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  • Kifófo Hombo: Cabra-Cega

    Kifófo Hombo: Cabra-Cega

    Francisco Martins da Silva

    7,00 

    Kifófo Hombo: Cabra-Cega de Francisco Martins da Silva.
    Edições Colibri. Lisboa, 2011, 224 págs. B.

    «– Estás a morar onde? – No bairro do Ferrovia, onde trabalha uma amiga da minha mãe, em casa de um sôringénhéro de lá. Mas, o meu tio Miro e o meu primo Mingas vêm me buscare, hoje de noite. – Vêm buscar-te? Vais sair com eles à noite? – Vão me levare lá na base deles no Mosangoo. – Base? O que é isso? É como a base dum triângulo, que a gente multiplica pela altura e divide por dois, para saber a… – Que triângulo, Xandee? Eh-eh-eh, tão matumbo, eheheh. Deixa… Diz na Dona Armanda que eu… que eu lh’agradeçoo. – o olhar frio hesitou, desviou-se por um instante e humedeceu-se um pouco. O pequeno Alexandre sentiu os olhos encherem-se repentinamente de lágrimas. Um sobressalto agudo fez-lhe disparar o coração que ecoou dentro da cabeça. Concentrou-se no pacotinho de ginguba, levando à boca, rápida e mecanicamente, as sementes envoltas em açúcar.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fim dos Tempos

    Fim dos Tempos

    Stephen Jay Gould

    7,00 

    Fim dos Tempos de Stephen Jay Gould.
    Terramar Editores. Lisboa, 1999, 298 págs. B.

    Que pensar da coincidência entre o aumento dos perigos planetários e a aproximação do ano 2000? Como é que o Ocidente cristão tem enfrentado, ao longo dos tempos, o repetido anúncio do fim do mundo? De que maneira é que as diferentes religiões encaram esse fim? Que é que a ciência e a filosofia dizem acerca do tempo, do fim do tempo e do fim dos tempos? E quando, a toda a hora, já se fala no novo milénio, será bom sabermos por que razão é que ele só vai começar no dia 1 de Janeiro de 2001!

    Quatro grandes testemunhas das nossas aflições contemporâneas analisam aquí as diversas significações – religiosas e profanas – da ideia de fim dos tempos. E reflectem – com sabedoria, humor e lucidez – sobre os desafios que nos lança já o próximo milénio.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Filhas Rebeldes

    Filhas Rebeldes

    Manju Kapur

    6,00 

    Filhas Rebeldes de Manju Kapur.
    Editorial Presença. Lisboa, 2005, 295 págs. B.

    Só muito raramente nos é dado apreciar nas páginas de um primeiro romance a mesma luminosidade e o mesmo fulgor da escrita que Manju Kapur nos oferece em “Filhas Rebeldes”, a obra que assinala a sua estreia literária. O halo poético que envolve a narrativa contrasta de forma agreste com o cenário sangrento e trágico em que ele se desenrola – O Punjab da década de 40 do último século, em plena época do movimento pela Independência e da Partição. A Índia está plenamente empenhada na luta pela liberdade e pela autonomia em relação ao domínio britânico é uma, é uma nação em busca da sua própria identidade. Virmati é uma jovem do Punjab que, à semelhança do seu próprio país, trava a mesma luta – pela emancipação relativamente a uma família tradicional e austera que não consegue imaginar outro futuro para a sua filha mais velha que não seja um casamento vantajoso. Mas Virmati aspira a uma vida livre, e rebela-se contra o seu destino. Apaixona-se ilicitamente por um homem casado, decide viver esse amor e condena, assim, toda a sua família à vergonha pública. O que Kapur nos traça neste livro belíssimo é o retrato poderoso e enternecedor de um país e de uma mulher à procura do seu lugar no mundo, e das vicissitudes e sofrimentos que acompanham, inevitavelmente, o grito pela liberdade.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Dívida de Sangue

    Dívida de Sangue

    Charlaine Harris

    6,00 

    Dívida de Sangue de Charlaine Harris.
    Edições Saída de Emergência. Parede, 2009, 253 págs. B.

    Sookie Stackhouse está numa maré de azar: primeiro o seu colega de trabalho é morto e ninguém se parece preocupar; depois, é atacada por uma criatura que a infecta com um veneno doloroso e mortal. Tudo se complica quando Bill nada consegue fazer e pede a ajuda de Eric para lhe salvar a vida. A questão é que agora ela está em dívida para com Eric – um vampiro deslumbrante mas tão belo quanto perigoso. E quando ele lhe pede um favor em troca, ela tem que aceder.

    De repente, Sookie está em Dallas a usar os seus poderes telepáticos para encontrar um vampiro. A sua condição é que os humanos não devem ser magoados. Mas a promessa de os vampiros se manterem na ordem é mais fácil de dizer do que de cumprir. Basta uma bela rapariga e um pequeno deslize para que tudo comece a correr mal…

    Entretanto, também Eric tem os seus próprios segredos…

    📝 Assinatura de posse.

  • Deus na Cidade

    Deus na Cidade

    António Rego

    7,00 

    Deus na Cidade de António Rego.
    Paulus Editora. Apelação, 2003, 287 págs. B.

    Por vezes Deus parece um ponto minúsculo no horizonte, como um barco que se afastou do cais. O Pe. António Rêgo, conhecido por muitos, reflecte sobre a presença de Deus nos lugares mais inóspitos. Mesmo quando tudo parece correr mal, Ele nunca nos abandona

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  • Crise do Estado Providência, A

    Crise do Estado Providência, A

    Pierre Rosanvallon

    7,00 

    A Crise do Estado Providência de Pierre Rosanvallon.
    Editorial Inquérito. Lisboa, s.d., 144 págs. B.

    O Estado-Providência sofre de uma crise profunda. Se continuassem a aumentar ao ritmo actual, as despesas com a saúde absorveriam, dentro de trinta anos, a quase totalidade dos recursos disponíveis. A progressão regular dos descontos obrigatórios (impostos e cotizações sociais) põe em perigo a competitividade das empresas e o dinamismo da economia.

    Mas, mais ainda do que económica, a crise do Estado-Providência é social e cultural: é sintoma disso a segmentação da sociedade em interesses corporativistas, a qual constitui ao mesmo tempo o principal obstáculo no caminho da mudança.

    Somos assim chamados a recuperar o «atraso» (real, em certos domínios da protecção sanitária, nomeadamente) em relação às sociais-democracias, precisamente na altura em que os seus fundamentos vacilam por toda a parte.

    Como superar esta situação? No presente ensaio, Pierre Rosanvallon, economista e professor na Escola de Altos Estudos de Paris, traça perspectivas de saída, dando o seu contributo para a definição de um novo espaço pós-social-democrata. Rosanvallon propõe a substituição da lógica clássica da estatização do social pela tripla dinâmica da socialização, da descentralização e da automatização.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Vegetais Maravilhosos

    Vegetais Maravilhosos

    António de Oliveira Matos

    5,00 

    Vegetais Maravilhosos de António de Oliveira Matos.
    Edições Cosmos. Lisboa, 1944, 127 págs. B.

    Biblioteca Cosmos, 59

    1ª Secção – Ciências e Técnicas – Nº: 28

    Ciências Biológicas

     

    Distribuição geográfico das plantas; Plantas lactíferas e alimentares; Plantas industriais; Vegetais venenosos; Os misteérios de fecundação; O sono das plantas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Trilhos de uma Vida de Rui Marcelin

    Trilhos de uma Vida

    Rui Marcelino

    5,00 

    Envolto em chamas, logo após o acidente, não tivera tempo para ver nada, senão o rio, que se apresentara ali mesmo, à sua frente, oferecendo-se para o salvar. Ter-se-iam também salvo, os outros? Lembrou, depois, com nostalgia, o tesouro que perdera, talvez para sempre… A verdadeira conquista está no cérebro e não no olhar, que…

  • Romeu e Julieta de William Shakespeare

    Romeu e Julieta

    William Shakespeare

    2,50 

    Romeu e Julieta já não são apenas os nomes dos protagonistas da peça shakespeariana, mas identificam ícones intemporais do amor romântico, tornando se sinónimos de jovens apaixonados, universalmente reconhecidos e glosados.

  • Retalhos da Vida de um Médico de Fernando Namo

    Retalhos da Vida de um Médico

    Fernando Namora

    5,00 

    Retalhos da Vida de um Médico de Fernando Namora.
    Círculo de Leitores. Amadora, 1977, 254 págs. B.

    Retalhos da Vida de Um Médico é um conjunto de crónicas fundamentalmente acerca da vivência de Fernando Namora na sua atividade profissional enquanto médico de província.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pierrette de Honore de Balzac

    Pierrette

    Honore de Balzac

    4,00 

    Unibolso, 116 Balzac, o demiurgo, o grande criador, o mágico capaz de animar figuras e figuras, em que palpita, intensamente, toda a tragédia humana, Balzac, um dos maiores romancistas de todos os tempos, atingiu, com «Pierrette», um dos pontos mais altos da sua obra. E, diga-se de passagem, trata-se de um dos seus livros mais…

  • Uma Noite na Toca do Lobo de Tomaz de Figueiredo

    Noite na Toca do Lobo, Uma

    Tomaz de Figueiredo

    3,00 

    Uma Noite na Toca do Lobo de Tomaz de Figueiredo. Editorial Verbo. Lisboa, s.d., 184 págs. B.

    Uma Noite na Toca do Lobo é uma evocação do passado, de um serão de familia. Num estilo inconfundível, com um humor não menos pessoal, é no ambiente da infância do autor, numa quinta do Alto Minho, que esta obra mergulha as suas mais fundas raízes.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Homem Invisível de H. G. Wells

    Homem Invisível, O

    H. G. Wells

    3,00 

    Em O Homem Invisível, H. G. Wells narra a transformação de um homem até a um estado de brutalidade, causado pelo seu fascínio pela ciência. Griffin — um homem com o rosto coberto por ligaduras, olhos ocultos por detrás de uns óculos escuros e mãos cobertas — é o novo hóspede em The Coach and…

  • História do Teatro Italiano

    História do Teatro Italiano

    Gino Saviotti

    5,00 

    História do Teatro Italiano de Gino Saviotti.
    Edições Cosmos. Lisboa, 1944, 192 págs. B.

    Biblioteca Cosmos 64-65
    2ª Secção – Artes e Letras – Nº: 11/12
    Teatro

    Desde a «lauda representativa» (séc. XIII) à «fábula mitológica» (séc. XV); O teatro clássico no séc. XVI; O «drama pastoril» (séc. XVI); A «commedia dell’arte» (séc. XVII e XVIII); Desde o melodrama e a técnica teatral (séc. XVIII) ao teatro romântico; O teatro contemporâneo.

    📖 Exemplar por abrir

  • O Espião de Máximo Gorki

    Espião, O

    Máximo Gorki

    4,00 

    Colecção Unibolso, 76 Gorky começou a escrever esta obra em 1907, menos de dois anos depois da mal sucedida rebelião armada no Domingo Sangrento russo, na qual tinha estado intimamente envolvido. Frágil, maltratado e órfão, Yevsey Kimkov rasteja pela vegetação rasteira da vida; a sua inteligência permanece atenta, mas a sua vontade é intimidada e…

  • Ema de Jane Austen

    Ema

    Jane Austen

    5,00 

    «O romance conta a jornada de uma jovem de vinte anos para o autoconhecimento e maturidade intelectual e sentimental, através de discussões instrutivas, da (circunscrita) variedade das relações pessoais e experiências vividas.»