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  • Colonialismo e Imperialismo

    Colonialismo e Imperialismo

    Joan Roig

    6,00 

    Colonialismo e Imperialismo: África, Ásia e Ocêania sob o Jugo Europeu de Joan Roig.
    Atlãntico Press, 2018, 143 págs. E.

    O ponto mais importante da expansão colonial europeia ocorreu entre as Últimas décadas do século XIX e os primeiros anos do século XX, quando as potências hegemónicas do Velho Continente se lançaram à conquista de grandes extensões de território e sujeitaram quase todas as sociedades do mundo às dinâmicas políticas e produtivas do Ocidente.

    Tratou-se de um domínio breve, visto que essas grandes áreas de África, da Ásia e da Oceânia apenas se mantiveram sob o jugo europeu durante algumas décadas, mas com sérias consequências: a Europa moldou muitas das suas colónias com determinadas formas de vida e de produção, que lhe seriam de grande utilidade no futuro.

    Este livro analisa os diversos processos colonialistas e a sua herança nos territórios colonizados.

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  • Causa da Decadência dos Povos Peninsulares de Antero de Quental

    Causa da Decadência dos Povos Peninsulares

    Antero de Quental

    3,00 

    Causa da Decadência dos Povos Peninsulares de Antero de Quental.
    Guimarães Editores. Lisboa, 2001, 62 págs. B.

    Causas da Decadência dos Povos Peninsulares…, de Antero de Quental (1842-1891), representa o texto mais significativo das denominadas Conferências Democráticas do Casino Lisbonense, realizadas em Maio e Junho de 1871.

    Precedido de uma «Introdução», nela é exposto um breve historial das Conferências e dos acontecimentos imediatos que se seguiram.

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  • Cadernos de Lanzarote: Diários 1-2 de José Saramago

    Cadernos de Lanzarote: Diários 1-2

    José Saramago

    10,00 

    Cadernos de Lanzarote: Diários 1-2 de José Saramago.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1998, 406 págs. E.

    «Este livro, que vida havendo e saúde não faltando terá continuação, é um diário.» Em 1994, tendo saído de Portugal após ter sido alvo de censura pelo governo de Cavaco Silva no episódio da candidatura de O evangelho segundo Jesus Cristo ao Prémio Europeu de Literatura, Saramago editava o primeiro dos seus polémicos Cadernos de Lanzarote. Uma amostra: «7 de agosto: Parabéns de Jorge Amado e Zélia pelos prémios. Que outros virão, ainda maiores, acrescentam, aludindo ao que consta ter sido dito por Torrente Ballester – que um destes dias me chega aí um telefonema de Estocolmo… Se esta gente acredita realmente no que diz, por que tenho eu tanta dificuldade em acreditar?» Entre palavras, lança ideias sobre o livro no qual trabalhava de momento: Ensaio sobre a cegueira.

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  • Breviário das Más Inclinações

    Breviário das Más Inclinações

    José Riço Direitinho

    6,00 

    Breviário das Más Inclinações de José Riço Direitinho.
    Edições ASA. Porto, 1994, 175 págs. E.

    «Depois de se ter deitado com um homem, lavava-se sempre numa infusão de folhas de arruda, apanhadas ao luar, e bebia tisanas com sementes de funcho e de sargacinha-dos-montes, para que as regras não lhe faltassem.»

    Assim começa este romance que narra a vida e a morte (aos 33 anos, como Jesus) de José de Risso, um homem de virtude que nasceu marcado nas costas com um sinal em forma de folha de carvalho. Pelo meio há o enorme lobo de Espadañedo, um lobisomem que descia da serra quando a Lua lhe estava de feição; há receitas de chás e de tisanas que curam do mau-olhado, da má-sina com as mulheres, dos amores infelizes, das galhaduras, dos maus pensamentos; há chás e tisanas que fazem recobrar os ímpetos aos homens; há também Purísima de la Concepción, a muito bonita e alegre viúva galega, de quem se dizia (sem se ter a certeza) que encomendara a morte do marido a um matador de touros andaluz a quem as mulheres casadas chamavam, com disfarçado fervor e muita paixão contida, Niño del Teso.

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    Assim começa este romance que narra a vida e a morte (aos 33 anos, como Jesus) de José de Risso, um homem de virtude que nasceu marcado nas costas com um sinal em forma de folha de carvalho. Pelo meio há o enorme lobo de Espadañedo, um lobisomem que descia da serra quando a Lua lhe estava de feição; há receitas de chás e de tisanas que curam do mau-olhado, da má-sina com as mulheres, dos amores infelizes, das galhaduras, dos maus pensamentos; há chás e tisanas que fazem recobrar os ímpetos aos homens; há também Purísima de la Concepción, a muito bonita e alegre viúva galega, de quem se dizia (sem se ter a certeza) que encomendara a morte do marido a um matador de touros andaluz a quem as mulheres casadas chamavam, com disfarçado fervor e muita paixão contida, Niño del Teso.

  • Anjos e Demónios de Dan Brown

    Anjos e Demónios

    Dan Brown

    6,00 

    Anjos e Demónios de Dan Brown.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2005, 586 págs. B.

    Quando um famoso cientista do CERN é encontrado brutalmente assassinado, o professor de simbologia Robert Langdon é chamado para identificar o estranho símbolo gravado no peito do cientista. A sua conclusão é avassaladora: a marca é de uma antiga Irmandade chamada Iluminatti, supostamente extinta há séculos e inimiga da Igreja Católica. Em Roma, o Colégio dos Cardeais está reunido para eleger um novo Papa quando se apercebe do rapto de quatro cardeais, ao mesmo tempo que a Guarda Suíça é informada de que uma perigosa arma está na Cidade do Vaticano com o propósito de a destruir. Robert Langdon – quem não o conhece? – ajudado desta vez por Victoria Vetra, cientista do CERN, procura desesperadamente a antimatéria no meio das intricadas pistas deixadas pelos Iluminati, lutando contra o tempo para salvar o Vaticano.

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  • AmadeoAmadeo de Mário Cláudio

    Amadeo

    Mário Claúdio

    7,00 

    Amadeo de Mário Claúdio.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1985, 115 págs. Mole.

    Muito estimado e importante estudo sobre uma das figuras cimeiras da pintura portuguesa moderna, trabalho a que foi atribuído o prémio da Associação Portuguesa de Escritores.

    Com ilustrações a cores de alguns dos trabalhos de Amadeo, fotografias a negro de retratos e outros elementos iconográficos.

    📕 2ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Almanaque de Santo António (1980)

    Almanaque de Santo António (1980)

    Manuel Torres Monteiro Branco

    6,00 

    Almanaque de Santo António (1980) de Manuel Torres Monteiro Branco [Dir.].
    Editorial Franciscana. Braga, 1988, 318 págs. B.

    Os Almanaques, sobretudo a partir do século XIX, foram os livros de primeira e quase única leitura na maioria dos nossos lares.

    O ALMANAQUE DE SANTO ANTÓNIO, editado anualmente pela Editorial Franciscana, há muitos anos que vem cumprido essa missão.

    Este Almanaque tem sido obra de grande perseverança ao longo dos tempos, com as necessárias inovações de textos e grafismo.

    Na sua elaboração, recorre-se a contos, poemas, curiosidades, calendários, textos antonianos e franciscanos, provérbios e tradições populares, humor e factos históricos.

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  • Almanach Bertrand 1919 de Maria Fernandes Costa1919

    Almanach Bertrand 1919

    Maria Fernandes Costa

    20,00 

    Almanach Bertrand 1919 de Maria Fernandes Costa.
    Livraria Aillaud & Bertrand. Lisboa, 1918, 365 págs. Dura.

    Os almanaques destacam-se pelo seu charme único, oferecendo uma rica variedade de conteúdos. Contêm artigos sobre atualidades, cultura geral, literatura, ciência e acontecimentos marcantes, complementados por fotografias, ilustrações, caricaturas, jogos e passatempos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Almanach Bertrand 1918 de Maria Fernandes Costa1918

    Almanach Bertrand 1918

    Maria Fernandes Costa

    20,00 

    Almanach Bertrand 1918 de Maria Fernandes Costa.
    Livraria Aillaud & Bertrand. Lisboa, 1917, 382 págs. Dura.

    Os almanaques destacam-se pelo seu charme único, oferecendo uma rica variedade de conteúdos. Contêm artigos sobre atualidades, cultura geral, literatura, ciência e acontecimentos marcantes, complementados por fotografias, ilustrações, caricaturas, jogos e passatempos.

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  • 25 de Abril

    25 de Abril

    J. Aires Magalhães

    3,00 

    25 de Abril de J. Aires Magalhães.
    Edição Formar. Lisboa, s.d., 47 págs. Mole.

    Antes do mais, cumpre salientar que é ainda cedo para se fazer, com objectividade, rigor e imparcialidade, a História da Revolução do 25 de Abril de 1974.

    Ainda assim, tentaremos fazer um relato isento e indicar pistas para ulterior julgamento.

    Evitaremos, pois, os juízos de valor sobre os factos descritos e procuraremos limitar esse fenómeno de ecolalia que é o de, quase sem se dar conta, utilizar a própria linguagem adoptada por certas facções políticas à força de se deparar frequentemente com frases e termos, tornados “palavras de ordem” pela propaganda, ao jeito do “slogan” da publicidade, repetitiva e deliberadamente insistente.

    Entendemos, também, que um dos cuidados que deve ter quem estuda História é o de procurar, para todas as épocas, movimentos ou ideologias, separar os factos concretos das interpretações que deles dão os vencedores.

    A História não pode ser feita com as versões das forças vitoriosas. Se assim fosse, não poderia considerar-se ciência.

    Efectivamente, se quem vence é o mais forte, este passaria a ser também o único detentor da verdade histórica.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Lusíadas, Os

    Lusíadas, Os

    Luís de Camões

    10,00 

    A ação central da obra é a viagem de Vasco da Gama para a Índia. Dela se serve o poeta para nos oferecer a visão épica de toda a História de Portugal até à sua época, ora sendo ele o narrador, ora transferindo essa tarefa para figuras da viagem. Para outras figuras – as míticas – transfere os discursos que projetam a ação no futuro em forma profética.

  • Livro dos Amantes, O

    Livro dos Amantes, O

    José Jorge Letria

    6,00 

    Livro dos Amantes de José Jorge Letria.
    Oficina do Livro. Lisboa, 2011, 219 págs. E.

    Nos grandes amores, existe sempre alguma coisa que os faz vencer as barreiras do tempo e do espaço. É assim que se eternizam e se tornam universais.

    Adão e Eva, Pedro I e Inês de Castro, Napoleão e Josefina, Almeida Garrett e a viscondessa da Luz, Oscar Wilde e Lord Alfred Douglas, John Lennon e Yoko Ono, Francisco Sá Carneiro e Snu Abecassis são alguns dos pares que ganharam lugar cativo na galeria dos grandes amantes.

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  • Lisboa Galante: Episódios e Aspectos da Cidade de Fialho de Almeida

    Lisboa Galante: Episódios e Aspectos da Cidade

    Fialho de Almeida

    5,00 

    Lisboa Galante: Episódios e Aspectos da Cidade de Fialho de Almeida.
    Editorial Vega. Lisboa, 1994, 191 págs. B.

    Livro de crónicas e contos de Fialho de Almeida, subintitulado “Episódios e aspetos da cidade”, em que os textos oscilam de facto entre a narrativa, como em “Amor de velhos”, “A chávena da China”, “A condessa” ou “A verruga”, e a descrição de Lisboa, como em “De noite”, “Madrugada de inverno” ou “Lisboa velha e Lisboa nova”. “Sentimental Journey”, cujo título remete intertextualmente para a obra de Sterne, oferece uma série de notações de viagem.

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  • Uma Aventura em Lisboa de Ana Maria Magalhães

    Aventura em Lisboa, Uma

    Ana Maria Magalhães

    2,50 

    A turma das gémeas recebe um novo aluno que vem transferido de outra escola. Chama-se Eduardo, é giríssimo e tem talentos especiais, como por exemplo o de fabricar castelos com papel mastigado.
    Também montou uma rádio pirata no sótão, de onde emite programas-surpresa que incluem entrevistas e imitação de vozes. Quando convida o grupo para visitar o estúdio sintoniza por acaso uma conversa em que se fala de um tesouro escondido há duzentos anos num monumento de Lisboa. Mas qual, se há tantos monumentos em Lisboa? A resposta está num enigma difícil de decifrar e que a quadrilha dos AL também ouviu.
    A caça ao tesouro leva-os a passar uma noite trancados na Torre de Belém e a dar um mergulho nas águas geladas e lodosas do Tejo.

  • Jesus Cristo

    Jesus Cristo

    Karl Adam

    8,00 

    Jesus Cristo de Karl Adam.
    Casa do Castelo – Editora. Coimbra, 1947, 415 págs. B.

    A obra que hoje apresentamos ao público português possui um interesse verdadeiramente extraordinário, já pela sua profundidade psicológica, já pela penetração e pelo alcance das conclusões a que o seu Autor chegou. Estamos perante uma daquelas construções da inteligência humana das quais pode dizer-se, em verdade, que quase trazem em si o sinal visível da inteligência divina.

    Outro grande mérito desta obra reside no facto de ela se dirigir à mentalidade do nosso tempo. Olhos postos no Redentor, nunca o Teólogo se esqueceu de que Jesus é o Redentor da humanidade de sempre, principalmente da que hoje caminha pelas vias sangrentas do ódio, não se sabe para onde, e que só Cristo poderá fazer caminhar, pelas vias do amor, para o destino belo da Verdade que é a expressão mais alta da Vida

    📝 Assinatura de posse.

  • José Cardoso Pires

    José Cardoso Pires

    Maria Lucia Lepecki

    7,50 

    José Cardoso Pires de Maria Lucia Lepecki.
    Moraes Editores. Lisboa, 1977, 178 págs. B.

    A colecção “MARGENS DO TEXTO” que com este volume sobre JOSÉ CARDOSO PIRES se inicia, procura fornecer aos estudantes e ao público em geral textos de análise sobre a obra dos mais representativos autores da literatura portuguesa de todos os tempos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.