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  • A Velhice do Padre Eterno de Guerra Junqueiro

    Velhice do Padre Eterno, A

    Guerra Junqueiro

    5,00 

    A Velhice do Padre Eterno de Guerra Junqueiro.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, s.d., 223 págs. B.
    Livros de Bolso Europa-América | 247
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Leal da Câmara.

    Em A Velhice do Padre Eterno, Guerra Junqueiro censura impiedosamente a deturpação do ideal protocristão e os ritos do catolicismo.
    Sem nunca atacar os que têm fé, o poeta, num estilo mordaz e caricatural, satiriza o fanatismo religioso e a frivolidade dos rituais, apontando o poder pungente das suas palavras àquilo a que chama o bordel da Igreja (o Vaticano).

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pátria de Guerra Junqueiro

    Pátria

    Guerra Junqueiro

    5,00 

    Pátria de Guerra Junqueiro.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, s.d., 159 págs. B.
    Livros de Bolso Europa-América | 404

    De todas as obras escritas por Guerra Junqueiro, a Pátria é sem dúvida aquela que maior impacto teve no seu tempo e a que, ainda hoje, decorrido mais de um século sobre a sua primeira publicação, em 1896, se mantém tão viva quanto actual. No plano político e social, ressalvadas as diferenças de regime e governação e o período conturbado que provocou a queda da monarquia e a implantação da República, muitas são as semelhanças que se poderão encontrar com os dias de hoje no que respeita à forma de fazer política e conquistar o poder, ao arrepio dos interesses e do bem-estar colectivos, e à passividade com que a população mais desfavorecida acata as crescentes desigualdades sociais e económicas. Se no tempo da monarquia a situação do país era degradante e ruinosa que dizer do Portugal actual? De um país sem autêntica autonomia governativa e independência económica, subalterno perante uma União Europeia dominada pelos países ricos? Porque muito mais do que europeus, somos portugueses, a mesma pergunta de então se mantém: para onde foi a consciência da Pátria e o orgulho de ser português que Camões tanto exaltou no seu poema épico Os Lusíadas, e que Guerra Junqueiro, num outro registo lírico, igualmente reclamava?

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pátria de Guerra Junqueiro (86)

    Pátria

    Guerra Junqueiro

    10,00 

    PÁTRIA DE GUERRA JUNQUEIRO
    Livraria Chardon. Porto, 1915. 235 págs. E.

    Um dos grandes poemas cívicos de Guerra Junqueiro, qualificado por Sampaio Bruno como “Os Lusíadas da Decadência”. A obra, que valeu ao autor ataques violentos e inimizades duradouras, foi ao mesmo tempo um êxito editorial sem precedentes, reunindo num único livro a veia satírica e a paixão política que distinguem a poesia de Junqueiro.

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    Características do Exemplar
    📝 Exemplar com assinatura de posse de anterior proprietário. Sem outras marcas.
    Peso: 330g
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  • Contos para a Infância de Guerra Junqueiro

    Contos para a Infância

    Guerra Junqueiro

    20,00 

    Contos para a Infância de Guerra Junqueiro.
    Parceria A. M. Pereira. Lisboa, 1931, 192 págs. E. Il.

    “A alma de uma criança é uma gota de leite com um raio de luz (…) Para educar as crianças é necessário amá-las. As escolas devem ser o prolongamento dos berços. Por isso os grandes educadores, como Froebel, teem uma espécie de virilidade maternal. O leite é o alimento do berço, o livro o alimento da escola. Entre ambos deverá existir analogia: pureza, fecundidade, simplicidade (…)”.  — retirado de Duas Palavras.

    Ilustrado e negro e a cores em folhas intercaladas no texto.

  • Os Simples de Guerra Junqueiro

    Simples, Os

    Guerra Junqueiro

    3,50 

    Livro de poesias de Guerra Junqueiro que assinala uma inversão na trajetória poética do autor, até então orientada para o lirismo revolucionário e anticlerical. Acertadamente, Moniz Barreto, crítico de finais do século XIX, considera Os Simples “uma idealização da vida rural feita com intuitos de moralista, que condena a complicação e dureza da vida civilizada,…