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  • Cleonice Berardinelli

    Cleonice Berardinelli

    Izabel Margato

    6,00 

    Cleonice Berardinelli de Izabel Margato.
    Instituto Camões. Lisboa, 2002, 240 págs. B.

    A escolha do primeiro lusitanista a homenagear recaiu na professora Cleonice Serða da Motta Berardinelli. Trata-se de uma figura ímpar dos Estudos Portugueses, que, ao longo de uma brilhante carreira de mais de cin- quenta anos de docência e investigação, publicou centenas de títulos e formou dezenas de prestigiados discípulos no Brasil, em Portugal e em outros países. in Prefácio de Jorge Couto.

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  • Palco da Memória

    Palco da Memória

    Carmen Dolores

    7,50 

    Palco da Memória de Carmen Dolores de Carmen Dolores.
    Sextante Editora. Porto, 2012, 269 págs. B.

    «Nunca pensei escrever um segundo livro de memórias, embora o primeiro tivesse como título Retrato inacabado. No entanto, o tempo foi passando e comecei a anotar numa espécie de diário o que me ia acontecendo, o que ia observando, o que me despertava mais interesse… e assim surgiu este No palco da memória, para que fique um registo daquela que ainda sou, uma referência aos trabalhos em que fui participando, e até um recordar do que se escreveu a meu respeito.»

    Eis uma voz única, a de Carmen Dolores, que nos entrega aqui, desta vez por escrito, um testemunho precioso de uma longa vida em que o Teatro desempenhou um papel decisivo. Cruzamento de passado e presente, de memórias e vida, de vozes e de silêncios, esta é também a história de uma mulher e do seu tempo, história que ela tornou exemplar pelo empenho e sensibilidade com que sempre a viveu.

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  • Conto Apátridas de Bernardo Atxaga

    Conto Apátridas

    Bernardo Atxaga

    3,00 

    Cinco histórias radicalmente distintas, escritas a partir de uma mesma premissa: a universalidade do território da ficção, para lá das diferenças nacionais e idiomáticas. Foi esse o propósito que reuniu neste livro os espanhóis Bernardo Atxaga e José Manuel Fajardo, o colombiano Santiago Gamboa, o mexicano Antonio Sarabia e o chileno Luis Sepúlveda. Cinco histórias…

  • Casa das Sete Empenas de Nathiel Hawthorne

    Casa das Sete Empenas

    Nathiel Hawthorne

    10,00 

    Casa das Sete Empenas de Nathiel Hawthorne.
    Portugália Editora. Lisboa, s.d., 403 págs. E

    Obra emblemática do século XIX, que ilustra de forma impressionante o espírito dos finais do século XVII puritano, A Casa das Sete Empenas apresenta-nos uma acção onde a hipocrisia, a bruxaria, o crime e a traição são os elementos fundamentais, fazendo o autor coincidir a história da família com a história nacional. Neste texto, Hawthorne conta-nos a maldição lançada, segundo a lenda, sobre a sua família.

    De factos, nos finais do século XVII um antepassado seu, juiz dos infames julgamentos durante a caça às bruxas, é amaldiçoado, bem como os seus descendentes, por uma das suas vítimas judiciais. É esta maldição que ecoará no destino dos Pyncheon em A Casa as Sete Empenas.

    Em meados do século XIX, o juiz Jaffrey Pyncheon de Salem, Massachusetts, está decidido a encontrar a escritura da propriedade pertencente ao seu tio rico, aparentemente assassinado pelo seu primo Clifford. As maquinações deste último e o seu reflexo sobre toda a família, aliados às consequências de crimes antigos que voltam para ensombrar a acção, são assuntos de um tema que surgira já em A Letra Escarlate, tratados aqui de um ponto de vista mais cómico. Ao apresentar-nos as últimas gerações de uma família decadente da Nova Inglaterra, Hawthorne mostra-nos a sua habilidade para criar personagens bizarras, extravagantes e grotescas, dando simultaneamente largas à ironia e ao gosto pelas histórias de amor.

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  • Casamento Feliz, Um

    Casamento Feliz, Um

    Heinz Konsalik

    3,50 

    Um Casamento Feliz de Heinz Konsalik.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1979, 309 págs. E.

    Um soldado alemão morre num hospital de campanha e outro assume a sua identidade, herdando, inclusive, a jovem mulher com quem o moribundo se casara à distância. Desse facto singular resulta uma carreira vitoriosa do estudante de medicina, posteriormente o Dr. Helimuth, cidadão respeitável, vivendo em perfeita felicidade com quem passara a ser sua legítima mulher, porque o conceituado médico estava muito longe de ser um vigarista vulgar, ele fora obrigado a assumir aquela falsa identidade sob circunstâncias dramáticas

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  • Clea

    Clea

    Lawrence Durrell

    3,00 

    Clea de Lawrence Durell

    Intriga, mistério e sensualidade na cosmopolita e poliglota cidade de Alexandria no tempo da Segunda Guerra Mundial.

    Os quatro romances que compõem O Quarteto de Alexandria – Justine, Balthazar, Mountolive e Clea – exploram a sociedade daquela cidade poliglota e cosmopolita, repleta de intrigas, mistério e sensualidade, retomando genericamente uma mesma história sob diferentes pontos de vista, acrescentando e refazendo pormenores e situações.

    O regresso do escritor – Darley – é o fio condutor de Clea, o último volume desta série exuberante e sensual, que é considerada uma obra-prima da literatura.

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  • Cândido

    Cândido

    Voltaire

    7,50 

    Cândido de Voltaire.
    Ediclube. Lisboa, s.d.. Dura.

    Publicada anonimamente em 1759 é logo identificado o seu Autor e nesse mesmo ano a obra conhece vinte edições, seguindo a sua fama para a Itália e Inglaterra onde é traduzida.

    Voltaire foi o introdutor de um género de conto que utiliza a ironia para revelar criticamente a realidade do mundo em que vivia: utiliza a ficção como interrogação e os seus personagens agem por vezes em contradição com o senso-comum da época.

    Em Cândido, o seu herói confronta-se regularmente com o optimismo veiculado pelas teorias de Leibniz (o melhor dos mundos possíveis), ou o seu nome não exprimisse precisamente a ideia da candura que o optimismo gera na adversidade através da existência do mal e da justiça divina.

    📘Plastificado de origem

  • Climas

    Climas

    André Maurois

    10,00 

    Climas de André Maurois
    Guimarães Editores. Lisboa, s.d., 243 págs. B.

    Philippe, um industrial introvertido, relata à segunda esposa a frustração do seu primeiro casamento com Odile, jovem frívola e suspeita de infidelidade. Anos depois, Isabelle confessa no diário o fracasso com Philippe, que a trata com a mesma crueldade e egoísmo que ele sofrera antes. Em Climas, André Maurois retrata a instabilidade humana e as contradições do casal. A sua obra-prima mostra a inútil busca de uma felicidade perfeita no amor.

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  • Cerco de Domo, O

    Cerco de Domo, O

    Stephen Lawhead

    6,00 

    Cerco de Domo de Stephen Lawhead.
    Bertrand Editora. Amadora, 2001, 465 págs. B.

    Até onde consegue o espírito humano resistir face a uma A opressão impiedosa? Quais os valores da vida que valem uma morte certa?

    Pensando em tudo isto e sabendo que o maléfico Jamrog não desistirá da ideia de destruir Fierra, Orion Treet decide regressar a Domo depois do seu breve período de descanso ilídico entre os pacíficos e bondosos Fieri.

    Ninguém do povo Fieri, excepto Orion, acredita que Domo possa concretizar a ameaça de destruir Fierra. Mas Treet conhece -os bem, e por não ter esquecido as prisões e torturas a que foi su jeito sabe do que são capazes em nome do fanatismo. Tenta persua dir os seus companheiros a segui-lo, mas é abandonado por eles – incluindo a mulher que ama, que o consideram louco por querer voltar à cidade maldita. Treet torna-se uma figura solitária numa mortífera guerra civil: uma espécie de cruzado dos tempos modernos, num esforço para impedir que o mal destrua o bem. Procura ainda descobrir uma maneira de o seu grupo poder voltar à Terra, mas mesmo que a descubra, quantos dos seus com panheiros irão querer voltar? Será que Yarden lhe perdoará, por a ter trocado por façanhas heróicas? Irá pagar um preço demasia do elevado, na tentativa de dar ao planeta a vida feliz e condigna que qualquer povo merece?

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  • Contraponto

    Contraponto

    Aldous Huxley

    7,50 

    Contraponto de Aldous Huxley.
    Abril. 1971, 445 págs. E.

    Do mesmo autor de Admirável mundo novo, um dos maiores clássicos da literatura do século XX, este Contraponto surpreenderá o leitor que espera outra ficção científica, ou um mundo tecnologicamente distante do nosso. Entretanto, confirmará vários dos elementos que estão em Admirável, e que foram tão caros a Aldous Huxley: o desencontro entre as pessoas, a frieza nas relações, a dificuldade de expressão, e o mundo avassalador que incita os homens, e os afastam. Afora o cenário árido dos sentimentos, sempre a mesma esperança de Huxley, um tanto melancólica, de que o as pessoas, finalmente, se encontrem. Publicado em 1930 e presente em várias listas dos Cem melhores romances do século XX, o livro é um retrato da sociedade decadente, que passa a forçadamente rever seus valores quando a aristocracia e o dinheiro “antigo” já não mais sustentam a imagem de uma sociedade ideal. Contraponto é um mosaico de personagens, agrupados em núcleos, que vão de uma aristocracia decadente a ricos emergentes na sociedade inglesa do início do século XX. E, neste cenário, abre-se todo espaço para que Huxley, a partir das relações entre as personagens, teça como que um grande ensaio sobre os valores morais e éticos, a ciência, a religião, a arte. Cada um desses elementos é personificado por uma ou mais personagens, e como numa sinfonia, é possível ir discernindo cada uma das pequenas melodias que a compõem. É dessa maneira que Contraponto torna-se um delicioso, ainda que melancólico, retrato de nossa época – sim, ainda de nossa época. Melancólico porque há a guerra, a hipocrisia, a mesquinharia e o onipresente dinheiro regendo tudo. Mas delicioso porque a figura da mulher, exemplarmente pintada em Lucy, surge inteligente, independente e emancipada. E o grotesco da sociedade marca o tempo da sinfonia e, se é triste, não deixa de ser um primor da criação de Huxley.

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  • Caminho da Baleia, O

    Caminho da Baleia, O

    Francisco Coloane

    6,00 

    O Caminho da Baleia de Francisco Coloane.
    Editorial Teorema. Lisboa, 2000, 306 págs. B.

    Em O Caminho da Baleia, a perícia do jovem descobridor Pedro Nauto prende-nos a atenção e a razão, graças ao mais simples dos pretextos, tão bem ilustrado pelo Génesis. Um menino perde a mãe no fundo de um Mistério, e aqui estamos, ao mesmo tempo, perante a origem e o fim da aventura. O romance divide-se em duas partes. A primeira consiste numa circunstanciada exposição dos imponderáveis que desafiam o impulso dos pescadores. Ao longo da segunda parte, desenvolve-se a história propriamente dita. Sobre as ondas da trama do romance, navegam as superstições do chilote e o gregarismo dos homens do mar, por entre anotações folclóricas e através de uma paisagem duríssima, por vezes poetizada. Múltiplas cenas agrupam-se, com lentidão, como se fossem pequenos barcos de diferentes envergaduras. As personagens chegam a converter-se em fantasmas reais, entre as luzes e as sombras da noite austral!

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  • Viúva, A

    Viúva, A

    Pierre Rey

    3,00 

    Obrigar um magnate da finança casado nesse mesmo dia a pedir o divórcio durante a noite de núpcias. Lavar a cabeça com caviar e alimentar o mordomo de restos de comida. Engolir por engano um diamante de um milhão de dólares e perdê-lo em pleno céu. Descobrir o prazer no mar Egeu, a trinta metros…

  • Todos os Anos Pela Primavera de Luis Sttau Monteiro

    Todos os Anos Pela Primavera

    Luis Sttau Monteiro

    6,00 

    “Dedico esta peça — sem espírito de camaradagem, mas com uma fortíssima gargalhada — a todos os que, pela própria natureza do regime prisional a que estejam, ou venham a estar sujeitos, se considerem, em consciência, obrigados a proibi-la.”

  • Terra e no Mar de António Sérgio

    Terra e no Mar, Na

    António Sérgio

    5,00 

    António Sérgio, além de ensaísta e pedagogo, destacou-se na literatura infantil, defendendo uma educação ativa e autónoma. Participou na “Renascença Portuguesa” e, apesar do foco no pensamento crítico e na reforma pedagógica, dedicou-se também à tradução e edição escolar de obras infantis. A sua visão humanista e racionalista marcou a sua produção, incluindo textos voltados…

  • Técnica de Construção Civil de Anselmo Rodriguez Hernandez

    Técnica de Construção Civil

    Anselmo Rodriguez Hernandez

    10,00 

    Falar de serralharia como um ramo auxiliar, o mais artístico sem dúvida, da construção, e, inclusivamente, como uma arte autónoma, é algo que para um profissional pode parecer desne-cessário: por isso será breve este preâmbulo.

  • Tarzan de Roussado Pinto

    Tarzan

    Roussado Pinto

    30,00 

    Tarzan de Roussado Pinto. Portugal Press.
    Lisboa, s.d. Dura.

    Suplemento ao Jornal do Cuto

    Criado por Edgar Rice Burroughs em 1912, Tarzan tornou-se uma das personagens mais populares da literatura. A primeira história em livro, Tarzan of the Apes (1914), deu início a uma série de quase 30 volumes. Criado por macacos após um naufrágio que matou os pais, Tarzan descobre a sua identidade aristocrática, mas nunca se adapta à civilização.

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