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  • Livro dos Viajantes de Eric Newby

    Livro dos Viajantes, O

    Eric Newby

    7,50 

    Livro dos Viajantes de Eric Newby.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1999, 626 págs. B.

    «Como lidar com mordeduras de cobras?
    Métodos para se manter quente em noites geladas. O que fazer quando se está a morrer de sede no deserto. O que fazer se for atacado. Dar e receber presentes.
    Sobre o cálculo de distâncias no Equador»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ilusões de Richard Bach

    Ilusões

    Richard Bach

    6,00 

    Ilusões de Richard Bach.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1992, 134 págs. B.

    «Aprender é descobrir aquilo que já sabemos»

    «Ensinar é lembrar aos outros que eles sabem tanto como nós»

    «Os nossos amigos conhecer-nos-ão melhor no primeiro encontro do que os nossos conhecidos em mil anos»

    «Não te afastes de possíveis futuros antes de teres a certeza de que nada tens a aprender com eles»

    «O céu conhece as razões que se escondem por detrás das nuvens e tu também as conhecerás se te elevares para lá do horizonte»

    «Todas as pessoas, todos os acontecimentos da nossa vida estão ali porque os criámos. Aquilo que queremos fazer com eles só depende de nós»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Um

    Um

    Richard Bach

    6,00 

    Um de Richard Bach.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1996, 238 págs. B.

    E se o espaço se deslocasse e o tempo se desdobrasse e pudéssemos falar cara a cara com as pessoas que fomos no passado, com as pessoas que somos em tempos de vida paralelos, em mundos alternativos? O que lhes diríamos, que lhes perguntaríamos?

    Em Um Richard Bach conta a viagem feita com a mulher, Leslie, a reinos onde a sobrevivência depende da sua capacidade de descobrirem o que outros aspectos de si próprios aprenderam ao longo de caminhos por onde nunca enveredaram, onde a imaginação e o medo são instrumentos para salvar mundos e para os destruir, onde morrer é um passo para se ultrapassar a morte.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Deus na Palma da Mão, Um

    Deus na Palma da Mão, Um

    Josué da Silva

    5,00 

    Deus na Palma da Mão DE Josué da Silva
    Edições Plexa. Lisboa, 1973, 368 págs. B.

    Josué Augusto da Silva (1930–1997) iniciou a carreira no “Diário de Lourenço Marques” em 1955 e colaborou com títulos como “O Século”, “Jornal do Fundão” e “Diário de Lisboa”. Chefiou a redacção da revista “Verlag Zeit im Bild” e foi correspondente do “Diário de Notícias”. Viveu em Macau desde 1990, onde colaborou com vários órgãos de imprensa. Autor de 17 livros, estreou-se com Salto no Vácuo (1958) e publicou a sua última obra em 1997. Sócio do Sindicato dos Jornalistas, deixou um legado notável.

    📝 Assinatura de posse.

  • Praça da Canção de Manuel Alegre.

    Praça da Canção, A

    Manuel Alegre.

    7,00 

    Praça da Canção de Manuel Alegre.
    Centelha Editora. Coimbra, 1975, 155 págs. B.

    Sem grande margem para dúvidas, pode dizer-se que este livro marcou para sempre toda uma geração de jovens portugueses que ao longo dos anos 60 se empenharam na contestação estudantil nas Universidades e lutaram contra a guerra nas ex-colónias africanas.
    Aparecido em Coimbra e incluindo muitos poemas que rapidamente se divulgaram graças às canções de Manuel Freire, José Afonso, Adriano Correia de Oliveira ou Luís Cília (entre outros), “Praça da Canção” recorre à História de Portugal para através desse passado colectivo interrogar o presente e o futuro do país, conseguindo aliar um poderoso sopro épico e um lamento pela condição dos portugueses no tempo em que foi escrito.
    Sublinhe-se ainda a capacidade de aproveitar os recursos da métrica e da rima para a criação de uma musicalidade sensível, por exemplo, na famosa “Trova do Vento que Passa”, e contribuindo para fazer de Manuel Alegre o trovador da sua geração.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Espuma dos Dias de Boris Vian

    Espuma dos Dias, A

    Boris Vian

    7,00 

    Espuma dos Dias de Boris Vian.
    Editora Ulisseia. Lisboa, 1968, 272 págs. B.

    «Chamaram-lhe alguns, a obra-prima do autor. E num prefácio que andou durante muito tempo colado ao seu “Arranca-Corações”, Raymond Queneau não hesitava perante o rótulo hierarquizante e audacioso: “o mais pungente dos romances de amor contemporâneos”.»
    Da Apresentação de Aníbal Fernandes

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Espetáculos Populares do Nordeste

    Espetáculos Populares do Nordeste

    Hermilo Borba Filho

    7,50 

    Espetáculos Populares do Nordeste de Hermilo Borba Filho.
    Desa. São Paulo, 1966, 178 págs. B.

    Espetáculos populares do nordeste investiga algumas formas de diversão dramática que se colocam entre a dança, o jogo, a festa e teatro propriamente dito.

    Ao escrevê-lo, Hermilo Borba Filho recorreu menos a bibliotecas trata-se de gêneros sobretudo orais do que a pesquisas empreendidas diretamente junto à fonte: gravações feitas ao vivo e aqui reproduzidas pela primeira vez, coleta de velhos textos anônimos, conversas com antigos praticantes dessas artes humildes e em vias de desaparecimento.

    São quatro as formas de espetáculo estudadas: o bumba-meu-boi, o fandango, o mamulengo (ou seja, o teatro de “marionettes”) e os autos pastoris. Sõbre cada uma delas faz o A. uma ligeira apreciação teórica, acompanhada de um retrospecto histórico do gênero, seguindo-se a transcrição de exemplos e peças inéditas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Morte dum Caixeiro Viajante de Arthur Miller

    Morte dum Caixeiro Viajante

    Arthur Miller

    6,00 

    Morte dum Caixeiro Viajante de Arthur Miller.
    Publicações Europa-América. Lisboa, 1958, 136 págs. B.

    O sangue que corre nas veias de Willy Loman é o sangue de todos nós. Essa é uma das razões do êxito imediato e universal da obra de Arthur Miller. Esta moderna tragédia do homem comum está mais próxima de qualquer de nós do que a tragédia clássica e convencional. Um caixeiro viajante quer dar o mundo aos filhos, quer oferecer-lhes mais do que o que sabe conseguir; falseia-lhes a vida com uma filosofia de boas intenções e sonhos de grandeza que se perderá de encontro às realidades do mundo cínico.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Castelo de Franz Kafka

    Castelo, O

    Franz Kafka

    5,00 

    Castelo de Franz Kafka.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, s.d., 243 págs. B.

    Cristalizado no coração de um inverno perpétuo, ergue-se um castelo despido, tão esbatido na paisagem que se diria ser uma cidadezinha miserável com um amontoado de casas aldeãs. K. é um agrimensor, ou talvez não, recrutado para lá prestar os seus serviços pelo invisível conde Westwest e pelos enigmáticos e inalcançáveis «senhores do Castelo». Perdido na burocracia labiríntica da administração condal, K. deambula pela aldeia, onde não é bem-vindo, envolve-se sexualmente com uma empregada de balcão, salta de um albergue para o outro, aceitando, por fim, o cargo de contínuo da escola. Na sua inconfundível escrita sem fôlego, Franz Kafka grava em O Castelo, romance póstumo e inacabado (como todos os três que escreveu), a força de uma narrativa que se debruça sobre a espera, a frustração e a impotência perante um mundo turvo e intransponível. A presente tradução, de Álvaro Gonçalves, segue o manuscrito original (cuja escrita Kafka iniciou em janeiro de 1922 e interrompeu definitivamente em setembro do mesmo ano), que anula as profundas alterações introduzidas pelo seu amigo e testamenteiro Max Brod, na sua primeira edição de 1926.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Velhos Marinheiros

    Velhos Marinheiros

    Jorge Amado

    5,00 

    Velhos Marinheiros de Jorge Amado.
    Publicações Europa-América. Lisboa, 1967, 324 págs. B.

    Eu acho francamente belo o crescimento de um escritor como Jorge Amado, que vem desde um livro cheio de defeitos como «O País do Carnaval» até essa obra-prima que é A Morte e a Morte de Quincas Berro Dágua. Um crescimento verdadeiro como a vida, que vem de baixo para cima e sem se recusar às torpitudes; não um crescimento decorativo de araucária, mas de árvore que dá fronde e que dá frutos de polpa, que dá parasitas e dá passarinhos: uma gorda e resinosa mangueira.

    «Saí da leitura dessa extraordinária novela, eu que andava no maior fastio de literatura, com a mesma sensação que tive, e que nunca mais se repetiu, ao ler os grandes romances e novelas dos mestres russos do século XIX. Pushkin, Dostoievski, Tolstoi, Gogol especialmente. Uma sensação de bem-estar físico e espiritual como só dão os prazeres do copo e da mesa, quando se está com sede ou fome, […]. Ela representa dentro da novelística brasileira, onde já há cimos consideráveis, um cume máximo».

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Mar Morto de Jorge Amado

    Mar Morto

    Jorge Amado

    5,00 

    Mar Morto de Jorge Amado.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1966, 282 págs. B.

    Romance de grande força lírica, Mar Morto conta histórias de velhos marinheiros, de mestres saveiros, de pretos tatuados e de malandros que contam e cantam essas histórias da beira do cais da Bahia.
    «O povo de lemanjá tem muito que contar», dizia Jorge Amado.
    Um dos mais populares romances de Jorge Amado, não só no Brasil como em muitos outros países.
    Mar Morto inspirou a conhecida telenovela Porto dos Milagres.

    📝 Assinatura de posse.

  • Homem de Cabeça Rapada, O

    Homem de Cabeça Rapada, O

    Johan Daisne

    5,00 

    Homem de Cabeça Rapada de Johan Daisne.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1971, 282 págs. B.

    Eis a revelação de um domínio praticamente desconhecido em Portugal, o da literatura belga de expressão neerlandesa, de que Johan Daisne é um dos mais notáveis representantes.

    “Sim, pensando bem, houve sempre qualquer coisa”, são as primeiras palavras desta confissão insólita e alucinante.

    Com efeito, entre nós e a vida interpõe-se sempre qualquer coisa. Sempre qualquer coisa entre nós e a esperança, entre nós e o sonho.

    Melhor do que nenhum outro no-lo faz sentir o protagonista deste romance, irmão dos heróis de Kafka.

    Na noite trágica, a realidade aparece-nos como que invertida, carregada de fantasmas na água sombria duma implacável memória.

    A terrível complexidade dos seres tão cegamente recusada pelos ideólogos primários, os peralvilhos do jogo político, os fanáticos das crenças e doutrinas.

    Difícil de ligar a tal ou tal género de literatura, impossível de entroncar em escolas ou correntes, eis uma obra (verdadeiramente) de excepção, uma obra esmagadora que é não só fundamental na literatura flamenga contemporânea como uma das mais raras obras-primas da literatura europeia dos nossos dias.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Deus Passeando pela Brisa da Tarde de Mário de Carvalho

    Deus Passeando pela Brisa da Tarde, Um

    Mário de Carvalho

    6,00 

    Deus Passeando pela Brisa da Tarde de Mário de Carvalho.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1999, 296 págs. E.

    Lúcio Valério Quíncio é o magistrado de Tarcisis, cidade romana da Lusitânia no século II d. C. Como dirigente máximo, cabe-lhe tomar todas as decisões, enquanto tumultuosos acontecimentos conduzem a pequena cidade ao descontentamento geral. No exterior, notícias de uma invasão bárbara iminente, proveniente do Norte de África, obrigam-no a drásticas medidas, enquanto, no interior das muralhas, uma nova seita, a Congregação do Peixe, põe em causa os valores da romanidade, evocando os ensinamentos de um obscuro crucificado. No plano íntimo, a paixão devastadora por uma mulher, Iunia, perturba-o e confunde-o, mas sem o afastar do cumprimento do dever.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Espião Perfeito de John Le Carré

    Espião Perfeito, Um

    John Le Carré

    6,00 

    Espião Perfeito de John Le Carré.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1987, 605 págs. E.

    Magnus Pym, explicou um dia John le Carré, «é o arquétipo do agente duplo que existe em cada um de nós». E é bem provável que esta seja, de facto, a chave para a compreensão de Um Espião Perfeito, unanimemente reconhecido pela crítica como a mais importante e a mais autobiográfica das obras do autor.
    O livro apresenta como epígrafe o provérbio de origem francesa: «quem tem duas mulheres perde a sua alma, mas quem tem duas casas perde a razão». Fundamentalmente, é a essa quase imperceptível perda que toda a história se refere: ao destino de um homem que, na qualidade de conselheiro da embaixada britânica em Viena para «certos assuntos inconfessáveis», controlou o conjunto das redes inglesas na Europa de Leste, apesar de ter sido durante toda a sua carreira um agente duplo partilhado entre o universo comunista e o establishment ocidental.
    Publicado em 1986, Um Espião Perfeito rapidamente foi aclamado como um livro superior e tornou-se um imenso sucesso em todos os países onde foi editado. Na primeira página do The New York Times Book Review, o crítico Frank Conroy descreveu-o como «uma obra notável, que consegue um equilíbrio rigoroso entre o desenvolvimento da narrativa e a riqueza inteligente e hábil do seu estilo». E a Académie Goncourt, de Paris, não hesitou mesmo em declarar: «Um Espião Perfeito integrou le Carré no pequeno grupo dos grandes romancistas ocidentais.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Jogo Duplo de Heinz Konsalik

    Jogo Duplo

    Heinz Konsalik

    5,00 

    Jogo Duplo de Heinz Konsalik.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1980, 461 págs. E.

    “Jogo Duplo” (Das Doppelspiel) é um romance de Heinz G. Konsalik, publicado em 1966. A história segue um agente secreto soviético que se vê dividido entre a lealdade ao seu país e os sentimentos por uma mulher ocidental, criando um jogo de enganos e traições. A trama explora os conflitos internos do protagonista, as tensões da Guerra Fria e as complexas relações pessoais que desafiam as fronteiras ideológicas.

    Com uma escrita envolvente, Konsalik mergulha o leitor em um cenário de espionagem onde as linhas entre o bem e o mal se tornam tênues, e as escolhas pessoais podem ter consequências globais.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Valsa do Adeus

    Valsa do Adeus

    Milan Kundera

    5,00 

    Valsa do Adeus de Milan Kundera.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1990, 243 págs. E.

    Talvez o mais brilhante e divertido dos romances de Kundera, A Valsa do Adeus coloca as questões mais sérias com uma leveza blasfema que nos faz ver que o mundo moderno nos privou até do direito à tragédia.

    No fundo de um bonito valezinho fica uma pitoresca estância termal onde mulheres que não podem ter filhos esperam que as águas as tornem fecundas.

    Aí, oito personagens em busca da felicidade envolvem-se e afastam-se ao ritmo de uma valsa orquestrada por Milan Kundera com o seu habitual humor: Ruzena, uma bonita enfermeira, e o seu namorado, um jovem mecânico; Klima, um célebre trompetista de jazz, e a sua bela, obsessiva e ciumenta mulher; o doutor Skreta, o excêntrico diretor dos serviços de ginecologia das termas; Bertlef, um americano rico, ao mesmo tempo santo e Dom Juan; Jakub, um ex-prisioneiro político desiludido que está prestes a deixar o país, e Olga, a sua jovem pupila.

    Partindo de um telefonema, esta comédia de humor negro irá desenrolar-se durante cinco loucos dias a uma velocidade cada vez maior. Um romance magistral, fruto de uma rara capacidade de síntese e do forte poder inventivo que caracterizam as obras do autor.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.