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Antero de Figueiredo
6,00 €
Doida de Amor de Antero de Figueiredo.
Livraria Bertrand. Lisboa, s.d., 191 págs. Mole.
Trata-se de uma das primeiras e mais invulgares obras de Antero de Figueiredo (1866-1953), escrito em forma epistolar.
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Florence Elliott
5,00 €
Dicionário de Política de Florence Elliott
Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1972, 510 págs. Mole.
É difícil em poucas palavras sugerir todo o vasto conteúdo deste livro, que analisa e esclarece as mais recentes situações do panorama político mundial. «Curriculum exaustivo de acontecimentos, história das mais destacadas personalidades, análise e descrição de instituições políticas, monografia de praticamente todos os Estados independentes do mundo bem como das principais possessões ultramarinas, este dicionário trata ainda de modo especial os locais que foram ou são centro de disputas e de tensões, enumera e estuda os principais partidos politicos analisando os seus objetivos, debruça-se sobre as diversas organizações internacionais, descreve as ideologias, refere as datas, declarações importantes, etc.
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Henri Tezenas du Montciel
5,00 €
Dicionário de Gestão de Henri Tezenas du Montciel.
Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1973, 301 págs. Mole.
Este DICIONARIO DE GESTÃO é um guia prático feito para os gestores responsáveis pelos diversos departamentos técnico-administrativos da actividade empresarial; e também para os estudantes da matéria, aos quais proporciona um contacto com as questões mais práticas que terão de vir a resolver. Não há gestão sem matemática, sem estatística, sem economia, direito, psicossociologia, finanças, contabilidade e outras. mais ciências. Nenhuma delas exerce domínio absoluto, antes todas se conjugam para formar o sistema global da empresa. Este carácter pluridisciplinar e o constante aperfeiçoamento dos métodos determinam uma crescente complexidade da ciência e da linguagem da gestão: todos os profissionais verificam a importância de palavras novas cujo uso é causa de muitos equívocos.
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Ferdinand de Saussure
7,50 €
Curso de Linguística Geral de Ferdinand de Saussure.
Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1978, 388 págs. Mole.
Curso de linguística Geral (em francês: Cours de linguistique générale) é uma obra póstuma de Ferdinand de Saussure publicada em 1916. Nela, Saussure elege a língua, em oposição à fala, como objecto central da Linguística. Introduz os termos diacronia – estudo da história da língua – e sincronia – estado da língua. Além disso, Saussure caracterizou a linguagem como um sistema de signos. O Curso de linguística Geral não foi um livro escrito por Ferdinand de Saussure, mas, na verdade, uma obra editada após sua morte por Charles Bally e Albert Sechehaye, com base em anotações feitas ao longo de cursos oferecidos pelo linguista na Universidade de Genebra entre os anos 1906-1907, 1908-1909 e 1910-1911. Bally e Sechehaye contaram com as anotações de mais um dos alunos de Saussure, que colaborou na edição do texto, Albert Riedlinger.
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Deepak Chopra
6,00 €
Corpo Sem Idade, Mente Sem Fronteiras de Deepak Chopra.
Editorial Rocco. Lisboa, 1995, 415 págs. Mole.
Ao contrário das nossas noções tradicionais acerca do envelhecimento, podemos dirigir a forma como o nosso corpo metaboliza o tempo.
Em Corpo sem Idade, Mente sem Fronteiras, Deepak Chopra combina a medicina corpo/mente com as pesquisas mais recentes sobre o envelhecimento para mostrar por que razão – e como – os efeitos do envelhecimento são largamente evitáveis. Interferindo no nível em que a crença se torna biologia, podemos atingir o nosso potencial sem limites. Mesmo os pensadores mais convencionais reconhecem que a medicina corpo/mente está hoje no centro das pesquisas sobre a saúde. O Dr. Chopra, um pioneiro neste campo, acredita que o processo de envelhecimento pode ser reformulado usando a ligação mente/corpo. Neste livro, dá aos leitores as ferramentas que permitem criar uma nova percepção do fenómeno, técnicas para aumentar o poder da consciência, e exercícios práticos para experimentar a sensação de ausência do tempo. Desta forma podemos controlar a maneira como envelhecemos e cumprir a promessa do Corpo sem Idade, Mente sem Fronteiras.
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Cholokov
7,00 €
Contos do Don de Cholokov.
Editora Arcádia. Lisboa, 1965, 381 págs. Dura.
«CONTOS DO DON» foi exactamente a primeira obra de Cholokov, mas nela se patenteia já um pleno domínio de processos e valores literários, tornando-a uma das melhores do autor. Em pleno clima de guerra, nas aldeias cossacas, no período que se segue à revolução russa de 1917, o entrechoque de interesses e vontades, de ideais e apetites, transformam a região num verdadeiro quadro de epopeia. E aí Cholokov é espantoso na humanidade que empresta aos heróis que cria.
O carácter imediato dos processos narrativos de Cholokov transforma o livro numa visualização permanente da matéria narrada. Temos a sensação de assistir, ou até de participar na acção, dentro aliás duma constante dos grandes escritores russos.
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Graham Greene
5,00 €
Contos de Graham Greene.
Livraria Agir Editora. Rio de Janeiro, 1959, 350 págs. Mole.
Os contos de Graham Greene cor-rem paralelos à sua obra de romancista. Fazem pequeno volume, assim como a sua obra teatral que consta apenas de duas peças. Foram primeiro publicados em 1935, em número de dez, sob o título de The Basement Room (A Sala do Porão) que é, aliás, o conto inicial do presente volume e do qual foi tirado o argumento para o filme The Fallen Idol. Em 1947, Estes mesmos contos acrescidos de mais nove formaram o volume das Nineteen Stories, dezassete dos quais foram retomados em Twenty-One Stories, publicado em 1954.
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Graham Greene
5,00 €
Cônsul Honorário de Graham Greene.
Livraria Bertrand. Amadora, 1973, 385 págs. Mole.
Graham Greene considerava-o como o seu melhor romance e simultaneamente o que lhe mais custou a escrever. A obra tem como cenário uma cidade da Argentina, mas o pano de fundo é ocupado pela ditadura do general Alfredo Stroessner, que governou o Paraguai durante 35 anos. Um grupo de guerrilheiros paraguaios decide raptar um embaixador americano para exigir como resgate a libertação de presos políticos. Mas quem acaba por ser raptado por engano é Charley Fortnum, um cônsul honorário britânico e bêbado diplomado, sem o mínimo valor de troca em termos políticos. O Governo britânico não está interessado em salvar o seu cônsul, criando uma situação extremamente grave para Fortnum. Tal como todos os livros de Greene, O Cônsul Honorário é um romance de acção, de espionagem e, acima de tudo, um drama moral. O seu enredo engenhoso e o seu humor subtil inspiraram, em 1983, um filme com Michael Caine no magnífico papel de cônsul.
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Romain Rolland
7,00 €
Colas Breugnon de Romain Rolland.
Editorial Prelo. Lisboa, 1961, 249 págs. Mole.
Segundo a crítica, o romance contemporâneo ocupa o lugar do poema. A narrativa em verso – épica ou cómica – cedeu o passo ao relato em prosa, a que, por vezes, nem falta o ritmo poético. Colas Breugnon, livro singular entre as obras de Romain Rolland, documenta exuberantemente essa tese. É um poema em vários cantos, que evoca a terra da Borgonha e o viver do seu povo. Tem o seu herói: Colas Breugnon, símbolo da grei, com raízes fundas nesse solo úbere de colinas túmidas de vinhedos e pomares. Nesse poema em prosa, avultam os lances essenciais da vida do Homem: a infância e a velhice, o amor e a morte, as pestes e as guerras, os folguedos e desvairos da plebe, as crenças e as crendices populares, o bom vinho e a boa mesa: a vida em suma.
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A. J. Cronin
3,50 €
Chaves do Reino de A. J. Cronin.
Círculo de Leitores. Lisboa, 1974, 369 págs. Dura.
Entre a obediência e a compaixão, um homem escolhe o caminho mais solitário — e mais verdadeiro.
Francis Chisholm nunca foi um padre comum. Desde cedo, recusou-se a aceitar as regras sem alma e os dogmas sem misericórdia. Quando é enviado para uma missão na China, em pleno caos político e social, leva consigo pouco mais do que a fé — e a firme convicção de que o amor vale mais do que a autoridade.
Numa terra estranha, entre doenças, pobreza e resistência cultural, Chisholm constrói, passo a passo, uma nova ideia de Igreja — feita de entrega, escuta e humildade. Mas o preço da coerência é alto, e os inimigos nem sempre estão longe.
Uma narrativa poderosa sobre fé vivida com humanidade, sobre o valor do sacrifício e a força silenciosa da bondade. Um romance intemporal que continua a tocar leitores geração após geração
📝 Assinatura de posse.
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Graham Greene
5,00 €
Capitão e o Inimigo de Graham Greene.
Círculo de Leitores. Lisboa, 1990, 182 págs. Dura.
“Tenho agora vinte e dois anos e, contudo, o único aniversário que distingo claramente de todos os outros é o dos doze, porque foi naquele dia húmido e enevoado de Setembro que conheci o Capitão. Ainda me lembro das pedras molhadas sob os meus sapatos de ginástica no pátio do colégio e de como as folhas mortas tornavam escorregadio o claustro junto da capela quando corria imprudentemente para fugir aos meus inimigos entre uma aula e a seguinte. Escorreguei e fiz uma paragem brusca enquanto os meus perseguidores se afastavam assobiando, porque no meio do pátio se encontrava o nosso temível director, conversando com um homem alto que usava um chapéu de coco, um espectáculo raro já nessa altura, que o fazia parecer-se com um actor – impressão esta não muito errada, porque nunca mais o vi de chapéu de coco.”
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Romeu Correia
6,00 €
Bonecos de Luz de Romeu Correia.
Editora Arcádia. Lisboa, 1975, 177 págs. Mole.
📕 3ª Edição.
BONECOS DE LUZ é uma obra concedida nos moldes do romance picaresco, tão ao gosto da tradição novelística peninsular. Narrado na primeira pessoa, a acção decorre em lugarejo primitivo, onde gente rude e ingénua é sacudida pelo espetáculo do cinema. Uma dezena de figuras dão conflito e cor a esta história que tanto podia ter acontecido em Portugal como em qualquer parte do mundo. BONECOS DE LUZ é o romance do cinema silencioso e dos seus primitivos e ocasionais divulgadores, constituindo uma singela homenagem ao maior intérprete da arte cinematográfica -Charles Chaplin.
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Alberto Moravia
6,00 €
Ambições Frustadas de Alberto Moravia.
Editora Arcádia. Lisboa, 1971, 575 págs. Dura
Ambições Frustradas, que foi o segundo romance de Morávia, é talvez dos melhores exemplos dessa faceta tragedizante do autor e também da faculdade de transpor os termos tradicionais da tragédia-conflito individual para os do enquadramento social dos personagens, da sua oposição a um destino isolado.
Em ‘Ambições Frustadas’, Alberto Moravia retrata a alta burguesia, que vê o mundo e a vida a partir de seus interesses imediatistas, raramente legítimos. Comparando a burguesia a uma fauna humana alienada pelo esnobismo, fixação no poder financeiro, falta de ética e de moral, o autor faz indagações sobre as causas dessa realidade social. Um interessante historia sobre a sociedade romana da década de 30. Personagens cujas vidas se entrelaçam de modo curioso servem de foco para a ferrenha crítica de Morávia. A futilidade, superficialidade e valores de uma classe são retratadas com uma linguagem que lembra a do cinema moderno.
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Graham Greene
4,00 €
Agente Secreto de Graham Greene.
Empresa Nacional de Publicidade. Lisboa, s.d., 336 págs. Mole.
D., um ex-professor de Literatura Medieval, foi enviado a Inglaterra com a incumbência de adquirir carvão… a qualquer preço. Falhar significaria a derrota… a derrota para um governo continental com uma guerra civil entre as mãos. Escrito em cerca de seis semanas durante o ano de 1938, O Agente Secreto é uma brilhante antevisão dos dramas que iriam assolar a Europa e o mundo nos anos subsequentes.
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Jean-Paul Sartre
6,00 €
Acuso de Jean-Paul Sartre.
Brasília Editora. Porto, 1969, 133 págs. B.
O livro é uma compilação de textos nos quais Sartre “acusa” ou denuncia diversas instâncias de opressão e injustiça social, expressando a solidariedade do autor com os que foram presos por crimes de opinião, como as detenções que ele próprio e outros intelectuais enfrentaram
📝 Assinatura de posse.
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Aniceto Afonso
12,00 €
Portugal e a Grande Guerra de Aniceto Afonso [et al].
Verso da História. Vila do Conde, 2013, 6 vols. Mole.
Em 2014 assinalam-se os 100 anos do início da I Guerra Mundial. A editora Verso da História associa-se às cerimónias com a reedição de uma obra imprescindível para todos os que procuram compreender a participação portuguesa no primeiro conflito mundial: Portugal e a Grande Guerra (1914-1918).
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