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  • José Cardoso Pires: Representações do Mundo Social na Ficção (1958-82)

    José Cardoso Pires: Representações do Mundo Social na Ficção (1958-82)

    Eunice Cabral

    15,00 

    José Cardoso Pires: Representações do Mundo Social na Ficção (1958-82) de Eunice Cabral. Edições Cosmos. Lisboa, 1999, 323 págs. B.

    Os primeiros romances de José Cardoso Pires (1925-98) já não se inscrevem no código neo-realista tal como foi formulado pelo movi- mento literário que, a partir de meados dos anos 30, produziu uma coesa doutrina ideológica e cultural em oposição frontal ao Presencismo. Sob a influência de Ernest Hemingway e de Roger Vailland, a sua ficção indica novos rumos para a narrativa portuguesa, como o Existencialismo e o Nouveau Roman. Em O Anjo Ancorado (1958) e O Delfim (1968), a subtil transição cultural, económica e social operada no país durante as décadas de 50 e 60 é configurada dum modo extremamente original e único. A estas obras, atentas ao inacabamento da modernidade social do pós-guerra, segue-se Balada da Praia dos Cães (1982), romance sobre o Portugal salazarista já narrado a partir de um tempo sem censura.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Jean Cavalier de Eugéne Sue

    Jean Cavalier

    Eugéne Sue

    5,00 

    Jean Cavalier de Eugéne Sue.
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 2 vols. E.

    Jean Cavalier, de Eugène Sue, é um romance histórico que narra a vida de Jean Cavalier, um líder dos Camisardos, protestantes huguenotes que se rebelaram contra a perseguição religiosa imposta por Luís XIV no início do século XVIII, na região das Cévennes, França.

    A história acompanha a ascensão de Jean Cavalier, um jovem camponês que, impulsionado pela fé e pela injustiça, se torna comandante da resistência camisarda contra as tropas reais. Com inteligência estratégica e coragem, ele lidera batalhas ousadas contra um exército muito superior, tornando-se uma lenda entre os seus seguidores.

    Além do contexto militar e político, o romance aborda temas como fanatismo religioso, lealdade e traição, mostrando o impacto da guerra sobre os combatentes e a população civil. Com um enredo envolvente e personagens marcantes, Eugène Sue constrói um retrato vívido deste conflito, destacando tanto a bravura dos rebeldes quanto as brutalidades da repressão.

    Este livro insere-se na tradição do romance histórico francês do século XIX, combinando aventura e crítica social, características marcantes da obra do autor.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Jardim da Serpente, O

    Jardim da Serpente, O

    Judith Merkle Riley

    7,50 

    Jardim da Serpente de Judith Merkle Riley.
    Temas da Actualidade. Lisboa, 1996, 521 págs. B.

    O JARDIM DA SERPENTE é o livro perfeito para quem aprecie uma boa biografia romanceada e uma deliciosa história de alcova, acompanhada de mistério, uma pitada de ocultismo e uma enorme sensibilidade.

    A acção desenrola-se na Inglaterra dos Tudor, ao tempo em que Henrique VIII e a sua tenebrosa eminência parda, Thomas Wolsey, conseguem casar a irmã do monarca com o idoso rei de França, com o intuito de colocar um herdeiro inglês no trono francês. A pintora Susanna Dallet, jovem viúva, conquista o interesse real graças ao seu espirito, independência e fantástico dom de captar o carácter das pessoas em magníficos retratos em miniatura. Colocada no séquito da princesa-noiva, Susanna transporta consigo para França, sem o saber, a chave de um segredo que a envolverá nos meandros diabólicos da corte francesa, dominada por bruxaria, intrigas e conspirações. Com a aproximação do perigo, Susanna recebe um ajuda inesperada por parte de vários anjos, risonhos e brincalhões, que não só a livram de apuros, como ainda a recompensam, pela sua coragem e desenvoltura, com o amor de um herói inteligente e divertido.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Introdução ao Estudo da Filosofia de J. E. McTaggart

    Introdução ao Estudo da Filosofia

    J. E. McTaggart

    4,00 

    Introdução ao Estudo da Filosofia de J. E. McTaggart.
    Editorial Inquérito. Lisboa, s.d., 77 págs. B.

    McTaggart foi dos filósofos mais notáveis do fim do século XIX e primeiro quartel do sé- culo XX. Nasceu em 1866; ensinou filosofia e história da filosofia na Universidade de Câmbri- dge, na qual se formou; e escreveu as seguintes obras: Estudos de dialéctica hegeliana (1896); Estudos de cosmologia hegeliana (1901); Alguns dogmas de religião (1906); Comentário sobre a Lógica de Hegel (1910); A Natureza da Existência, 1.° volume (1921). Depois do seu falecimento em 1925 apareceram o segundo volume de A Natu- reza da Existência (1927) e os Estudos filosó- ficos (1934). Fazem parte deste último livro as páginas que traduzimos para o presente Caderno.

    ✒️ Sublinhados a tinta.

  • Introdução à Política

    Introdução à Política

    Jean-Pierre Lassale

    5,00 

    Introdução à Política de Jean-Pierre Lassale.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1974, 169 págs. B.

    Democracia, liberdade, eleições, soberania do povo, ditadura do proletariado: vocabulário e realidades – O fenómeno político no mundo contemporâneo o que é a política papel e lugar do cidadão no universo político o Es tado omnipresente – Politização e televisão + tecnocracia e poder socialização e integração poder e desenvolvimento a política e o homem

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Inflação de Jean Rivoire

    Inflação, A

    Jean Rivoire

    2,50 

    A primeira panaceia de uma nação mal governada é a inflação monetária; a segunda é a guerra. Ambas proporcionam uma prosperidade temporária; ambas produzem uma ruina permanente. Ambas são, porém, o refúgio dos oportunistas políticos e económicos.»

  • Indignai-vos

    Indignai-vos

    Stéphane Hessel

    5,00 

    Indignai-vos de Stéphane Hessel.
    Editora Objectiva. Carnaxide, 2005, 49 págs. B.

    «A minha longa vida deu-me uma série de motivos para me indignar».

    Quem escreve é Stéphane Hessel, 93 anos, herói da Resistência francesa, sobrevivente dos campos de concentração nazis e um dos redactores da Declaração Universal dos Direitos Humanos. É com a autoridade moral de um resistente inconformado e de um lutador visionário que Stéphane Hessel nos alerta, neste breve manifesto, para o facto de existirem hoje tantos e tão sérios motivos para a indignação como no tempo em que o nacionalsocialismo ameaçava o mundo livre. Se procurarmos, certamente encontraremos razões para a indignação: o fosso crescente entre muito pobres e muito ricos, o estado do planeta, o desrespeito pelos emigrantes e pelos direitos humanos, a ditadura intolerável dos mercados financeiros, a injustiça social, entre tantos outros. Aceitemos o desafio de Stéphane Hessel, procurando neste livro e no mundo que nos rodeia os motivos para a insurreição pacífica, pois “cabe-nos a todos em conjunto zelar para que a nossa sociedade se mantenha uma sociedade qual nos orgulhemos.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Formulário de Hidráulica Geral

    Formulário de Hidráulica Geral

    Manoel Alves Costa

    10,00 

    Formulário de Hidráulica Geral de Manoel Alves Costa.
    Typ. de Henrique Pereira. Lisboa, 1916, 390 págs. E.

    Índice
    Capítulo I – Hidrostatica
    Equilíbrio dos líquidos
    Equilibrio dos corpos imersos

    Capítulo II – Orificios – Causas de perda de carga
    Escoamento sob carga constante
    Escoamento sob carga variável
    Tubos adicionais
    Causas de perda de carga.

    Capítulo III – Descarregadores
    Experiências de Bazin
    Experiências de Rafter

    Capítulo IV – Tubos

    Capítulo V – Canais
    1 – Regimen Uniforme
    2 – Movimento Permanente
    Capítulo VI – Resistência dos fluidos.

    📝 Assinatura de posse.

  • Emigrantes

    Emigrantes

    Ferreira de Castro

    10,00 

    «A sua obra fecha um ciclo que a Peregrinação do Fernão Mendes Pinto abrira. E inicia outro que os nossos filhos verão cumprir-se. Ao otimismo expansivo do Mendes Pinto, os Emigrantes opuseram a reflexão pungente que a abordagem do real hoje suscita. À ascensão, a depressão. Aos damascos opulentos, a lã ancestral dos tosquiadores de Viriato.»
    Mário Sacramento

  • Élemens de Pharmacie

    Élemens de Pharmacie

    M. Baumé

    100,00 

    Élemens de Pharmacie: Theorique et Pratique (1º Vol.) de M. Baumé.
    Lacombe. França, 1769, 357 págs. E.

    Contenant toutes les Opérations fondamentales de cet Art, avec leur définitions, & une explication de ces Opérations, par les Principes de la Chymie;

    La maniere de bien choisir, de préparer & de mêler les Médicamens; avec des Remarques & des Réflexions fur chaque procédé;

    Les Moyens de reconnoître les Médicaments falsifiés on altérés;
    Les Recettes des Médicaments nouvellement mis en usage;

    Les  Principes fondamentaux de plusieurs Arts dépendants de la Pharmacie: tels que l’Art du Confiseur, & ceux de la prepatation des Eaux de Senteur & des Liqueurs de Table.

    🟡 Encadernação inteira em pelo. Marcas de bichos do papel – não afecta o texto.

  • Electra e os Fantasmas

    Electra e os Fantasmas

    Eugénio O' Neill

    15,00 

    Electra e os Fantasmas de Eugénio O’ Neill.
    Livraria Popular. Lisboa, s.d., 272 págs. Dura.

    Mourning Becomes Electra é uma triologia de peças de teatro publicadas em 1931 por Eugene O’ Neill foi modelada na trilogia Oresteia de Esquilo. A obra de O’Neill representa o uso mais completo de formas, temas e personagens gregos transportado para o ambiente de Nova Inglaterra do período da Guerra Civil Americana.

    A obra é iniciada com um texto de cinquenta página do tradutor intitulado: “Electra, os fantasmas… e a Crítica” (Subsídios para a história do Teatro em Portugal.)

    📝 Assinatura de posse.

  • Dernière Croisière de L' Amiral Von Spee

    Dernière Croisière de L’ Amiral Von Spee

    Hans Pochhammer

    25,00 

    Dernière Croisière de L’ Amiral Von Spee de Hans Pochhammer.
    Payot. França, 1929, 224 págs. E.

    Maximilian von Spee, officier allemand, rejoint la marine en 1878. Pendant la guerre, il pratique avec succès la guerre de course, mais fait face aux menaces des marines australienne et japonaise. Il décide de se déplacer vers les côtes du Chili. Après quelques tentatives infructueuses, von Spee remporte la bataille de Coronel, mais affronte une flotte britannique supérieure lors de la bataille des Falklands. Son navire est détruit et il meurt avec ses fils, marquant ainsi la fin de la présence maritime allemande à l’étranger.

    Table des Matiéres

    Chapitre I – A Tsing-Tao;
    Chapitre II – De Tsing-Tao a Trouk;
    Chapitre III – A Ponapé;
    Chapitre IV – En Guerre;
    Chapitre V – Aux Iles Marshall;
    Chapitre VI – Devant Samoa et Tahiti;
    Chapitre VII – Aux Iles Marquises Devant L’ Ille de Paques;
    Chapitre VIII – La Bataille de Coronel;
    Chapitre IX – Au Large et a Valparaiso
    Chapitre X – Autour du cap Horn;
    Chapitre XI – La Bataille des Iles Falklands
    Chapitre XII – Après la Bataille

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

     

  • Problemas Ideológicos Contemporâneos

    Problemas Ideológicos Contemporâneos

    Bruno Frei

    5,00 

    Indice
    O beco sem saída do neo-anarquismo
    Porquê tanto barulho em torno do trotskismo?
    Vitalidade e actualidade do Marxismo-Leninismo

  • Interpretações Literárias

    Interpretações Literárias

    João Gaspar Simões

    6,00 

    Interpretações Literárias de João Gaspar Simões.
    Editorial Arcádia. Lisboa, 1961, 204 págs. B.

    Em INTERPRETAÇÕES LITERÁRIAS incluem-se trabalhos escritos nos últimos dez anos por João Gaspar Simões, um dos ensaístas mais conhecidos da geração presencista. Quatro autores estrangeiros Tolstoi, Balzac, James Joyce e Jorge de Lima – e dois autores portugueses – Jullo Dinis e Afonso Duarte – são estudados na série de ensaios que formam essas INTERPRETAÇÕES LITERÁRIAS, que de verdadeiras interpretações se trata, e algumas delas pela primeira vez empreendidas em Ungua portuguesa. Entre os estudos mais apreciáveis deste volume contam-se os dois prefácios – um inédito, outro publicado no Brasil – à última obra poética do grande poeta da Túnica Inconsúptil, esse Jorge de Lima que legou à literatura brasileira um dos seus mais notáveis poemas. Cosmogonia se intitulava na sua primeira versãgo poema que veio à luz sob o título de Invenção de Orfeu. Escrevendo a pedido do autor um prefácio para aquele poemn, João Gaspar Simões teve de interromper eprimeiro estudo em face das profun das modificações que entretanto sofreu o referido poema. E escreveu um segundo prefácio. aquele que acompanha em livro a Invenção de Orfeu. Reunindo-os neste volume, proporciona aos leitores de Jorge de Lima uma nova perspectiva dessa discutida obra. Trata-se, realmente, de cum volume de ensaios susceptível de fornecer ao leitor algumas interpretações novas de consagrados escritores.

    📝 Assinatura de posse.

  • Historiadores Quinhentistas

    Historiadores Quinhentistas

    Rodrigues Lapa

    3,00 

    RAZÕES DA PRESENTE EDIÇÃO. Os trechos foram tirados das primeiras edições, e os de Gaspar Correia foram confrontados com o códice autógrafo guardado na Torre do Tombo. Temos pena de não poder inserir mais páginas, dada a pequenez do espaço, que nos é imposto pela natureza da colecção. Ainda assim, julgamos que os trechos escolhidos darão uma ideia suficientemente clara das tendências e processos da historiografia quinhentista. Com esse objectivo, insistimos nos prefácios, sobretudo nos de Barros, não podendo inserir a Apologia deste último, que precede a Década IV, por suas grandes dimensões. Aí, o grande escritor desabafa os seus queixumes, pela crítica de que era alvo. De Diogo do Couto só damos um trecho, aliás bem interessante e representativo, porque lhe reservamos um espaçoso lugar no volume da História trágico-marítima, com a relação do naufrágio de D. Paulo de Lima, uma das mais emocionantes da famosa colectânea.

  • Guilhotina (A Tale of Two Cities), A

    Guilhotina (A Tale of Two Cities), A

    Charles Dickens

    7,50 

    A Guilhotina (A Tale of Two Cities) de Charles Dickens.
    Editorial Inquérito. Lisboa, 1947, 400 págs. Mole.

    Romance histórico, originalmente publicado em 1859 com o título A tale of two cities, cuja acção decorre entre Paris e Londres, antes e durante a Revolução Francesa.

    «Foi o melhor e o pior dos tempos, a idade da razão e a da loucura, a época da crença e a da descrença, o reinado da luz e o das trevas, a primavera da esperança e o inverno do desespero, tudo nos aparecia na frente, nada tínhamos em frente de nós, íamos todos direitos para o céu, mas também íamos todos direitos para o inferno; em suma, tal período era de tal sorte diferente da época actual, que alguns dos seus mais autorizados comentadores entenderam qualificá-lo, tanto para o bem como para o mal que produziu, com a adjectivação forte e proeminente do grau superlativo.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.