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  • Noções Elementares de Estylistica de Arsénio Augusto Torres de Mascarenhas

    Noções Elementares de Estylistica

    Arsénio Augusto Torres de Mascarenhas

    8,00 

    Noções Elementares de Estylistica de Arsénio Augusto Torres de Mascarenhas.
    Ferreira Machado & Cª Editores. Lisboa, 1887, 101 págs. E.

    Ao darmos a publico este livrinho elementar, tivemos em vista proporcionar aos que ensinão e aos que aprendem, um auxiliar para a explicação de alguns pontos do programma da lingoa portugueza do 2.º anno dos lyceos.

    É corrente, que a falta de livros adaptados aos programmas officiaes se torna tanto mais sensivel, quanto menor é o desenvolvimento intellectual e grau de illustração dos alumnos.

    📝 Assinatura de posse.
    Capa desgatada. Pequeno desenho na folha de rosto.

  • Morte no Nilo de Agatha Christie

    Morte no Nilo

    Agatha Christie

    3,00 

    Este volume inclui dois romances de Poirot, tendo ambos por cenário o ambiente escaldante do Médio Oriente.


    Morte no Nilo (O Barco da Morte) foi recentemente transposto para o cinema, sendo a figura de Poirot representada por Peter Ustinov. Trata-se da investigação de um crime cometido num «ciclo fechado»: um pequeno vapor que sobe o Rio Nilo, no Egipto.


    Assassínio na Mesopotamia é uma obra, inserta no mesmo «ciclo fechado», desta vez circunscrito a uma casa no Iraque, onde está instalada uma expedição de arqueólogos.


    O crime é aparentemente inexplicável e o assassino forjou o mais hábil álibi de toda a concepção «christiana»

  • As Minhas Aventuras na República Portuguesa de Miguel Esteves Cardoso

    Minhas Aventuras na República Portuguesa, As

    Miguel Esteves Cardoso

    7,00 

    As Minhas Aventuras na República Portuguesa de Miguel Esteves Cardoso.
    Assírio & Alvim. Lisboa, 1990, 272 págs. B.

    Miguel Esteves Cardoso reúne um conjunto de aventuras observadas por si, adicionando, peneirando, mexendo e acrescentando, como lhe é característico, pitadas de sal e pimenta. O resultado é delicioso, ou antes, “uma série de começos contrariados”, como o próprio afirma no prefácio.Neste livro encontramos duas personalidades distintas: o autor enquanto escritor e o autor enquanto observador, com experiências distintas, mas complementares, originando crónicas em que a irreverência e a ironia, mas também a profundidade e o sentimento, são constantes.O livro descreve o simples, mas complexo quotidiano: “É como no amor. A manutenção do amor exige um cuidado maior. Qualquer palerma se apaixona, mas é preciso paciência para fazer perdurar uma paixão. O esforço de se fazer continuar no tempo coisas que se julgam boas” sejam amores ou tradições, monumentos ou amizades “é o que distingue os seres humanos”.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📕 1ª Edição.

  • Mestres Cantores de Nuremberga de Richard Wagner

    Mestres Cantores de Nuremberga

    Richard Wagner

    5,00 

    Mestres Cantores de Nuremberga de Richard Wagner.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1984, 241 págs. B.

    Foi por volta de 1845 que Richard Wagner pensou em escrever uma ópera cómica que fosse uma espécie de réplica a “Tanhäuser” – mas esse seu projecto só iria tomar forma passados mais de 20 anos, sendo apresentado pela primeira vez em público em Munique no dia 21 de Junho de 1868. Estamos a falar de “Os Mestres Cantores de Nuremberga”.

    Foram diversos os textos em que Wagner se baseou para escrever esta sua obra, entre eles a “História da Literatura Alemã” de Georg Gottfried Gervinius, um capítulo duma crónica nuremberguiana onde se fala da “arte mui graciosa dos Mestres Cantores”, um poema de Goethe “sobre a missão poética de Hans Sachs”, uma comédia de Deinhardstein e um conto de Hoffmann intitulado “Mestre Martin, o Latoeiro, e os seus Companheiros”.

    Wagner terminou o texto de “Os Mestres Cantores” em Janeiro de 1862. Em Março iniciou a escrita da música, que terminaria em Outubro. A ideia inicial duma réplica cómica a “Tanhäuser” acabou por esbater-se com o passar dos anos – se bem que ainda possam ser encontradas algumas semelhanças, como um cantor de génio confrontado com tradições bafientas, a jovem dada como prémio no concurso de canto, a figura paternal dum mecenas, ou ainda o velho artista amado e venerado, simbolizado, nos “Mestres Cantores”, por Hans Sachs.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Memórias de uma Gueixa de Arthur Golden

    Memórias de uma Gueixa

    Arthur Golden

    6,00 

    Quioto, anos 30. Sayuri tem olhos cor de espelho e é uma das mais famosas gueixas do Japão. Acompanha cidadãos japoneses abastados, enverga deslumbrantes quimonos de seda mas tem de pagar pela sua própria liberdade até conhecer um danna que a sustente e pague todas as suas despesas. Na sua vida, tal como na de todas as gueixas, não há lugar para o amor, mas Sayuri apaixona-se… Um romance ímpar e contagiante que demorou dez anos a escrever.

  • José Veríssimo, Crítica

    José Veríssimo, Crítica

    Olívio Montenegro

    3,00 

    A qualidade de ver e opinar por si mesmo foi sempre uma das mais constantes em José Veríssimo. Por isto, num tempo em que o Os Sertões, de Euclides da Cunha, só parecia ofuscar o senso crítico dos melhores julgadores, admira-se ainda hoje o imperturbável senso de José Veríssimo destacando com perfeita imparcialidade o que realmente havia de novo e forte no Os Sertões, de audaciosamente original e vivo, mas também o que nesse grande livro havia de enfático e exaustivo, o que nêle era fácil descobrir de “falta de simplicidade”, dessa simplicidade, êle diz, “que não exclui a fôrça, a eloqüência, a comoção, e constitui a principal virtude de qualquer estilo”.

  • Inquisição de Évora de António Borges Coelho

    Inquisição de Évora

    António Borges Coelho

    15,00 

    Erguido o edifício quantitativo, completámos a sua interpretação com informações recolhidas na leitura de cerca de um milhar de processos das três Inquisições do reino, em que se incluíram todos os processos dos condenados à fogueira em Évora; cerca de 15000 páginas manuscritas (todas as páginas) dos 15 Cadernos do Promotor da Inquisição de Évora; livros de denúncias e de contas; livros, regimentos, cartas, repertórios, relatórios do Conselho Geral (…)”, etc. Obra exaustiva e da maior importância para o conhecimento das mentalidades e forças do poder estabelecidos na época, em particular na cidade de Évora, um dos mais importantes centros cultuaris e artísticos do Reino.

  • Iniciação ao Aquário de Água Salgada

    Iniciação ao Aquário de Água Salgada

    Craig S. Barker

    5,00 

    Iniciação ao Aquário de Água Salgada de Craig S. Barker.
    Editorial Presença. Lisboa, 1980, 105 págs. B.

    A manutenção do aquário de água salgada é um passatempo muito agradável e gratificante, mas requer cuidados especiais. Os aquariofilistas têm agora ao seu dispor este guia que foi concebido tendo em conta todos os aspectos fundamentais da organização do aquário e da manutenção das espécies que abriga. Salienta-se a qualidade das ilustrações que permitem identificar quase todas as espécies que se encontram no mercado.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Imperativo Humano, O

    Imperativo Humano, O

    Alexander Alland

    5,00 

    Imperativo Humano de Alexander Alland.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1982, 152 págs. B.

    Nos últimos anos, diversas teorias mais ou menos científicas têm pretendido demonstrar que as características do comportamento social humano são, ainda que em grau variável, geneticamente predeterminadas (ver, por exemplo, Uma Introdução à Sociobiologia, de Yves Christen, livro publicado nesta mesma colecção).

    Em O Imperativo Humano, pelo contrário, o antropólogo americano Alexander Alland Jr. assinala os limites de tais teorias e, respondendo a autores como Lorenz, Ardrey e Desmond Morris, afirma a supremacia do Homem e da Cultura face a um estrito determinismo biológico.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Freaknomics

    Freaknomics

    Steven D. Levitt

    7,00 

    Freaknomics de Steven D. Levitt.
    Editorial Presença. Lisboa, 2006, 262 págs. B.

    Steven Levitt salienta-se no panorama das ciências económicas norte-americanas como uma das mentes mais brilhantes, objectivas e inovadoras da actualidade. O reconhecimento público é unânime e tem-se manifestado de diversas formas – pela atribuição de distinções tão prestigiantes quanto o Prémio da Academia Americana de Economia para investigadores com menos de quarenta anos ou o Quill Award, pelas palavras expressivamente elogiosas de nomes destacados do mundo da economia, ou ainda, pelo estrondoso sucesso de que o presente livro foi alvo nos Estados Unidos e que promete repetir-se na Europa. Na verdade, “Freakonomics” é uma obra oportuna, uma lufada de ar fresco numa conjuntura mundial que peca por um conhecimento demasiadamente convencional, na maioria das vezes inquestionado, baseado numa fé que não se interroga sobre as causas profundas das coisas e que receia ser intelectualmente desafiadora. Ora é justamente neste sentido que Levitt nos presta uma preciosa ajuda, ao revelar-nos, por meio de uma consideração dos factos aberta, inteligente e rigorosa, como, malgrado toda a desordem e complexidade que obscurecem as motivações subjacentes à teia económica, é ainda assim possível aceder a um conhecimento efectivo e claro das reais motivações que impulsionam a roda da economia e da sociedade actuais. Levitt analisa dados estatísticos aparentemente inofensivos e, equacionando questões simples nunca antes enunciadas, retira conclusões surpreendentes que vêm revolucionar as nossas convicções, desafiando-nos a mudar a forma como vemos o mundo que nos rodeia. Eis “um livro politicamente incorrecto… no melhor sentido.” Steven D. Levitt é formado em Economia pela Universidade de Harvard. É professor na Universidade de Chicago. Stephen J. Dubner é colaborador regular do New York Times e do The New Yorker.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fora para Dentro, De

    Fora para Dentro, De

    Anibal Fernandes

    25,00 

    Fora para Dentro de Anibal Fernandes [Org.].
    Edições Afrodite. Lisboa, 1973, 430 págs. B.

    Obra com imagens de D. Affonso I, Nun´álvares, Infante D. Henrique, Marquês de Pombal, Afonso Costa, Cardeal Cerejeira, Salazar e Marcelo Caetano.

    Antologiados: André Mandiargues, Blaise Cendrars, byron, D.A.F. de Sade, François de Chateaubriand, Jean Giraudoux, Jules Supervielle, Jules Verne, Miguel de Cervantes, Miguel de Unamuno, Paul Morand, Philippe Soupault, Reynaldo Arenas, Saint-Exupéry, Sedar Senghor, Simone de Beauvoir, Thomas Mann, Thomas Owen, William Beckford, Valéry Larbaud, Vercors, Voltaire

    Autores de Apartes: Alberto Candeias, André Bay, André Maurois, Aquilino Ribeiro, Armand Guilbert, Boyd Alexander, Byron, Domingos Monteiro, Casanova, Chamfort, Charles Baudelaire, Donatien-Alphonse-François de Sade, Erich Maria Remarque, fFolclore de Trinidad, Georg Christoph Lichtenberg, Hans Christian Andersen, Henry Miller, Jean-Pierre Giraudoux, José Rodrigues Miguéis, Link, Robert Desnos, Roger Vailland, Simone de Beauvoir, William Saroyan, Victor-Henry Debidour, Vitorino Nemésio, Voltaire.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fedro de Platão

    Fedro

    Platão

    7,00 

    Fedro de Platão. Galeria Panorama.
    Lisboa, s.d., 137 págs. E.

    Sócrates e Fedro, sob um plátano copado, conversam sobre a retórica, ou melhor, a genuína arte de bem falar, que se deve basear na filosofia. Como esta é um dom de Eros, Platão necessita, para a boa compreensão da conversa, de expor a sua teoria sobre o amor. Através da dialéctica, o amante parte da beleza corpórea não só para a beleza ideal mas também para a Verdade, Sabedoria, para toda a hierarquia das ideias, transformando-se no filósofo.

    📝 Assinatura de posse.

  • Eva Luna de Isabel Allende

    Eva Luna

    Isabel Allende

    6,00 

    Eva Luna de Isabel Allende.
    DIFEL. Lisboa, 2001, 224 págs. B.

    Em Eva Luna, Isabel Allende recupera o seu país através da memória e da imaginação. Eva, a cativante protagonista da narrativa, constitui um nostálgico alter ego da autora, pois também ela acredita que radica nas histórias o segredo da vida e do mundo. Filha da selva, do analfabetismo e da pobreza, Eva luta tenazmente por conquistar o seu espaço no mundo, sem nunca perder o encanto feminino.

    Nesta obra, marcada por um profundo humanismo, Isabel Allende consegue fundir o destino individual com o coletivo através de uma fulgurante prosa, confirmando-se como uma das maiores escritoras dos nossos tempos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Elixir do Amor, O

    Elixir do Amor, O

    Gaetano Donizetti

    5,00 

    O Elixir do Amor de Gaetano Donizetti.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1984, 107 págs. B.

    O Elixir do Amor é uma ópera bufa encantadora e a ópera mais popular de Gaetano Donizetti. Passa-se num ambiente singelo de aldeia e retrata a eterna diferença entre classes e a eterna capacidade da charlatonice humana!

    Um menino pobre como o Nemorino casar com uma menina de ricas famílias ainda hoje teria a vida dificultada! O ideal mesmo é um pobre ficar rico para casar com uma senhora da sua condição e foi essa a sorte dos nossos protagonistas. A ária Una furtiva lagrima, faz parte do nosso universo colectivo e tem integrado múltiplas bandas sonoras de filmes. O tão famoso elixir, afinal não era mais nada menos do que uma garrafa de vinho!” Catarina Molder

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Eles Não Sabem Que Eu Sonho

    Eles Não Sabem Que Eu Sonho

    Carlos Café

    6,00 

    Eles Não Sabem Que Eu Sonho de Carlos Café.
    Edições ASA. Porto, 2001, 160 págs. B.

    Estão a ver aquele rapaz de calções descaidos e rabo-de-cavalo que vai encavalitado naquela bicicleta mais pequena do que ele? É o Zé.

    Está com pressa, por isso vai “a abrir”. Já está atrasado para o primeiro encontro com o antigo professor do pai. No ano passado, no 10. ano, o Zé gostou de Filosofia e teve notas muito boas. Mas este ano não: detesta o professor e a matéria não lhe diz grande coisa. Vai ficar em maus lençóis se não tiver uma grande nota no próximo teste sobre o tema da Filosofia da Ciência. Mas nem tudo são más notícias. Os pais foram de férias e ele ficou sozinho em casa, completamente à vontade. Assim vai poder pôr em prática o seu plano para conquistar a Cláudia, a sua colega de turma por quem está perdidamente apaixonado. O pior é o Toninho, o seu vizinho gordalhufas que descobriu tudo e ameaça contar à mãe do Zé.

    Conseguirá ele “safar-se” no teste de Filosofia? E como é que há-de fazer para dar uma lição ao invejoso do Toninho? E será que vai conseguir vencer a sua exagerada timidez e conquistar a bela Cláudia?

    Só há uma maneira de saber: acompanhar o Zé nesta viagem ao país da Ciência…

    Eis um dos ambientes onde se misturam a vida pessoal, a vida social e a vida escolar de um jovem. Pela mão do narrador, somos convidados a visitar os sonhos, os afectos, os saberes e os sabores…

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Competitividade e Recursos Humanos

    Competitividade e Recursos Humanos

    Maria João Rodrigues

    7,00 

    Competitividade e Recursos Humanos de Maria João Rodrigues.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1994, 168 págs. B.

    Está hoje a ganhar peso a convicção de que os recursos humanos são um factor básico de competitividade, já que deles depende a potencialização dos demais: equipamento, informação, organização, infra-estruturas, recursos naturais, etc. Ora, este principio introduz uma ruptura de fundo nas culturas de gestão dominantes em Portugal e tem implicações múltiplas, não só sobre a vida interna e as estratégias das empresas, mas também sobre a politica industrial, regional, educativa e de emprego, e ainda sobre os percursos individuais de cada um de nós, uma vez que a forma de reforçar a competitividade pode abrir vias para novos modos de desenvolvimento.

    Competitividade e Recursos Humanos visa, justamente, tornar mais claras todas estas implicações, esclarecendo nomeadamente como um movimento de renovação de competências pode sustentar a melhoria do padrão de especialização produtiva e dos factores de competitividade da economia portuguesa. E aqui se joga, em grande medida, o papel que esta poderá desempenhar no processo de construção europeia. Escrito a pensar principalmente em todos aqueles que se confrontam com estes problemas no terreno da prática – sejam eles membros da classe politica, autarcas, gestores públicos e privados, empresários, sindicalistas, técnicos, professores ou estudantes – presente volume não é tanto uma obra de foro académico quanto um ensaio visando a vulgarização e a adaptação de problemáticas que se afiguram como pertinentes na encruzilhada estratégica em que Portugal se encontra.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.