Enigma de Lisboa

O Enigma de Lisboa – obra de António Quadros – agora reeditada pelo Centro Editorial do IADE – marca de uma forma simbólica a relação que esta Instituição tem mantido com a cidade, não só em termos de intervenção sócio-cultural, como na preparação de gerações em termos profissionais e académicos.

Esta primeira edição em termos de projectos especiais pretende demonstrar a pertinência do Centro Editorial e a capacidade sinergética do IADE. Alunos, Professores e demais colaboradores empenharam-se com afinco para, por um lado, homenagear António Quadros e ao mesmo tempo, em sintonia, continuaren a espelhar a filosofia da Escola.

É assim, com orgulho e reconhecimento, que este livro é reeditado, tendo como capa um “olhar” da cidade da autoria de Maria Helena Vieira da Silva, descoberta pelo pai do autor, António Ferro, quando escreve no Diário de Notícias, a propósito de um dos seus desenhos: “… quem pinta assim aos treze anos, jamais deverá deixar de pintar.”

Julgamos ter começado da melhor maneira uma série de iniciativas no âmbito da actividade do Centro Editorial do IADE, em prol da cultura portuguesa e de toda a sua comunidade

7,00 

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informação do livro

Enigma de Lisboa: Ensaio de Psicologia e Psicografia de uma Cidade de António Quadros. Centro Editorial do IADE. Lisboa, 2001, 34 págs. Mole

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O Enigma de Lisboa – obra de António Quadros – agora reeditada pelo Centro Editorial do IADE – marca de uma forma simbólica a relação que esta Instituição tem mantido com a cidade, não só em termos de intervenção sócio-cultural, como na preparação de gerações em termos profissionais e académicos.

Esta primeira edição em termos de projectos especiais pretende demonstrar a pertinência do Centro Editorial e a capacidade sinergética do IADE. Alunos, Professores e demais colaboradores empenharam-se com afinco para, por um lado, homenagear António Quadros e ao mesmo tempo, em sintonia, continuaren a espelhar a filosofia da Escola.

É assim, com orgulho e reconhecimento, que este livro é reeditado, tendo como capa um “olhar” da cidade da autoria de Maria Helena Vieira da Silva, descoberta pelo pai do autor, António Ferro, quando escreve no Diário de Notícias, a propósito de um dos seus desenhos: “… quem pinta assim aos treze anos, jamais deverá deixar de pintar.”

Julgamos ter começado da melhor maneira uma série de iniciativas no âmbito da actividade do Centro Editorial do IADE, em prol da cultura portuguesa e de toda a sua comunidade

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