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  • O Jejum e a Festa de Anita Desai

    Jejum e a Festa, O

    Anita Desai

    6,00 

    O Jejum e a Festa de Anita Desai
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1999, 238 págs. B.

    Pleno de sabedoria e sensualidade, o novo e admirável romance de Anita Desai vai até ao coração da vida em família e da situação da mulher em culturas diferentes.
    Uma, a filha mais velha, não consegue desprender-se da família e da casa, onde vai ficando, rodeada por uns pais super protetores, que atuam como deuses; Aruna, a irmã ambiciosa e vitoriosa, faz um «bom» casamento mais toda uma interminável; Arun, o herdeiro frustrante família de estranhos primos e tias, como o indeciso Ramu e a trágica e
    bela Anamika.
    Esta história subtil, acutilante e pungente, revela duas formas diferentes de mitigar fomes, desejos e apetites humanos, movendo-se entre o cerne de um fechado lar indiano, com as suas obrigações e imposições tradicionais, o seu calor excessivo e sensualidade, e o centro frio de uma família americana, com as suas liberdades, os seus congeladores e, paradoxalmente, uma autossatisfação que se nega a si própria. Em ambos há vítimas e sobreviventes. Reconhecidamente um dos maiores escritores contemporâneos, Anita Desai nasceu e estudou na Índia. Entre os trabalhos publicados contam-se vários
    romances, livros infantis e contos. Clear Light of Day e In Custody foram nomeados para o Booker Prize. É membro da Royal Society of Literature e da Academia Americana de Artes e Letras, bem como do Girton College de Cambridge, Lecciona no Writing Program do MIT e divide o seu tempo entre a Índia, Massachusetts e Cambridge.

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  • Indomável

    Indomável

    Somerset Maugham

    5,00 

    Indomável de Somerset Maugham.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 435 págs. B.

    «Desde os mais antigos tempos escreveu Somerset Maugham os homens têm–se reunido em torno da fogueira do acampamento ou no mercado público para ouvir contar histórias. O desejo de ouvi-las parece profundamente arraigado na natureza humana quanto o sentimento da posse. Nunca pretendi ser outra coisa senão contador de histórias. Divirto-me em narrá-las, e tenho-as narrado em grande número.»

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  • Ilha de Victoria Hislop

    Ilha

    Victoria Hislop

    7,50 

    Ilha de Victoria Hislop.
    Civilização Editora. Porto, 2007, 407 págs. B.

    Prestes a tomar uma decisão que mudará a sua vida, Alexis Fielding sente que, mais do que olhar para o futuro, a verdadeira resposta a todas as suas dúvidas reside no passado; concretamente, no passado da mãe, Sofia Petrakis, acerca do qual pouco sabe.
    Decidida a descobrir tudo quanto possa sobre as suas raízes gregas, Alexis chega à pequena aldeia de Plaka, em Creta, munida de uma carta para Fotini, uma velha amiga da família materna. É esta mulher quem, por fim, revela a Alexis a trágica história que Sofia escondeu toda a vida: a de uma família assombrada pela doença e ligada inexoravelmente à ilha de Spinalonga, um dos últimos lazaretos existentes na Europa.
    Fruto de uma intensa pesquisa, mas cheio de paixão e atmosfera, A Ilha é um romance encantador e profundo sobre estigma e amor, paixão e tragédia, no cenário magnífico das ilhas gregas.

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  • A Violinista de Auschwitz de Ellie Midwood

    Violinista de Auschwitz, A

    Ellie Midwood

    8,00 

    A Violinista de Auschwitz de Ellie Midwood
    Topseller. Amadora, 2021, 350 págs. B.

    Poderá a esperança emergir das profundezas do inferno?

    Alma Rosé é uma prisioneira judia que se encontra em Auschwitz entre milhares de outras mulheres que lutam diariamente pela sobrevivência. Esta realidade trágica não poderia estar mais longe da sua vida anterior. Alma era uma acarinhada violinista de renome, cujos concertos deixavam o seu público extasiado. Mas, quando os nazis atacaram a Europa, nada disso a pôde salvar…

    Quando a chefe do campo onde Alma se encontra a nomeia para dirigir uma orquestra, que deverá tocar tanto para prisioneiros como para oficiais nazis, o primeiro instinto de Alma é recusar. Mas rapidamente percebe o poder que lhe poderá trazer essa posição: conseguirá assegurar rações extra às raparigas da banda e resgatar muitas delas das garras da morte.

    É assim que Alma conhece Miklos, um talentoso pianista. Rodeados pelo desespero, ambos encontram felicidade em ensaios conjuntos e bilhetes secretos, enquanto esperam que um dia o suplício termine. Mas em Auschwitz o ar que se respira está carregado de morte, e o horror é a única certeza.

    Uma história comovente que retrata a vida de uma das mulheres mais destemidas e inspiradoras da História, que salvou inúmeras vidas em Auschwitz e trouxe esperança aos que já a haviam perdido.

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  • Vida e Morte de El-Rei Ricardo II de William Shakespeare

    Vida e Morte de El-Rei Ricardo II

    William Shakespeare

    7,00 

    Vida e Morte de El-Rei Ricardo II de William Shakespeare.
    Lello & Irmão Editores. Porto, 1978, 190 págs. B.

    A tragédia retrata a queda de Ricardo II, um rei fraco que perde o trono inglês para o seu primo, Henrique Bolingbroke. Focado no direito divino, no orgulho e na transição de poder, o drama culmina na abdicação forçada de Ricardo, na sua prisão e no seu trágico assassinato.

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  • Vida e Aventuras Extraordinárias do Soldado Ivan Tchonkine de Vladimir Voinovitch

    Vida e Aventuras Extraordinárias do Soldado Ivan Tchonkine

    Vladimir Voinovitch

    7,00 

    Vida e Aventuras Extraordinárias do Soldado Ivan Tchonkine de Vladimir Voinovitch
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 322 págs. B.
    Colecção: Vida e Aventuras | 26

    Raras obras, no nosso século, alcançaram o nível da que brotou da pena deste autor, testemunha viva do actual regime soviético, em que ele próprio se encontra incorporado. A profunda sensibilidade humana, a tragédia eterna do povo russo, são-nos transmitidas através de uma narrativa simples, como simples são os personagens que vivem esta aventura inolvidável. O humor franco, as situações risíveis, estão, contudo impregnados dessa nostalgia poética que caracteriza o espírito dos escritores eslavos de todos os tempos. Ivan tchonkine é um soldado, como tantos outros, um humilde peão popular, no xadrez complexo de um sistema político totalitário. Eis uma obra para ler, sorrindo, e meditar profundamente.

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  • O Véu Pintado de Sommerset Maugham

    Véu Pintado, O

    Sommerset Maugham

    7,00 

    O Véu Pintado de Sommerset Maugham
    Edições ASA. Lisboa, 2016, 292 págs. B.

    Kitty sente-se prisioneira de um casamento infeliz e de um estilo de vida que está longe de ser aquele que sonhou para si. Sem que tivesse obtido a notoriedade social que desejava e afastada do seu país e da família devido à profissão do marido – bacteriologista destacado para Hong Kong -, a jovem acaba por encontrar algum consolo numa relação extraconjugal. Mas a traição acaba por ser descoberta pelo marido, que leva a cabo uma estranha e terrível vingança…

    Através do despertar espiritual da adorável e fútil Kitty, Somerset Maugham pinta um retrato vívido da presença britânica na China e apresenta-nos uma galeria de personagens inesquecíveis.

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  • O Testamento de John Grisham

    Testamento, O

    John Grisham

    5,00 

    O Testamento de John Grisham
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2000, 456 págs. E.

    No seu luxuoso gabinete no último andar de um edifício, e na presença dos vários filhos e ex-mulheres, Troy Phelan, um velho bilionário rancoroso, assina o seu testamento pouco antes de morrer.

    Todos esperam herdar uma parte substancial da colossal fortuna de onze mil milhões de dólares, mas o velho Troy preparou-lhes uma enorme surpresa: um novo testamento no qual nomeia Rachel Lane, uma filha ilegítima que ninguém sabia que tinha e que trabalha como missionária algures no meio do Pantanal, no Brasil, como sua única herdeira.

    É então que Nate O’Riley, um advogado caído em desgraça e acabado de sair de uma clínica de reabilitação, é enviado ao Brasil com a missão de a encontrar. Travando uma dura batalha contra os seus próprios demónios ao mesmo tempo que luta pela vida nas florestas tropicais do Brasil, Nate entra num mundo surpreendente onde o dinheiro não tem qualquer significado.

    Enquanto isso, a milhares de quilómetros dali, em Washington, trava-se uma outra batalha, igualmente dura, pelo controlo da herança do velho Phelan. As surpresas sucedem-se, umas atrás das outras

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  • Teatro de Molière

    Teatro

    Molière

    6,00 

    Teatro de Molière
    Amigos do Livro Editores. Lisboa, s.d., 284 págs. E. Il.

    Em O Avaro – O Tartufo – O Burguês Gentil Homem – Mulheres Sábias, Molière reúne algumas das suas comédias mais emblemáticas, onde expõe com ironia os vícios e as pretensões da sociedade do seu tempo.

    Em O Avaro, a obsessão pelo dinheiro domina todas as relações humanas, revelando o ridículo e a miséria moral de quem vive apenas para acumular. O Tartufo denuncia a hipocrisia religiosa através de uma figura manipuladora que se infiltra numa família para seu próprio proveito. Já em O Burguês Gentil-Homem, a ânsia de ascensão social é alvo de sátira, mostrando o absurdo de quem tenta imitar a nobreza sem compreender os seus códigos. Por fim, Mulheres Sábias critica o pedantismo intelectual e as modas culturais levadas ao extremo.

    Com humor refinado e crítica incisiva, Molière constrói um conjunto de peças intemporais que continuam a expor, com clareza desconcertante, as fraquezas humanas.

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  • O Tatuador de Auschwitz de Heather Morris

    Tatuador de Auschwitz, O

    Heather Morris

    8,00 

    O Tatuador de Auschwitz de Heather Morris
    Editorial Presença. Lisboa, 2022, 236 págs. E.

    Esta é a história assombrosa do tatuador de Auschwitz e da mulher que conquistou o seu coração – um dos episódios mais extraordinários e inesquecíveis do Holocausto.

    Em 1942, Lale Sokolov chega a Auschwitz-Birkenau. Ali é incumbido da tarefa de tatuar os prisioneiros marcados para sobreviver – gravando uma sequência de números no braço de outras vítimas como ele – com uma tinta indelével. Era assim o processo de criação daquele que veio a tornar -se um dos símbolos mais poderosos do Holocausto.
    À espera na fila pela sua vez de ser tatuada, aterrorizada e a tremer, encontra-se Gita. Para Lale, um sedutor, foi amor à primeira vista. Ele está determinado não só a lutar pela sua própria sobrevivência mas também pela desta jovem.

    Um romance baseado em entrevistas que Heather Morris fez ao longo de diversos anos a Ludwig (Lale) Sokolov, vítima do Holocausto e tatuador em Auschwitz-Birkenau. Uma história de amor e sobrevivência no meio dos horrores de um campo de concentração, que agradará a um vasto universo de leitores, em especial aos que leram A Lista de Schindler e O Rapaz do Pijama às Riscas, e que nos mostra de forma pungente e emocionante como o melhor da natureza humana se revela por vezes nas mais terríveis circunstâncias.

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  • O Sonho de Nicholas Sparks

    Sonho, O

    Nicholas Sparks

    7,50 

    O Sonho de Nicholas Sparks
    Edições ASA. Alfragide, 2021, 381 págs. B.

    Em 1996, Maggie Dawes tem 16 anos e muito pouca vontade de ir viver com uma tia que mal conhece numa vila costeira remota e ventosa. Mas a ilha de Ocracoke, na Carolina do Norte, vai mesmo ser a sua nova casa.

    Contrariada, Maggie encontra refúgio nas recordações da família e dos amigos que deixou para trás. Até ao dia em que a tia lhe apresenta Bryce Trickett, um dos poucos adolescentes da zona. Bonito e genuíno, o rapaz vai mostrar-lhe a beleza da ilha e despertar nela uma paixão pela fotografia que influenciará toda a sua vida daí para a frente.

    Em 2019, Maggie é já uma fotógrafa de renome e divide o seu tempo entre viagens a locais remotos e uma galeria em Nova Iorque. Mas uma notícia inesperada obriga-a a permanecer na cidade durante o Natal. Com um fiel assistente por companhia, Maggie passa os últimos dias da quadra a recordar um Natal de outrora e a avassaladora paixão que mudou o rumo da sua vida.

    Nesta história de descoberta, perda e redenção, Nicholas Sparks recorda-nos que o tempo que dedicamos às pessoas que amamos é uma dádiva preciosa.

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  • A Serpente Vermelha de Pearl S. Buck

    Serpente Vermelha, A

    Pearl S. Buck

    6,00 

    A Serpente Vermelha de Pearl S. Buck
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 413 págs. B.
    Colecção: Dois Mundos | 88

    Mais um romance de Pearl Buck, a célebre escritora norte-americana galardoada como Prémio Nobel da Literatura. Mais um romance em que o pano de fundo é o longínquo Extremo Oriente, ou antes – uma das suas regiões mais estranhas e misteriosas: a Coreia. Nela conseguiu penetrar Pearl S. Buck, com a sua fina sensibilidade e o seu já firmado talento. A Serpente Vermelha é por isso um romance apaixonante, em que, através de uma extensa galeria de casos humanos, perpassam as vagas alterosas das convulsões históricas da nação coreana. Conflitos de mentalidades e de interesses, amor e ódio, vidas destroçadas e reconstruídas – tudo se encontra neste romance repleto de humanidade, em que o leitor depara com mais uma das maiores criações literárias da autora de Terra Bendita.

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  • As Senhoras de Missalonghi de Collen McCullough

    Senhoras de Missalonghi, As

    Collen McCullough

    5,00 

    As Senhoras de Missalonghi de Collen McCullough.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1991, 151 págs. B.
    Colecção: Ficção Universal | 85

    Não tão bonita como a prima Alicia, nem tão dominadora como a mãe Drusilla, parece condenada a uma vida tranquila e de pobreza em Missalonghi, a pequena herdade da família nas Montanhas Azuis da Austrália. Mas é um século inteiramente novo, um tempo para novas ideias, novas e ousadas ações. E Missy está prestes a pôr a trabalhar todas as línguas hipócritas da cidade de Byron. Porque acaba de olhar para um desconhecido misterioso, desconfiado e incauto… que, embora não o parecendo, pode muito bem ser um príncipe encantado.

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  • Sem Testemunhas de Frederick Forsyth

    Sem Testemunhas

    Frederick Forsyth

    6,00 

    Sem Testemunhas de Frederick Forsyth
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 269 págs. B.
    Colecção: Dois Mundos | 145

    Sem Testemunhas é uma aclamada coletânea de 10 contos e novelas curtas escrita pelo mestre do thriller geopolítico Frederick Forsyth e lançada originalmente em 1982. Ao contrário dos seus romances longos focados em espionagem internacional complexa, esta obra foca-se em narrativas breves, intensas e repletas de reviravoltas psicológicas sobre vingança, chantagem, ganância e o crime perfeito.

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  • Rei da Ira de Anna Huang

    Rei da Ira

    Anna Huang

    8,00 

    Rei da Ira: Riqueza, Poder e Prazer de Anna Huang
    Clube do Autor. Lisboa, 2023, 430 págs. B.

    «Tentáculos subtis de desejo enroscaram-se dentro de mim enquanto deslizava a língua sobre a dele e saboreava o nosso beijo. Era profundo e exuberante, como a fome temperada de desejo e adoçada com o perdão.»

    Vivian vive subjugada pela ambição da família. Dante é um implacável CEO que não se verga perante ninguém. Nenhum deseja um casamento de conveniência, mas ambos são forçados a aceitar o acordo. Ela é a mulher que ele nunca quis… e a fraqueza que não foi capaz de prever.

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  • A Raposa e as Camélias de Ignazio Silone

    Raposa e as Camélias, A

    Ignazio Silone

    5,00 

    A Raposa e as Camélias de Ignazio Silone
    Publicações Europa-América. Lisboa, 1961, 169 págs. B.
    Colecção: Três Abelhas | 41

    Entre as obras narrativas de Silone, «A Raposa e as Camélias é a primeira que não está ambientada na Itália meridional. A acção transcorre na Suiça, num cantão que liga com a fronteira italiana. Naqueles anos (1930-1935) imperava o fascismo na Itália, e a fronteira constituía uma terrível barreira a dividir não só os países, mas também os homens, os amigos, as famílias. As personagens do romance são suíços e italianos a contas com a terrível engrenagem da época. A história de uma raposa que ataca os galinheiros das aldeias e que por muito tempo foge à caça que dão entrelaça-se, no decurso da narrativa, com a história de outras ciladas em que perseguidos e perseguidores trocam várias vezes de papel. O autor conseguiu libertar a suas personagens de qualquer classificação rígida entre boas e más. Deste ponto de vista, o sentimento mais forte que imana do livro é a piedade.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.