. K. Centeno no panorama da ficção portuguesa contemporânea.

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Poeta de Pondichéry

    Poeta de Pondichéry

    Adilia Lopes

    40,00 

    Poeta de Pondichéry de Adilia Lopes.
    Frenesi. Lisboa, 1986, 24 págs.. B.

    Trata-se da obra que – muito justamente – catapultou Adília Lopes (1960-2024) para o estrelato das letras nacionais. Foi o seu primeiro livro na casa editora frenesi, e mereceu desde logo a atenção de Carlo Vittorio Cattaneo, que o fez publicar em Itália (1988), mas também de Henri Deluy que, em 1993, o dá a conhecer a Paris, e de August Willemsen que, em 1997, está na base do seu aparecimento em Roterdão.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Encoberto, O

    Encoberto, O

    Afonso Lopes Vieira

    40,00 

    O Encoberto de Afonso Lopes Vieira
    Livraria Editora Viuva Tavares Cardoso. Lisboa, 1905, 154 págs. E

    Encadernação com gravuras a seco.

    “O thema do Encoberto é o ideal messiânico, não já religioso nem nacional, – mas humano. Essa incógnita da nova vida tem de se desvendar pela demolição de acanhados pardieiros que nos asphixiam. Mas essa demolição poderá fazer-se desmontando as peças arcaicas e gastas, ou fazendo-as voar em estilhaços.” Teófilo Braga.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

     

    Manuseado, Alfarrabista Online

     

  • Alemanha Ensanguentada

    Alemanha Ensanguentada

    Aquilino Ribeiro

    30,00 

    Alemanha Ensanguentada de Aquilino Ribeiro.
    Livraria Bertrand. Lisboa, s.d.(1935), 309 págs. B.

    “A Alemanha que perpassa nestas páginas fui surpreendê-la no momento mais trágico e porventura singular da sua história: ao sair da guerra, rôta, faminta, ulcerada, desiludida de Deus e de César, heróica sempre”.

    📕 1ª Edição. 1º Milhar.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Surrealismo na Poesia Portuguesa de Natália Correia

    Surrealismo na Poesia Portuguesa

    Natália Correia

    40,00 

    Surrealismo na Poesia Portuguesa de Natália Correia.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1973, 418 págs. B.
    Colecção Estudos e Documentos | 81

    Obra que reúne uma ampla seleção de textos poéticos que ilustram a presença e evolução do surrealismo na literatura portuguesa, desde os seus antecedentes medievais até às manifestações mais radicais do século XX. O livro percorre vozes poéticas que influenciaram ou integraram o movimento surrealista, incluindo nomes como Fernando Pessoa, Mário de Sá-Carneiro, António Maria Lisboa, Mário Cesariny, Herberto Helder, Luiza Neto Jorge, entre muitos outros.
    A antologia não se limita aos autores canónicos do surrealismo, mas também inclui poetas que, embora não formalmente ligados ao movimento, partilham da sua estética e inquietação.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Sonetos Românticos de Natália CorreiaSonetos Românticos de Natália Correia

    Sonetos Românticos

    Natália Correia

    30,00 

    Sonetos Românticos de Natália Correia.
    Edições «O Jornal». Lisboa, 1990, 74 págs. B.

    Sonetos Românticos marca o regresso de uma das vozes mais singulares da moderna poesia portuguesa, no auge do seu fulgor criativo. Depois de Camões, Bocage, Antero, Florbela, algum Régio, uma forma tradicional em que a nossa lírica foi particularmente rica conhece de novo um dos seus momentos mais altos. E Natália Correia não hesita em invocar os seus maiores, «rogando à musa que torne claro o coração obscuro»: «A luz meridional que rigorosa / Infunde o mar no mármore, cobiçou / A Musa-júbilo azul-e a radiosa / Matéria no soneto repousou.»

    Livro galardoado com o Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores relativo a 1990.

    ✍🏻 Edição autografada pela autora Rafael Gomes Filipe.

  • Não Percas a Rosa de Natália CorreiaNão Percas a Rosa de Natália Correia

    Não Percas a Rosa

    Natália Correia

    30,00 

    Não Percas a Rosa: Diário e algo mais (25 de Abril de 1974 – 20 de Dezembro de 1975) de Natália Correia.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1978, 383 págs. B.
    Colecção Participar | 11

    Escrito sob a forma de diário, o presente livro historia-nos cronológica mas apaixonadamente os acontecimentos que vão da explosão seguida do consequente incêndio que se verificou em Portugal no dia 25 de Abril de 1974 até ao rescaldo da sua extinção, situado em 20 de Dezembro de 1975, passando pelos dois rebentamentos, que mais avivaram as chamas, do 28 de Setembro e do 11 de Março, e culminando no combate decisivo ao fogo de 25 de Novembro de 1975.
    Esses pouco mais de ano e meio de revolução portuguesa, dos seus solavancos, indecisões, procuras, mistificações e confusões, foram tão intensamente vividos pelos Portugueses de qualquer quadrante ideológico que ainda hoje parecerá mentira a muitos tudo se ter passado num tão curto espaço temporal.
    Obra de uma das raras vozes lúcidas e independentes, no seu sentir como na sua participação activa, que se fizeram ouvir num período tão perturbado da vida portuguesa, ela será, sem dúvida, indispensável no futuro para a interpretação histórica do que foi e está sendo ainda a «Revolução dos Cravos».

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Epístola aos Lamitas de Natália CorreiaEpístola aos Lamitas de Natália Correia

    Epístola aos Lamitas

    Natália Correia

    30,00 

    Epístola aos Lamitas de Natália Correia.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1976, 63 págs. B.
    Colecção Poesia Século XX | 11

    “Apenas se apagaram as estrelas da visão que cintilou numa manhã de Abril, novamente em minha voz se abriram os objectos de luz com que o poeta cumpre o trabalho de espantar os morcegos. E na onda mais alta do meu canto vi ressurgida a Pátria. Terra extrema do extremoso Anjo do Ocidente. E disse-me o Anjo: Portugal e velo porque vela. E nisto meditando redigi uma Espístola aos Lamitas que são os que na nuvem tempestuosa sabem ler a mensagem” Natália Correia

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Dilúvio e a Pomba, O

    Dilúvio e a Pomba, O

    Natália Correia

    20,00 

    Dilúvio e a Pomba de Natália Correia.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1979, 72 págs. B.  

    Fiel do Amor, pelos olhos infinitos
    de Beatriz doada em Dona Brites,
    Nela deixou a escrita Sempre-Noiva.

    Na cripta reverde. E nós esconsos.
    De Portugal legítimos Afonsos
    não morrem como nós. O céu os louva.

    📕 1ª Edição.
    📌 Carimbo da Biblioteca de Rafael Gomes Filipe.

  • Armistício de Natália Correia

    Armistício, O

    Natália Correia

    20,00 

    Armistício de Natália Correia.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1985, 73 págs. B.

    Colectânea de poesia de temática divina e pagã.
    Natália Correia desenvolveu na sua poesia a doutrina do culto do Espírito Santo, alicerçada na visão do sagrado feminino, cruzando-o com o paganismo grego-romano.

    «O Armistício é um livro de versos e ao mesmo tempo um ensaio, exórdio, em prosa, introduzindo, glosando o que os poemas enunciam: o regresso dos deuses.» José Augusto Mourão

    📕 1ª Edição
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Antologia da Poesia do Período Barroco de Natália Correia

    Antologia da Poesia do Período Barroco

    Natália Correia

    30,00 

    Antologia da Poesia do Período Barroco de Natália Correia.
    Moraes Editora. Lisboa, 1982, 342 págs. B.
    Círculo de Poesia | 109

    Florilégio de poesia barroca portuguesa e brasileira, recolhida dos cancioneiros stecentistas A Fénix Renascida (1716-17-18-21-28), compilada por Matias Pereira da Silva, e o Postilhão de Apolo (1791), organizado por Joseph Maregelo de Osan, pseudónimo de D. José Ângelo Morais.

    Contém poesias de: D. Tomás de Noronha, Jacinto Freire de Andrade, Violante do Céu, D. Francisco Manuel de Melo, António Barbosa Bacelar, António Serrão de Castro, Bernardo Vieira Ravasco, Jerónimo Baía, Eusébio de Matos, Frei António das Chagas, Gregório de Matos, Manuel Botelho de Oliveira, Soror Maria do Céu, Sebastião da Rocha Pita, Tomaz Pinto Brandão, Francisco de Vasconcelos (Coutinho), Soror Madalena da Glória, Anastácio Ayres de Penhafiel, António Ribeiro da Costa e Francisco de Pina e de Melo.

    Natália de Oliveira Correia (1923-1993) nasceu na ilha de São Miguel, Açores, vindo para Lisboa em criança. A sua carreira literária caracterizou-se pelo culto de uma grande diversidade de géneros: da poesia ao teatro, do ensaio ao romance, do livro de viagens à recolha e organização de antologias poéticas.

    A maior parte sua obra foi escrita durante o Estado Novo. Apesar de muitos dos seus livros terem sido apreendidos pela censura, e apesar de ter sido julgada em Tribunal, resistiu ao fascismo, praticando a liberdade na alteridade do texto literário e na defesa pública da democracia.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.