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  • Santa Evita de Tomás Eloy Martínez

    Santa Evita

    Tomás Eloy Martínez

    7,00 

    A grande personagem deste romance não tem vida: é o corpo morto de Eva Perón. Mas Santa Evita, um dos maiores clássicos da literatura em língua espanhola, é também sobre Eva Perón viva, sobre o país que a adorou ou odiou e sobre as imensas contradições da alma humana. «A magia dos bons romances suborna os seus leitores, fá-los comer gato por lebre e corrompe-os ao seu capricho. Confesso que esta o conseguiu comigo, que sou perito velho no que se refere a não sucumbir facilmente às armadilhas da ficção. Santa Evita venceu-me desde a primeira página e acreditei, emocionei-me, sofri, tive prazer e, no decurso da leitura, contraí terríveis vícios e atraiçoei os meus mais caros princípios liberais.

  • Poemas de Nicola Vaptsarov02

    Poemas

    Nicola Vaptsarov

    7,50 

    Poemas de Nicola Vaptsarov.
    Limiar. Porto, 1980, 66 págs. B.

    Ele deixou-nos dois ensinamentos: a sua própria poesia, escrita com «palavras simples», da qual foram extraídas definitivamente as raízes da poesia abstracta e do formalismo da Europa e ainda o mandamento incluído na poesia «História», que sempre viverá no futuro. Neles está representado o perfil moral das gerações vindouras, o seu destino, o destino dos elementos que, como a natureza, criam o mundo e a civilização. Graças a este poeta os italianos interessaram-se pela literatura búlgara, ainda pouco conhecida e por aprenderem de Vaptsarov sobre a vida social do homem, tal como foi, como é e como não será. No entanto é preciso salientar o dramatismo de Vaptsarov nas sua obras épicas. A sua experiência como escritor confirma-se através de relações constantes com a língua viva, à qual aspiram todos os poetas do mundo. Não esqueçamos também o homem Vaptsarov, a sua força moral, o seu heroismo espontâneo e a abnegação, com os quais serviu o seu povo. E desiludamos aqueles que acreditam na morte, em nome daquela morte que é “lógica” para o poeta.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pajem de Maria Stuart de Walter Scott.

    Pajem de Maria Stuart

    Walter Scott

    6,00 

    Pajem de Maria Stuart de Walter Scott.
    Edição Romano Torres. Lisboa, 1959, 526 págs. B.

    Walter Scott (1771-1832) é reconhecido como o pai do romance histórico moderno.

    Doutor em Leis, foi advogado, juíz e xérife mas é recordado pelas suas obras literárias. A sua produção estende-se do romance à poesia e ao teatro.

    Walter Scott é sobretudo célebre pelos seus romances históricos que encantaram gerações de leitores e contribuíram para um maior conhecimento do passado de Inglaterra e da Escócia.

    Obras como Ivanhoe, O Talismã ou Rob Roy, entre muitas outras, tiveram várias dezenas de adaptações cinematográficas, televisivas e teatrais e contam-se ainda hoje entre os livros de aventuras preferidos pelos leitores de todos os tempos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Guilherme Tell tem os Olhos Tristes

    Guilherme Tell tem os Olhos Tristes

    Alfonso Sastre

    6,00 

    Guilherme Tell tem os Olhos Tristes de Alfonso Sastre.
    Prelo Editora. Lisboa, 1965, 103 págs. B.

    Guilherme Tell tem os olhos tristes em que alguns críticos vêem, até à data, a sua melhor obra (Domingos Pérez Minik: «é um dos mais belos dramas que se escreveram em Espanha nestes últimos anos»; Eduardo Haro Tecglen: «é a melhor tragédia do teatro espanhol contemporâneo») – pertence a um ciclo de «Dramas da Revolução, que compreende ainda Prólogo patético, O pão de todos, Terra vermelha e Na rede, situando-se cronològicamente antes deste último. Dos cinco, porém, apenas O pão de todos e Na rede foram representados em Espanha, aquele em 1957, este em 1961.

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  • Deixa o Grande Mundo Girar

    Deixa o Grande Mundo Girar

    Colum McCann

    7,50 

    Numa madrugada do final do Verão, os habitantes de Manhattan observam incrédulos e em silêncio as Torres Gémeas. Estamos em Agosto de 1974 e um misterioso funâmbulo corre, dança e salta entre as torres, suspenso a quatrocentos metros do chão. Em baixo, nas ruas da cidade, vidas banais tornam-se extraordinárias através deste retrato impressionante e complexo de uma cidade e dos seus habitantes.

  • Conspiração do Dia do Juizo Final

    Conspiração do Dia do Juizo Final

    Sidney Sheldon

    3,50 

    Conspiração do Dia do Juizo Final de Sidney Sheldon.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1992, 374 págs. E.

    O comandante Robert Bellamy é encarregado de investigar a queda de um balão meteorológico nos Alpes Suíços. Deverá localizar todas as testemunhas a fim de serem interrogadas. No entanto para Bellamy é o ínicio de um pesadelo.

    De Washington a Londres, de Zurique a Roma e Paris, o passado de Bellamy começa a ser revelado: a razão porque a mulher que ele ama não pode retribuir-lhe o amor, a razão porque os seus amigos se tornaram inimigos mortais e, acima de tudo, a razão terrível porque o mundo não pode tomar conhecimento de um segredo oculto por uma desconhecida força mortal.

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  • Anjos e Demónios de Dan Brown

    Anjos e Demónios

    Dan Brown

    6,00 

    Anjos e Demónios de Dan Brown.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2005, 586 págs. B.

    Quando um famoso cientista do CERN é encontrado brutalmente assassinado, o professor de simbologia Robert Langdon é chamado para identificar o estranho símbolo gravado no peito do cientista. A sua conclusão é avassaladora: a marca é de uma antiga Irmandade chamada Iluminatti, supostamente extinta há séculos e inimiga da Igreja Católica. Em Roma, o Colégio dos Cardeais está reunido para eleger um novo Papa quando se apercebe do rapto de quatro cardeais, ao mesmo tempo que a Guarda Suíça é informada de que uma perigosa arma está na Cidade do Vaticano com o propósito de a destruir. Robert Langdon – quem não o conhece? – ajudado desta vez por Victoria Vetra, cientista do CERN, procura desesperadamente a antimatéria no meio das intricadas pistas deixadas pelos Iluminati, lutando contra o tempo para salvar o Vaticano.

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Jean Cavalier de Eugéne Sue

    Jean Cavalier

    Eugéne Sue

    5,00 

    Jean Cavalier de Eugéne Sue.
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 2 vols. E.

    Jean Cavalier, de Eugène Sue, é um romance histórico que narra a vida de Jean Cavalier, um líder dos Camisardos, protestantes huguenotes que se rebelaram contra a perseguição religiosa imposta por Luís XIV no início do século XVIII, na região das Cévennes, França.

    A história acompanha a ascensão de Jean Cavalier, um jovem camponês que, impulsionado pela fé e pela injustiça, se torna comandante da resistência camisarda contra as tropas reais. Com inteligência estratégica e coragem, ele lidera batalhas ousadas contra um exército muito superior, tornando-se uma lenda entre os seus seguidores.

    Além do contexto militar e político, o romance aborda temas como fanatismo religioso, lealdade e traição, mostrando o impacto da guerra sobre os combatentes e a população civil. Com um enredo envolvente e personagens marcantes, Eugène Sue constrói um retrato vívido deste conflito, destacando tanto a bravura dos rebeldes quanto as brutalidades da repressão.

    Este livro insere-se na tradição do romance histórico francês do século XIX, combinando aventura e crítica social, características marcantes da obra do autor.

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  • Jardim da Serpente, O

    Jardim da Serpente, O

    Judith Merkle Riley

    7,50 

    Jardim da Serpente de Judith Merkle Riley.
    Temas da Actualidade. Lisboa, 1996, 521 págs. B.

    O JARDIM DA SERPENTE é o livro perfeito para quem aprecie uma boa biografia romanceada e uma deliciosa história de alcova, acompanhada de mistério, uma pitada de ocultismo e uma enorme sensibilidade.

    A acção desenrola-se na Inglaterra dos Tudor, ao tempo em que Henrique VIII e a sua tenebrosa eminência parda, Thomas Wolsey, conseguem casar a irmã do monarca com o idoso rei de França, com o intuito de colocar um herdeiro inglês no trono francês. A pintora Susanna Dallet, jovem viúva, conquista o interesse real graças ao seu espirito, independência e fantástico dom de captar o carácter das pessoas em magníficos retratos em miniatura. Colocada no séquito da princesa-noiva, Susanna transporta consigo para França, sem o saber, a chave de um segredo que a envolverá nos meandros diabólicos da corte francesa, dominada por bruxaria, intrigas e conspirações. Com a aproximação do perigo, Susanna recebe um ajuda inesperada por parte de vários anjos, risonhos e brincalhões, que não só a livram de apuros, como ainda a recompensam, pela sua coragem e desenvoltura, com o amor de um herói inteligente e divertido.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Electra e os Fantasmas

    Electra e os Fantasmas

    Eugénio O' Neill

    15,00 

    Electra e os Fantasmas de Eugénio O’ Neill.
    Livraria Popular. Lisboa, s.d., 272 págs. Dura.

    Mourning Becomes Electra é uma triologia de peças de teatro publicadas em 1931 por Eugene O’ Neill foi modelada na trilogia Oresteia de Esquilo. A obra de O’Neill representa o uso mais completo de formas, temas e personagens gregos transportado para o ambiente de Nova Inglaterra do período da Guerra Civil Americana.

    A obra é iniciada com um texto de cinquenta página do tradutor intitulado: “Electra, os fantasmas… e a Crítica” (Subsídios para a história do Teatro em Portugal.)

    📝 Assinatura de posse.

  • Guilhotina (A Tale of Two Cities), A

    Guilhotina (A Tale of Two Cities), A

    Charles Dickens

    7,50 

    A Guilhotina (A Tale of Two Cities) de Charles Dickens.
    Editorial Inquérito. Lisboa, 1947, 400 págs. Mole.

    Romance histórico, originalmente publicado em 1859 com o título A tale of two cities, cuja acção decorre entre Paris e Londres, antes e durante a Revolução Francesa.

    «Foi o melhor e o pior dos tempos, a idade da razão e a da loucura, a época da crença e a da descrença, o reinado da luz e o das trevas, a primavera da esperança e o inverno do desespero, tudo nos aparecia na frente, nada tínhamos em frente de nós, íamos todos direitos para o céu, mas também íamos todos direitos para o inferno; em suma, tal período era de tal sorte diferente da época actual, que alguns dos seus mais autorizados comentadores entenderam qualificá-lo, tanto para o bem como para o mal que produziu, com a adjectivação forte e proeminente do grau superlativo.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Flecha Negra, A

    Flecha Negra, A

    Robert Louis Stevenson

    6,00 

    A Flecha Negra de Robert Louis Stevenson.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 2003, 294 págs. B.

    A Flecha Negra situa-se num período determinante da História de Inglaterra, quando o trono foi disputado por duas casas reais, numa contenda que ficou conhecida como «A Guerra das Rosas», em que se opunham a rosa branca, símbolo da Casa de Lancaster, e a rosa vermelha de York.

    É neste vívido e empolgante cenário histórico que actua o «bando da flecha negra», um grupo de justiceiros apostados em pôr fim à vida de uma série de vilões, disparando as suas flechas através de bosques cerrados.

    São ainda narradas as façanhas de Richard Shelton, um jovem cavaleiro que terá de tomar um dos lados do conflito, ao mesmo tempo que vinga a morte do seu pai e salva Joanna, a donzela em perigo, de um casamento indesejado.

    A Flecha Negra é, simultaneamente, um apaixonante romance de aventura e uma enternecedora história de amor.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Casa das Belas Adormecidas, A

    Casa das Belas Adormecidas, A

    Yasunari Kawabata

    5,00 

    Abandonadas em camas, jovens mulheres nuas, intocadas e intocáveis, dormem profundamente sob o efeito de poderosos narcóticos deixando, sem o saber, que o seu corpo seja contemplado por homens idosos em busca de uma pobre consolação para a perda de juventude. Eguchi, de 67 anos, tem perfeita noção da proximidade da decadência física, e as noites passadas nesta casa do desejo levam-no a recordar a relação com as diferentes mulheres da sua vida, num entrelaçar de memórias e fantasias eróticas que culminam com a revelação da sua essência inumana.

    A Casa das Belas Adormecidas, obra-prima profundamente perturbadora, que encerra um universo erótico fascinante e assustador, inspirou outros autores a escrever sobre os afectos e a sexualidade na terceira idade, nomeadamente Gabriel García Márquez no seu Memória das Minhas Putas Tristes.

  • Xeque ao Rei

    Xeque ao Rei

    Joanne Harris

    6,00 

    Xeque ao Rei de Joanne Harris.
    Edições ASA. Porto, 2005, 425 págs. B.

    Em St Oswald’s – uma selecta escola secundária masculina do Norte de Inglaterra – um novo ano escolar acabou de começar, mas para os seus funcionários e alunos sopram ventos indesejados de mudança. Todo um universo de novas tecnologias e valores se tem vindo a impor e Roy Straitley, professor de Latim, excêntrico e já veterano na escola, sente-se excluído e, ainda que de forma relutante, capaz de contemplar a hipótese de se reformar. Mas, por detrás das pequenas rivalidades, disputas infantis e crises quotidianas da escola, agita-se algo mais sombrio. E um rancor, secreta e cuidadosamente alimentado durante treze anos, está prestes a eclodir. Quem é o misterioso autor das cruéis partidas que estão a tornar-se gradualmente mais violentas – e talvez fatais? E como pode um velho, já obscuro e meio-esquecido escândalo tornar-se na pedra que derrubará o gigante?

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Romeu e Julieta de William Shakespeare

    Romeu e Julieta

    William Shakespeare

    2,50 

    Romeu e Julieta já não são apenas os nomes dos protagonistas da peça shakespeariana, mas identificam ícones intemporais do amor romântico, tornando se sinónimos de jovens apaixonados, universalmente reconhecidos e glosados.

  • O Retrato do Sr. W. H. de Oscar Wilde

    Retrato do Sr. W. H., O

    Oscar Wilde

    2,50 

    Nesta brilhante narrativa – que tem tanto de obra de ficção como de ensaio – Wilde expressa todo o fascínio que sente pela personalidade de Shakespeare. Debruçando-se sobre o enigma da identidade do Sr. W. H., a quem os Sonetos de Shakespeare foram dedicados na primeira edição, o autor irlandês constrói a intrigante teoria de que essa misteriosa personagem seria um jovem e belo actor. Movendo-se entre a crítica literária e a especulação, este conto traz-nos um Oscar Wilde na sua plenitude criativa