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  • Arte de Amar de Elizabeth Edmondson

    Arte de Amar

    Elizabeth Edmondson

    6,00 

    Arte de Amar de Elizabeth Edmondson.
    Edições ASA. Porto, 2009, 394 págs. B.

    Polly Smith está a tentar sobreviver enquanto artista quando Oliver, seu amigo e mecenas, a convida a ir para casa do pai no Sul de França. Entusiasmada por poder fugir do frio e da chuva de Londres e do noivo monótono, Polly pede a sua certidão de nascimento para poder requerer um passaporte. Mas é aí que o seu mundo desaba: aquela que sempre pensou ser sua mãe é, na verdade, sua tia; a identidade do pai é desconhecida e até o seu próprio nome não está correcto.

    A sua «fuga» para o sol da estimulante da Riviera imprime uma nova vida à sua pintura, mas nem tudo corre bem na mansão onde está hospedada. O pai de Oliver foi forçado a abandonar a Inglaterra no meio de um escândalo e, apesar do sofisticado e cosmopolita grupo de amigos que o rodeia, está prestes a ser apanhado pelo seu passado. E, embora Polly se encontre no centro de uma teia de mentiras, o seu próprio futuro começa a tomar um novo e fascinante rumo…

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Como a Água que Corre

    Como a Água que Corre

    Marguerite Yourcenar

    6,00 

    Como a Água que Corre de Marguerite Yourcenar.
    DIFEL. Lisboa, s.d., 230 págs. B.

    Neste livro foram reunidas três novelas de Marguerite Yourcenar.

    Anna, Soror… é um escrito de juventude (1925) e o seu tema é uma relação incestuosa entre irmão e irmã na Nápoles do século xvi.

    Um Homem Obscuro foi escrito entre 1979 e 1981 e fala-nos da vida e morte de Natanael, um homem da Holanda do século xvii, que lança sobre o mundo um olhar desprevenido.

    O protagonista de Uma Bela Manhã (igualmente composto entre 1979 e 1981) é Lázaro, o filho de Natanael, que muito novo se junta a um bando de comediantes shakespearianos, por conhecer de cor as falas das personagens do teatro isabelino.

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  • Comedores de Pérolas

    Comedores de Pérolas

    João Aguiar

    5,00 

    Comedores de Pérolas de João Aguiar.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1993, 202 págs. B.

    Jornalista de profissão e escritor nas horas vagas, Adriano descobre-se, de repente, na meia-idade. A vida não passa de um jogo extremamente cruel e ele dá consigo “sentado à beira da água opaca, a fumar o cachimbo e a morder um caule de erva que sabia a fénico”… O resultado do choque é um suicídio frustrado e uma fuga, sem esperança para Macau.

    Em Macau, descobre um passado de que nunca suspeitara e descobre também a angústia sorridente da próxima reintegração na China. Mas a “pérola do Oriente” reserva-lhe uma outra surpresa: mergulhado brutalmente numa intriga que já fez vários mortos, Adriano é obrigado a esquecer as reflexões pessimistas sobre a vida e o mundo, para ceder ao instinto primitivo de lutar pela sua sobrevivência.

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  • Clarissa

    Clarissa

    Erico Veríssimo

    6,00 

    Clarissa de Erico Veríssimo.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 218 págs. B.

    Escrito em 1933, o primeiro romance de Erico Verissimo trata das descobertas de uma jovem de treze anos que se muda do interior para a capital do Rio Grande do Sul. Otimista e confiante, Clarissa mora em uma pensão familiar, onde convive com personagens que lhe apresentam as contradições da vida. Através do olhar de uma menina, um dos mais consagrados autores brasileiros retrata a Porto Alegre da década de 1930 e, ao mesmo tempo, as convulsões do país e do mundo naquele período.

    📝 Assinatura de posse.

  • Cenas da Vida de um Pai Solteiro

    Cenas da Vida de um Pai Solteiro

    Tony Parsons

    6,00 

    Cenas da Vida de um Pai Solteiro de Tony Parsons. Editorial Presença. Lisboa, 2001, 326 págs. B.

    Tony Parsons é o autor desta história, que enfrenta com inteligência e sensibilidade uma situação típica da nossa sociedade: a dos muitos casais que se separam precocemente, quando ainda estão a criar filhos, e as dificuldades por que passa a mãe ou o pai que fica sozinho com as crianças, tentando constituir novas estruturas familiares. Também é verdade que esta situação é geralmente narrada por vozes femininas que contam a perspectiva da mãe solteira, sendo raras, ou nenhumas as ocasiões em que um homem se propõe a cumprir tão árdua tarefa. Mas Tony Parsons inclui neste romance alguns aspectos autobiográficos que lhe deram o conhecimento de causa para falar como pai solteiro. Harry Silver tinha tudo para ser feliz: um emprego estimulante e bem remunerado como produtor televisivo, uma mulher adorável que amava e um filho maravilhoso, de quatro anos. Mas por altura do seu triségimo aniversário, uma série de dúvidas atacam-no e levam-no a proceder como nunca pensou. Uma única noite fora de casa bastou para pôr tudo em causa… Sem compreender muito bem o caos que, subitamente, se instalou na sua vida, Harry é abandonado pela mulher, que decide viajar para o Japão como tradutora, perde o seu emprego e encontra-se sozinho com Pat. Agora Harry tinha tempo para refletir, e pensar em todas aquelas mulheres que via, sozinhas, no supermercado, com os seus filhos, valorizando todo o esforço que anteriormente nem sabia que fazia parte das palavras mãe / pai solteiros. Foi uma lenta e longa aprendizagem, tentando encontrar a sua própria identidade, quando não dispunha de qualquer modelo para o novo papel que o esperava. Mas é essa angústia que o invade, e também os sábios comentários da sua mãe, que lhe irão revelar o verdadeiro sentido de ser pai, o significado do amor parental e o valor dos laços familiares, o que o levará, finalmente, a compreender a sua relação com o próprio pai. Quando tudo parece estar equilibrado e Harry encontra-se já dotado de uma força interior revitalizada e reforçada pelo estreitar da relação pai/filho, eis que Gina entra novamente em cena e reclama a posse do filho…

    Um romance escrito com leveza e brilho, comovente, sem concessões ao sentimentalismo fácil nem a falsos moralismos, mas tão profundamente humano que, por vezes, torna-se difícil controlar uma ou outra lágrima fugidia.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cavaleiro Andante - Especial do Natal (1956)

    Cavaleiro Andante – Especial do Natal (1956)

    Adolfo Simões Muller

    10,00 

    Cavaleiro Andante – Especial do Natal de Adolfo Simões Muller.
    Empresa Nacional de Publicidade. Lisboa, 1956, 99 págs. Dura.

    Esta edição é dominada por duas grandes histórias ilustradas: «O Enigma do Castelo» e «A Senda dos da Mistérios», qualquer delas, só por si, valendo bem o que este número custa. Bastará dizer que na Bélgica a história «O Enigma do Castelo» foi publicada num álbum sem mais nada e que importa em mais de três vezes o preço deste número…

    📝 Assinatura de posse.
    Capa desgastada. Lombada “restaurada” com fita-cola.

  • Caos

    Caos

    James Gleick

    7,50 

    Caos: A Construção de uma Nova Ciência de James Gleick.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1989, 420 págs. B.

    No início era o caos. Não se sabe como vai ser o fim do caos. São precisas mais algumas iterações para se ver. Que o computador é útil, está confirmado. Que as imagens do caos suscitam emoções e adesões, ninguém duvida. Que as regularidades matemáticas na transição da ordem para o caos se realizam na natureza, é um facto experimental indesmentível (pode-se verificar até com o gotejar de uma torneira!). No entanto, se o caos constitui um novo paradigma, no sentido de Kuhn, ou um epifenómeno de fim de século, num sentido qualquer, está ainda por averiguar. A evolução das ideias científicas, a substituição do velho pelo novo, é não linear e por isso imprevisível.

    Muitas vezes quando se anuncia o novo – e, a propósito do caos, Gleick toca as trombetas da revolução científica – há tendência para esquecer o velho. A continuidade é, contudo, essencial a qualquer ruptura. Uma nova ciência deve ser a continuação da velha por outros meios. Por exemplo, foi Poincaré‚ embora sem dispor de um rato de computador para explorar os céus e resolver o famoso problema dos três corpos, quem lançou, no início do século, as raízes do moderno caos. Referiu-se atrás o diálogo entre Napoleão e Laplace. A seguinte história de um outro imperador e de um outro astrónomo é, a respeito do novo e do velho, exemplar. Frederico Guilherme IV da Prússia foi um dia visitar o Observatório Astronómico de Bonn. Cumprimentou nessa ocasião Argelander, o prestigioso astrónomo da corte, e perguntou-lhe um tanto displicentemente: «Então, o que há de novo nos céus?». Resposta do velho sábio: «Será que Vossa Majestade já conhece o que há de velho?».

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Bunker de HitlerBunker de Hitler de Joachim Fest

    Bunker de Hitler

    Joachim Fest

    7,00 

    Uma destruição de proporções inigualáveis marcou os últimos meses do Terceiro Reich, na Primavera de 1945. Aos inevitáveis horrores de uma derrota, somou-se a recusa de Adolf Hitler em se render até que o último homem caísse. Esta é uma vibrante reconstrução dos momentos que antecederam a queda de um dos mais infames regimes políticos…

  • Bolor

    Bolor

    Augusto Abelaira

    6,00 

    Bolor de Augusto Abelaira.
    Livraria Bertrand. Lisboa, 1978, 169 págs. B.

    Augusto Abelaira escapará sempre a qualquer classificação que lhe queiramos atribuir já que a sua invulgar criatividade o projecta para além de géneros, correntes, geração ou outro contexto em que tentemos perscrutá–lo. “Bolor”, datado de 1968, tem no entanto sido considerado um dos livros que marcaram a passagem à pós–modernidade na literatura portuguesa. O que é indiscutível, é que este título tanto vem confirmar a maturação literária do seu autor como o seu empenhamento em agir sobre um modelo de sociedade que tenta ainda aprisionar os comportamentos dentro de valores que já pouco ou nada têm a ver com aquilo que mudou no quotidiano e na consciência das pessoas. Neste romance, sem perder a transparência da sua escrita, Abelaira inventa uma nova configuração ficcional, subtilmente mais capaz de deixar expandir–se a sua ânsia de aprofundar o questionamento do real. Sob forma diarística, Humberto, Maria dos Remédios e Aleixo são misteriosamente e à vez autores deste romance, que tem tanto de realista como de lúdico, tanto de ironicamente céptico como de passional e provocante, expondo a desagregação de um casamento pela acção subversiva do terceiro pólo deste (afinal) triângulo amoroso.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Baunilha e Chocolate

    Baunilha e Chocolate

    Sveva Casati Modignani

    6,00 

    Baunilha e Chocolate de Sveva Casati Modignani.
    Edições ASA. Porto, 2002, 415 págs. B.

    Bastará uma carta para explicar o desejo de fuga, depois de anos de empenho num casamento com um homem fascinante mas irremediavelmente mulherengo e egoísta?

     

    Penelope, uma mulher com 38 anos, cansada de um casamento atravessado por inúmeras traições, decide fazer uma grande mudança na sua vida, e escreve uma carta a Andrea, o marido e pai dos seus três filhos. Uma carta em que lhe diz ter decidido deixá-lo e que ele ficará com a responsabilidade de cuidar da família e da casa, obrigando-o, assim, a refletir no seu comportamento infantil e irresponsável.

     

    No entanto, esta separação é, para ambos, a oportunidade de fazerem um balanço das respetivas existências, para olharem para dentro de si mesmos, com uma objetividade impiedosa, tentando compreender a razão de tantos erros e escolhas incorretas.

     

    Com humor, doce e nostálgico em simultâneo, Baunilha e Chocolate fala-nos de esperança e da confiança que precisamos de encontrar para compreender algo mais sobre nós próprios.

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Arquitectura Paisagista de Manuela Raposo Magalhães

    Arquitectura Paisagista

    Manuela Raposo Magalhães

    15,00 

    Arquitectura Paisagista: Morfologia e Complexidade de Manuela Raposo Magalhães.
    Editorial Estampa. Lisboa, 2001, 525 págs. B.

    A intervenção do Arquitecto Paisagista está directamente relacionada com a Forma, considerando-a numa base ecológica e cultural. Este livro analisa como essa abordagem foi encarada no período moderno e as tendências observadas desde que a contestação pós-moderna teve início. Manuela Raposo Magalhães, Arquitecta Paisagista, Professora no ISA e no Instituto Superior de Agronomia, revela a complexidade e as profundas implicações de um desenho ambiental que traz em si um universo fortemente transdisciplinar.

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  • Antigo Egipto e a Mesopotâmia

    Antigo Egipto e a Mesopotâmia

    Iréne Cordon

    6,00 

    Antigo Egipto e a Mesopotâmia de Iréne Cordon.
    Atlantico Press. Lisboa, 2022, 146 págs. E.

    Há mais de 5000 anos, os habitantes da grande região conhecida por Crescente Fértil lançaram as bases do que desde então entendemos por civilização.

    Este livro narra a história do antigo Egito e dos reinos mesopotâmicos através dos episódios, das personagens, dos povos e das tradições que configuraram os primeiros impérios da história.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Alguns Momentos de Intimidade

    Alguns Momentos de Intimidade

    Bengt Ohlsson

    6,00 

    Alguns Momentos de Intimidade de Bengt Ohlsson.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1996, 197 págs. B.

    «Tudo o que sei é que me sentia infeliz a maior parte do tempo. Então fiz uma coisa desesperada e deixei de me sentir infeliz.

    Depois de violar a primeira mulher, deixei de me sentir marginalizado. Foi a primeira vez que me senti assim em muito tempo.

    Deixei de me sentir como um falhado que passa o tempo sentado no sofá. Finalmente, tinha um lugar na sociedade. Podia olhar para as pessoas na rua e pensar: Ah, eu também tenho os meus talentos, se vocês soubessem.

    Quanto à insegurança, que sentia no dia-a-dia, tinha desaparecido.

    Passei a encarar o mundo com auto-segurança renovada. Tinha o direito de utilizar as ruas. Tinha direito a um lugar no autocarro. Tinha o direito de me queixar da hortaliça de má qualidade. Foi como se tivesse conseguido autorização de residência no planeta Terra.»

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  • Agadir

    Agadir

    Artur Lundkvist

    6,00 

    Agadir de Artur Lundkvist.
    Delfos. Lisboa, s.d., 137 págs. B.

    AGADIR DE ARTUR LUNDKVIST – «Agadir», de Artur Lundkvist, vem incluir-se numa literatura terramotística em que se destaca o cataclismo de Lisboa, tratado por Kant, Voltaire e Goethe e, dum modo especial em lingua sueca, por Hedvig Charlotta Nordenflycht, Gustaf Fredrik Gyllenborg, Isaias Tegnér e mais recentemente por Hjalmar Gullberg.

    Baseada na trágica experiência que sofreu em Agadir, Artur Lundkvist escreveu uma reportagem poética. Nela des-creveu os aspectos paisagísticos da cidade turística, as formas de vida encontradas e os anúncios descuidados da catástrofe.

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  • Claridade

    Claridade

    Dário Bastos

    7,50 

    Claridade de Dário Bastos.
    Tipografia Imprensa Social. Porto, 1977, 111 págs. B.

    Dario Bastos, que se estreou com Musa Itinerante, colec tânea de poemas, e, a seguir, publicou «Humildade e Presun ção, em prosa, surge agora com outro livro a que deu o no me de «Realidades e Fantasias”.

    São contos leves, originados em observações da nossa socie dade, que a sua profissão de caixeiro-viajante, em suas andanças através de todo o país, lhe permitiu encarar tanto quan to possível à luz da realidade.”

    Todas as narrativas descritas em «Realidades e Fantasias são baseadas em fatos autênticos e nelas o autor descreve, com simplicidade e clareza, a vida dos que labutam pela con quinta do pão de cada dia e a deplorável situação de muitos trabalhadores, vítimas de deus mano egoismo.

    «Realidades e Fantasias, livro de leitura amena e, por isso, assaz agradável, é despido de preconceitos literarios.

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  • Tempos de Revolução

    Tempos de Revolução

    José Mattoso

    5,00 

    Tempos de Revolução de José Mattoso.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1995, 203 págs. B.

    Com este trabalho pretendeu-se sensibilizar e cativar os jovens para a História de Portugal.

    Longos anos de experiência a diversos níveis levaram-nos a concluir que a abordagem inicial da História deve ser narrativa, cro-nológica, centrada em acontecimentos e nas personagens que os protagonizaram. Assim se adquire um quadro de referências simples e linear mas tão sólido que servirá de alicerce à construção de um saber mais profundo, complexo e multifacetado, à medida que avan-cem os anos, as leituras, as etapas da escolaridade. Só então se poderá passar a um estudo satisfatório dos aspectos económicos, sociais e mentais necessários a uma rigorosa compreensão do passado.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.