• Problema da Consciência Histórica, O

    Problema da Consciência Histórica, O

    Hans-George Gadamer

    7,00 

    O Problema da Consciência Histórica de Hans-George Gadamer
    Estratégias Criativas. Vila Nova de Gaia, 1998, 89 págs. B.

    Entendemos por consciência histórica o privilégio do homem moderno: ter plena consciência da historicidade de todo o presente e da relatividade de todas as opiniões. A aparição de uma tomada de consciência é, possivelmente, a mais importante revolução porque passamos desde o surgimento da época moderna.

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  • Outra Face da Lua: Escritos sobre o Japão de Claude Lévi-Strauss

    Outra Face da Lua: Escritos sobre o Japão

    Claude Lévi-Strauss

    7,00 

    Outra Face da Lua: Escritos sobre o Japão de Claude Lévi-Strauss
    Temas e Debates. Lisboa, 2012, 239 págs. B.

    É um Lévi-Strauss apaixonado pelo Japão que se encontra neste volume que reúne pela primeira vez diversos escritos, inéditos ou impressos em publicações eruditas, por vezes unicamente no Japão, redigidos entre 1979 e 2001. Da variedade destes textos surge um olhar senão indulgente, pelo menos por vezes generoso, a respeito dos japoneses.

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  • Na Feira dos Mitos: Idéias e Factos de António Sardinha

    Feira dos Mitos: Idéias e Factos, Na

    António Sardinha

    20,00 

    Na Feira dos Mitos: Idéias e Factos de António Sardinha.
    Edições Gama. Lisboa, 1942, 315 págs. B.

    “(…) Ora porque, depois de Deus, fôram decerto os meus Mortos que me alcançaram na alma a semente inextinguível da Esperança, eu não os quero olvidar, à face do presente volume, onde recôlho, melhor ou pior forjadas, segundo as necessidades do combate, as minhas primeiras páginas de voluntário da Reacção. Ao confessar-me coram populi voluntário da Reacção,proclamo, dentro daquele justo desvanecimento que até a Religião abençôa como estímulo humano necessário, o mais belo títuo da minha inteligência de estudioso e da minha sensibilidade de comunicativo (…)”. — retirado de Eu , Pecador, me Confesso…

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  • Malthus e os Dois Marx de Alfred Sauvy

    Malthus e os Dois Marx

    Alfred Sauvy

    5,00 

    Malthus e os Dois Marx: o problema da fome e da guerra no mundo de Alfred Sauvy.
    Estúdios Cor. Lisboa, 1965, 319 págs. B.

    Em Malthus e os dois Marx, o economista e sociólogo francês Alfred Sauvy analisa as teorias populacionais de Thomas Malthus e as interpretações de Karl Marx e Friedrich Engels sobre o crescimento demográfico e suas implicações sociais e econômicas. Sauvy, reconhecido por cunhar a expressão “Terceiro Mundo”, propõe uma reflexão crítica sobre como diferentes abordagens teóricas influenciam a compreensão dos problemas globais, como a fome e a guerra, no contexto do século XX. A obra oferece uma análise comparativa que enriquece o debate sobre os desafios demográficos e suas consequências políticas e econômicas.

    📝 Assinatura de posse.

  • Cinco Estudos do Materialismo Histórico de Étienne Balibar

    Cinco Estudos do Materialismo Histórico

    Étienne Balibar

    7,00 

    Cinco Estudos do Materialismo Histórico de Étienne Balibar.
    Editorial Presença. Lisboa, 1975, 2 vols. B.

    «Marx e o Marxismo», «A Rectificação do Manifesto Comunista», «Mais Valia e Classes Sociais», «Sobre a Dialéctica Histórica» e «Materialismo e Idealismo na História da Teoria Marxista» constituem a presente obra. Tal como refere o autor e o título indica, são estudos do materialismo histórico. Não são comentários, são comentários, interpretações filosóficas do marxismo, em que se expressam os pontos de vista de uma escola, mas tentativas de estudo e assimilação de algumas das suas principais lições, com vista à prática.

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  • Mito do Eterno Retorno de Mircea Eliade

    Mito do Eterno Retorno, O

    Mircea Eliade

    8,00 

    O Mito do Eterno Retorno de Mircea Eliade.
    Edições 70. Lisboa, 2000, 174 págs. B.
    Colecção: Perspectivas do Homem | 5

    O sentido profundo deste ensaio é o de uma interrogação quanto às conceções fundamentais das sociedades arcaicas. Mircea Eliade, autor de O sagrado e o profano bem como de Tratado da história das religiões, ao estudar estas sociedades tradicionais foi, sem dúvida, atraído muito especialmente pela recusa que elas fazem do tempo histórico e pela nostalgia que sentem do tempo mítico das origens.

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  • Claro-Escuro das Profecias e Artigos sobre Fernando Pessoa, No

    Claro-Escuro das Profecias e Artigos sobre Fernando Pessoa, No

    Augusto Ferreira Gomes

    8,00 

    No Claro-Escuro das Profecias e Artigos sobre Fernando Pessoa de Augusto Ferreira Gomes.
    Roma Editora. Lisboa, 2005, 237 págs. B.

    No Claro-Escuro das Profecias é o título do último livro publicado por Augusto Ferreira Gomes, em 1941, no cima apocalíptico da IIª Grande Guerra. O autor, poeta e ficcionista da geração do Orpheu, e companheiro inseparável de Fernando Pessoa, efectuou neste ensaio, escrito de modo acessível a qualquer leitor, uma dedução do tipo futurologista, à tese do seu poema Quinto Império, poema esse pelo qual é mais conhecido.

    Escrito variado e multimodo, por vezes surpreendente, ele reaparece nesta nova edição, ampliado com outros textos do autor, sobretudo os relativos à vida de Fernando Pessoa, que o considerava um grande astrólogo.

    Em anexo, Pinharanda Gomes, que preparou a presente reedição, propõe, além de uma pormenorizada biografia de Ferreira Gomes, uma nova leitura, estruturada e exegética de um dos capítulos mais sugestivos – a profecisa do pseudo-S.Malaquias, agora que, segundo ela, caminharíamos [?!] para o fim da Igreja.

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  • Poesia e Filosofia do Mito Sebastianista de António Quadros

    Poesia e Filosofia do Mito Sebastianista

    António Quadros

    8,00 

    Poesia e Filosofia do Mito Sebastianista de António Quadros.
    Guimarães Editores. Lisboa, 2001, 411 págs. B.

    Porque a poesia é o insinuado lugar do mito, o Autor desenvolve a tese sebastianista, exposta em toda a sua pureza, através das trovas, dos poemas do teatro e da ficção poética de uma gama polifacetada de escritores portugueses e brasileiros que exprimem e assumem o mito ou o meditam num ou noutro sentido, mas também as lendas, os rituais e as epopeias sebastianistas do nordeste brasileiro e de alguns dos seus escritores.

    Numa segunda parte desta obra, é abordada a polémica, história e teoria do mito, o que é ou o que foi a sua antítese, representada pela crítica racionalista contemporânea (a de António Sérgio na polémica com Teixeira de Pascoaes e Carlos Malheiro Dias). A síntese que o Autor elabora, estabelece finalmente dois planos, o histórico e o filosófico, substanciando a nível nacional e universal os mitos portugueses.

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  • Homem Contemporâneo de Romeu de Melo

    Homem Contemporâneo

    Romeu de Melo

    7,50 

    O Homem Contemporâneo: Progresso, Cultura, Política e Evolução de Romeu de Melo.
    Arcádia Editora. Lisboa, 1983, 159 págs. B.

    Esta edição do Homem Contemporâneo resulta numa alteração muito importante do texto inicial. Além de ver-se reduzida, por um lado, em estudos sobre determinados autores (cuja contribuição para análise e interpretação do homem contemporâneo, se bem que fundamental, veio adquirindo, ao longo dos últimos anos, um carácter nitidamente documental e histórico) por outro lado, contém uma nota prefacial que faz a atualização do pensamento de Romeu de Melo, revelando implicações diferentes das da 1.ª edição.

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  • Reflexões Sôbre o Racismo de Jean-Paul Sartre

    Reflexões Sôbre o Racismo

    Jean-Paul Sartre

    10,00 

    Reflexões Sôbre o Racismo de Jean-Paul Sartre.
    Difusão Europeia do Livro. Brasil, 1960, 149 págs. B.

    I – Reflexões sôbre a questão judaica
    II – Orfeu Negro
    Tradução de J. Guinsburg
    No momento em que o anti-semitismo de novo tenta alastrar-se pelo mundo ocidental; em que se travam violentos conflitos raciais na Africa do Sul e jovens Estados surgem no Continente Negro, não poderia ser mais oportuno o lançamento dêstes dois ensaios de J.-P. Sartre (Reflexões Sobre a Questão Judaica e Orfeu Negro) enfeixados sob o título geral Reflexões Sobre o Racismo.
    A problemática do bastardo sempre obsedou Sartre, porque típica de nossa atual civilização. Dois bastardos, o judeu e o negro, e a sociedade que a ambos gerou e rejeitou, são lucidamente desmontados e analisados nas páginas que se seguem.
    Um dêles, o judeu, é um bastardo amaldiçoado e por isso mesmo sagrado, já que necessário em momentos de crise à sociedade hierarquizada que o forjou. Amaldiçoado porque indiciado matador de Cristo-Deus, duplamente amaldiçoado pela Idade Média que lhe impôs a pecaminosa mas indispensável atividade de “comércio de dinheiros”, a imagem que dêle subsiste em nós é a do avarento, do homem que vive à parte; nós, que o tornamos agiota e estrangeiro em nossa pátria. Assim abastardado, contra êle será sempre possível provocar o ódio irracional de uma pseudoconsciência nacional que independa das hierarquias de classe, a fim de que o empregado se esqueça de que é mal pago, para sentir-se irmanado com o patrão ante, por exemplo, um caso Dreyfus.
    O outro bastardo, o negro, vítima do colonialismo, tem que viver sob o signo da autenticidade. Um judeu, branco entre brancos, pode negar-se judeu, declarar-se homem entre homens. O negro jamais poderá negar sua côr, signo indelével de sua situação. Não tem subterfúgio possível, sua luta pela liberdade será forçosamente a oposição da sua raça à do opressor, a descoberta mágicada sua interioridade, a afirmação de sua negritude, a violentação da lógica e da língua que o colonizador lhe impôs. E êste racismo anti-racista é afinal o único caminho capaz de levar à abolição das diferenças de raça.

    📝 Assinatura de posse.

  • Retorno do Trágico de Jean-Marie Domenach

    Retorno do Trágico

    Jean-Marie Domenach

    8,00 

    Retorno do Trágico de Jean-Marie Domenach.
    Moraes Editores. Lisboa, 1968, 377 págs. B.

    Este caminho tem certamente os seus perigos. O trágico que põe em cena atracções irresistíveis, quedas irremediáveis, traz consigo uma fascinação própria: e não é só a noite, a fúria, esse gosto de sangue e de morte, como invadiu a Europa ao tempo do fascismo triunfante… É ainda, subtilmente, essa calma que se estende por sobre os cadáveres, essa serenidade que envolve a derrota, a sabedoria ambigua de Albert Camus, o seu céu lavado de depois da catástrofe. Produção selvagem do espírito, apesar de cantado, engalanado por séculos de classicismo, o trágico não está domesticado e nada garante a quem com ele se mete que não tombará também vítima dos seus enganos. Mas é um belo risco a correr.

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  • Vampes e Vadias: Novos Ensaios de Camille Paglia

    Vampes e Vadias: Novos Ensaios

    Camille Paglia

    10,00 

    Vampes e Vadias: Novos Ensaios de Camille Paglia.
    Relógio d’Água. Lisboa, 1997, 533 págs. B.
    Antropos

    A obra trata de temas que vão de homossexualidade, aborto, assédio sexual à educação, religião, arte e moda, passando por análises de personas como Hillary Clinton, Woody Allen, Madonna, Jackie Kennedy. Além de abordar temas literários e artísticos (Lewis Carrol, D.H. Lawrence, Carmen de Bizet, Susan Sontag) e apresentar roteiros de filmes e programas de TV no melhor estilo multimídia.

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  • Ver é Ser Visto

    Ver é Ser Visto

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Verso é Ser Visto: Fragmentos Essenciais de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2021, 284 págs. B.
    Obras de Eduardo Lourenço |Prefácio de José Tolentino Mendonça.
    Introdução e Selecção de Guilherme d’Oliveira Martins.

    Antologia dos principais textos de um dos mais marcantes pensadores da cultura portuguesa do século XX falecido no final de 2020, Ver é ser Visto de Eduardo Lourenço reúne ensaios dedicados às principais questões e autores sobres os quais Eduardo Lourenço reflectiu. Com prefácio de José Tolentino Mendonça, a obra que agora a Gradiva lança (editora que tem vindo a reunir e a publicar toda a produção ensaística do autor) resulta de um trabalho de selecção de Guilherme d’Oliveira Martins, um profundo conhecedor da obra do ensaísta e um dos seus amigos mais próximos.

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  • Tempo e Poesia de Eduardo Lourenço

    Tempo e Poesia

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Tempo e Poesia de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2003, 241 págs. B.
    Obras de Eduardo Lourenço | 8

    «O que nem Filosofia nem Ciência nos concedem, um só verso, um daqueles que Mallarmé dizia “interminavelmete belo” no-lo oferece, porque nele regressamos e nele somos o Tempo que em tudo o mais esquecemos mas que jamais nos esquece. Este é o mistério, o lúcido e inexpugnável mistério da Poesia: o Tempo – nós como Tempo – tornado sensível, audível, dizível e através dessa aparição nos oferecendo a desesperada e alta eternidade, a familiar “luz perpétua” que nós próprios fabricamos ardendo e vendo-nos arder como árvores vivas no fogo temporal.

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  • Tempo da Música, Música do Tempo de Eduardo Lourenço

    Tempo da Música, Música do Tempo

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Tempo da Música, Música do Tempo de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2017, 205 págs. B.
    Obras de Eduardo Lourenço
    Organização e Prefácio de Barbara Aniello

    Novo livro da colecção «Obras de Eduardo Lourenço» que a Gradiva tem vindo a editar em estreita colaboração com o autor. Desta feita, trata-se de textos inéditos, retirados das páginas diarísticas do ensaísta – um conjunto de reflexões «ocasionais» suscitadas pela audição de peças musicais, seja em salas de concertos, em casa ou durante as suas numerosas deslocações. Aqui, o filósofo revela a sua sensibilidade aos estados de alma dos trechos musicais e a sua imensa erudição, que torna possível o estabelecimento de relações surpreendentes entre as várias formas de expressão artística. Da pintura à literatura, são invocados contrapontos e analogias pertinentes e iluminadores da essência musical e da alma humana. A selecção dos apontamentos e sua organização estiveram a cargo da historiadora da arte e musicóloga Barbara Aniello. O livro inclui ainda um apêndice com textos já publicados em locais dispersos sobre a mesma temática.

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  • Saias de Elvira e Outros Ensaios, As

    Saias de Elvira e Outros Ensaios, As

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    As Saias de Elvira e Outros Ensaios de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2006, 145 págs. B.
    Obras Eduardo Lourenço

    «O enigma de Eros transcende o campo e o imaginário da chamada civilização ocidental. Mas só o triunfo do Cristianismo, na sua versão pauliniana e agustiniana, fez desse enigma uma leitura que condicionou a expressão e a prática dos nossos rituais éticos, sociais e eróticos, tornando-os consubstanciais à nossa versão de existência como drama de Salvação. Desde há dois mil anos que “as saias de Elvira” alimentam o “vaudeville” divino da nossa ficção dividida entre Eros e Cristo.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.