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Obelisco Preto

Remarque continua justamente a ser uma das maiores e mais populares figuras da literatura alemã, e talvez de todos os seus pares e contempo- râneos o que conquistou uma uni- versalidade que é ao mesmo tempo popularidade. Não são apenas o hu- mor feroz, a amargura, o azedume de fim do mundo, que estuam, tal- vez mais que em nenhuma outra obra, nas páginas deste seu último romance. Nem também apenas a intensidade, a rude franqueza, o tom directo com que tem feito, nas décadas que a sua obra já cobre, o comentário romanesco dos dramas da nossa época e em especial dos da sua pátria vista como centro e símbolo de uma Europa dilacerada. Nem só uns nem outros destes valo- res explicam que Remarque seja um dos romancistas contemporâneos mais atentamente escutados por to- das as camadas de leitores. A expli cação estará em, com uma arte consumada, ter ele sabido ser um homem comum, falando aos outros homens comuns, da tragicomédia que é a vida do homem comum de hoje. Como nenhum dos seus livros, O Obelisco Preto é disto perfeito exemplo. A história truculenta do cangalheiro que é o herói deste ro mancesátira e tragédia, panfleto e meditação sombria-palpita de uma vigorosa vida, em que os lances de farsa alternam com as maiores dores humanas. E, no mais insólito das situações, na maior estranheza das personagens, estão vivas a sim plicidade e a naturalidade de uma vida quotidiana que perdeu todos os limites e a confiança em si própria. O Obelisco Preto é, talvez, a obra mais poderosa que Remarque jamais escreveu

5,00 

Obelisco Preto

Remarque continua justamente a ser uma das maiores e mais populares figuras da literatura alemã, e talvez de todos os seus pares e contempo- râneos o que conquistou uma uni- versalidade que é ao mesmo tempo popularidade. Não são apenas o hu- mor feroz, a amargura, o azedume de fim do mundo, que estuam, tal- vez mais que em nenhuma outra obra, nas páginas deste seu último romance. Nem também apenas a intensidade, a rude franqueza, o tom directo com que tem feito, nas décadas que a sua obra já cobre, o comentário romanesco dos dramas da nossa época e em especial dos da sua pátria vista como centro e símbolo de uma Europa dilacerada. Nem só uns nem outros destes valo- res explicam que Remarque seja um dos romancistas contemporâneos mais atentamente escutados por to- das as camadas de leitores. A expli cação estará em, com uma arte consumada, ter ele sabido ser um homem comum, falando aos outros homens comuns, da tragicomédia que é a vida do homem comum de hoje. Como nenhum dos seus livros, O Obelisco Preto é disto perfeito exemplo. A história truculenta do cangalheiro que é o herói deste ro mancesátira e tragédia, panfleto e meditação sombria-palpita de uma vigorosa vida, em que os lances de farsa alternam com as maiores dores humanas. E, no mais insólito das situações, na maior estranheza das personagens, estão vivas a sim plicidade e a naturalidade de uma vida quotidiana que perdeu todos os limites e a confiança em si própria. O Obelisco Preto é, talvez, a obra mais poderosa que Remarque jamais escreveu

5,00 

Obelisco Preto de Erich Maria Remarque. Edição Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 313 págs. Mole.

Alfarrabista


Sem apontamentos.

Descrição

Remarque continua justamente a ser uma das maiores e mais populares figuras da literatura alemã, e talvez de todos os seus pares e contempo- râneos o que conquistou uma uni- versalidade que é ao mesmo tempo popularidade. Não são apenas o hu- mor feroz, a amargura, o azedume de fim do mundo, que estuam, tal- vez mais que em nenhuma outra obra, nas páginas deste seu último romance. Nem também apenas a intensidade, a rude franqueza, o tom directo com que tem feito, nas décadas que a sua obra já cobre, o comentário romanesco dos dramas da nossa época e em especial dos da sua pátria vista como centro e símbolo de uma Europa dilacerada. Nem só uns nem outros destes valo- res explicam que Remarque seja um dos romancistas contemporâneos mais atentamente escutados por to- das as camadas de leitores. A expli cação estará em, com uma arte consumada, ter ele sabido ser um homem comum, falando aos outros homens comuns, da tragicomédia que é a vida do homem comum de hoje. Como nenhum dos seus livros, O Obelisco Preto é disto perfeito exemplo. A história truculenta do cangalheiro que é o herói deste ro mancesátira e tragédia, panfleto e meditação sombria-palpita de uma vigorosa vida, em que os lances de farsa alternam com as maiores dores humanas. E, no mais insólito das situações, na maior estranheza das personagens, estão vivas a sim plicidade e a naturalidade de uma vida quotidiana que perdeu todos os limites e a confiança em si própria. O Obelisco Preto é, talvez, a obra mais poderosa que Remarque jamais escreveu

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Remarque continua justamente a ser uma das maiores e mais populares figuras da literatura alemã, e talvez de todos os seus pares e contempo- râneos o que conquistou uma uni- versalidade que é ao mesmo tempo popularidade. Não são apenas o hu- mor feroz, a amargura, o azedume de fim do mundo, que estuam, tal- vez mais que em nenhuma outra obra, nas páginas deste seu último romance. Nem também apenas a intensidade, a rude franqueza, o tom directo com que tem feito, nas décadas que a sua obra já cobre, o comentário romanesco dos dramas da nossa época e em especial dos da sua pátria vista como centro e símbolo de uma Europa dilacerada. Nem só uns nem outros destes valo- res explicam que Remarque seja um dos romancistas contemporâneos mais atentamente escutados por to- das as camadas de leitores. A expli cação estará em, com uma arte consumada, ter ele sabido ser um homem comum, falando aos outros homens comuns, da tragicomédia que é a vida do homem comum de hoje. Como nenhum dos seus livros, O Obelisco Preto é disto perfeito exemplo. A história truculenta do cangalheiro que é o herói deste ro mancesátira e tragédia, panfleto e meditação sombria-palpita de uma vigorosa vida, em que os lances de farsa alternam com as maiores dores humanas. E, no mais insólito das situações, na maior estranheza das personagens, estão vivas a sim plicidade e a naturalidade de uma vida quotidiana que perdeu todos os limites e a confiança em si própria. O Obelisco Preto é, talvez, a obra mais poderosa que Remarque jamais escreveu

Obelisco Preto de Erich Maria Remarque. Edição Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 313 págs. Mole.

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Sem apontamentos.

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Remarque continua justamente a ser uma das maiores e mais populares figuras da literatura alemã, e talvez de todos os seus pares e contempo- râneos o que conquistou uma uni- versalidade que é ao mesmo tempo popularidade. Não são apenas o hu- mor feroz, a amargura, o azedume de fim do mundo, que estuam, tal- vez mais que em nenhuma outra obra, nas páginas deste seu último romance. Nem também apenas a intensidade, a rude franqueza, o tom directo com que tem feito, nas décadas que a sua obra já cobre, o comentário romanesco dos dramas da nossa época e em especial dos da sua pátria vista como centro e símbolo de uma Europa dilacerada. Nem só uns nem outros destes valo- res explicam que Remarque seja um dos romancistas contemporâneos mais atentamente escutados por to- das as camadas de leitores. A expli cação estará em, com uma arte consumada, ter ele sabido ser um homem comum, falando aos outros homens comuns, da tragicomédia que é a vida do homem comum de hoje. Como nenhum dos seus livros, O Obelisco Preto é disto perfeito exemplo. A história truculenta do cangalheiro que é o herói deste ro mancesátira e tragédia, panfleto e meditação sombria-palpita de uma vigorosa vida, em que os lances de farsa alternam com as maiores dores humanas. E, no mais insólito das situações, na maior estranheza das personagens, estão vivas a sim plicidade e a naturalidade de uma vida quotidiana que perdeu todos os limites e a confiança em si própria. O Obelisco Preto é, talvez, a obra mais poderosa que Remarque jamais escreveu

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