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  • Desperta e Canta de Clifford Odets

    Desperta e Canta

    Clifford Odets

    6,00 

    Desperta e Canta de Clifford Odets
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1965, 139 págs. B.

    No Bronx, em Nova Iorque, a família Berger vive unida sob o mesmo tecto, enfrentando dificuldades económicas e constantes tensões familiares. Enquanto os pais tentam influenciar e manipular a vida amorosa dos filhos para concretizarem os seus próprios interesses, os mais jovens lutam por seguir os seus sonhos e conquistar a independência. Entre conflitos, ambições e desilusões, desenrola-se um retrato intenso das relações familiares e da procura de um futuro melhor.

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  • Bom Inverno de João Tordo

    Bom Inverno, O

    João Tordo

    7,50 

    O Bom Inverno de João Tordo
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2010, 289 págs. B.

    Quando o narrador, um escritor prematuramente frustrado e hipocondríaco, viaja até Budapeste para um encontro literário, está longe de imaginar até onde a literatura o pode levar. Coxo, portador de uma bengala, e planeando uma viagem rápida e sem contratempos, acaba por conhecer Vincenzo Gentile, um escritor italiano mais jovem, mais enérgico, e muito pouco sensato, que o convence a ir da Hungria até Itália, onde um famoso produtor de cinema tem uma casa de província no meio de um bosque, escondida de olhares curiosos, e onde passa a temporada de Verão à qual chama, enigmaticamente, de O Bom Inverno. O produtor, Don Metzger, tem duas obsessões: cinema e balões de ar quente. Entre personagens inusitadas, estranhos acontecimentos, e um corpo que o atraiçoa constantemente, o narrador apercebe-se que em casa de Metzger as coisas não são bem o que parecem. Depois de uma noite agitada, aquilo que podia parecer uma comédia transforma-se em tragédia: Metzger é encontrado morto no seu próprio lago. Porém, cada um dos doze presentes tem uma versão diferente dos acontecimentos. Andrés Bosco, um catalão enorme e ameaçador, que constrói os balões de ar quente de Metzger, toma nas suas mãos a tarefa de descobrir o culpado e isola os presentes na casa do bosque. Assustadas, frágeis, e egoístas, as personagens começam a desabar, atraiçoando-se e acusando-se mutuamente, sob a influência do carismático e perigoso Bosco, que desaparece para o interior do bosque, dando início a um cerco. E, um a um, os protagonistas vão ser confrontados com os seus piores medos, num pesadelo assassino que parece só poder terminar quando não sobrar ninguém para contar a história.

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  • Auschwitz Cidade Tranquila de Primo Levi

    Auschwitz Cidade Tranquila

    Primo Levi

    8,00 

    Auschwitz Cidade Tranquila de Primo Levi
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2021, 165 págs. B.

    «Poderá surpreender que no Lager um dos estados de espírito mais comuns fosse a curiosidade. No entanto, além de assustados, humilhados e desesperados sentíamo-nos igualmente curiosos: famintos de pão e também de entender.»

    Auschwitz foi o alfa e o ómega da obra de Primo Levi: o alfa em 1947, com Se Isto É um Homem; o ómega quarenta anos mais tarde, com o seu último livro, Os Que Sucumbem e Os Que Se Salvam.

    Contudo, Levi nunca deixou de relatar o Lager, nem de interrogá-lo enquanto o relatava. Organizado pelo Centro Internacional de Estudos Primo Levi, Auschwitz, Cidade Tranquila oferece-nos dez dos seus textos narrativos, delimitados por dois poemas: doze pontos de vista inesperados e fascinantes sobre a maior tragédia coletiva do século XX.

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  • Alexandra Alpha de José Cardoso Pires

    Alexandra Alpha

    José Cardoso Pires

    10,00 

    Alexandra Alpha de José Cardoso Pires
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1987, 447 págs. B.

    «Com uma escrita de apuro, Cardoso Pires traça um ambiente turvo. Com uma escrita áspera, Cardoso Pires retrata pessoas indolentes. Com uma escrita exacta Cardoso Pires assenta diálogos derivativos, enrolados, incongruentes — e essa coisa é que é linda. (…)
    Nunca antes, na nossa literatura, o dia 25 de Abril fora descrito de forma tão vibrante e tão vivida. (…) de Ana Margarida de Carvalho

    📕 1ª Edição.
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  • As Senhoras de Missalonghi de Collen McCullough

    Senhoras de Missalonghi, As

    Collen McCullough

    5,00 

    As Senhoras de Missalonghi de Collen McCullough.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1991, 151 págs. B.
    Colecção: Ficção Universal | 85

    Não tão bonita como a prima Alicia, nem tão dominadora como a mãe Drusilla, parece condenada a uma vida tranquila e de pobreza em Missalonghi, a pequena herdade da família nas Montanhas Azuis da Austrália. Mas é um século inteiramente novo, um tempo para novas ideias, novas e ousadas ações. E Missy está prestes a pôr a trabalhar todas as línguas hipócritas da cidade de Byron. Porque acaba de olhar para um desconhecido misterioso, desconfiado e incauto… que, embora não o parecendo, pode muito bem ser um príncipe encantado.

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  • Delito de Dançar o Chá-Chá-Chá de Guilherme Cabrera Infante

    Delito de Dançar o Chá-Chá-Chá

    Guilherme Cabrera Infante

    5,00 

    Delito de Dançar o Chá-Chá-Chá de Guilherme Cabrera Infante
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1997, 94 págs. B.
    Colecção: Ficção Universal | 179

    Os três contos deste livro são feitos de recordações. Dois decorrem no apogeu do bolero, o terceiro depois da queda no abismo histórico. É evidente que o tempo é diferente, mas o espaço, a geografia (ou, se preferirem, a topografia: todos os caminhos conduzem ao amor) é o mesmo.

    Os personagens são intermutáveis, mas no terceiro conto o homem é mais decisivo do que a mulher, na única narração na primeira pessoa que não parece sê-lo. Apesar de as suas reflexões – observando-se viver num espelho dialéctico – serem todas literárias ou referidas a um único livro. A cidade é sempre a mesma. Preciso de dizer que se chama Havana?

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  • Antes de Meia-Noite de Carlos Drummond de Andrade

    Antes de Meia-Noite

    Carlos Drummond de Andrade

    5,00 

    Antes de Meia-Noite de Carlos Drummond de Andrade
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2003, 141 págs. B.

    Antologia de Contos de Temática Natalícia.

    Presépio de Carlos Drummond de Andrade;
    Vivenda Alegre de Fernando Campos;
    O Meu Homem de Bem de Joel Neto;
    A Árvore no Meio da Sala de Julieta Monginho;
    Barbas de Algodão de Leonardo Ralha;
    Feliz Navidad Coronel Santiago de Luís Cardoso;
    Natal na Barca de Lygia Fagundes Telles;
    Missa do Galo de Machado de Assis;
    Natal de Miguel Torga;
    Um Casaco de Raposa Vermelha de Teolinda Gersão.

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • A Tábua de Flandres de Artur Pérez-Reverte

    Tábua de Flandres, A

    Artur Pérez-Reverte

    7,00 

    A Tábua de Flandres de Artur Pérez-Reverte.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2003, 307 págs. B.
    Colecção: Ficção Universal | 230

    No final do século XV, um velho mestre flamengo introduz num dos seus quadros um enigma que pode mudar a história da Europa. No quadro, o duque de Ostenburgo e o seu cavaleiro estão embrenhados numa partida de xadrez enquanto são observados por uma misteriosa dama vestida de negro. Todavia, à época em que o quadro foi pintado, um dos jogadores já havia sido assassinado.
    Cinco séculos depois, uma restauradora de arte encontra a inscrição oculta: uis necavit equitem? (Quem matou o cavaleiro?) Auxiliada por um antiquário e um excêntrico jogador de xadrez, a jovem decide resolver o enigma. A investigação assumirá contornos muito singulares: o seu êxito ou fracasso será determinado, jogada a jogada, através de uma partida de xadrez constantemente ameaçada por uma sucessão diabólica de armadilhas e equívocos.

    Livro fundamental para os amantes do mistério, A Tábua de Flandres foi a obra que tornou Arturo Pérez-Reverte o escritor espanhol contemporâneo mais lido em todo o mundo. Já adaptado ao cinema, é um apaixonante puzzle que o autor encadeia com uma destreza absolutamente excepcional.

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  • Pós-Escrito à Lógica da Descoberta Científica de Karl Popper

    Pós-Escrito à Lógica da Descoberta Científica

    Karl Popper

    30,00 

    Pós-Escrito à Lógica da Descoberta Científica de Karl Popper
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1992, 3 vols. B.

    Obra dividida em três volumes : O Relismo e o Objectivo da Ciência; O Universo Aberto; A Teoria dos Quanta e o Cisma na Física.

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  • Poesia 1903-1917 de Florbela Espanca

    Poesia 1903-1917

    Florbela Espanca

    6,00 

    Poesia 1903-1917 de Florbela Espanca
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1985, 280 págs. B.

    Recolha, leitura e Notas por RUI GUEDES. Prefácio de JOSÉ CARLOS SEABRA PEREIRA. Nota filológica de LUIZ FAGUNDES DUARTE. Texto actualizado por MARIA TERESA MOYA PRAÇA.

     

    A edição das Obras Completas de uma escritora com a estatura de Florbela Espanca, sobretudo quando se sabe que a maior parte da obra que produziu se mantinha inédita, ou então publicada mas dispersa por jornais e outras publicações de pequena e efémera circulação, à hora da morte da autora, e quando se constata que mesmo a obra publicada em livro foi alvo de intervenções de estranhos que lhe alteraram substancialmente quer a forma quer o conteúdo, é sempre um acontecimento importante e que acarreta enormes responsabilidades para quem se propõe fazê-la.

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  • Parábola do Cágado Velho de Pepetela

    Parábola do Cágado Velho

    Pepetela

    5,00 

    Parábola do Cágado Velho de Pepetela
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2010, 184 págs. B.

    “Falo de um amor e de uma transgressão.” “Quem sabe, talvez a transgressão nunca fosse possível. Mas a granada existiu, essa granada que traçou no ar espantado do planalto a figura da mulher amada. Mas uma granada, mesmo com tal magia, pode materializar um Mundo?”

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  • Versículos Satânicos de Salman Rushdie

    Versículos Satânicos

    Salman Rushdie

    7,50 

    Versículos Satânicos de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1989, 491 págs. B.

    Na madrugada de uma manhã de Inverno, um avião explode a grande altitude sobre o canal da Mancha. No meio dos restos de corpos, dos destroços, duas pessoas precipitamse sem pára-quedas em direcção ao mar. Agarrados um ao outro durante a sua longa queda, entoam canções rivais até abrandarem a velocidade de descida, flutuando com leveza antes de atingirem a superfície das águas, por sobre a qual caminham depois para finalmente serem descobertos numa praia inglesa, vivos. Gibreel e Saladin forma escolhidos para protagonizarem a eterna luta entre o bem e o mal.

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  • O Último Suspiro do Mouro de Salman Rushdie

    Último Suspiro do Mouro, O

    Salman Rushdie

    8,00 

    O Último Suspiro do Mouro de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1995, 525 págs. B.

    Ao jeito de As Mil e Uma Noites, o herói- narrador vai passando em revista os acontecimentos e as personagens da sua própria família, desde Cochim, no princípio do século, junto do túmulo de Vasco da Gama, até ao áspero olival andaluz onde, depois de expressar o testemunho dos seus antepassados, ele próprio se extingue de pura exaustão.

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  • Shalimar o Palhaço de Salman Rushdie

    Shalimar o Palhaço

    Salman Rushdie

    8,00 

    Shalimar o Palhaço de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2006, 479 págs. B.

    Los Angeles, 1993. Maximilian Ophuls é brutalmente assassinado pelo seu motorista muçulmano, Noman Sher Noman, também conhecido por Shalimar, o Palhaço. O que à primeira vista parece ser um crime político — Ophuls tinha sido embaixador dos Estados Unidos na Índia e depois chefe do contra- terrorismo americano — é afinal um caso passional.

    Shalimar, o Palhaço é uma obra profundamente humana que junta as paixões mais ferozes e os conflitos mais graves do nosso tempo. Uma história de amor. Uma fábula mágica onde os mortos falam.

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  • Quichotte de Salman Rushdie

    Quichotte

    Salman Rushdie

    10,00 

    Quichotte de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2020, 493 págs. B.

    Inspirado pelo clássico de Cervantes, Sam DuChamp, um medíocre autor de livros de espionagem, cria Quichotte, um cortês e apatetado vendedor ambulante obcecado pela televisão que é vítima de uma paixão impossível por uma estrela de TV. Acompanhado pelo seu filho (imaginário) Sancho, Quichotte empreende uma picaresca busca pela América a fim de se mostrar digno da sua mão, arrostando valorosamente com os tragicómicos perigos de uma era em que Tudo-Pode-Acontecer. Entretanto, o seu criador, que vive uma crise de meia-idade, enfrenta igualmente os seus imperiosos desafios.

    Tal como Cervantes escreveu Dom Quixote para satirizar a cultura do seu tempo, Rushdie transporta o leitor numa desvairada corrida através de um país à beira do colapso moral e espiritual. E, com aquela magia narrativa que é a imagem de marca da obra de Rushdie, as vidas amplamente realizadas de DuChamp e Quichotte interpenetram-se numa busca profundamente humana do amor e num retrato perversamente divertido de uma época em que os factos são tantas vezes indistinguíveis da ficção.

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  • Pisar o Risco de Salman Rushdie

    Pisar o Risco

    Salman Rushdie

    8,00 

    Pisar o Risco: Colectânea de Textos (1992-2002) de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2004, 393 págs. B.
    Colecção: Ficção Universal | 344

    Neste seu novo livro de ensaios Salman Rushdie abarca os mais diversos temas que marcaram a última década do século XX e princípios do século XXI. Na sua habitual escrita incisiva, empenhada e muitas vezes divertida, o autor escreve sobre O Feiticeiro de Oz, os U2, a Índia e a literatura indiana, a morte da princesa Diana, o futebol, os confrontos étnicos, políticos e religiosos, o terrorismo e a permeabilidade das fronteiras. Uma visão única sobre a literatura, cultura e política, por um dos maiores livres-pensadores do nosso tempo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.