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  • Joseph Anton – uma memória de Salman Rushdie

    Joseph Anton – uma memória

    Salman Rushdie

    10,00 

    Joseph Anton – uma memória de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2012, 730 págs. B.

    No dia 14 de Fevereiro de 1989, Dia dos Namorados, Salman recebeu um telefonema de uma jornalista da BBC a dizer-lhe que fora «condenado à morte» pelo aiatola Khomeini. Era a primeira vez que ouvia a palavra fatwa. O seu crime? Ter escrito um romance intitulado Os Versículos Satânicos, que era acusado de ser «contra o Islão, o Profeta e o Alcorão».

    Assim começa a extraordinária história de um escritor obrigado a passar à clandestinidade, mudando de casa para casa, com a presença constante de uma equipa de proteção policial armada. Pediram-lhe que escolhesse um pseudónimo pelo qual a polícia pudesse tratá-lo. Ele pensou nos escritores de que mais gostava e em combinações dos seus nomes; ocorreram-lhe então Conrad e Tchékhov – Joseph Anton.

    Como vivem um escritor e a sua família com a ameaça de assassínio durante mais de nove anos? Como continua ele a trabalhar? Como se apaixona e desapaixona? Como é que o desespero molda os seus pensamentos e acções, como e porquê tropeça, como aprende a ripostar? Nestas notáveis memórias, Rushdie narra pela primeira vez essa história: a história de uma das batalhas cruciais do nosso tempo pela liberdade de expressão. Fala das realidades, umas vezes sinistras, outras cómicas, da coabitação com polícias armados e dos estreitos laços que se forjaram com os seus protetores; da sua luta para obter o apoio e a compreensão de governos, chefes de serviços de informações, editores, jornalistas e colegas escritores; e de como recuperou a liberdade.

    Este é um livro de excecional franqueza e honestidade, empolgante, provocatório, comovente e de vital importância. Porque aquilo que aconteceu a Salman Rushdie foi o primeiro ato de um drama que continua a desenrolar-se todos os dias algures no mundo.

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  • Grimus de Salman Rushdie

    Grimus

    Salman Rushdie

    8,00 

    Grimus de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2009, 356 págs. B.

    Depois de beber um elixir que lhe confere a imortalidade, o jovem índio Águia Esvoaçante passa setecentos anos a navegar pelos mares com a bênção, e em última análise a maldição, da vida eterna. Por fim, a sensação de monotonia começa a crescer dentro dele, e acaba por rumar à montanhosa ilha de Calf. Aqui, Águia Esvoaçante conhece outros imortais obcecados com a sua própria estagnação e decide subir ao pico da ilha, de onde emana o misterioso e corrosivo Efeito Grimus. Após uma série de encontros e desafios, Águia Esvoaçante descobre-se na presença do criador da ilha e desvenda os mistérios da sua própria humanidade.

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  • Fúria de Salman Rushdie.

    Fúria

    Salman Rushdie.

    7,50 

    Fúria de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2002, 280 págs. B.
    Colecção: Ficção Universal | 283

    “O futuro era um casino e toda a gente jogava, e toda a gente esperava ganhar.”, diz-se a determinada altura em “Fúria”, o novo romance de Salman Rushdie. Mas num casino perde-se mais do que se ganha. E é o que aqui acontece, neste romance que prenuncia o declínio e queda de uma civilização que, as passos largos, caminha para o abismo. Uma civilização desumanizada, onde as pessoas parecem brinquedos ou autómatos. Onde os brinquedos propriamente ditos ganham autonomia através da publicidade e da fama, como acontece com as bonecas de Malik Solanka, personagem principal do romance, um indiano que troca Londres por Nova Iorque e se torna famoso, ele e as suas bonecas, pela televisão. Bonecas sobre as quais ele próprio perderá o controle. A criatura escapa ao criador.

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  • Filhos da Meia-Noite de Salman Rushdie

    Filhos da Meia-Noite, Os

    Salman Rushdie

    8,00 

    Os Filhos da Meia-Noite de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2013, 628 págs. B.

    Nascido precisamente ao bater da meia-noite, no exato momento em que a Índia se tornava independente, Saleem Sinai é uma criança especial. No entanto, esta simultaneidade de nascimento tem consequências para as quais ele não está preparado: poderes telepáticos ligam-no a outros 1000 «filhos da meia-noite», todos eles dotados de dons extraordinários. Indissociavelmente ligada à sua nação, a história de Saleem é um turbilhão de desastres e triunfos que espelha o percurso da Índia moderna na sua forma mais impossível e gloriosa. Publicado em 1981, Os Filhos da Meia-Noite, segundo romance de Rushdie, não só deu notoriedade ao seu autor como se tornou num fenómeno de êxito literário.
    A sua adaptação ao cinema é o resultado da colaboração da realizadora Deepa Mehta com o próprio Salman Rushdie, que não só escreveu o argumento como dá também voz ao narrador.

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  • Feiticeira de Florença de Salman Rushdie

    Feiticeira de Florença, A

    Salman Rushdie

    10,00 

    A Feiticeira de Florença de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2008, 343 págs. B.

    A Feiticeira de Florença é a história de uma mulher que procura ser senhora do seu próprio destino num mundo de homens. Irmana duas cidades que quase não se conhecem: a hedonista capital mogol, onde o inteligente imperador se debate diariamente com questões de crenças, desejos e a traição dos filhos, e o mundo florentino, igualmente sensual, de poderosos cortesãos, filosofia humanista e desumana tortura.
    Estes dois mundos, tão distantes, acabam por se revelar estranhamente semelhantes, e ambos são dominados pelos encantamentos das mulheres.

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  • Faca de Salman Rushdie

    Faca

    Salman Rushdie

    8,00 

    Faca de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2024, 269 págs. B.

    A 12 de agosto de 2022, trinta e três anos depois da fatwa contra ele decretada pelo aiatola Khomeini, assim que subiu ao palco do anfiteatro de Chautauqua, Nova Iorque, para falar sobre a importância de manter os escritores fora de perigo, Salman Rushdie foi atacado, e quase morto, por um jovem com uma faca.

    Falando pela primeira vez, e com memorável pormenor, dos traumáticos acontecimentos desse dia, Salman Rushdie responde à violência com a arte e relembra-nos o poder que as palavras possuem de racionalizar o que é impensável.

    Ao fazê-lo, oferece-nos não só o relato pungente e profundamente pessoal da experiência – e superação – desse atentado, mas também uma revigorante meditação sobre a vida, a perda, o amor e a arte – e sobre a descoberta da força que permite a alguém voltar a erguer-se.

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  • Dois Anos, Oito Meses e Vinte e Oito Noites de Salman Rushdie

    Dois Anos, Oito Meses e Vinte e Oito Noites

    Salman Rushdie

    8,00 

    Dois Anos, Oito Meses e Vinte e Oito Noites de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2015, 313 págs. B.

    No futuro próximo, depois de Nova Iorque ser assolada por uma tempestade, principiam acontecimentos estranhos, como por exemplo, um jardineiro descobrir que os seus pés já não tocam no chão, ou uma bebé identificar a corrupção com a sua mera presença. Sem o saberem, todos eles são descendentes dos seres fantásticos, caprichosos e lúbricos conhecidos como jinn, que vivem num mundo separado do nosso por um véu. Há séculos, Dunia, uma princesa dos jinn, apaixonou-se por um ser mortal, um homem racional. Juntos, tiveram um número espantoso de filhos, que se espalharam ao longo de gerações pelo mundo humano e não têm consciência dos seus poderes fantásticos.
    Quando a linha entre os mundos se quebra a grande escala, os filhos de Dunia e outros desempenharão um papel numa guerra épica entre a luz e as trevas ao longo de mil e uma noites — ou seja, dois anos, oito meses e vinte e oito noites. Uma época de enorme perturbação, na qual as crenças são postas em questão, as palavras funcionam como veneno, o silêncio é uma doença e um ruído pode conter uma maldição oculta.

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  • Contos Escolhidos de Guy de Maupassant

    Contos Escolhidos

    Guy de Maupassant

    6,00 

    Contos Escolhidos de Guy de Maupassant
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 327 págs. E. Il.

    Na presente edição reúne-se uma selecção de contos daquele que é considerado o grande mestre do conto francês, e um dos seus maiores expoentes na história da literatura: Guy de Maupassant.

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  • Contos da Cantuária de Geoffrey Chaucer.

    Contos da Cantuária

    Geoffrey Chaucer.

    7,50 

    Contos da Cantuária de Geoffrey Chaucer
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 2 vols. E. Il.

    Em Contos de Cantuária, Geoffrey Chaucer acompanha um grupo de peregrinos rumo ao túmulo de São Tomás Becket, que contam histórias ao longo da viagem. Vindos de diferentes classes sociais, revelam virtudes, vícios e contradições da Inglaterra medieval. Entre humor, sátira e reflexão, a obra traça um retrato vivo e intemporal da condição humana, cruzando o erudito com o popular.

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  • Contos Breves de Alexandre Puchkine

    Contos Breves

    Alexandre Puchkine

    6,00 

    Contos Breves de Alexandre Puchkine
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 291 págs. E. Il.

    Em Contos Breves, Alexandre Puchkine revela toda a sua mestria narrativa através de histórias que cruzam o quotidiano com o extraordinário. Das intrigas sociais às paixões inesperadas, dos jogos de sorte e azar aos dilemas de honra, cada narrativa transporta o leitor para a Rússia profunda, onde o humor, a ironia e a crítica subtil convivem com elementos quase lendários.

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  • Comentários Reais de Garcilaso De La Vega

    Comentários Reais

    Garcilaso De La Vega

    7,50 

    Comentários Reais de Garcilaso De La Vega
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 2 vols. E. Il.

    Comentários Reais é uma obra fundamental para compreender a história e a cultura do Império Inca. Garcilaso de la Vega, descendente de nobres incas e espanhóis, combina memória, tradição oral e relato histórico para descrever a organização, os costumes e a queda da civilização inca perante a conquista espanhola. Um testemunho único que cruza identidade, história e cultura, tornando-se uma referência incontornável da literatura histórica da América Latina.

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  • Cidade da Vitória de Salman Rushdie

    Cidade da Vitória

    Salman Rushdie

    10,00 

    Cidade da Vitória de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2023, 398 págs. B.

    Na sequência de uma batalha menor entre dois reinos do Sul da Índia do século XIV, há muito esquecidos, uma rapariga de nove anos tem um encontro divino que irá alterar o curso da história. Depois de assistir à morte da mãe, Pampa Kampana, torna-se o veículo de uma deusa, que começa a falar pela boca da rapariga. Concedendo-lhe poderes que estão para lá da compreensão de Pampa Kampana, a deusa diz-lhe que ela será determinante no surgimento de uma grande cidade chamada Bisnaga – a cidade da vitória -, a maravilha do mundo.

    Ao longo dos 250 anos subsequentes, a vida de Pampa Kampana virá a estar profundamente interligada à de Bisnaga. Conferindo existência a Bisnaga e aos seus cidadãos por meio de sussurros, Pampa Kampana tenta levar a cabo a tarefa que a deusa lhe confiou: dar igual representação às mulheres num mundo patriarcal. Mas todas as histórias têm tendência para fugir ao seu criador, e Bisnaga não é exceção.

    À medida que os anos passam, que os governantes surgem e desaparecem, que as batalhas são perdidas e ganhas e as fidelidades mudam, o próprio tecido de Bisnaga torna-se uma tapeçaria cada vez mais complexa, com Pampa Kampana no centro.

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  • O Chão Que Ela Pisa de Salman Rushdie

    Chão Que Ela Pisa, O

    Salman Rushdie

    7,50 

    O Chão Que Ela Pisa de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1999, 536 págs. B.

    Em O Chão Que Ela Pisa, Salman Rushdie reinventa o mito de Orfeu e Eurídice num contexto moderno, cruzando música rock, fama e cultura global. A história acompanha a ascensão de duas figuras icónicas da música, explorando temas como identidade, amor, perda e celebridade, numa narrativa rica, imaginativa e marcada pelo estilo único e exuberante do autor.

    📝 Assinatura de posse.

  • O Cerco de Helen Dunmore

    Cerco, O

    Helen Dunmore

    7,50 

    O Cerco de Helen Dunmore
    Campo das Letras. Porto, 2007, 390 págs. B.

    No Inverno de 1941, os tanques alemães cercam Leninegrado. Isolada do mundo, a cidade definha, martirizada. Nas ruas, nos parques, nas casas, as pessoas vão morrendo de fome e de frio. Dia a dia, Anna e a família vão aprendendo a sobreviver, queimando livros para se aquecerem, fervendo um pedaço de couro para fazer sopa, ou cortando pedacinhos de pão para armazenar. Em”O Cerco”, Helen Dunmore contrapõe o amor e o ódio, a barbárie e a amizade, a vida e a morte, para construir uma obra impressionante, onde a guerra é vista no seu lado mais humano.

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  • A Casa Golden de Salman Rushdie

    Casa Golden, A

    Salman Rushdie

    10,00 

    A Casa Golden de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2018, 425 págs. B.

    Quando o poderoso magnata Nero Golden imigra para os Estados Unidos em circunstâncias misteriosas, ele e os seus três filhos adultos assumem novas identidades e instalando-se numa grandiosa mansão do centro de Manhattan. Chegados pouco após a tomada de posse de Barack Obama, ele e os filhos ocupam rapidamente o seu lugar no topo da sociedade nova-iorquina.

    A história da família Golden é contada sob a perspetiva de um seu vizinho e confidente, René, que descreve o desmoronar da casa Golden: a vida faustosa, um litígio entre irmãos, uma metamorfose inesperada, o aparecimento de uma mulher bela, traição e assassínio, e bem longe, na pátria abandonada, um bom trabalho de informações.

    Partindo da nova ordem mundial de verdades alternativas, Rushdie tece a história do ambiente americano ao longo dos últimos oito anos, tocando todos os pontos: a ascensão do movimento Birther, do Tea Party, do Gamergate e da política de identidade; o efeito de ricochete do politicamente correto; e, evidentemente, a eclosão de um vilão ambicioso, desapiedado, narcisista e profundamente conhecedor da comunicação social, que usa maquilhagem e pinta o cabelo.

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  • Manuscritos do Mar Morto

    Manuscritos do Mar Morto

    Geza Vermes

    30,00 

    Manuscritos do Mar Morto de Geza Vermes
    Ésquilo. Lisboa, 2006, 637 págs. B.

    A descoberta dos Manuscritos do Mar Morto no deserto da Judeia, entre 1947 e 1956, foi um dos maiores achados arqueológicos de todos os tempos. Estes extraordinários manuscritos transformaram a forma como entendíamos a Bíblia hebraica, o Judaísmo no seu período inicial e as origens do Cristianismo.
    Esta é a primeira publicação destes textos em Portugal, realizada a partir da edição muito recentemente actualizada de Geza Vermes, o investigador académico de topo a nível mundial em matéria de Manuscritos do Mar Morto.

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