• Os Anacletos de Confúcio

    Anacletos, Os

    Confúcio

    5,00 

    Os Anacletos de Confúcio
    Publicações Europa-América. Mem Martins, s.d., 127 págs. B.
    Colecção: Livros de Bolso Europa-América | 327

    Os Analectos compilam os principais aforismos atribuídos a Confúcio (séculos VI-V a. C.) e estão para a tradição do pensamento chinês como a Bíblia hebraico-cristã para a tradição ocidental. Ainda hoje são considerados, na China, como o único registo fiável dos ensinamentos de Confúcio. Como Sócrates no Ocidente, Confúcio nada escreveu, e os Analectos foram coligidos, depois da sua morte, pelos seus discípulos. E plasmam todo um conjunto de preceitos de comportamento individuais, sociais e políticos.

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  • Aforismos

    Aforismos

    Arthur Schopenhaeur

    5,00 

    Aforismos de Arthur Schopenhaeur
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1998, 123 págs. B.
    Colecção: Livros de Bolso Europa-América | 605

    Enorme admirador de Kant, que considerava como «o acontecimento mais notável em vinte séculos de filosofia», Schopenhauer (1788-1860) foi também um seu crítico severo. Atribui-lhe o mérito de mostrar que o mundo objectivo é uma mera construção do sujeito racional, que «o mundo é a minha representação»; mas também o demérito, por se ater a esse sujeito descarnado, de recusar o acesso metafísico ao mundo «em si» para lá dessa representação em lugar de a abrir, do interior, à corporeidade viva e, por tal «via subterrânea», à essência última do homem, da vida e do mundo: a vontade. Schopenhauer expõe essa sua metafísica irracionalista da vontade em O Mundo como vontade e representação (1819). A vontade, fundo do ser e da vida, não tem finalidade, nenhuma «razão», mesmo a vida humana, esparsa entre tédio e dor: «a vida sem paixão é tédio, a vida com paixão é dor». Nos presentes Aforismos (1851), a metafísica pessimista do filósofo cede a vez a uma perspectiva «imanente» da vida dos homens e a uma arte de viver, necessária. Porque, se a vida é nada, se é sem sentido, todavia há que viver.

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  • 1984 de George Orwell

    1984

    George Orwell

    5,00 

    1984 de George Orwell
    Editores Associados. Lisboa, s.d., 300 págs. B.

    Era uma vez a opressão e a resistência…
    Londres, 1984. O Grande Irmão controla a Oceânia, a Polícia do Pensamento controla as ideias, a novafala controla a liberdade. É neste mundo opressivo que Winston Smith, um mero peão ao serviço do Partido, inicia um diário, numa tentativa de individualidade Este ato de rebelião vai mudar a sua vida, levando-o, por fim, até à misteriosa Sala 101.

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  • Voragem de Máximo Gorki

    Voragem

    Máximo Gorki

    4,00 

    Voragem de Máximo Gorki.
    Editorial Minerva. Lisboa, 1955, 294 pága. B.

    “Voragem” é uma obra que explora as lutas sociais e a condição humana, refletindo as injustiças e as adversidades vivenciadas pelos personagens. Gorki traz à tona as tensões entre o indivíduo e a sociedade, retratando um mundo repleto de desafios e resistência.

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  • O Volga Nasce na Europa de Curzio Malaparte

    Volga Nasce na Europa, O

    Curzio Malaparte

    5,00 

    O Volga Nasce na Europa de Curzio Malaparte.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 284 págs. B.

    «O Volga nasce na Europa» é um livro impressionante, de largo fôlego e projecção, a incluir ao lado de «Kaputt». Através das suas páginas, o leitor ganha clara e renovada consciência de alguns aspectos menos divulgados da frente italiana, na Segunda Guerra Mundial»

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  • Vitor da Brigada Mundana de Maurice Leblanc

    Vitor da Brigada Mundana

    Maurice Leblanc

    2,50 

    Vitor da Brigada Mundana de Maurice Leblanc. Empresa Nacional de Publicidade. Lisboa, s.d., 170 págs. B.
    Colecção: Arsène Lupin | 20

    Não fora o roubo de importantes papéis de crédito e nunca a fama do agente Vítor, da Brigada mundana teria ultrapassado o círculo restrito dos seus chefes e colegas. Mas o nome de Arsène Lupin, apontado como autor desse roubo, iria dar a um caso, aparentemente igual a tantos outros, toda a sua dimensão, todo o seu interesse. Acima de tudo era preciso desmascarar Antoine Bressac, o impostor que usurpara a brilhante personalidade de Lupin. Graças ao agente Vítor, o mistificador foi posto a ferros. Mas então, um novo mistério surgiu: quem era o agente Vítor? Que estranhas afinidades havia entre ele e o verdadeiro Arsène Lupin?

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  • Visconde Cortado ao Meio de Italo Calvino

    Visconde Cortado ao Meio

    Italo Calvino

    5,00 

    Visconde Cortado ao Meio de Italo Calvino.
    Portugália Editora. Lisboa, s.d., 105 págs. B.

    Na guerra entre a Áustria e a Turquia de 1716, o visconde Medardo de Terralba é atingido no peito por uma bala de um canhão turco, e o que regressa a casa é apenas uma metade sua.
    Este início cruel desencadeia uma fábula cadenciada como um bailado, na qual em redor do meio-visconde se movimentam e afadigam indivíduos mais reduzidos a metade do que ele: o doutor Trelawney, cuja ciência negligencia os seres humanos, o carpinteiro Pedro Prego, que constrói engenhos admiráveis tentando não pensar que são forcas, o moralismo abstrato dos refugiados huguenotes, o hedonismo decadente do asilo de leprosos.
    Uma história fantástica que é também uma reflexão alegórica da condição do homem contemporâneo, sempre «alienado», mutilado, incapaz de alcançar a integridade, a completude. As invenções de Calvino são sempre abertas a muitos significados, apesar de poderem ser apreciadas por si só. Exemplo claro disso é a trilogia fantástica Os Nossos Antepassados, que este Visconde Cortado ao Meio inicia; seguem-se-lhe O Barão Trepador e O Cavaleiro Inexistente.

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  • Vingança da Cagliostro de Maurice Leblanc

    Vingança da Cagliostro

    Maurice Leblanc

    2,50 

    Vingança da Cagliostro de Maurice Leblanc.
    Empresa Nacional de Publicidade. Lisboa, 1971, 200 págs. B.
    Colecção: Arsène Lupin | 21

    O plano de Arsène Lupin era sim- ples: saltar o muro do jardim do Sr. Gaverel, entrar na vivenda deserta e apoderar-se dos massos de notas de mil francos que o dono da casa devia ter ocultado em qualquer esconderijo. Mas quando, em certa manha, o famoso gentleman-gatuno chega no seu automóvel, disposto a entrar em cena, um drama terrível se abatera sobre a família Gaverel. Por estranho que pareça, Josefina Bálsamo, suposta filha do conde de Cagliostro, não aparece neste livro que tem o seu nome. E no entanto, a sua sombra paira, avassaladora e terrível, da primeira à última página…

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  • Verão de Cesare Pavase

    Verão

    Cesare Pavase

    5,00 

    Verão de Cesare Pavase.
    Portugália Editora. Lisboa, 1965, 213 págs. B.

    Vive-se um verão quente, festivo, leve, e Ginia, de dezasseis anos, anseia por aventura. Conhece então Amelia, jovem sofisticada que se move pelo meio cultural boémio, e com ela descobrirá um mundo novo de liberdade intoxicante, repleto de prazeres reservados apenas àquela estação – andar pelos campos para lá das colinas, abrir as janelas e sentir o perfume da noite, descobrir o que há por detrás de um cortinado vermelho. O Belo Verão é uma história intensa e delicada sobre a perda da inocência e o primeiro amor, narrada por um dos mais talentosos autores italianos do século xx. Escrito na primavera de 1940, mas publicado apenas em 1949, O Belo Verão foi distinguido em 1950 com o Prémio Strega.

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  • Viela de Moscovo de Ilya Ehrenbourg

    Viela de Moscovo

    Ilya Ehrenbourg

    5,00 

    Viela de Moscovo de Ilya Ehrenbourg
    Portugália Editora. Lisboa, 1965, 245 págs. B.

    Ilya Grigoryevich Ehrenburg (1891-1967) foi escritor, jornalista e historiador soviético. Nascido em Kiev, de família lituano-judaica, ficou célebre pelos seus relatos de guerra (1.ª Guerra Mundial, Guerra Civil Espanhola, 2.ª Guerra Mundial), artigos incendiários contra os alemães durante o conflito e extensa obra literária e de memórias: “The Thaw”, por exemplo, inspirou o nome para um período de liberalização após a morte de Estaline. Também editou o Black Book, sobre o Holocausto na URSS, tendo sido figura controversa por causa dos seus posicionamentos políticos.

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  • Ventos de Quaresma de Leonardo Padura

    Ventos de Quaresma

    Leonardo Padura

    5,00 

    Ventos de Quaresma de Leonardo Padura.
    Edições ASA. Porto, 2003, 217 págs. B.
    Colecção: Noites Brancas | 26

    Pelo autor de «Morte em Havana» e «Paisagem de Outono» Ao investigar a vida de uma professora de Química, assassinada no seu próprio apartamento, Conde penetra num mundo em decomposição, onde o arrivismo, o tráfico de influências, o consumo de drogas e a fraude revelam o lado obscuro da sociedade cubana contemporânea. Nos infernais dias da Primavera cubana, quando, coincidindo com a Quaresma, chegam os ventos quentes do sul, o tenente Mario Conde, que acaba de conhecer Karina, uma mulher deslumbrante, é encarregado de uma delicada investigação. Uma jovem professora de Química é assassinada no seu próprio apartamento, onde foram também encontrados restos de marijuana. Ao investigar a vida da professora, de impoluto passado académico e político, Conde penetra num mundo em decomposição, onde o arrivismo, o tráfico de influências, o consumo de drogas e a fraude revelam o lado obscuro da sociedade cubana contemporânea. Paralelamente, o polícia, apaixonado pela bela Karina, vive dias de glória, sem imaginar o desenlace dessa história de amor.

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  • Os Vencedores da Mortes de Emílio Salgari

    Vencedores da Mortes, Os

    Emílio Salgari

    3,00 

    Os Vencedores da Mortes de Emílio Salgari.
    Edição Romano Torres. Lisboa, 1958, 144 págs. B.
    Coleccão: Salgari | 24

    «Meia hora depois, OS fugitivos abandonavam o espesso pinhal, descendo novamente a estrada que de via conduzi-los para as ribas meridionais do Baikal. A escuridão tornara-se profunda, tendo-se encoberto o céu com espessas névoas carregadas de neve que se erguiam do lago; e o frio era agudíssimo por causa do vento que soprava do norte, o que produz sempre bruscos abaixamentos da temperatura, saltos de quinze e às vezes vinte graus a mais.

    Os cavalos, fustigados e sustidos pelas suas ferraduras de aço, galopavam rapidamente pela gelada estrada, levantando turbilhões de neve, que investiam com os viajantes, envolvendo-os numa espécie de névoa, que brilhava à claridade das lanternas da troika com estranhos fulgores.»

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  • Vinhas da Ira de John Steinbeck

    Vinhas da Ira

    John Steinbeck

    6,00 

    Vinhas da Ira de John Steinbeck
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 477 págs. B.

    Na década de 1930, as grandes planícies do Texas e do Oklahoma foram assoladas por centenas de tempestades de poeira que causaram um desastre ecológico sem precedentes, agravaram os efeitos da Grande Depressão, deixaram cerca de meio milhão de americanos sem casa e provocaram o êxodo de muitos deles para oeste, rumo à Califórnia, em busca de trabalho. Quando os Joad perdem a quinta de que eram rendeiros no Oklahoma, juntam-se a milhares de outros ao longo das estradas, no sonho de conseguirem uma terra que possam considerar sua. E noite após noite, eles e os seus companheiros de desdita reinventam toda uma sociedade: escolhem-se líderes, redefinem-se códigos implícitos de generosidade, irrompem acessos de violência, de desejo brutal, de raiva assassina. Este romance que é universalmente considerado a obra-prima de John Steinbeck, publicado em 1939 e premiado com o Pulitzer em 1940, é o retrato épico do desapiedado conflito entre os poderosos e aqueles que nada têm, do modo como um homem pode reagir à injustiça, e também da força tranquila e estoica de uma mulher. As Vinhas da Ira é um marco da literatura mundial.

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  • Viúva por um ano de John Irving

    Viúva por um ano

    John Irving

    5,00 

    Viúva por um ano de John Irving.
    Edições ASA. Porto, 2000, 604 págs. B.

    “Viúva por um Ano” foi considerado pela crítica como o melhor romance do autor desde o inolvidável “O Estranho Mundo de Garp”. Nele narra-se a história de Ruth Cole, uma escritora cuja infância foi marcada pela morte dos seus irmãos mais velhos. Quando Ruth tem apenas 4 anos, a mãe (que vive uma aventura com um jovem de 16 anos) sente-se incapaz de educá-la e abandona-a. Ruth será criada com o pai, com quem irá manter uma relação de amor-ódio sempre marcada pela rivalidade. Com o tempo, converter-se-á numa escritora de sucesso, casar-se-á, terá um filho e ficará viúva; a única coisa que não podia prever é que, trinta anos depois, a mãe reaparecesse na sua vida.

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  • O Visionário de James P. Othmer

    Visionário, O

    James P. Othmer

    7,00 

    O Visionário de James P. Othmer.
    Saída de Emergência. Parede, 2008, 255 págs. B.

    O Visionário é um livro irónico e actual, e espelha o estado do mundo de forma corrosiva.Toda a vida de Yates é uma farsa. Conferência atrás de conferência, ele apresenta-se como o homem com uma visão para lá de amanhã. Vende mentiras e ideias preconcebidas a governos e corporações em todo o mundo. Um dia Yates farta-se e tenta dar um tiro no próprio pé destruindo a sua carreira de uma forma grandiosa e irrecuperável. Na TV, em directo para todo o mundo. Mas ninguém podia prever as consequências que o seu acto teria.

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  • Uma Villa em Itália de Elizabeth Edmondson

    Villa em Itália, Uma

    Elizabeth Edmondson

    6,00 

    Uma Villa em Itália de Elizabeth Edmondson.
    Edições ASA. Porto, 2008, 399 págs. B.

    Quatro pessoas aparentemente sem nada em comum vêem o seu nome mencionado no testamento de uma mulher que não conhecem. Quem foi Beatrice Malaspina e porque exige que compareçam na sua villa em Itália? Enquanto esperam pelas respostas, a magia do lugar começa a exercer os seus efeitos sobre eles: os frescos desbotados, os jardins exuberantes e a magnífica torre medieval não se assemelham a nada que já tenham visto. Aos poucos, quatro pessoas que sempre fizeram os possíveis por esconder os seus problemas descobrem que a mudança – e até mesmo a esperança – é possível. Mas a misteriosa Beatrice tem um segredo que os afectará a todos…

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.