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  • Pressupostos do Socialismo e as Tarefas da Social-Democracia de Eduard BernsteinNovo Projeto (5)

    Pressupostos do Socialismo e as Tarefas da Social-Democracia, Os

    Eduard Bernstein

    7,00 

    Pressupostos do Socialismo e as Tarefas da Social-Democracia de Eduard Bernstein.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1976, 345 págs. B.

    Discípulo preferido e executor testamentário de Engels, Eduard Bernstein (1850-1932) começa, logo a seguir à morte do seu mestre, a pôr em causa um certo número de teorias de Marx. No plano filosófico, dirige os seus ataques contra o método dialéctico e torna-se o principal defensor de um regresso a Kant, regresso este que encontrará a sua expressão no «neokantismo» de todo um sector da «inteligentzia» social-democrata. A luz dos mais recentes desenvolvimentos do capitalismo na sua época, Bernstein contesta as teorias do valor, da mais-valia e da pauperização. Finalmente, no plano político, apoiando-se na prática real do partido alemão, o reformismo, convida os sociais-democratas a «emanciparem-se duma fraseologia ultrapassada pelos factos e a apresentarem-se como aquilo que na realidade são: um partido de reformas socialistas e democráticas».
    Condenado por revisionismo pela social-democracia internacional, Bernstein tinha todavia interpretado pertinentemente uma corrente muito profunda existente no movimento socialista. Proclamando-se oficialmente marxista, esta corrente vai dominar os partidos da II Internacional combinando um certo marxismo teórico com uma prática política essencialmente parlamentar em que os objectivos revolucionários estão muito longinquos ou mesmo ausentes.
    Os Pressupostos do Socialismo e as Tarefas da Social-Democracia reúne precisamente os artigos de Bernstein que estão na origem da crise aberta pelo revisionismo na social-democracia.
    As repercussões e o significado histórico da obra tornam desnecessário salientar a importância desta sua primeira edição portuguesa.

    📝 Assinatura de posse.

  • Dicionário de Medicina

    Dicionário de Medicina

    Peter Wingate

    7,00 

    Dicionário de Medicina de Peter Wingate.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1977, 793 págs. B.

    Há cerca de dois mil anos, Hipócrates afirmou que o médico deve ensinar os doentes a cuidarem da sua saúde.

    É evidente que quanto mais soubermos de nós mesmos, menos complicados porque mais conscientes se nos afigurarão tais problemas.

    Este dicionário dirige-se a todos aqueles que se interessam pelo tratamento de pessoas doentes, e, sobretudo, ao próprio doente, que deveria ser o principal colaborador do médico. Mas não se trata, como Peter Wingate sublinha, de um receituário domésticos nem de um manual de primeiros socorros.

    Este dicionário debruça-se sim sobre o corpo e o espírito, saudável ou doente, sobre remédios e sobre a cirurgia, sobre a história, as instituições e o vocabulário da profissão médica e sobre muitos outros aspectos da medicina. E sempre o Dr. Wingate expõe com clareza os princípios contidos no diagnóstico e no tratamento de mil e uma doenças.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ernest HemingwayHemingway

    Ernest Hemingway

    Stewart Sanderson

    7,00 

    Ernest Hemingway de Stewart Sanderson.
    Editorial Presença. Lisboa, 1963, 222 págs. B.

    Ernest Hemingway é um dos grandes nomes da ficção contemporânea e, simultâneamente, um dos mais populares escritores norte–americanos de todos os tempos. Para esta popularidade muito contribuiu, à parte a indiscutível qualidade intrínseca da sua obra que mereceu o Prémio Nobel, a vida acidentada que levou. Basta referir que, para além de toda a crónica que se fex em torno das suas predilecções o pugilismo, o toureiro, a caça grossa, a pesca no mar alto, Hemingway esteve presente nas duas guerras mundiais bem como na Guerra Civil espanhola, e em todas elas como participante, muito embora o seu papel no conflito de 1939-45 (fosse o de correspondente de guerra. Tudo isto fez de Hemingway uma figura legendária, que veio a ser reforçada com o seu dramático final. Stewart Sanderson, o autor deste volume, acompanha fielmente a evolução da personalidade de Hemingway nas fases mais importantes da sua vida acidentada, ao mesmo tempo que se debruça atentamente sobre a sua vasta e admirável produção no campo da literatura.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Doenças Tem História de Jacques Le Goff

    Doenças Tem História

    Jacques Le Goff

    7,50 

    Doenças Tem História de Jacques Le Goff.
    Terramar Editores. Lisboa, 1991, 361 págs. B.

    Escrito por historiadores e por médicos, este livro começa por relatar o difícil nascimento da medicina, através das práticas de magia na antiquíssima Babilónia, das lições de Hipócrates na Grécia e da medicina árabe na Idade Média, até à elaboração de uma medicina científica a partir da época de Pasteur. Mas estuda também as doenças mais mortíferas dos tempos modernos no seu contexto histórico e enquanto fontes de angústia e sofrimento.

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  • Futuro do Espaço de Albert DuckrockFuturo

    Futuro do Espaço

    Albert Duckrock

    7,00 

    Futuro do Espaço: Uma Nova Era na Vida dos Homens de Albert Duckrock.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 364 págs. B.

    Matemático, professor, engenheiro e investigador, Albert Ducrocq foi em primeiro lugar, um pioneiro da cibernética: construiu aparelhos que ficaram célebres, entre os quais, em 1953, a raposa electrónica, dotada de memória integrativa. Deve-se-lhe, igualmente a concepção do primeiro motor espa-cial.

    Mas, para além da sua actividade de cientista e de técnico Albert Ducrocq distingue–se como um divulgador de grande projecção. As suas obras artigos e comentários fazem–nos viver impressivamente essa epopeia emocionante que é a conquista do cosmos, ao mesmo tempo que nos prepara para a mutação intelectual que os novos tempos exigem da humanidade actual.

    📝 Assinatura de posse.

  • Deuses, Túmulos e SábiosDeuses

    Deuses, Túmulos e Sábios

    C. W. Ceram

    7,50 

    Deuses, Túmulos e Sábios: O Romance da Arqueologia de C. W. Ceram.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 399 págs. B.

    Das antigas cidades de Pompeia e Herculano ao labirinto do Minotauro, às Pirâmides e ao Vale dos Reis, passando por Nínive e pelos deuses alados da Assíria, pela Torre de Babel e pelo tesouro de Montezuma: eis um livro que a cada capítulo promete uma nova aventura.
    C. W. Ceram, exímio narrador e divulgador de ciência, relata neste livro, por intermédio dos próprios protagonistas, as entusiasmantes descobertas dos pioneiros da arqueologia. Alguns destes – como o alemão Schliemann, que pela primeira vez provou ao mundo a existência da antiga cidade de Tróia – assemelhavam-se mais a ambiciosos caçadores de tesouros do que a cientistas; mas o que hoje perdura das suas biografias é a obstinação de desvendarem os segredos da História Antiga e de trazerem à luz dos nossos dias grandes civilizações desaparecidas.

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  • Micróbio Prodigioso de Hiromi Shinya

    Micróbio Prodigioso e as Enzimas Curativas, O

    Hiromi Shinya

    6,00 

    Micróbio Prodigioso e as Enzimas Curativas de Hiromi Shinya.
    Penguim Random House. Lisboa, 2016, 236 págs. B.

    Depois do estrondoso sucesso dos anteriores livros sobre as enzimas prodigiosas e as enzimas para rejuvenescer, o Dr. Hiromi Shinya oferece-nos um método revolucionário baseado nos mais recentes estudos científicos que ele chama de Bioenzima Shinya, uma nova forma de comer e de viver.

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  • Verdade Sobre Lorin Jones, A

    Verdade Sobre Lorin Jones, A

    Alison Lurie

    6,00 

    Verdade Sobre Lorin Jones de Alison Lurie.
    Difusão Cultural. Lisboa, 1991, 327 págs. B.

    Considerada pelo jornal The Observer como «a mais elegante e mordaz romancista norte-americana contemporânea», Alison Lurie nasceu em 1926, em Chicago, mas vive desde a infância em Nova Iorque. Docente da Cornell University há mais de duas décadas, estreou-se como ficcionista em 1962, com Love and Friendship. Galardoada pela Academia Americana em 1979, conquistou em 1985 o prestigiado Prémio Pulitzer com o romance Amor no Estrangeiro.

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  • Numa Terra Estranha

    Numa Terra Estranha

    James Baldwin

    6,00 

    Numa Terra Estranha de James Baldwin.
    Clube Português do Livro e do Disco. Lisboa, s.d., 468 págs. E.

    Tendo como pano de fundo a vibrante cena musical de Nova Iorque nos anos 1950, Terra Estranha é um retrato ousado e comovente sobre bissexualidade e relações inter-raciais, publicado numa época em que estes temas eram ainda tabu.

    No ambiente intenso dos clubes de jazz de Greenwich Village, acompanhamos Rufus, um baterista negro em decadência, que se envolve com Leona, uma mulher branca oriunda do sul dos Estados Unidos. A partir desta relação turbulenta, James Baldwin aborda questões centrais da sua obra — raça, identidade, nacionalismo, depressão e desejo — compondo um romance apaixonado e violento, onde personagens profundamente humanas lutam por ultrapassar as barreiras da segregação racial e das convenções sociais em busca da felicidade e de si mesmas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Seis Estudos de Psicologia de Jean Piaget

    Seis Estudos de Psicologia

    Jean Piaget

    6,00 

    Seis Estudos de Psicologia de Jean Piaget.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1976, 216 págs. B.

    Não é hoje necessário apresentar Jean Piaget ao público português, nem referir a importância do trabalho de um homem unanimemente reconhecido como um dos grandes psicólogos do nosso tempo. Equiparado a Freud pelos muitos horizontes que a sua obra veio rasgar, sobretudo no âmbito do estudo da inteligência infantil e da educação das crianças. Seis Estudos de Psicologia traçam um resumo do pensamento de Piaget e constituem uma vigorosa introdução à sua concepção genética estruturalista. Os textos apresentados proporcionam o essencial das descobertas de Piaget no domínio da psicologia da criança e abordam alguns dos problemas centrais da pesquisa do autor, nomeadamente os do pensamento, da linguagem e da afectividade.

    📝 Assinatura de posse.

  • Aranha, A

    Aranha, A

    Henri Troyat

    3,00 

    Aranha de Henri Troyat.
    Editorial Inquérito. Lisboa, s.d., 236 págs. B.

    Henri Troyat (1911–2007), nascido Lev Aslanovich Tarasov em Moscovo, foi escritor, ensaísta, novelista e historiador francês de origem arménia. Exilado com a família após a Revolução Russa, fixou-se em Paris em 1920, onde estudou Direito e iniciou carreira literária. Vencedor do Prémio Goncourt em 1938, publicou mais de 100 obras, incluindo biografias de Tolstói, Catarina, a Grande e Rasputin. Membro da Academia Francesa desde 1959, destacou-se com La neige en deuil, adaptado ao cinema em 1956.

    📌 Carimbo de biblioteca pública.

  • Boxer

    Boxer

    Johanna Thiel

    6,00 

    Boxer de Johanna Thiel.
    Editorial Presença. Lisboa, 1996, 88 págs. B.

    Não é grande nem pequeno, tem o pêlo curto e liso, um corpo robusto, bom feitio, é inteligente e cuidadoso com as crianças, brincalhão, corajoso, enérgico e fiel. E que outro cão consegue franzir a testa daquele modo? Nenhum. Só o Boxer. Este livro, da autoria de Johanna Thiel, uma experiente criadora desta raça de cães, faculta uma informação clara e simples sobre a aquisição de doenças, a criação e as exposições, para além de indicações sobre técnicas educativas e possibilidades de treino. As informações escritas vão sendo complementadas com desenhos explicativos e magníficas fotografias a cores.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Dez Dias Que Abalaram o Mundo

    Dez Dias Que Abalaram o Mundo

    John Reed

    6,00 

    Dez Dias Que Abalaram o Mundo de John Reed.
    Edições Avante. Lisboa, 1977, 389 págs. B.

    Em 2017 assinalam-se os 100 anos da Revolução Russa. Esta edição comemorativa, prefaciada por Francisco Louçã, constitui-se como um documento fundamental para a compreender em tudo aquilo que ela teve de transformador e contraditório.

    Os Dez Dias que Abalaram o Mundo é uma reportagem sobre os frenéticos dias que se viveram na Rússia em 1917, desde o fim do czarismo, passando pelo governo provisório de Kerenski, até ao triunfo da revolução social bolchevique. Disponibiliza vários documentos – decretos, proclamações, panfletos, etc. -, apresenta vários testemunhos dos soldados na frente de guerra, dá voz ao povo anónimo – soldados, operários e camponeses – e aos mais proeminentes líderes das várias fações e partidos políticos – dos bolcheviques aos conservadores -, assim como relata algumas das mais interessantes e difíceis discussões por que passou o processo revolucionário.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Bifes Mal Passados de João Magueijo

    Bifes Mal Passados

    João Magueijo

    7,00 

    Bifes Mal Passados de João Magueijo.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2014, 187 págs. B.

    Um roteiro de cómicos fins-de-semana mal passados e tentativas frustradas de fazer férias em Inglaterra servem de ponto de partida para uma viagem pela cultura anglo-saxónica, como vista pelos olhos de um cientista português radicado no Reino Unido há mais de vinte anos e do qual estamos mais habituados a ler obras de divulgação científica. Bifes Mal Passados é alternadamente hilariante e sério, convidando a uma reflexão sobre identidade cultural, e incitando os portugueses a despojarem-se de complexos de inferioridade.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Profetas, Videntes e Astrólogos (95)

    Profetas, Videntes e Astrólogos

    Pascale Maby

    6,00 

    PROFETAS, VIDENTES E ASTRÓLOGOS DE PASCALE MABY
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1977. 221 págs. B.
    🗂️  Colecção: Portas do Desconhecido | 4

    Ensaio de carácter documental focado na história do ocultismo, do profetismo e da astrologia. A autora examina os métodos e os registos históricos de adivinhação, analisando casos de previsões associadas tanto a acontecimentos coletivos de povos e nações como a episódios individuais. O texto aborda igualmente a aplicação de faculdades de vidência na resolução de investigações e enigmas do passado, apresentando uma abordagem sobre a necessidade humana de perscrutar o futuro

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    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 225g
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  • Journal (1931-1934)Journal

    Journal (1931-1934)

    Anais Nin

    7,50 

    Journal (1931-1934) de Anais Nin.
    Editions Stock. Paris, 1970, 382 págs. B.

    Lot des 2 premiers TOMES du JOURNAL d’Anaïs Nin, Journal Tome 1 (1931-1934) et Tome 2 (1934-1939), établis par Gunther Stuhlmann, aux Editions STOCK publiés en 1970 ; traduits par Marie-Claire Van der Elst. –LE JOURNAL: Anaïs Nin est devenue célèbre grâce à ses journaux intimes et secrets. Au départ, à l’âge de onze ans, cette pratique d’écriture intime prenait la forme d’une lettre adressée à son père qui avait abandonné la famille. Elle a par la suite tenu son journal de façon assidue, jusqu’à sa mort. La seconde publication se présente comme le Journal authentique, le plus proche de la véracité des faits. Ces écrits transcrivent avec brio ses rencontres amoureuses, artistiques ou analytiques, avec des personnalités comme Henry Miller, Antonin Artaud, Otto Rank, Edmund Wilson, Gore Vidal, James Agee. — L’AUTEUR-e : Anaïs Nin, née le 21 février 1903 à Neuilly-sur-Seine et morte le 14 janvier 1977 à Los Angeles, est une écrivaine américaine d’origine franco-cubaine. Elle doit sa notoriété à la publication de journaux intimes qui s’étalent sur plusieurs décennies et offrant une vision profonde de sa vie privée et de ses relations. La version non censurée de ses journaux n’a pu être publiée qu’après sa mort et celle de son mari. Elle est aussi l’une des premières femmes à écrire des ouvrages érotiques.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.