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  • Consultório Sexual da Dra. Tatiana para Toda a Criação de Olivia JudsonConsultório Sexual

    Consultório Sexual da Dra. Tatiana para Toda a Criação

    Olivia Judson

    7,00 

    Consultório Sexual da Dra. Tatiana para Toda a Criação de Olivia Judson.
    Quetzal Editores. Lisboa, 2006, 309 págs. B.

    Uma história natural, tumultuosa e informada, sob a forma de cartas e respostas, de uma proeminente especialista em sexo, este popular manual revela quando é que a necrofilia é aceitável, como ter um nascimento virginal e quando se deve comer o nosso amante. Também dá conselhos sobre assuntos mais mundanos – como a gravidez masculina e os encantos de um pénis destacável. Simultaneamente divertida e sábia, a Drª Tatiana (aliás, Olivia Judson) funde a história natural com o aconselhamento aos desventurados amorosos, combina a espirituosidade com o rigor e assegura aos seus ansiosos consulentes que, embora os actos que descrevem possam parecer terríveis e antinaturais, eles são perfeitamente normais – desde que não se seja humano. Nesteb processo, Olivia Judson explica a ciência por trás de tudo, desde a teoria da selecção natural de Darwin até ao motivo por que a reprodução sexual existe. Ao aplicar os padrões humanos ao mundo natural, a irresistível Drª Tatiana acaba por revelar as maravilhas de ambos.

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  • Cavalos de Tarquínia

    Cavalos de Tarquínia

    Marguerite Duras

    6,00 

    Cavalos de Tarquínia de Marguerite Duras.
    Círculo de Litores. Lisboa, 1991, 202 págs. E.

    Romance de uma espera, em que se debatem personagens existencialmente sufocados, o livro conjuga na sua narrativa um extremo despojamento e uma concentrada densidade emocional. Como outros romances de Marguerite Duras, também este se passa numa praia, “na praia simbólica”, como disse o crítico Pierre de Boisdeffre, “em que se desenvolve o ballet abstrato do desejo e da morte”.

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  • Caso de Consciência, Um

    Caso de Consciência, Um

    Leão Tolstoi

    6,00 

    Caso de Consciência de Leão Tolstoi.
    Edições Gleba. Lisboa, 1943, 181 págs. B.

    O “Caso de Consciência” é uma novela de Tolstoi, publicada em 1895. A obra explora a questão da propriedade privada e da justiça social, através da história de um homem que, ao herdar terras, questiona sua posse e a exploração dos camponeses que trabalham nela.

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  • Casa de Bernarda Alba, ACasa de Bernarda Alba

    Casa de Bernarda Alba, A

    Federico García Lorca

    3,00 

    Casa de Bernarda Alba de Federico García Lorca.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1973, 137 págs. B.

    A Casa de Bernarda Alba é uma tragédia, severa e simples, como a classificou o próprio Lorca: a tragédia das mulheres das aldeias espanholas, acorrentadas a preconceitos e mitos que um convencionalismo social, tão cruel como vazio de valores, defende a todo o transe, mesmo à custa do aniquilamento das pessoas.

    É o que efectivamente acontece aqui, nesta peça trágica, impregnada simultaneamente pelo lirismo característico de Lorca e pelo sopro fatalista que o poeta bebeu na Andaluzia da sua infância.

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  • Canguru de D. H. Lawrence

    Canguru

    D. H. Lawrence

    6,00 

    Canguru de D. H. Lawrence.
    Portugália Editora. Lisboa, s.d., 326 págs. B.

    Kangaroo é o oitavo romance de D. H. Lawrence, na Austrália. Escreveu o primeiro rascunho em apenas 45 dias enquanto vivia a sul de Sydney, em 1922, e reviu-o três meses depois no Novo México. As descrições do país são vívidas e simpáticas e o livro funde-se ligeiramente disfarçado de autobiografia com uma exploração de ideias políticas a um nível imensamente pessoal. Baseado numa colagem do manuscrito, da máquina de escrever e das primeiras edições, este texto de Canguru está mais próximo do que Lawrence esperaria ver na imprensa. Há um aparelho textual completo de variantes, uma introdução abrangente que dá o pano de fundo e a história da composição e publicação e um resumo das opiniões dos revisores contemporâneos. As notas explicativas elucidam as muitas alusões geográficas, políticas e literárias do texto; existem três mapas e um apêndice detalhando as localizações australianas.

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  • Athénais: A Amante de Luís XIV

    Athénais: A Amante de Luís XIV

    Lisa Hilton

    7,00 

    Athénais: A Amante de Luís XIV de Lisa Hilton.
    Planeta Editora. Lisboa, 2005, 322 págs. B.

    Athénais era o símbolo da apoteose da cultura francesa do século XVII. Como amante, arriscou a desgraça de um duplo adultério, ao envolver-se num caso que escandalizou a Europa; como patrona, auxiliou muitos dos mentores de um renascimento cultural; como mãe, é a avoenga de grande parte das casas reais da Europa.

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  • Árvore do Homem, AÁrvore do Homem

    Árvore do Homem, A

    Patrick White

    6,00 

    A Árvore do Homem de Patrick White.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1973, 653 págs. B.

    Patrick White Prémio Nobel de Literatura 1973 é um escritor de corte realista, profundamente sensibilizado pelo sofrimento dos homens, mas cuja obra se apresenta irrigada por um simbolismo de natureza bíblica. Um clássico que prolonga a tradição romanesca do século passado, conferindo, no entanto, a este género literário uma força e um interesse novos. A obra de White traz ao nosso conhecimento um novo continente: a Austrália, cenário caleidoscopicamente repetido de todos os seus romances. Nas suas próprias palavras, «o Grande Vazio Australiano, onde o espírito é o bem menos importante que se pode possuir, em que a riqueza determina a importância dos homens, em que a escola e os jornais impõem a sua marca a toda a inteligência nascente, em que os rapazes e as raparigas contemplam a vida com olhos azuis e cegos»…  Descobrir o «extraordinário» o mistério e a poesia -que se esconde por detrás das vidas mais vulgares e que é afinal o que torna suportável a existência. Esta a intenção, declarada por P. White, da obra que lhe deu projecção internacional: The Tree of Man, A Árvore do Homem. A história de um homem e de uma mulher que através de uma vida conturbada procuram e alcançam o entendimento.

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  • Ah KingAh King

    Ah King

    Somerset Maugham

    5,00 

    Ah King de Somerset Maugham.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 321 págs. B.

    São cinco histórias bastante interessantes, que contam a vida de outras pessoas, como as próprias personagens contarism.  Situados na Malásia na década de 1950, são vidas britânicas vividas numa bolha. O foco está nas tensões sexuais dentro dos relacionamentos.

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  • Textos para Nada de Samuel Beckett

    Textos para Nada

    Samuel Beckett

    7,00 

    «A arte é a apoteose da solidão» escreveu Samuel Beckett num ensaio dedicado à obra de Marcel Proust. Na verdade, tal afirmação é perfeitamente aplicável à generalidade da obra do próprio Beckett. Não será de Samuel Beckett a voz mais expressiva, mais contundente, mais desencantada da solidão, da angústia que subverte toda a possibilidade de esperança, do desespero impotente profundamente enraizado mesmo na chamada «sociedade da abundância»?

    O tão apregoado pessimismo de Beckett não será extremamente relativo? Não terá ele acima de tudo o valor de um grito de raiva, de revolta contra situações estabelecidas mas inaceitáveis, no fundo consolidadas apenas provisòriamente e a um passo da derrocada final?

  • O Pintassilgo de Donna Tartt

    Pintassilgo, O

    Donna Tartt

    12,00 

    Theo Decker, um adolescente de 13 anos, vive em Nova Iorque com a mãe com quem partilha uma relação muito próxima e que é a figura parental única, após a separação dos pais pouco antes do trágico acontecimento que dá início a este romance. Theo sobrevive inexplicavelmente ao acidente em que a mãe morre, no dia em que visitavam o Metropolitan Museum. Abandonado pelo pai, Theo é levado para casa da família de um amigo rico. Mas Theo tem dificuldade em se adaptar à sua nova vida em Park Avenue, e sente a falta da mãe como uma dor intolerável. É neste contexto que uma pequena e misteriosa pintura que ela lhe tinha revelado no dia em que morreu se vai impondo a Theo como uma obsessão. E será essa pintura que finalmente, já adulto, o conduzirá a entrar no submundo do crime. O Pintassilgo é um livro poderoso sobre amor e perda, sobrevivência e capacidade de nos reinventarmos, uma brilhante odisseia através da América dos nossos dias, onde o suspense e a arte são dois elementos decisivos para agarrar o leitor.

  • Empresa das Índias

    Empresa das Índias

    Erik Oresenna

    7,50 

    Empresa das Índias de Erik Oresenna.
    Editorial Teorema. Alfragide, 2011, 312 págs. B.

    Em 13 de Agosto de 1476, Cristóvão Colombo naufraga ao largo de Portugal.
    O futuro almirante acaba de fazer 25 anos.
    Por milagre, consegue chegar à costa. Encontra refúgio junto de seu irmão mais novo, Bartolomeu, que em Lisboa exerce a profissão de cartógrafo.
    Desde o início deste século XV, o mundo está a abrir-se.
    Na capital de Portugal encontram-se todas as corporações dos Descobrimentos.
    Durante oito anos, os dois irmãos vão trabalhar juntos e preparar a viagem com que Cristóvão sonha desde a adolescência. É a Empresa das Índias, chegar a Cipango (Japão) e ao império do Grande Cão (China). Mas em vez da rota usual, a da seda, para Leste, enfrentará o Oceano, para Oeste.

    Um mestre cartógrafo, um rinoceronte, um fabricante de viúvas, uma professora de aves, uma galinhola, uma prostituta reputada principalmente pela qualidade das suas orelhas, Marco Polo, alguns dominicanos, cães devoradores de Índios… são algumas das personagens desta história.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Obra ao Negro de Marguerite Yourcenar

    Obra ao Negro, A

    Marguerite Yourcenar

    6,00 

    Obra ao Negro é a história de uma dissolução: a da ordem de valores que a Idade Média chegou a admitir como incontestáveis, mas que, mercê de quase imperceptíveis alterações, acabaram por perder o seu sentido, abrindo-se à metamorfose.



    Uma personagem, Zenão, concentra em si o desejo de mudança, a vontade de alcançar, num mundo conturbado por conflitos vários, a liberdade de pensar e conceber.



    E só um grande escritor poderia acompanhar, de forma simultaneamente tão minuciosa e bela, os contornos dessa personalidade, ao longo do doloroso caminho que a leva a enfrentar e a assumir a própria morte. Acaso se verificará então, nesse decisivo instante, uma das máximas possibilidades da Grande Obra alquímica, o opus nigrum, a tentativa de calcinar as formas para permitir a de Marguerite Yourcenar.

  • Fábulas

    Fábulas

    La Fontaine

    7,00 

    Convém que as crianças se alimentem de fábulas ao mesmo tempo que sugam o leite… Não há outro meio de acostumar desde muito cedo à sabedoria e à virtude. Em vez de sermos obrigados a corrigir os nossos hábitos, melhor será conseguir torná-los bons enquanto são indiferentes ao bem e ao mal.

  • Dinheiro Graúdo

    Dinheiro Graúdo

    John dos Passos.

    10,00 

    Dinheiro Graúdo de John dos Passos.
    Portugália Editora. Lisboa, 1967, 574 págs. B.

    O enredo, peculiar como em todos os romances que compõem a trilogia, é dificilmente resumível, mas impõe-se pela violência dos contrastes em que assenta a sua parte de crítica social, pela pujança dos caracteres, pela precipitação incontrolável dos acontecimentos: dir-se-ia que a América vivia no limiar de medonho apocalipse. A parte inicial funciona intencionalmente como apólogo preparatório à avalanche de ocorrências que simbolizam o desmoronar das estruturas básicas da nação, enquanto que, dispersos pela narrativa, vão surgindo os célebres escorços biográficas de personalidades da época: Henry Ford, Hearst, Rodolfo Valentino, os irmãos Wright, Frank Lloyd Wright, e tantas outras. Mary French, que trabalha num jornal de Pittsburgh, é despedida por ter feito.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • 1919

    1919

    John dos Passos

    10,00 

    1919 de John dos Passos.
    Portugália Editora. Lisboa, 1967, 457 págs. B.

    Segundo volume da trilogia U.S.A. de John Dos Passos, traduzido por Daniel Gonçalves, que dá continuidade ao retrato panorâmico da sociedade norte-americana iniciado em Paralelo 42. Decorre no período em torno da Primeira Guerra Mundial e da Revolução Russa, acompanhando personagens históricas e fictícias através de uma técnica narrativa experimental que combina recortes de notícias, biografias breves de figuras públicas e fragmentos de fluxo de consciência, marca da escrita inovadora do autor.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
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  • Praia de Chesil, Na

    Praia de Chesil, Na

    Ian McEwan

    6,00 

    Um pequeno romance de profundidade e perspicácia notáveis, de um escritor no auge do seu talento.



    Estamos em Julho de 1962. Edward e Florence, jovens inocentes casados naquela manhã, chegam a um hotel na costa de Dorset. Ao jantar na suíte reservada a casais em lua-de-mel, esforçam-se por dominar os medos íntimos da noite de núpcias que se avizinha…



    Com Na Praia de Chesil, Ian McEwan dá-nos mais uma obra-prima – uma história de vidas transformadas por um gesto não feito ou uma palavra não dita.