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  • Cenas da Vida Diplomática de Lawrence Durrell

    Cenas da Vida Diplomática

    Lawrence Durrell

    5,00 

    “Cenas da Vida Diplomática”, que Lawrence Durrell dedicou a Richard Aldington desta forma: “A Richard Aldington que me animou a escrever estas tolices”, e tem como já referimos Antrobus como herói, possui uma edição inglesa com magníficos “cartoons” dos diversos personagens e reunindo a totalidade dos contos publicados originalmente em “Stiff Upper Lip”, ” Esprit…

  • Algumas Distrações

    Algumas Distrações

    Francisco José Viegas

    2,50 

    Algumas Distrações de Francisco José Viegas. Edições Quasi. Vila Nova de Famalicão, 2007, 222 págs. B.

    O que escrevi aqui é matéria pessoa, quer se trate de política ou de religião, de literatura ou de futebol. São distrações em relação à «vidinha real», portanto, e podem ser coisas incoerentes, ineficazes, impopulares ou até injustas. Mas concordo com quase tudo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • As Representações Sociais do Repatriado de Miguel Brilhante

    Representações Sociais do Repatriado, As

    Miguel Brilhante

    10,00 

    As Representações Sociais do Repatriado de Miguel Brilhante. Edições Salamandra. Lisboa, 2000, 262 págs. B.

    Num domínio da sociedade portuguesa com uma quase inexistente produção de conhecimento sociológico na área da Exclusão Social dos Repatriados cidadãos emigrantes dos Açores, residentes nos Estados Unidos da América e no Canadá, expulsos para a sua terra natal por crimes cometidos no país de acolhimento, espera-se que este trabalho possa contribuir, de alguma forma, para o preenchimento desta lacuna. Por outro lado, o presente estudo poderá suscitar a emergência de múltiplas possibilidades de análise, tantas quantas as perguntas que se coloquem, e as quais possam não encontrar resposta ao longo das páginas que dão corpo à investigação realizada.

     

    Aqui analisa-se o Repatriado e, ao mesmo tempo, analisa-se a sua situação de exclusão na sociedade receptora. Estuda-se a sua representação social mas também se estuda as suas expectativas e projectos de vida. Neste sentido, descobrem-se os conteúdos das suas dificuldades num espaço social por ele desconhecido, visto que o deixou em criança bem como os seus referentes simbólicos, os sentidos das suas práticas sociais e os desejos de quem se encontra distante das suas redes de sociabilidade, que tornam possível compreender porque é que a realidade das suas vivências se compõe de realidades sociais tão diversas e, curiosamente, tão semelhantes.

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  • Bloom+Voss de Hans Georg Prager

    Blohm+Voss

    Hans Georg Prager

    10,00 

    Bloom+Voss: Ships and Machinery for the World de Hans Georg Prager. Koehlers Verlagsgesellschaft. Alemanha, 1977, 271 págs. E.

    This painting by Werner Anton shows what was known as the “original shipyard” of Blohm & Voss in 1881, founded by the engineers Hermann Blohm and Ernst Voss in 1877 on the green marshy island of Kuhwerder in the River Elbe. This island was amalgamated with Steinwerder at the turn of the century. The picture shows the barque FLORA ex NATIONAL (Construction No. 1), built for the firm’s own account but subsequently pur- chased by Martin Garlieb Amsinck. The same applies to the sail steamer ROSARIO (Construction No. 9, left in picture), which Amsinck acquired for the Hamburg-Süd company. In the fore- ground, Construction No. 2: the small paddle steamer ELBE, built for the Stade-Altländer Dampfschifffahrts- und Rhederei- Gesellschaft.

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  • This Beautiful City London de John Freeman e Sue Sharpe

    Beautiful City London, This

    John Freeman

    6,00 

    This Beautiful City London de John Freeman e Sue Sharpe.
    Bahamut Media. Inglaterra, 2012, 93 págs. E.

    London is one of the most exciting and cosmopolitan cities in the world. Visitors and residents alike appreciate its rich heritage, its fine architecture and amazing diversity of cultures. London’s most famous sights range from the historic Tower of London and the Changing of the Guard at Buckingham Palace to the everyday, like its black cabs and red double-decker buses.

     

    The City of London, defined by the boundaries of the old city wall, is now Britain’s financial heartland, where millions are traded on the stock exchange every day. Yet even here old traditions prevail. The Lord Mayor’s Show is a lavish, almost medieval ceremony, and some breweries still deliver beer by horse and dray.

     

    Perhaps a city is best typified by its inhabitants. London’s friendly policemen and the outrageous punks parading in the King’s Road are equally famous. Although a bowler hat is now a rare sight in the City, Beefeaters in traditional red and gold garb or black-gowned barristers scurrying across the lawns at Lincoln’s Inn Fields testify to the strength of London’s on-going traditions. Captured in the evocative photographs of John Freeman, this book presents a unique and fascinating view of a great city.

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  • Vice-Cônsul, O

    Vice-Cônsul, O

    Marguerite Duras

    6,00 

    O Vice-Cônsul de Marguerite Duras.
    DIFEL. Lisboa, 1984, 143 págs. B.

    “Ela caminha, escreve Peter Morgan”.

    Assim começa O Vice-Cônsul: com a inserção, no corpo desta história, de uma outra história – a da mendiga – que, através de uma aparente diferença e autonomia, esconde a função especular que as une.

    Na longa marcha que empreende entre Battambang – terra natal – e Calcutá – onde fica – a mendiga perde progressivamente toda a memória e identidade, tornando-se vacuidade pura, uma morta viva: “a morte numa vida em curso”.

    E de todo o seu passado perdido, esquecido, resta-lhe uma palavra – Battambang – e a melodia infantil que ela canta.

    Do mesmo modo na história que lhe serve de moldura Anne-Marie Stretter e o vice-cônsul de Lahore, executando percursos similares ao da mendiga, sofrem igualmente ao longo deles uma mesma perda de memória e de identidade.

    E, tal como a mendiga, do seu passado perdido, o vice-cônsul guardará apenas uma melodia que assobia: Indiana’s Song: e Anne-Marie Stretter a sua música de Veneza – terra natal -, que faz ouvir ao piano nas noites de Calcutá.

    🖊️ Dedicatória de oferta

     

  • Os Trovões do Antigamente de Rubem Braga

    Trovões do Antigamente, Os

    Rubem Braga

    6,00 

    Colecções Livros do Brasil, 88 Recolhem-se neste livro algumas das crónicas mais expressivas e significativas de Rubem Braga. Generosamente dispersas por jornais e revistas, elas têm originado diversos livros que lhes asseguram vida mais duradoura, como é seu direito. Os Trovões de Antigamente é, diga-mos assim, uma súmula de todos os seus livros de crónicas,…

  • Tombo no Inferno de Aquilino Ribeiro

    Tombo no Inferno

    Aquilino Ribeiro

    20,00 

    Desde que mestre Aquilino está publicando toda a sua obra, em edições revistas, por vezes com outro arrumo na composição de alguns volumes de contos, e ainda o renovo do trabalho frutuoso destes aventurados e pródigos anos da velhice, em que se contam porventura já dois ou três dos mais genuínos e vigorosos livros que…

  • Situação Demográfica e Perspectivas de Evolução Portugal, 1960-2000 de Manuela da Silva

    Situação Demográfica e Perspectivas de Evolução Portugal, 1960-2000

    Manuela da Silva

    6,00 

    O periodo de 1960-1987 é marcado por fortes alterações estrutorais no comportamento da situação demográfica nacional, destacando-se, nomeadamente, a dinâmica operada na mortalidade e na fecundidade, em simultâneo com o termo e o início de fenómenos migratórios importantes: a emigração externa, o regresso de emigrantes da Europa Ocidental e o retorno de portugueses das ex-colónias…

  • Revolta do Sangue de Francisco Costa

    Revolta do Sangue

    Francisco Costa

    8,00 

    Fiel à grande lição do romance naturalista, que trouxe para a ficção o preceito da lealdade à verdade, o autor sentiu de seu dever mostrar as realidades interio- restão esquecidas pelos realistas e neo-realistas portu- gueses precisamente porque tem a lealdade de não es- conder as realidades exteriores, por vezes bem feias e torpes.

  • Rápida a Sombra de Vergílio Ferreira

    Rápida a Sombra

    Vergílio Ferreira

    15,00 

    Rápida a Sombra de Vergílio Ferreira.
    Arcádia. Lisboa, 1974, 274 págs. E.

    «Vergílio Ferreira assume neste romance os valores e as contradições fundamentais da sua obra anterior; mas este permite-lhe, na compreensão dum fim reconhecido, uma possibilidade de abertura, talvez apenas entrevista, para lá da hipótese dirigista do narrador que, pela primeira vez, pode dar conta de uma aceitação (nunca serena, sublinhe-se) dos caminhos dos outros.» Maria Alzira Seixo, Colóquio/Letras «Bem definido o percurso do seu [caminho], que, do ponto de vista literário, é dos mais firmes que se têm prosseguido entre nós. Como de há muito se sabe.» Maria Alzira Seixo, Colóquio/Letras

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Pontes da Noite

    Pontes da Noite

    Manuel Fangueiro

    10,00 

    Pontes da Noite de Manuel Fangueiro.
    Grafisintra. Sintra, 1990, 258 págs. B.

    «Acontecimentos e pessoas reais, a montante desse rio frio da memória que desliza no embalsamar dos anos, sob pontes destruídas ao longo duma grande noite.

     

    Rio cada vez mais nítido, agora, sem a neblina das margens onde os tramos mutilados apontam à luz da manhã numa per- manente acusação».

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

    Rio cada vez mais nítido, agora, sem a neblina das margens onde os tramos mutilados apontam à luz da manhã numa permanente acusação».

  • Novíssimos Putos de Altino do Tojal

    Novíssimos Putos

    Altino do Tojal

    10,00 

    Novíssimos Putos de Altino do Tojal.
    Guimarães & Cª Editores. Lisboa, 1984, 158 págs. B.

    Neste terceiro volume de OS PUTOS, deparamos com um punhado de contos em que a heroína continua a ser a criança, mesmo quando não está presente. A última narrativa, «Cruzeiro no Nilo», é um afresco de casos humanos que se desdobra ao longo de uma viagem de poucos dias pelas ruínas milenárias do Egipto. Conduzido pela mão de Altino do Tojal, o leitor acompanha um grupo de turistas mais ou menos estranhos entre si, que rapidamente vão tecendo situações de conflito. Também de ternura e desencanto. O desencanto de uma excursionista, Sancha Vasconcelos, ao desabafar: «O mal das viagens é esse: quando começamos a dar-nos com as pessoas, quando começamos a descobrir afinidades, quando começam a criar-se laços, pronto, acabou-se o passeio. Trocam-se endereços, trocam-se números telefónicos, há promessas de contactos, muitos beijos e abraços, mas cada um pega nas suas malas e fica tudo em zero.»

    📕 1ª Edição
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados

  • Noite e a Fuga de Joseia Matos Mira

    Noite e a Fuga, A

    Joseia Matos Mira

    6,00 

    A Noite e a Fuga de Joseia Matos Mira.
    Edições Colibri. Lisboa, 2000, 156 págs. B.

    «O homem saltou lesto do comboio, que logo arranca fumegante como monstro que na sua lentidão procura escapar a um inimigo mais poderoso. O homem relanceou o olhar e viu a minúscula estação e os campos desertos de plantas e árvores; uma leve neblina parecia desprender-se do solo ameaçando adensar-se e já envolvia tudo de inesperada brancura; avançava a custo o homem, porque o Sol não raiava e o nevoeiro era cada vez mais profundo. Cego, tacteando com os pés à procura de terra firme. Um vulto aproximou-se e sofrendo da mesma cegueira vem ao encontro dele. Assim pertinho, era uma mulher, toda de negro vestida. Estava ali, corpo contra corpo quase, bem lhe via os olhos esbraseando como lumes, a idade não conseguia nem discerni-la. «Estranho», disse, «você parece não ter substância», disse-o ela ou ele talvez, ou seria só um pensamento que pairando o homem captou. E a voz dela fez ouvir-se na compacta brancura: «Onde fica a Aldeia das Pedras?» O homem arregalou o olhar. E mirando o vulto que de mulher flutuante parecia, pálida como a Lua, inquiriu numa voz que vibrava naquela atmosfera irreal, quase fantástica: «Onde fica a Aldeia das Pedras?» «Se você também procura siga-me, sou exímia a descobrir caminhos e sempre encontro o que procuro.» «Sendo assim, sigo-a.» E a convicção confirmava-se na voz dele. O vulto flutuante avançou-se-lhe, ele seguiu-o arrastando com os pés calçados de fortes botas as pedras que lhe obstruíam o caminho. Como num sonho, a mulher continuava um pouco à frente, leve, sem substância, o vestido longo e negro mal tocando o solo. Depois de uns minutos de silêncio ela virou-se e perguntou. O homem sentiu um arrepio, ao deparar com aquele rosto espectral.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Lourenço Marques de Francisco José Viegas

    Lourenço Marques

    Francisco José Viegas

    7,50 

    Esta é a história de um homem que sonhava com Lourenço Marques. Não com a Lourenço Marques colonial e militar – apenas com «a cidade das acácias, a pérola do Índico», a cidade onde amou pela primeira vez. Vinte e sete anos depois de ter saído de Moçambique, ele regressa para procurar uma mulher, Maria de Lurdes (aliásSara): de Maputo a Pemba e a Nampula, da Ilha de Moçambique ao Lago Niassa, essa busca transforma- se num discurso iniciático sobre a nostalgia de África, o encontro com Deus, a felicidade, a aceitação, o arrependimento, o amor que se perde e a vida que não se viveu. Ao longo dessa viagem encontra Domingos Assor, um polícia que investiga o assassinato de Gustavo Madane, um ex-combatente nacionalista caído em desgraça – e que tem visões, durante as quais pensa ser um «rabino negro e perguntador», que confunde o monte sagrado dos macuas, o Namuli, com o Sinai do deserto egípcio. Ouve as palavras do xehe da mesquita da Ilha de Moçambique, que lhe recita, de trás para a frente, os versículos do Corão. É tratado pelo último médico branco de Lichinga, no Niassa, que ali aguarda a chegada da morte depois de ter sido abandonado pela mulher e de saber que tem cancro. E recorda a Lourenço Marques dos anos setenta como a metáfora dessa vida interrompida pela guerra e pela felicidade dos outros.

    Uma história inquietante e perturbadora sobre a memória portuguesa de África, longe da guerra e dos complexos de culpa coloniais.

  • Labirinto de Panos Karnezis

    Labirinto

    Panos Karnezis

    7,00 

    Labirinto de Panos Karnezis.
    Cavalo de Ferro Editores. Lisboa, 2005, 313 págs. B.

    Anatólia, 1922. Uma pequena cidade, tem escapado incólume à guerra que dura há anos, os seus habitantes tentam sobreviver o melhor que podem. Uma brigada grega perdeu-se no meio da guerra. É perseguida pelo exército turco que procura vingar três anos de ocupação. A sua única esperança é que o velho brigadeiro Nestor, cuja paixão pela mitologia clássica só é igualada pelo vício em morfina, consiga fazê-los chegar ao mediterrâneo sem se cruzarem com o inimigo. Pelo meio há um agitador comunista que apela à deserção, um capelão sem fé nos seus fiéis e um aviador louco… A brigada chega um dia à pequena cidade. Depois disso nada será jamais como de antes…

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.