• Uma Noite em Lisboa de Erich Maria Remarque

    Noite em Lisboa, Uma

    Erich Maria Remarque

    4,00 

    Uma Noite em Lisboa de Erich Maria Remarque.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1976, 203 págs. B.
    Livros de Bolso Europa-América, 125

    Lisboa, 1942.

    Vive-se um dos momentos mais dramáticos da segunda guerra mundial. refugiados afluem a. Portugal. No cais, dois homens, ambos emigrados alemães, encetam uma estranha negociação. Um deles oferece ao outro os passaportes e os bilhetes que the permitirão seguir viagem com destino a Nova Iorque, no navio que parte no dia seguinte. O preço por este inestimável favor

    é apenas este: que o beneficiário se disponha a ouvir a dolorosa confissão do seu interlocutor. E assim começa uma noite em Lisboa, longa noite em que uma história pungente é revivida através da narração amarga do seu protagonista, um judeu fugido ao terror hitleriano – história de amor e de ódio, de doença e de morte, que se processa em vários pontos de um continente devastado pela mais cruel das guerras.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Arco do Triunfo de Erich Maria Remarque

    Arco do Triunfo

    Erich Maria Remarque

    6,00 

    Arco do Triunfo de Erich Maria Remarque.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 382 págs. B.

    Em Arco do Triunfo, Erich Maria Remarque situa a acção nas vésperas da Segunda Guerra Mundial e reafirma-se como um escritor combativo, inimigo da tirania e do absurdo dos grandes conflitos. O romance ultrapassou o êxito das obras anteriores, foi publicado em folhetins por 385 jornais, atingiu mais de 25 milhões de exemplares e dois milhões só nos EUA. Traduzido em 22 línguas, deu origem a um filme da Metro-Goldwyn-Mayer com Ingrid Bergman, Charles Boyer e Charles Laughton.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Desenraizados de Erich Maria Remarque

    Desenraizados

    Erich Maria Remarque

    6,00 

    Desenraizados de Erich Maria Remarque.
    Publicações Europa-América. Lisboa, 1960, 448 págs. B.

    Neste romance Desenraizados – Flotsam no titulo original – Erich Maria Remarque dá-nos um aspecto novo do tema em que se especializou e que é dominante nos seus livros: a guerra, ou assuntos com ela relacionados, objectivamente considerados do ângulo dos sacrificados. Em Desenraizados é a vida dos refugiados alemães nos países estrangeiros, expulsos pela polícia de Hitler, que o autor revela. A narrativa é densa, urdida numa apertada e empolgante teia. Una, coerente e límpida. Mostra-nos a miséria por que passaram, indistintamente, judeus e arianos, católicos e protestantes, homens de qualquer crença e de todas as ideologias, toda aquela coorte infeliz a quem foi negada a pátria por não concordar com o sistema reinante na Alemanha ou por se ter tornado suspeita.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Tempo para Amar e Tempo para Morrer

    Tempo para Amar e Tempo para Morrer

    Erich Maria Remarque

    6,00 

    «Que é que para ti tem ainda importância?», pergunta , a dado passo deste livro, Elizabeth a Ernst. Ele responde: «Que ainda não estejamos mortos.»
    A vida que se lhes oferece é um mero entreacto, um intervalo de de desesperada esperança. Tempo para amar e tempo para morrer conduz o leitor através dos campos de batalha de África e do leste ao seio de uma Alemanha destruída, aos dramas e preplexidades do povo alemão, á redentora augústia e á redentora esperança de um homem e de uma mulher que se amam.
    Documento dramático de acontecimentos terríveis, a obra de Erich Maria Remarque é um grito corajoso e veemente contra a guerra que ele sofreu na alma e na carne.

  • Obelisco Preto de Erich Maria Remarque

    Obelisco Preto

    Erich Maria Remarque

    5,00 

    Obelisco Preto de Erich Maria Remarque.
    Edição Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 313 págs. B.

    Remarque continua justamente a ser uma das maiores e mais populares figuras da literatura alemã, e talvez de todos os seus pares e contempo- râneos o que conquistou uma uni- versalidade que é ao mesmo tempo popularidade. Não são apenas o hu- mor feroz, a amargura, o azedume de fim do mundo, que estuam, tal- vez mais que em nenhuma outra obra, nas páginas deste seu último romance. Nem também apenas a intensidade, a rude franqueza, o tom directo com que tem feito, nas décadas que a sua obra já cobre, o comentário romanesco dos dramas da nossa época e em especial dos da sua pátria vista como centro e símbolo de uma Europa dilacerada. Nem só uns nem outros destes valo- res explicam que Remarque seja um dos romancistas contemporâneos mais atentamente escutados por to- das as camadas de leitores. A expli cação estará em, com uma arte consumada, ter ele sabido ser um homem comum, falando aos outros homens comuns, da tragicomédia que é a vida do homem comum de hoje. Como nenhum dos seus livros, O Obelisco Preto é disto perfeito exemplo. A história truculenta do cangalheiro que é o herói deste ro mancesátira e tragédia, panfleto e meditação sombria-palpita de uma vigorosa vida, em que os lances de farsa alternam com as maiores dores humanas. E, no mais insólito das situações, na maior estranheza das personagens, estão vivas a sim plicidade e a naturalidade de uma vida quotidiana que perdeu todos os limites e a confiança em si própria. O Obelisco Preto é, talvez, a obra mais poderosa que Remarque jamais escreveu

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.