« Deux siècles de révolte, métaphysique ou historique, s’offrent justement à notre réflexion. Un historien, seul, pourrait prétendre à exposer en détail les doctrines et les mouvements qui s’y succèdent. Du moins, il doit être possible d’y chercher un fil conducteur. Les pages qui suivent proposent seulement quelques repères historiques et une hypothèse de lecture….
« Goetz : Je prendrai la ville. Catherine : Mais pourquoi ? Goetz : Parce que c’est mal. Catherine : Et pourquoi faire le Mal ? Goetz : Parce que le Bien est déjà fait. Catherine : Qui l’a fait ? Goetz : Dieu le Père. Moi, j’invente. »
“Et quel beau livre! Quelle somme! En le feuilletant on se souvient, on se reproche aussi d’avoir oublié des poètes. Il en faut tant pour dire toute la poésie. Choisir dans ses préférences c’est s’installer dans une ingratitude. Vous nous rappelez à la conscience des justices littéraires. Votre anthologie devrait être dans toutes les écoles..”…
L’Empire des signes est un récit de voyage de Roland Barthes publié en 1970, dans lequel l’auteur mélange le genre de la littérature des voyages et le discours scientifique avec des textes théoriques illustrés d’images du Japon, de la ville de Tokyo et de Japonaises.
C’est trop peu de dire que nous vivons dans un monde de symboles, un monde de symboles vit en nous. De la psychanalyse à l’anthropologie, de la critique d’art à la publicité et à la propagande idéologique ou politique, sciences, arts et techniques essaient de plus en plus aujourd’hui de décrypter ce langage des symboles,…
Un essai fondateur, qui décrypte les mythes de la vie quotidienne Au travers de la DS, du bifteck-frites, du strip-tease ou du plastique, les Mythologies ne sont pas seulement un formidable portrait d’une France entrant, avec les années 50, dans la culture de masse moderne, elles sont aussi l’invention d’une nouvelle critique de l’idéologie :…
« C’est parce qu’il n’y a pas de pensée sans langage que la Forme est la première et la dernière instance de la responsabilité littéraire, et c’est parce que la société n’est pas réconciliée que le langage institue pour l’écrivain une condition déchirée. » Roland Barthes
Une anthologie originale qui rassemble, en vers, en prose et en chansons, les plus précieux et les plus vivants trésors de la poésie française, des origines à 1940.
POESIA E ALGUMA PROSA DE MÁRIO SAA Imprensa Nacional-Casa da Moeda. Lisboa, 2006. 389 págs. B.
Antologia da obra poética [e de alguma prosa] de Mário Saa (1893-1971), figura singular do modernismo português que conviveu com Pessoa, Almada, Raul Leal e José Pacheco, colaborou na Presâença e em publicações como Contemporânea e Athena, mas nunca publicou qualquer volume de poemas em vida. Esta edição, preparada pela INCM, colmata essa lacuna, reunindo textos dispersos em publicações periódicas e um conjunto de inéditos.
────────────────── Características do Exemplar ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Peso: 660g
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Ora é sob o duplo ponto de vista artístico e humano que vamos considerar a obra de Carlos Queiroz, esforçando-nos por determinar até que ponto ele se realizou. Claro que o nosso objectivo não é primacialmente o de uma classificação dos factos estéticos e dos fenómenos que granjearam para a poesia do «Desaparecido uma já apreciável, se bem que diminuta, audiência. No entanto, sendo essa poesia um instrumento de fuga à realidade e, ao mesmo tempo, de identificação com ela; um torvelinho de imagens em que rodopia todo o inconforme dramatismo do homem e do esteta, forçoso nos é aliar à interpretação dessa mesma poesia, de inalienável conteúdo humano, a forma em que se extravasou, de modo a podermos chegar a uma conclusão aceitável ou, pelo menos, plausível, na qual os laços entre o objectivo e o subjectivo nos dêem uma imagem, tanto quanto possível fiel, do mundo em que o poeta gravitou.
POESIA DE ANTÓNIO MARIA LISBOA Guimarães Editores. Lisboa, 1962. 70 págs. B.
🗂️ Colecção: Poesia e Verdade | 2
🗂️ Selecção de Mário Cesariny de Vasconcelos
Primeira edição desta selecção da poesia de António Maria Lisboa (1928-1953), organizada por Mário Cesariny de Vasconcelos. António Maria Lisboa, poeta surrealista que morreu com 25 anos de tuberculose, é uma das figuras centrais do surrealismo português, preferindo definir-se como “metacientista” antes que surrealista. A maior parte dos seus manuscritos foi destruída pela família após a morte, tornando esta edição um testemunho irresuãtituível da sua obra.
────────────────── Características do Exemplar 📝 Exemplar com assinatura de posse de anterior proprietário. Sem outras marcas.
Peso: 190g
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POESIA (QUASE TODA E ATÉ AGORA) DE JOSÉ FERNANDES FAFE Imprensa Nacional-Casa da Moeda. Lisboa, 1987. 140 págs. B.
Antologia da obra poética de José Fernandes Fafe, com o título modestamente relativo que o próprio autor expóe: “quase toda” porque excluí os poemas de “Venusi que” (1967), e “até agora” porque pode ainda vir a escrever. O volume não esgota a produção do autor, dispersa por jornais e revistas, mas recolhe o essencial de uma obra que oscila entre a reflexão política, os vislumbres filosóficos e o memorialismo.
────────────────── Características do Exemplar ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Peso: 255g
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Poemas Portugueses de Charles Tomlinson. Relógio d’ Água. Lisboa, 1996, 43 págs. B.
É claro que não é apenas o granito do noroeste peninsular que me atrai a Portugal. Entre demolições e desenvolvimento indiferente, celebro num poema como “Rua do Carriçal” uma rua do Porto que, apertada entre vias de grande tráfego, de algum modo sustenta um sentido de continuidade, com algo do passado nos seus velho muros, e num particular quintal, que é suficiente para dar a um poeta um significado próprio. Se me retorquirem que muitas das coisas que admiro em Portugal pertencem cada vez mais ao seu passado, apenas posso responder que se o passado deixar de pertencer ao presente, se for deitado fora numa qualquer febre de desenvolvimento, então o presente tornar-se-á numa estéril terra devastada.»
POEMAS LIVRES DE ANTÓNIO MANUEL LOPES DIAS [ET AL.] Tipografia do Carvalhido. Porto, 1963. 81 págs. B.
Publicação colectiva da geração coimbrã universitária de 1962-1963, financiada de forma autónoma e organizada à mesa de um café de Coimbra. “Os Poemas Livres” inserem-se no movimento neo-realista e reflectem a inquietação de uma juventude marcada pela ausência de liberdade, de associação e de expressão, e pelo eclodir da guerra colonial em Angola em 1961. Entre os autores encontram-se nomes que viriam a ter presença significativa na literatura portuguesa pós-25 de Abril.
────────────────── Características do Exemplar 📝 Exemplar com assinatura de posse de anterior proprietário. Sem outras marcas.
Peso: 155g
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Em boa verdade, o que temos em Rilke corresponde fundamentalmente a uma compreensão de que na arte moderna o essencial não tem a ver com a produção de objectos estéticos enquanto objectos ou com a produção de imagens capazes de se bastar a si mesmas ou capazes de esboçar um mundo “alternativo” (que seria sempre…
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