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  • Senhor e Servo de Leão Tolstoi

    Senhor e Servo

    Leão Tolstoi

    5,00 

    Senhor e Servo de Leão Tolstoi
    Editorial Inquérito. Lisboa, s.d., 118 págs. B.

    Tolstoi escreve aqui um livro que é literariamente admirável.

    O tempo é o da servidão. O lugar é a Rússia dos czares.
    Um senhor ambicioso, que quer comprar uma floresta, sai com o seu servo numa noite de grande nevão. Com a tempestade, perdem-se e são obrigados a passar a noite no trenó. E é ao longo desta noite que Tolstoi nos dá a conhecer a relação entre senhor e servo, perfeitamente definida pelos cânones do regime, e como essa relação se vai alterar à medida que as horas passam e o fim parece chegar de forma dramática.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Manuel Ribeiro de Pavia.

     

  • Reforma e a Europa do Século XVI de A. G. Dickens

    Reforma e a Europa do Século XVI

    A. G. Dickens

    5,00 

    Reforma e a Europa do Século XVI de A. G. Dickens.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1971, 237 págs. E.

    Procuro, neste breve ensaio, apresentar um relato objectivo e humano da Reforma, considerada do ponto de vista social, político e cultural. Pensei incluir estudos e análises recentes, mas as obras são tão numerosas nos diversos países que investigador algum pode ter a pretensão, não só de conhecer todos os trabalhos especializados, como de não vir a cometer erros evidentes. A brevidade está na ordem do dia, pelo que me pareceu preferível apresentar apenas, e não desenvolver, muitos assuntos. Nem por isso este livro deixará de atingir o seu objectivo principal, se vier a tornar conhecida uma parte da extraordinária e profunda diversidade de transformações experimentadas pela Europa, no momento em que a sua cultura começa, realmente, a expandir-se e a reafeiçoar os destinos de toda a raça humana.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pequenos Vigaristas de Gillian Flynn

    Pequenos Vigaristas

    Gillian Flynn

    6,00 

    Pequenos Vigaristas de Gillian Flynn.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2016, 76 págs. E.

    Uma jovem astuta tenta sobreviver num universo marginal, mas sobretudo inofensivo. Numa manhã chuvosa de abril, está a ler auras em Palmas Espirituais quando chega Susan Burke. Excelente observadora do comportamento humano, a nossa narradora faz imediatamente o diagnóstico: uma mulher rica e infeliz, ansiosa por um pouco de drama e emoção. Mas quando vai visitar a estranha casa vitoriana onde Susan vive, e que é a causa do seu terror e angústia, percebe que talvez já não seja preciso fingir que acredita em fantasmas… Miles, o enteado de Susan, também não ajuda. Não tarda a que os três se debatam para descobrir onde reside efetivamente o mal, e se existe alguma possibilidade de fuga.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ombro Arma de José Manuel Mendes

    Ombro Arma

    José Manuel Mendes

    6,00 

    Ombro Arma de José Manuel Mendes.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1991, 143 págs. E.

    Sobre esta obra dis Urbano Tavares Rodrigues no seu prefácio: «Ombro, Arma! é agora, de modo ainda mais saliente, um documento valiosíssimo sobre o antimilitarismo de uma mocidade que recusa a guerra colonial e aspira à transformação profunda do país (…) um texto luxuriante e luminoso, um hino à amizade e ao amor, sempre vivificado pelo ímpeto da palavra, pela qualidade da escrita.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Mila 18 de Leon Uris

    Mila 18

    Leon Uris

    6,00 

    Mila 18 de Leon Uris
    Publicações Europa-América. Lisboa, 1962, 706 págs. B.

    No decorrer da última guerra mundial, cerca de oito milhões de judeus foram exterminados pelo ódio nazi. Para esse número só o gueto de Varsóvia contribuiu com mais de meio milhão de vítimas.
    Mas os dirigentes desse povo mártir, desejando poupar vidas, sobretudo de crianças, tinham decidido a submissão às ordens dos nazis.

    No entanto, um dia, um certo Alexandre Brandel ousou arremessar um cocktail Molotov contra as forças de ocupação. Foi o sinal para a revolta. Nesse instante, os responsáveis pelo povo judaico descobriram que só havia um caminho: o da resistência heroica.

    Na rua Mila 18, foi instalado o quartel-general da Resistência. Ali, um bravo grupo de homens e mulheres sustentou um combate suicida que durou quarenta e dois dias e alimentou a chama da esperança que levaria à criação do Estado de Israel.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Inês Vai Morrer de Renata Viganó

    Inês Vai Morrer

    Renata Viganó

    6,00 

    Inês Vai Morrer de Renata Viganó.
    Portugália Editora. Lisboa, 1966, 329 págs. B.

    Renata Viganò é um dos iniciadores da corrente neo-realista italiana, na qual Inês Vai Morrer ocupa um lugar de primeiro plano. Se quisermos estabelecer um confronto deste famoso romance com outra grande criação romanesca, é com A Mãe, de Máximo Gorki, que mais legitimamente o pode-mos fazer. Inês não é todavia a mãe, mas a esposa. Também rude mulher do povo, a inesquecível heroína de Renata Viganò desperta para a luta política quando o marido, militante da Resistência italiana, morre. O amor, a saudade, o sofrimento trazem então à luz a sua originária consciência de oprimida. Agora terá uma nova tarefa: continuar o companheiro morto; e a partir do dia em que realiza uma primeira missão, Inês dedicar-se-á com toda a modéstia e coragem da sua alma simples à actividade clandestina contra o fascismo.

    📝 Assinatura de posse.

  • Lusíadas de Luís de Camões de João de Barros

    Lusíadas de Luís de Camões

    João de Barros

    6,00 

    Lusíadas de Luís de Camões de João de Barros.
    Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1977, 214 págs. B.

    Era uma vez um povo de marinheiros e de heróis, o povo português, o nosso povo, que já lá vão muitos anos — mais de quatrocentos — quis descobrir o caminho marítimo para a Índia. A Índia aparecia então, aos olhos de todos os Europeus, como terra de esplendor e de riqueza, que todos os homens desejavam, mas onde era difícil, quase impossível chegar. Quatro pequenos navios — tão pequenos sobre o imenso, ignorado Oceano! — Quatro naus comandadas pelo grande capitão Vasco da Gama lançaram-se através do Atlântico, só conhecido até ao Cabo da Boa Esperança, dobraram esse Cabo e puseram-se de vela para a região que demandavam. O vento era brando, o mar sereno. Até então a viagem correra sossegada. Mas os perigos seriam constantes, a travessia arriscada, a viagem longa. E ninguém sabia ao certo o rumo a seguir, pois nunca outra gente se atrevera sequer a tentar tão comprida e custosa navegação. Só a coragem e a audácia dos Portugueses seria capaz da proeza heroica! Assim inicia João de Barros a sua adaptação em prosa de Os Lusíadas, o poema épico português. Nesta obra, o autor condensa e simplifica a leitura dessa joia da literatura nacional, tornando-a acessível a um público mais jovem, mas interessado em conhecer a sua História e as suas Origens.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Martins Barata

  • Inês de Portugal

    Inês de Portugal

    João Aguiar

    5,00 

    Inês de Portugal de João Aguiar
    Edições ASA. Porto, 1997, 135 págs. B.

    Castelo de Santarém, num dia do ano de Cristo de 1359.
    Enquanto El-Rei D. Pedro I corre a caça pelos campos, os seus conselheiros Álvaro Pais e João Afonso Tello esperam com sombria ansiedade a chegada de dois prisioneiros, Álvaro Gonçalves e Pero Coelho, dois dos “matadores” de Inês de Castro (o terceiro, Diogo Lopes Pacheco, logrou fugir e refugiou-se em França). A esses homens havia sido solenemente prometido perdão, mas o Rei, decidido a vingar a única mulher que amou, quebrou o juramento feito, e agora eles vêm, debaixo de ferros, a caminho de Santarém. É este o ponto de partida de Inês de Portugal. Mas ao longo das suas páginas é todas a história de Pedro e Inês que João Aguiar reconstrói, abordando pela primeira vez um tema histórico posterior à Nacionalidade e fazendo-o desde logo com um dos mitos maiores da nossa consciência de Nação.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Hora do Deslumbramento de Hubert Reeves

    Hora do Deslumbramento, A

    Hubert Reeves

    6,00 

    Hora do Deslumbramento: Terá o Universo um Sentido? de Hubert Reeves.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1981, 243 págs. B.

    Hubert Reeves, astrofísico com o ar de «poeta do espaço, ensina cosmologia em Montreal e Paris. Escritor muito popular, publicou na Gradiva todos os seus livros Um Pouco Mais de Azul, A Hora do Deslumbramento, Malicorne, Aves Maravilhosas Aves, A Agonia da Terra, Crónicas dos Átomos e das Galáxias, Já Não Terei Tempo, Últimas Notícias do Cosmos, Poeira das Estrelas e O Universo Explicado aos Meus Netos alguns dos quais foram best-sellers. Preocupado com questões ambientais, Reeves preside à associação Humanidade e Biodiversidade.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Histórias de Mulheres de José Régio

    Histórias de Mulheres

    José Régio

    10,00 

    Histórias de Mulheres de José Régio.
    Brasília Editora. Lisboa, 1974, 324 págs. B.

    Histórias de Mulheres é uma coletânea de textos ficcionais (conto e novela) cujas personagens centrais são mulheres, o que desde logo confere a este livro uma identidade extraordinariamente original.

    Aqui encontramos, entre outras, as histórias de figuras como Menina Olímpia e a sua criada Belarmina numa história de decadência social e física, a História de Rosa Brava, que nos apresenta uma jovem lésbica cujo temperamento rebelde choca com os valores da sua família, ou ainda O vestido cor de fogo, história na qual um marido se vê oprimido pela sexualidade dominante da esposa.

    📝 Assinatura de posse.

  • Fogo e as Cinzas

    Fogo e as Cinzas

    Manuel da Fonseca

    25,00 

    Fogo e as Cinzas de Manuel da Fonseca.
    Gleba. Lisboa, s.d., 161 págs. B.

    O Fogo e as Cinzas, publicado em 1951, é um dos mais significativos livros de contos da moderna literatura portuguesa, onde a arte de Manuel da Fonseca atinge a perfeita maturidade, revelando-se então um escritor de tendência regionalista e de funda preocupação humana, que retrata a vida pobre dos trabalhadores rurais das planícies alentejanas, dando especial realce à sua luta contra a injustiça. Os contos são acerca de um Alentejo dos anos 40 e 50, rústico e em decomposição. Eles nos falam das gentes de uma terra maravilhosa mas pobre: esse Alentejo de há muitas décadas, que assistia aos primeiros passos de um progresso lento.

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse

  • Dom Quixote de Miguel de Cervantes

    Dom Quixote

    Miguel de Cervantes

    7,50 

    Dom Quixote de Miguel de Cervantes
    Editoral Minerva. Lisboa, s.d., 4 vols. B.

    A imortal história do Cavaleiro da Triste Figura, que acompanhado pelo seu fiel escudeiro, Sancho Pança, avança por montes e vales, lutando contra moinhos de vento e cavaleiros imaginários em nome da justiça. Retrato do anti-herói, Dom Quixote, o fidalgo enlouquecido, representa a capacidade de transformação do homem em busca dos seus ideais.
    Este grande livro é muito mais do que um romance de cavalaria. Pelo contrário, ao satirizar os romances de cavalaria em voga ao longo dos séculos XVI e XVII, o Dom Quixote afirma-se como o clássico fundador do romance moderno. O humor, as digressões e reflexões, a oralidade nas falas e a metalinguagem marcaram o fim da Idade Média na literatura.
    Repleto de aventuras e situações fantásticas, este tem sido considerado um livro inesquecível para sucessivas gerações de leitores.
    Este livro reúne os dois volumes que constituem o Dom Quixote de la Mancha, publicados em 1605 e 1615. Conta ainda com uma introdução da professora Maria Fernanda de Abreu.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Direitos do Homem

    Direitos do Homem

    António Maria Pereira

    7,50 

    Direitos do Homem de António Maria Pereira.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1979, 278 págs. B.

    A obra está dividida em três partes: a primeira expõe a temática universal dos direitos do homem e a medida da sua protecção em Portugal. Aqui se abordam problemas como o dos saneamentos revolucionários, do não paga-mento das indemnizações, do julgamento dos ex-pides, e da lei sobre as organizações fas-cistas; a segunda parte é um resumido manual da Convenção Europeia e do processo perante as instâncias de Estrasburgo, onde se analisa o alcance das reservas formuladas por Portugal; a terceira transcreve as convenções internacionais sobre direitos do homem que Portugal subscreveu.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Dilúvio de Henry Sienkiewicz

    Dilúvio

    Henryk Sienkiewicz

    7,50 

    Dilúvio de Henryk Sienkiewicz
    Editorial Minerva. Lisboa, s.d., 4 vols. B.

    Em meados do século XVII, apenas cinco anos após os cavaleiros da República Polaco-Lituana terem expulsado os invasores cossacos que os ameaçavam pelo leste, surge no horizonte uma nova e muito mais perigosa ameaça: as tropas suecas estão a entrar pela fronteira norte do país.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Dias e Noites de Estalinegrado

    Dias e Noites de Estalinegrado

    Kuprine

    7,00 

    Dias e Noites de Estalinegrado de Kuprine [et al.]
    Portugália Editora. Lisboa, 1965, 220 págs. B.

    A defesa de Estalinegrado foi uma epopeia da guerra russo-alemã. Não há memória de que o que sucedeu ali tenha ocorrido noutras guerras.

     

    Parece inacreditável que uma cidade não fortificada e defendida apenas por um punhado dos seus habitantes tenha podido resistir aos numerosos e violentos embates de um exército tão poderoso como o alemão, especialmente preparado e equipado com as mais aperfeiçoadas armas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Contos de Natal de Charles Dickens

    Contos de Natal

    Charles Dickens

    7,50 

    Contos de Natal de Charles Dickens.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1976, 293 págs. E.

    Um Conto de Natal é uma obra da autoria do inglês Charles Dickens, escrita em menos de um mês para liquidar dívidas urgentes, que apela à generosidade e compaixão, em detrimento da ganância e da avareza. Foi publicado em 1843 tornando-se uma das mais célebres obras de Dickens e um dos maiores clássicos de Natal de todos os tempos. Ebenezer Scrooge é um homem avarento que não acredita no espírito natalício. Numa véspera de Natal recebe a visita de três fantasmas: do Natal Passado, do Presente e do Futuro. Com eles é obrigado a refletir sobre os seus atos e como estes influenciam a sua felicidade a dos que o rodeiam.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Manuel Dias.