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  • Decameron de Giovanni Boccaccio

    Decameron

    Giovanni Boccaccio

    12,00 

    Decameron de Giovanni Boccaccio
    Editora Amigos do Livro. Lisboa, s.d, 3 vols. E. Il.

    O livro narra a história de dez jovens — sete mulheres e três homens — que, para escapar à peste negra que assola Florença em 1348, retiram-se para uma villa no campo. Durante dez dias, cada um conta uma história por dia, totalizando cem contos que exploram temas como amor, astúcia, virtude, sorte e engano. Boccaccio revela com sagacidade as fraquezas e virtudes humanas, alternando comédia e drama, crítica social e narrativas moralizantes, e pintando um retrato vívido da vida italiana do século XIV. Entre amores impossíveis, traições, encontros improváveis e soluções engenhosas, o Decameron permanece um marco da narrativa universal, inspirando gerações de escritores e consolidando o conto como forma literária.

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  • Mulheres de Pearl S. Buck

    Mulheres

    Pearl S. Buck

    5,00 

    Mulheres de Pearl S. Buck.
    Editorial Minerva. Lisboa, s.d., 346 págs. B.

    Madame Wu segue o costume chinês e casa-se com um homem escolhido pelos pais. Com o casamento, ela passa a ocupar o honroso lugar de dona da grande casa de seu marido, tornando-se uma esposa perfeita em todos os aspectos. Mas ao completar 40 anos, Madame Wu decide se libertar e viver apenas para satisfazer seu espírito. A primeira providência é comprar uma concubina para saciar os desejos carnais de seu marido.

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  • Monte dos Vendavis de Emily Bronte

    Monte dos Vendavais

    Emily Bronte

    5,00 

    Monte dos Vendavais de Emily Bronte.
    Romano Torres. Lisboa, 1964, 336 págs. B.
    Colecção: Obras Escolhidas de Autores Escolhidos | 25

    O Monte dos Vendavais é uma das grandes obras-primas da literatura inglesa. Único romance escrito por Emily Brontë, é a narrativa poderosa e tragicamente bela da paixão de Heathcliff e Catherine Earnshaw, de um amor tempestuoso e quase demoníaco que acabará por afectar as vidas de todos aqueles que os rodeiam como uma maldição. Adoptado em criança pelo patriarca da família Earnshaw, o senhor do Monte dos Vendavais, Heathcliff é ostracizado por Hindley, o filho legítimo, e levado a acreditar que Catherine, a irmã dele, não corresponde à intensidade dos seus sentimentos. Abandona assim o Monte dos Vendavais para regressar anos mais tarde disposto a levar a cabo a mais tenebrosa vingança. Magistral na construção da trama narrativa, na singularidade e força das personagens, na grandeza poética da sua visão, nodoso e agreste como a raiz da urze que cobre as charnecas de Yorkshire, O Monte dos Vendavais reveste-se da intemporalidade inerente à grande literatura.

    📝 Assinatura de posse.

  • Criada de Freida McFadden

    Criada, A

    Freida McFadden

    8,00 

    A Criada de Freida McFadden
    Alma dos Livros. S. L., 2023, 333 págs. B.

    Por trás de cada porta, ela consegue ver tudo.

    «Bem-vinda à família», diz Nina Winchester enquanto me cumprimenta com a sua mão elegante e bem cuidada. Sorrio educadamente e olho para o longo corredor de mármore.

    Este emprego caiu-me do céu. Talvez seja a minha última oportunidade para mudar de vida. E o melhor de tudo é que aqui ninguém sabe nada acerca do meu passado. Posso esconder-me e fingir ser aquilo que eu quiser. Infelizmente, não tardo a descobrir que os segredos dos Winchester são muito mais perigosos do que os meus…

    Todos os dias limpo a bela casa dos Winchester de cima a baixo, vou buscar a filha deles à escola e cozinho uma deliciosa refeição para toda a família antes de subir e comer sozinha no meu quarto minúsculo no sótão.

    Tento ignorar a forma como Nina gera o caos só para me ver limpar. Como conta histórias inverosímeis sobre a filha. E como o seu marido, Andrew, parece cada dia mais destroçado. Quando o vejo, e àqueles belos olhos castanhos tão tristes, é difícil não me imaginar no lugar de Nina. Com o marido perfeito, a roupa chique, o carro de luxo. Um dia, experimentei um dos seus vestidos só para ver como me ficava. Mas ela percebeu… e foi aí que descobri porque é que a porta do meu quarto só trancava pelo lado de fora…

    Se sair desta casa, será algemada.
    Devia ter fugido enquanto podia. Agora, a minha oportunidade desapareceu. Agora que os polícias estão na casa e descobriram o que está no andar de cima, não há volta atrás.
    Estão a cerca de cinco segundos de me ler os direitos. Não sei muito bem porque não o fizeram ainda. Talvez esperem induzir-me a dizer-lhes algo que não devia.
    Boa sorte com isso.

    O polícia com o cabelo preto raiado de grisalho está sentado ao meu lado no sofá. Muda a posição do seu corpo entroncado sobre o cabedal italiano cor de caramelo queimado. Pergunto-me que tipo de sofá terá em casa. Não um, certamente, com um preço de cinco dígitos como este. Provavelmente de uma cor foleira como laranja, coberto de pelo de animais de estimação e com mais do que um rasgão nas costuras. Pergunto-me se estará a pensar no seu sofá em casa e a desejar ter um como este.Ou, mais provavelmente, está a pensar no cadáver lá em cima no sótão.

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  • Contos de Aton Tchekhov

    Contos

    Anton Tchekhov

    6,00 

    Contos de Anton Tchekhov
    Edição Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 314 págs. E. Il.

    Anton Tchékov (1860-1904), nascido em Taganrog, Rússia, estudou Medicina em Moscovo e começou a escrever para sustentar a família. Publicou sua primeira narrativa em 1880 e estreou no teatro no final da década de 1880. Morou em Mélikhovo e visitou Tolstoi, que o influenciou. Por doença, mudou-se para Ialta, onde escreveu suas peças mais famosas: “A Gaivota”, “As Três Irmãs” e “O Cerejal”. Morreu em Badenweiler, sendo hoje um dos maiores escritores russos.

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  • Confissões de Santo Agostinho

    Confissões

    Santo Agostinho

    7,50 

    Confissões de Santo Agostinho
    Livraria Apostolado da Imprensa. Porto, 1942, 515 págs. B.

    «Talvez que a mais profunda actualidade de Agostinho resida, justamente, no seu fantástico e sublime anacronismo. Queremos dizer, na sua incompatibilidade profunda – ao menos na aparência – com a pulsão cultural que domina hoje não apenas o Ocidente mas o mundo inteiro.» – Eduardo Lourenço

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  • Comboio da Esperança de Gill Thompson

    Comboio da Esperança, O

    Gill Thompson

    8,00 

    O Comboio da Esperança de Gill Thompson
    Planeta Editora. Lisboa, 2021, 372 págs. B.

    Romance baseado na história verídica do Kindertransportem em que milhares de crianças judias foram salvas do Holocausto, quando enviadas para Londres. Um livro comovente, sobre duas mães cujas vidas se cruzam e que têm de salvar uma menina, a pequena Miriam, uma criança judia acabada de chegar a Londres e sem família que a acolha.

    Praga, 1939. Eva é atormentada por um segredo obscuro do seu passado. Quando os nazis invadem o país, esta jovem mãe sabe que a única forma de manter a filha segura é deixá-la partir, mesmo que isso signifique nunca mais a ver. Mas quando Eva é levada para um campo de concentração, o seu segredo corre o risco de ser exposto.

    Em Londres, Pamela não sente que a guerra possa ser uma ameaça. Decide voluntariar-se para ajudar a encontrar casas para as crianças judias que chegam de toda a Europa.
    Quando vê Miriam, uma criança que não tem uma família que a acolha, resolve levá-la para sua casa. É quando o seu filho se alista na RAF que Pamela percebe como facilmente o seu próprio mundo pode desabar.

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  • Cabra Cega de Roger Vailland

    Cabra Cega

    Roger Vailland

    7,00 

    Cabra Cega de Roger Vailland
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2022, 334 págs. B.

    «Cabra-Cega é um romance – no sentido em que se diz romanesco -, uma ficção, uma criação da imaginação.»

    Não é um romance histórico. Se eu tivesse pretendido esboçar um quadro da Resistência, ele seria inexacto e incompleto na medida em que não ponho em cena os guerrilheiros nem os sabotadores das fábricas (para não citar outros exemplos), que se contaram entre os mais puros e mais desinteressados heróis sobre a Resistência. Mas Cabra-Cega não é um romance sobre a Resistência. Não pode, por conseguinte, fornecer matéria para qualquer espécie de polémica – a não ser puramente literária -, e todos os argumentos de ordem histórica ou política que nele se colham são, por definição, desprovidos de valor.

    Cabra-Cega é considerada a obra mais representativa de uma época e de um estado de espírito que figuram em lugar de relevo na história do nosso século.

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  • Burqa por Amor de Reyes Monforte

    Burqa por Amor, Uma

    Reyes Monforte

    6,00 

    Uma Burqa por Amor de Reyes Monforte
    Quidnovi. Matosinhos, 2008, 300 págs. E.

    Uma noite, María Galera entrou em contacto com o programa radiofónico de Reyes Monforte. A sua voz chegava muito nítida do Afeganistão, pedindo ajuda e contando a sua incrível história: conhecera em Londres um afegão por quem se apaixonara loucamente, com quem se casara e por quem se convertera ao islamismo, acompanhando-o até ao seu país de origem, onde tivera de acatar as estritas leis do regime talibã. Com o início da guerra, tinham ficado ambos presos naquele país remoto, sem dinheiro nem documentação e em péssimas condições de vida que, mesmo assim, não impediram María de dar à luz dois filhos. A sua terceira gravidez e a preocupação com a segurança da família levaram-na a pedir ajuda para sair do país, o que conseguiu graças a um empresário de Palma de Maiorca que se comoveu ao ouvir, no programa de rádio, as suas palavras cheias de sofrimento e desespero. Hoje, já em Palma de Maiorca e pela voz da jornalista que a ouviu nessa noite de revelações, conta-nos a sua história de amor incondicional, paixão e luta pela sobrevivência num país e numa cultura estranhos.

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  • Boas Esposas de Louisa May Alcott

    Boas Esposas

    Louisa May Alcott

    7,00 

    Boas Esposas de Louisa May Alcott
    Relógio d’ Água Editores. Lisboa, 2021, 300 págs. B.
    Colecção: Clássicos para Leitores de Hoje | 32

    Finda a Guerra Civil Americana, a família March prepara o casamento de Meg. Passaram três anos desde que se fechou a cortina sobre Mulherzinhas, as irmãs Meg, Jo, Beth e Amy estão mais crescidas e o pai regressou a casa, tornando-se pastor numa paróquia.
    As irmãs March enfrentam agora a vida adulta, trilham os seus próprios caminhos, longe da casa dos pais, e lutam pelos seus sonhos, numa viagem de autodescoberta. Em Boas Esposas, acompanhamos os bons e maus momentos desta etapa de crescimento, os problemas, as provações, as aprendizagens. Meg lida com os desafios da vida de casada, Jo procura vingar como escritora, Beth luta contra a doença, Amy viaja.

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  • Barão Trepador

    Barão Trepador, O

    Italo Calvino

    6,00 

    O Barão Trepador de Italo Calvino.
    Portugália Editora. Lisboa, s.d., 297 págs. B.

    Cosimo, um jovem nobre italiano do século XVIII, revolta-se contra a autoridade paterna, trepando para cima das árvores, e aí vai permanecer durante o resto da sua vida. Adapta-se eficazmente a uma existência arbórea – caça, semeia e colhe, joga vários jogos com amigos com os pés na terra, combate incêndios florestais, resolve problemas de engenharia e até consegue manter casos amorosos. Do seu poleiro nas árvores, Cosimo vê passar os tempos de Voltaire e assiste à chegada do novo século.

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  • Auschwitz Cidade Tranquila de Primo Levi

    Auschwitz Cidade Tranquila

    Primo Levi

    8,00 

    Auschwitz Cidade Tranquila de Primo Levi
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2021, 165 págs. B.

    «Poderá surpreender que no Lager um dos estados de espírito mais comuns fosse a curiosidade. No entanto, além de assustados, humilhados e desesperados sentíamo-nos igualmente curiosos: famintos de pão e também de entender.»

    Auschwitz foi o alfa e o ómega da obra de Primo Levi: o alfa em 1947, com Se Isto É um Homem; o ómega quarenta anos mais tarde, com o seu último livro, Os Que Sucumbem e Os Que Se Salvam.

    Contudo, Levi nunca deixou de relatar o Lager, nem de interrogá-lo enquanto o relatava. Organizado pelo Centro Internacional de Estudos Primo Levi, Auschwitz, Cidade Tranquila oferece-nos dez dos seus textos narrativos, delimitados por dois poemas: doze pontos de vista inesperados e fascinantes sobre a maior tragédia coletiva do século XX.

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  • O Jejum e a Festa de Anita Desai

    Jejum e a Festa, O

    Anita Desai

    6,00 

    O Jejum e a Festa de Anita Desai
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1999, 238 págs. B.

    Pleno de sabedoria e sensualidade, o novo e admirável romance de Anita Desai vai até ao coração da vida em família e da situação da mulher em culturas diferentes.
    Uma, a filha mais velha, não consegue desprender-se da família e da casa, onde vai ficando, rodeada por uns pais super protetores, que atuam como deuses; Aruna, a irmã ambiciosa e vitoriosa, faz um «bom» casamento mais toda uma interminável; Arun, o herdeiro frustrante família de estranhos primos e tias, como o indeciso Ramu e a trágica e
    bela Anamika.
    Esta história subtil, acutilante e pungente, revela duas formas diferentes de mitigar fomes, desejos e apetites humanos, movendo-se entre o cerne de um fechado lar indiano, com as suas obrigações e imposições tradicionais, o seu calor excessivo e sensualidade, e o centro frio de uma família americana, com as suas liberdades, os seus congeladores e, paradoxalmente, uma autossatisfação que se nega a si própria. Em ambos há vítimas e sobreviventes. Reconhecidamente um dos maiores escritores contemporâneos, Anita Desai nasceu e estudou na Índia. Entre os trabalhos publicados contam-se vários
    romances, livros infantis e contos. Clear Light of Day e In Custody foram nomeados para o Booker Prize. É membro da Royal Society of Literature e da Academia Americana de Artes e Letras, bem como do Girton College de Cambridge, Lecciona no Writing Program do MIT e divide o seu tempo entre a Índia, Massachusetts e Cambridge.

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  • Indomável

    Indomável

    Somerset Maugham

    5,00 

    Indomável de Somerset Maugham.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 435 págs. B.

    «Desde os mais antigos tempos escreveu Somerset Maugham os homens têm–se reunido em torno da fogueira do acampamento ou no mercado público para ouvir contar histórias. O desejo de ouvi-las parece profundamente arraigado na natureza humana quanto o sentimento da posse. Nunca pretendi ser outra coisa senão contador de histórias. Divirto-me em narrá-las, e tenho-as narrado em grande número.»

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  • Ilha de Victoria Hislop

    Ilha

    Victoria Hislop

    7,50 

    Ilha de Victoria Hislop.
    Civilização Editora. Porto, 2007, 407 págs. B.

    Prestes a tomar uma decisão que mudará a sua vida, Alexis Fielding sente que, mais do que olhar para o futuro, a verdadeira resposta a todas as suas dúvidas reside no passado; concretamente, no passado da mãe, Sofia Petrakis, acerca do qual pouco sabe.
    Decidida a descobrir tudo quanto possa sobre as suas raízes gregas, Alexis chega à pequena aldeia de Plaka, em Creta, munida de uma carta para Fotini, uma velha amiga da família materna. É esta mulher quem, por fim, revela a Alexis a trágica história que Sofia escondeu toda a vida: a de uma família assombrada pela doença e ligada inexoravelmente à ilha de Spinalonga, um dos últimos lazaretos existentes na Europa.
    Fruto de uma intensa pesquisa, mas cheio de paixão e atmosfera, A Ilha é um romance encantador e profundo sobre estigma e amor, paixão e tragédia, no cenário magnífico das ilhas gregas.

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  • A Violinista de Auschwitz de Ellie Midwood

    Violinista de Auschwitz, A

    Ellie Midwood

    8,00 

    A Violinista de Auschwitz de Ellie Midwood
    Topseller. Amadora, 2021, 350 págs. B.

    Poderá a esperança emergir das profundezas do inferno?

    Alma Rosé é uma prisioneira judia que se encontra em Auschwitz entre milhares de outras mulheres que lutam diariamente pela sobrevivência. Esta realidade trágica não poderia estar mais longe da sua vida anterior. Alma era uma acarinhada violinista de renome, cujos concertos deixavam o seu público extasiado. Mas, quando os nazis atacaram a Europa, nada disso a pôde salvar…

    Quando a chefe do campo onde Alma se encontra a nomeia para dirigir uma orquestra, que deverá tocar tanto para prisioneiros como para oficiais nazis, o primeiro instinto de Alma é recusar. Mas rapidamente percebe o poder que lhe poderá trazer essa posição: conseguirá assegurar rações extra às raparigas da banda e resgatar muitas delas das garras da morte.

    É assim que Alma conhece Miklos, um talentoso pianista. Rodeados pelo desespero, ambos encontram felicidade em ensaios conjuntos e bilhetes secretos, enquanto esperam que um dia o suplício termine. Mas em Auschwitz o ar que se respira está carregado de morte, e o horror é a única certeza.

    Uma história comovente que retrata a vida de uma das mulheres mais destemidas e inspiradoras da História, que salvou inúmeras vidas em Auschwitz e trouxe esperança aos que já a haviam perdido.

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