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  • Cidade dos Deuses Selvagens de Isabel Allende

    Cidade dos Deuses Selvagens, A

    Isabel Allende

    6,00 

    Cidade dos Deuses Selvagens de Isabel Allende.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2002, 235 págs. E.

    Depois de a sua mãe adoecer, o jovem Alexander Cold parte com a extravagante avó Kate numa expedição da International Geographic à selva amazónica, em busca de um estranho animal que muito pouca gente viu e que os indígenas chamam de «a besta». Os outros membros da expedição, dirigida por um petulante antropólogo, são dois fotógrafos, uma bela médica, um guia brasileiro e a sua surpreendente filha Nadia, com quem Alexander trava uma amizade especial. Entre as missões da expedição está também a de vacinar os escorregadios índios, conhecidos como «o povo do nevoeiro».

    Uma história emocionante, que alerta para os problemas ecológicos e para o drama terrível da extinção das tribos índias da região do Amazonas como consequência direta da exploração desenfreada e irresponsável praticada pelos brancos. A Cidade dos Deuses Selvagens é uma viagem repleta de perigos, maravilhosas

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  • Cartas de Estalinegrado

    Cartas de Estalinegrado

    Mário Sacramento

    7,00 

    Cartas de Estalinegrado de Mário Sacramento [Pref.]
    Editora Arcádia. Lisboa, 1960, 159 págs. B.

    Na fase final da batalha de Estalinegrado, o comando alemão decidiu auscultar o moral dos seus soldados. Estas cartas, que foram as últimas que os alemães conseguiram escrever nos derradeiros dias da luta naquela martirizada cidade, constitui um dos mais Impressionantes testemunhos dos acontecimentos decorridos durante a guerra. O avião que transportava o correio foi sequestrado por ordem de Hitler e de todas as cartas se elaborou um relatório confidencial que acabou ser descoberto nos arquivos secretos do exército alemão em Potsdam, O relatório fora efectuado para conhecer o estado de espirito tropa na fortaleza de Estalinegrado; todas cartas foram devidamente analisadas e classificadas, segundo o grau psicológico do remetente, em cinco grandes grupos: 2,1% favoráveis à continuação da guerra; duvidavam da sua justeza; 57,1% mostravam-se desconfiados e incrédulos; 3,4% manifestavam-se abertamente contra o prosseguimento das hostilidades e 33% não tinham atitude definida. Porém, após a compilação das estatísticas, e depois de um oficial dos serviços de propaganda ter sido encarregado de escrever um estudo sobre aqueles dias decisivos da guerra mundial, foram dadas ordens para suspender o trabalho, pois a revelação de tais factos falaria uma linguagem demasiado clara e intolerável para o povo alemão.

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  • Ana Karenina de Leão Tolstoi

    Ana Karenina

    Leão Tolstoi

    7,50 

    Ana Karenina de Leão Tolstoi
    Editorial Minerva. Lisboa, s.d., 3 vols. B.

    Ana Karenina parece ter tudo – beleza, dinheiro, popularidade e um filho adorado. Mas sente um vazio na sua vida até ao momento em que conhece o arrebatador conde Vronsky. A relação que em breve se inicia entre ambos escandaliza a sociedade e a família, e traz no seu encalce ciúme e amargura.
    Em contraste com esta história de amor e autodestruição, encontramos Konstantin Levin, um homem em busca da felicidade e de um sentido para a sua vida

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  • Espião do Vaticano de J. P. Gallagher

    Espião do Vaticano, O

    J. P. Gallagher

    5,00 

    Espião do Vaticano de J. P. Gallagher.
    Galeria Panorama. Alferragide, s.d., 219 págs. B.

    -Um imponente padre irlandés, divertido e delicado, Hugh Joseph O’Flaherty, tornou-se no homem mais desejado de Roma, o alvo dos Nazis, Salvador de mais vidas de Aliados do que provavelmente qualquer outra pessoa durante a Segunda Guerra Mundial.

    De pé no topo da escadaria de S. Pedro, envergando as suas vestes negro e púrpura, era literalmente o «Pimpinela Escarlate do Vaticano». desafiando as SS alemãs enquanto esperava e acolhia todos os que procuravam junto dele a salvação da prisão, tortura e possivelmente da morte.

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  • Fangland - Em Directo das Trevas

    Fangland – Em Directo das Trevas

    John Marks

    6,00 

    Fangland – Em Directo das Trevas de John Marks.
    Guerra e Paz. Lisboa, 2007, 366 págs. B.

     Uma revisitação do mito de Drácula para o século XXI e para a sociedade mediática. Um romance profundamente actual sobre a importância da televisão e o poder dos vampiros no nosso imaginário. Destaque também para a sua originalidade, misturando e-mails, registos de um diário e outros apontamentos que contribuem para a descodificação da história.

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  • Enzo

    Enzo

    Garth Stein

    6,00 

    Enzo de Garth Stein.
    DIFEL. Lisboa, 2008, 351 págs. B.

    Uma história cativante e comovente de uma família extraordinária, como quase se separaram e como foram reunidos de novo pelo membro mais sábio e mais leal: Enzo, o cão.

    Enzo sabe que é diferente dos outros cães: ele pensa e sente de uma forma quase humana. Ávido de conhecimento educou-se a ver televisão e a ouvir com muita atenção as palavras do dono, Denny Swift, um promissor piloto de carros de corrida. Através de Denny, Enzo percebe que a corrida é uma metáfora e que se se aplicar as técnicas que um piloto utilizaria na pista, poderá ter-se êxito a enfrentar as provações da vida.

    Enzo conta-nos a história da sua família humana, partilhando tragédias e triunfos, no fim apesar de se confrontar com as suas limitações de cão consegue heroicamente preservar a família Swift.

    Enzo – A Vida de Um Campeão é um testemunho da vida de um homem, narrado pelo seu cão. Mas também é um testemunho de Enzo. Embora não consiga falar, percebe tudo o que se passa à sua volta enquanto observa os problemas do dono.

    A sua mudez forçada apenas refina a sua capacidade de ouvir e permite que entenda muitas das matizes da vida que são desperdiçadas pela maioria dos humanos. Com humor, observação aguçada e um coração corajoso, Enzo conduz o leitor para a conclusão agridoce: não há limites para o que podemos alcançar, se realmente sabemos onde queremos estar.

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  • Eça de Queirós: a obra e o homem de João Gaspar Simões

    Eça de Queirós: a obra e o homem

    João Gaspar Simões

    7,00 

    Eça de Queirós: a obra e o homem de João Gaspar Simões.
    Arcádia Editora. Lisboa, 1981, 163 págs. B.

    João Gaspar Simões (1903 a 1987), grande crítico literário português, e também romancista, dramaturgo, historiador da literatura, tradutor, foi sem dúvida uma figura ímpar na literatura e na cultura portuguesa. Muito do conhecimento e da compreensão que hoje se têm sobre o que foram, no passado recente e não só, as letras portuguesas, o papel que desempenharam na sociedade, o seu lugar no mundo e o legado que nos deixaram, têm uma grande dívida para com ele. È geral o reconhecimento do seu mérito, mesmo por quem não concorda com ideias que exprimiu. Na sua obra são de referir os livros em que aborda a vida e obra de Eça de Queirós. Um deles, o segundo, intitulado Eça de Queirós, foi publicado em 1961 pela Editora Arcádia Limitada, na colecção A Obra e o Homem. É um livro de 217 páginas, em duas partes, com muitas citações, algumas não referenciadas, mas que denotam o estudo intenso da obra e da vida do biografado

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  • Dicionário das Crises e das Alternativas

    Dicionário das Crises e das Alternativas

    Boaventura de Sousa Santos

    7,00 

    Dicionário das Crises e das Alternativas de Boaventura de Sousa Santos [Pref.]
    Livraria Almedina. Coimbra, 2012, 218 págs. B.

    «(…) As notícias vêm recheadas de palavras, conceitos, eventos, números,acrónimos que não são do conhecimento comum e que, noutra altura, seriam ignorados e tidos como falta de sensibilidade dos redatores ante leitores, ouvintes ou espectadores que têm mais que fazer do que estudar notícias ou perder tempo a decifrar comentadores. Agora, porém, é diferente, uma vez que o que se noticia hoje pode transformar-se amanhã em perda de salário ou de pensão, em aumento do preço dos medicamentos ou dos transportes, em ter de tirar o filho das atividades extraescolares ou de cortar na alimentação. As notícias de hoje são o dia anterior de um quotidiano cada vez mais difícil, de uma vida familiar cada vez mais penosa, de horizontes e expectativas de vida cada vez mais incertos e até ameaçadores. As notícias são hoje a expressão da nossa impotência perante o futuro e, mesmo quando parecem tomar o nosso partido, suscitar a nossa revolta, apontar alternativas, fazem-no de uma maneira pouco convincente ou pouco clara (…)

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  • Despertar da Revolução Brasileira

    Despertar da Revolução Brasileira

    Márcio Moreira Alves

    7,50 

    Despertar da Revolução Brasileira de Márcio Moreira Alves.
    Seara Nova. Lisboa, 1974, 283 págs. B.

    «Moreira Alves foi um dos primeiros cassados pelo AI-5, o ato que suspendeu os direitos civis durante o regime militar e concedeu poder irrestrito aos militares, como o direito à censura a meios de comunicação e ao fechamento do Congresso Nacional. Antes disso, o deputado Moreira Alves era uma das estrelas da oposição durante etapa inicial do regime militar, mais branda. Eleito em 1966 pelo MDB do Rio de Janeiro, quando era jornalista do jornal Correio da Manhã, destacou-se pela eloquência e combatividade na Câmara. Em 2 de setembro de 1968 proferiu o famoso discurso em que denunciou a repressão aos estudantes e sugeriu que as moças não namorassem militares.»

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  • Depois da Cicuta

    Depois da Cicuta

    Angus Wilson

    7,00 

    Depois da Cicuta de Angus Wilson.
    Portugália Editora. Lisboa, 1961, 337 págs. B.

    Romance pioneiro (data de 1952) da literatura explicitamente homossexual, constitui também um atento retrato da hipocrisia inglesa:
    «[…] Angus Wilson compraz-se em alfinetar as ideias reaccionárias e filo-fascistas de alguns desses seus compatriotas, ao mesmo tempo que nos dá a comédia dos pequenos funcionários na rotina burocrática e na aposentação, ou a ruína de uma família, ou ainda esse outro mundo esquecido das velhas virgens. Tão-pouco lhe escapam os meios intelectuais, onde o talento anda de mistura com a vaidade pretensiosa. […]» (do Prefácio)

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  • Dedo de Deus

    Dedo de Deus

    Erskine Caldwell

    7,00 

    Dedo de Deus de Erskine Caldwell.
    Portugália Editora. Lisboa, s.d., 240 págs. B.

    Numa cidadezinha americana onde, sob o manto da hipocrisia, nada parece acontecer, é sempre possível que alguém surja para agitar o pântano das conveniências e pôr a nu o que se esconde debaixo dos ordeiros preconceitos. Assim aconteceu no pacato burgo de Agrícola, quando Molly lá resolveu instalar-se. Molly vem atirada dum mundo de miséria e abandono que começou a palmilhar desde a infância. Traz dentro de si uma desgraçada experiência; posta à margem da sociedade, aprendeu a não ter propósitos: é insolente, ri-se à gargalhada, gosta de escandalizar os bons tartufos de ambos os sexos. Mas não o faz por cálculo ou por vingança: é um acidente natural da sua pessoa e da vida para que a obrigaram a resvalar. Um a um, os personagens respeitáveis da cidade têm de descer à cena, queiram ou não queiram, para dançar uma das sátiras mais cruéis e grotescas que até hoje se fez à sociedade americana. A impiedosa ironia de Caldwell estuda-lhe os mínimos gestos, desnuda-lhe os mais recônditos ridículos, sempre com a sobriedade de processos e o estilo vivo e seco que dele fizeram um dos grandes ficcionistas do nosso tempo.

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  • Crónica dos Bons Malandros de Mário Zambujal

    Crónica dos Bons Malandros

    Mário Zambujal

    5,00 

    Crónica dos Bons Malandros de Mário Zambujal.
    Livraria Bertrand. Lisboa, 1980, 144 págs. B.

    Sinto-me sequestrado por estes bons malandros”. Aos livros que fui escrevendo, e outros que venha a escrever, não lhes valem possíveis méritos. Mais de trinta anos depois de saltarem à cena, sem outra pretensão do que fazer sorrir circunstanciais leitores, os bons malandros não arredam pé e ganharam a afeição de gerações sucessivas. Nada mais surpreendente, para quem lhes deu vida, esta longevidade que permite divertir jovens de hoje, tal como acontecera com seus pais e mesmo avós. Aqui se apresenta uma nova (e esmerada) edição de um livro que já galgou pelo cinema e pelo teatro e ameaça novos estrondosos cometimentos. Entretanto, o que o autor ambiciona é o mesmo de sempre: proporcionar prazer de leitura a quem se dispõe à descoberta das singulares aventuras destes bons malandros. Se eles vos divertirem, cumprem o seu destino.”

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    📕 7ª Edição.

  • Crise do Capitalismo Global

    Crise do Capitalismo Global

    George Soros

    6,00 

    Crise do Capitalismo Global: A Sociedade Aberta Ameaçada de George Soros.
    Temas e Debates. Lisboa, 1999, 274 págs. B.

    George Soros é uma lenda viva no mundo da finança e o seu nome tornou-se referência obrigatória de Wall Street a Wuhan, de Manchester a Moscovo, de Bruxelas a Banguecoque.
    O Quantum Fund, de que foi o principal impulsionador, revelou-se o fundo de investimentos mais eficaz de sempre e as suas fundações ajudaram a remodelar o mundo pós-Guerra Fria. Agora George Soros recorre à sua inteligência, à sua perícia e aos seus conhecimentos para explicar a crise da economia global. O resultado é uma obra surpreendente e rigorosa, que constitui simultaneamente urna crítica implacável aos erros cometidos e uma visão inspiradora de como podem ser superados.
    Em A Crise do Capitalismo Global, Soros disseca a teoria económica em geral e a actual crise em particular, mostrando como a aliança entre alguns pressupostos teóricos e o comportamento humano conduziu à desordem presente; a fé incondicional nas forças do mercado cegou-nos relativamente a instabilidades cruciais, que reagiram em cadeia e causaram uma crise que tem potencial para se tornar cada vez mais grave.
    Há, porém, uma saída, que implica a adopção do conceito de sociedade aberta e, segundo George Soros, ela será a salvação não só do sistema financeiro, mas da própria civilização contemporânea.

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  • Contestatários nos Estados Unidos, Os

    Contestatários nos Estados Unidos, Os

    Manuel Semidei

    7,00 

    Contestatários nos Estados Unidos de Manuel Semidei.
    Ulisseia Editora. Lisboa, 1975, 190 págs. B.

    No presente livro, Manuela Semidei faz o balanço da contestação nos Estados Unidos. Situando este fenómeno dentro do seu contexto histórico, económico e social, interroga-se acerca da convergência entre os contestatários das esquerdas e das direitas. Mostra também que, apesar do actual refluxo da Nova Esquerda, os contestatários estão na origem de movimentos de reforma que hoje em dia se processam nos Estados Uni-dos nos mais diversos campos, inclusive o da política.

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  • Consciência Zero, A

    Consciência Zero, A

    Italo Svevo

    5,00 

    Consciência Zero de Italo Svevo.
    Editorial Minerva. Lisboa, s.d., 355 págs. B.

    Criado originalmente como instrumento de apoio a um tratamento psicanalítico, o burguês e bon vivant quase-sessentão Zeno Cosini, de Trieste, exibe todas as suas fragilidades, falcatruas e desvios, dos menores aos maiores, em acções, omissões e sentimentos.
    Vício do fumo, infidelidade conjugal permanente, ciúme doentio, inveja, hipocrisia, fingimento, cinismo, imposturas, medo da velhice, fúria, indiferença para com a família… A lista de “pecados” de Zeno é extensa – como são ilimitados os sonhos e as fantasias que a alimentam.
    Mas também é grande o sofrimento que emana dessa espécie de diário, perante as agruras de uma vida dupla, do ócio improdutivo, da orfandade relativamente precoce, da doença e da dor, da morte, do amor não-correspondido. De um desejo de felicidade cuja satisfação se mostra, afinal, inatingível.

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  • Colinas da Ira, As

    Colinas da Ira, As

    Leon Uris

    6,00 

    Colinas da Ira de Leon Uris.
    Portugália Editora. Lisboa, s.d., 285 págs. B.

    De Leon Uris, THE ANGRY HILLS tem por pano de fundo a resistência aos ocupantes nazis na Grécia durante a Segunda Guerra Mundial. Mitchum é um soldado americano que, acidentalmente, se torna conhecedor de uma lista secreta de colaboradores dos nazis, pelo que se torna alvo de uma caçada, tanto por parte destes como da Resistência.

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