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  • Flecha Negra, A

    Flecha Negra, A

    Robert Louis Stevenson

    6,00 

    A Flecha Negra de Robert Louis Stevenson.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 2003, 294 págs. B.

    A Flecha Negra situa-se num período determinante da História de Inglaterra, quando o trono foi disputado por duas casas reais, numa contenda que ficou conhecida como «A Guerra das Rosas», em que se opunham a rosa branca, símbolo da Casa de Lancaster, e a rosa vermelha de York.

    É neste vívido e empolgante cenário histórico que actua o «bando da flecha negra», um grupo de justiceiros apostados em pôr fim à vida de uma série de vilões, disparando as suas flechas através de bosques cerrados.

    São ainda narradas as façanhas de Richard Shelton, um jovem cavaleiro que terá de tomar um dos lados do conflito, ao mesmo tempo que vinga a morte do seu pai e salva Joanna, a donzela em perigo, de um casamento indesejado.

    A Flecha Negra é, simultaneamente, um apaixonante romance de aventura e uma enternecedora história de amor.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Casa das Belas Adormecidas, A

    Casa das Belas Adormecidas, A

    Yasunari Kawabata

    5,00 

    Abandonadas em camas, jovens mulheres nuas, intocadas e intocáveis, dormem profundamente sob o efeito de poderosos narcóticos deixando, sem o saber, que o seu corpo seja contemplado por homens idosos em busca de uma pobre consolação para a perda de juventude. Eguchi, de 67 anos, tem perfeita noção da proximidade da decadência física, e as noites passadas nesta casa do desejo levam-no a recordar a relação com as diferentes mulheres da sua vida, num entrelaçar de memórias e fantasias eróticas que culminam com a revelação da sua essência inumana.

    A Casa das Belas Adormecidas, obra-prima profundamente perturbadora, que encerra um universo erótico fascinante e assustador, inspirou outros autores a escrever sobre os afectos e a sexualidade na terceira idade, nomeadamente Gabriel García Márquez no seu Memória das Minhas Putas Tristes.

  • Iniciação aos Mistérios da Poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen

    Iniciação aos Mistérios da Poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen

    Carlos Ceia

    7,50 

    Iniciação aos Mistérios da Poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen.
    Vega. Lisboa, 1997, 171 págs. B.

    Quando um dia ouvi dizer que sobre esta poesia seria impossível escrever um estudo crítico, porque a sua “pureza” impedia qualquer exercício deste tipo, restando ao leitor extasiar-se perante obra tão original. desconfiei com o olho esquerdo e acreditei com o direito. Mais tarde, depois de três anos de investigação e leituras cerradas dos textos poéticos de Sophia de Mello Breyner Andresen, cheguei à conclusão de que devia ter aberto ambos os olhos à desconfiança, embora muitas crenças positivas tivessem permanecido. O mais importante foi ter concluído que nenhum texto, nenhuma obra, pode ser impenetrável ou ficar isenta de leitura crítica. Quase sempre um texto que se anuncia “puro” ou “imaculado” contém em si gérmenes de contradições insustentáveis, ou então a pureza de tal texto é feita de aparências que escaparam de certeza à intenção e à consciência do autor. Significa este princípio que, para ler as profundezas de uma obra/texto, é necessário primeiro ultrapassar a barreira ilusória da verdade que alguém diz ser absoluta ou visível. O presente livro constitui o trabalho propedêutico de conquista da ilusão sofística da obra poética de Sophia de Mello Breyner Andresen.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Xeque ao Rei

    Xeque ao Rei

    Joanne Harris

    6,00 

    Xeque ao Rei de Joanne Harris.
    Edições ASA. Porto, 2005, 425 págs. B.

    Em St Oswald’s – uma selecta escola secundária masculina do Norte de Inglaterra – um novo ano escolar acabou de começar, mas para os seus funcionários e alunos sopram ventos indesejados de mudança. Todo um universo de novas tecnologias e valores se tem vindo a impor e Roy Straitley, professor de Latim, excêntrico e já veterano na escola, sente-se excluído e, ainda que de forma relutante, capaz de contemplar a hipótese de se reformar. Mas, por detrás das pequenas rivalidades, disputas infantis e crises quotidianas da escola, agita-se algo mais sombrio. E um rancor, secreta e cuidadosamente alimentado durante treze anos, está prestes a eclodir. Quem é o misterioso autor das cruéis partidas que estão a tornar-se gradualmente mais violentas – e talvez fatais? E como pode um velho, já obscuro e meio-esquecido escândalo tornar-se na pedra que derrubará o gigante?

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Viagem do «Liberdade», A

    Viagem do «Liberdade», A

    Joshua Slocum

    7,00 

    Viagem do «Liberdade» de Joshua Slocum
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 2004, 175 págs. B.

    Entre os grandes comandantes do séc. XIX, Joshua Slocum é um dos mais conhecidos. Figura lendária da arte da navegação, foi o primeiro homem a circumnavegar o globo sozinho, experiência essa que registou no seu livro “Navegador Solitário — Navegando Sozinho à Volta do Mundo”.

     

    A “Viagem do Liberdade” conta-nos uma das suas aventuras menos conhecidas. Em 1886, Slocum parte para uma viagem mercantil no seu veleiro Aquidneck, ao longo da costa oriental da América do Sul. No seguimento de uma enorme tempestade, o Aquidneck acaba por encalhar deixando Slocum, a sua mulher, filhos e uma tripulação de dez homens em terra. Com poucas ferramentas e aquilo que consegue salvar dos destroços, Slocum constrói outra embarcação à qual chamará Liberdade. Ao fazerem-se ao mar de regresso a casa, este grupo de náufragos irá defrontar-se com ventos ciclónicos, mares em fúria e tubarões famintos.

     

    Numa epopeia de coragem e determinação, “Viagem do Liberdade” é mais uma aventura inesquecível de um dos marinheiros mais corajosos dos nossos dias.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Três de Mestres: Balzac, Dickens, Dostoievski

    Três de Mestres: Balzac, Dickens, Dostoievski

    Stefan Zweig

    7,00 

    Neste livro, Stefan Zweig conduz-nos por uma viagem profunda e envolvente através das vidas e das obras de três dos maiores génios da literatura mundial: Honoré de Balzac, Charles Dickens e Fiódor Dostoiévski. Mais do que simples biografias, Zweig oferece retratos vívidos e sensíveis destes escritores, revelando não apenas os acontecimentos marcantes das suas existências, mas também os conflitos interiores, as obsessões criativas e os contextos históricos que moldaram as suas personalidades e produções literárias.

  • Técnicas de Análise Textual

    Técnicas de Análise Textual

    Carlos Reis

    10,00 

    O problema do exercício da análise literária, pelo que contém de complexo e controverso, não pode ser devidamente dilucidado sem a prévia explanação de certas premissas relacionadas não só com as características específicas do objecto da sua atenção, mas também com o próprio processamento prático que ela implica.

  • Sete Partidas de Manuel Alegre

    Sete Partidas

    Manuel Alegre

    7,00 

    Sete Partidas é um poema inédito de Manuel Alegre, dividido em 12 partes.

  • Royal Treasures de Jorge Borges de Macedo

    Royal Treasures

    Jorge Borges de Macedo

    20,00 

    The exhibition is opening in 1992, coinciding with Portugal’s Presidency of the European Communities and thus it is a cultural act of greatest significance to be able to bring this magnificent collection of pieces dating from the XV to XX centuries before the eyes of the general public. To quote Prof. Reynaldo dos Santos*: «A view today of the nature and originality and wealth of our jewellery of the VIII-XIX centuries is not complete if you have not seen the Ajuda Palace Treasure, which is one of the great national collections which best reflects the wealth and refinement of our taste, as well as the originality of the artists who designed and executed these pieces». These words demonstrate the importance of these collections now on public view.

  • Romeu e Julieta de William Shakespeare

    Romeu e Julieta

    William Shakespeare

    2,50 

    Romeu e Julieta já não são apenas os nomes dos protagonistas da peça shakespeariana, mas identificam ícones intemporais do amor romântico, tornando se sinónimos de jovens apaixonados, universalmente reconhecidos e glosados.

  • O Retrato do Sr. W. H. de Oscar Wilde

    Retrato do Sr. W. H., O

    Oscar Wilde

    2,50 

    Nesta brilhante narrativa – que tem tanto de obra de ficção como de ensaio – Wilde expressa todo o fascínio que sente pela personalidade de Shakespeare. Debruçando-se sobre o enigma da identidade do Sr. W. H., a quem os Sonetos de Shakespeare foram dedicados na primeira edição, o autor irlandês constrói a intrigante teoria de que essa misteriosa personagem seria um jovem e belo actor. Movendo-se entre a crítica literária e a especulação, este conto traz-nos um Oscar Wilde na sua plenitude criativa

  • Regresso à Inteligência: Temas Literários

    Regresso à Inteligência: Temas Literários

    Taborda de Vasconcelos

    8,00 

    Regresso à Inteligência: Temas Literários de Taborda de Vasconcelos.
    Ed. Autor. Porto, 1962, 193 págs. B.

    Reúnem-se aqui alguns ensaios de importância muito diversa e cuja índole pretende tão somente acentuar a presença da critica que se exerce ao mesmo ritmo duma actividade editorial excitada pelas circunstâncias de meio e de tempo que nos assistem hoje. Quer dizer que se o fenómeno literário ocupa, de novo, e a exemplo do que sucedeu nas imediações do último conflito, uma larga margem de interesse geral, a verdade é que, para acompanhá-lo na sua função de estudo, nenhum outro sector adquiriu, como a crítica, as proporções amplas que hoje comporta, na efervescência em que se encontra e nas inúmeras zonas de controvérsias que abrange, suscitadas justamente pelos complexos valores da literatura que a solicitam e de perto acompanha.

    📝 Assinatura de posse.

  • Recados da Mãe de Maria Teresa Maia González

    Recados da Mãe

    Maria Teresa Maia González

    3,00 

    «Pode ser que a mãe tenha pedido a esse pássaro para ir ter contigo à tua sala, para te fazer companhia…
    A ideia era boa demais, mas tão apetecível que não resisti a perguntar:
    – Achas que a Mãe, agora, pode falar com os pássaros, Clara?…
    – Porque é que não há-de poder? Ela não está no Céu? Os pássaros não andam por lá também? Então?!
    Os olhos encheram-se-me de lágrimas da mais pura alegria.»
    Da cumplicidade entre duas irmãs e da sua capacidade para enfrentar a mais difícil situação das suas vidas se faz este livro escrito com a mestria e a sensbilidade a que nos habituou Maria Teresa Maia Gonzalez.

  • Rainha do Sul de Arturo Pérez-Reverte

    Rainha do Sul, A

    Arturo Pérez-Reverte

    7,50 

    Rainha do Sul de Arturo Pérez-Reverte.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2003, 438 págs. E.

    Acho que há sonhos que matam… Mais ainda do que as pessoas, a doença ou o tempo.

    Teresa Mendoza sabe do que fala. Em tempos, foi a namorada submissa de um narcotraficante. Pobre, analfabeta e a correr risco de vida, seria obrigada a fugir do México com apenas um revólver e um bloco de notas cuja leitura lhe estava interdita. Nessa altura, ela estava longe de imaginar que se converteria numa lenda do narcotráfico espanhol. Contra todas as expectativas, esta mulher solitária constrói um império a partir do nada, num mundo implacável inteiramente dominado por homens. Agora, doze anos após a fuga, Teresa está de regresso à sua terra natal. E quer ajustar contas com o passado.

    Arturo Pérez-Reverte, o “mestre do thriller intelectual” (Chicago Tribune), criou Teresa Mendoza, a Mexicana, heroína improvável de uma saga que abarca décadas e continentes – do México à costa de Marrocos, a Gibraltar e Espanha. Uma história onde não há bons nem maus, em que cada gesto encerra um mundo. De amor ou traição. De vida ou morte.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Quinto Império de Augusto Ferreira Gomes

    Quinto Império

    Augusto Ferreira Gomes

    7,00 

    Quinto Império de Augusto Ferreira Gomes.
    Parceria A. M. Pereira. Lisboa, 2003, 105 págs. B.

    A esperança do Quinto Império, tal qual em Portugal a sonhamos e concebemos, não se ajusta, por natureza, ao que a tradição figura como interpretação dada por Daniel ao sonho de Nebucadnezar.

    …o Primeiro é o da Babilónia, o Segundo o Medo-Persa, o Terceiro o da Grécia e o Quarto o de Roma, ficando o Quinto, como sempre, duvidoso. Nesse esquema, porém, que é de impérios materiais, o último é plausivelmente entendido como sendo o Império de Inglaterra. Não é assim no esquema português. Este, sendo espiritual, em vez de partir, como naquela tradição, do império material da Babilónia, parte, antes, com a civilização em que vivemos, do império espiritual da Grécia, origem do que espiritualmente somos …o Segundo é o de Roma, o Terceiro o da Cristandade, e o Quarto o da Europa…

    Aqui o Quinto Império terá de ser outro que o inglês, porque terá de ser de outra ordem. Nós o atribuímos a Portugal, para quem o esperamos.

    In prefácio de Fernando Pessoa

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Quatro Prisões Debaixo de Armas de Vitorino Nemésio

    Quatro Prisões Debaixo de Armas

    Vitorino Nemésio

    2,50 

    Poucos autores da prosa portuguesa contemporânea serão tão comunicativos como o Vitorino Nemésio dos contos aqui publicados, a que não são estranhos o seu humanismo e poesia. Em várias das histórias incluídas nesta edição se reflecte o ambiente ilhéu da juventude de Nemésio, «açoriano de treze gerações».