• Antologia Sociológica

    Antologia Sociológica

    António Quadros

    7,50 

    Antologia Sociológica de António Quadros
    Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1978, 368 págs. B.

    ANTOLOGIA SOCIOLÓGICA e PATIO DAS COMÉDIAS, DAS PALESTRAS E DAS PRÈGAÇÕES constituem nas Obras Completas de António Sérgio o segundo volume dedicado aos escritos políticos do Autor.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Poesia e Filosofia do Mito Sebastianista de António Quadros

    Poesia e Filosofia do Mito Sebastianista

    António Quadros

    8,00 

    Poesia e Filosofia do Mito Sebastianista de António Quadros.
    Guimarães Editores. Lisboa, 2001, 411 págs. B.

    Porque a poesia é o insinuado lugar do mito, o Autor desenvolve a tese sebastianista, exposta em toda a sua pureza, através das trovas, dos poemas do teatro e da ficção poética de uma gama polifacetada de escritores portugueses e brasileiros que exprimem e assumem o mito ou o meditam num ou noutro sentido, mas também as lendas, os rituais e as epopeias sebastianistas do nordeste brasileiro e de alguns dos seus escritores.

    Numa segunda parte desta obra, é abordada a polémica, história e teoria do mito, o que é ou o que foi a sua antítese, representada pela crítica racionalista contemporânea (a de António Sérgio na polémica com Teixeira de Pascoaes e Carlos Malheiro Dias). A síntese que o Autor elabora, estabelece finalmente dois planos, o histórico e o filosófico, substanciando a nível nacional e universal os mitos portugueses.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • História do Tempo de Deus de António Quadros

    História do Tempo de Deus

    António Quadros

    7,00 

    História do Tempo de Deus de António Quadros.
    Edições do Templo. Lisboa, 1979, 233 págs. B.

    Os escritores que venceram o condicionalismo limitado da sua geração e da sua época foram sempre os que souberam subordinar as impressões estéticas da linguagem à expressão anagógica do pensamento. Goethe, Camões, Dante, Virgilio, como dos melhores entre outros mais, exemplificam-no substancialmente.

    ✏️ Sublinhados e a lápis

  • Fernando Pessoa: a Obra e o Homem de António Quadros

    Fernando Pessoa: a Obra e o Homem

    António Quadros

    20,00 

    Fernando Pessoa: a Obra e o Homem de António Quadros.
    Arcádia Editora. Lisboa, 1981, 2 vols. B.

    Autor de uma obra plurifacetada e por vezes polémica, António Quadros publicou numerosos livros de pensamento, de critica e de estética, como «O Movimento do Homem», «A Teoria da História em Portugal», «O Espírito da Cultura Portuguesa», «Critica e Verdade», «Ficção e Espírito» ou «A Arte de Continuar Portuguès». Como poeta e ficcionista, recordemos «Viagem Desconhecida», «Imitação do Homem», «Ó Portugal, Ser Profundo», bem como os contos de Anjo Branco, Anjo Negro» e de «Histórias do Tempo de Deus», estes galardoados com o Prémio Ricardo Malheiros da Academia das Ciências e com o Prémio de Novelística da Casa da Imprensa.

    📝 Assinatura de posse.

  • Enigma de Lisboa de António Quadros

    Enigma de Lisboa

    António Quadros

    7,00 

    Enigma de Lisboa: Ensaio de Psicologia e Psicografia de uma Cidade de António Quadros.
    Centro Editorial do IADE. Lisboa, 2001, 34 págs. B

    O Enigma de Lisboa – obra de António Quadros – agora reeditada pelo Centro Editorial do IADE – marca de uma forma simbólica a relação que esta Instituição tem mantido com a cidade, não só em termos de intervenção sócio-cultural, como na preparação de gerações em termos profissionais e académicos.

    Esta primeira edição em termos de projectos especiais pretende demonstrar a pertinência do Centro Editorial e a capacidade sinergética do IADE. Alunos, Professores e demais colaboradores empenharam-se com afinco para, por um lado, homenagear António Quadros e ao mesmo tempo, em sintonia, continuaren a espelhar a filosofia da Escola.

    É assim, com orgulho e reconhecimento, que este livro é reeditado, tendo como capa um “olhar” da cidade da autoria de Maria Helena Vieira da Silva, descoberta pelo pai do autor, António Ferro, quando escreve no Diário de Notícias, a propósito de um dos seus desenhos: “… quem pinta assim aos treze anos, jamais deverá deixar de pintar.”

    Julgamos ter começado da melhor maneira uma série de iniciativas no âmbito da actividade do Centro Editorial do IADE, em prol da cultura portuguesa e de toda a sua comunidade.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.