• Razão e Transmisão da Filosofia de Manuel Maria Carrilho

    Razão e Transmisão da Filosofia

    Manuel Maria Carrilho

    10,00 

    Razão e Transmisão da Filosofia de Manuel Maria Carrilho
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1987, 380 págs. B.

    Razão e Transmissão da Filosofia teve a sua origem na tese de doutoramento de Manuel Maria Carrilho, apresentado na Universidade Nova de Lisboa em 1985.O seu objectivo central consiste na análise das relações entre o desenvolvimento do pensamento filosófico e as exigências da sua transmissão, nomeadamente desde a institucionalização do ensino da filosofia no séc. XVIII.A ideia nuclear que inspira toda a obra é a de uma estreita articulação entre o pensamento filosófico e as exigências da sua ensinabilidade, cujas metamorfoses o Autor analisa de um modo tão detalhado como inspirador.

    Índice:

    Introdução – Elementos Introdutórios A Uma Problemática Da Transmissibilidade Filosófica
    Capítulo I – Aprendizagem Da Razão, Razão Da Aprendizagem
    Apêndice ao capítulo I – A Filosofia E A Organização Dos Saberes No Ambito Do Idealismo Alemão
    Capítulo II – Análise, Nova Metafísica E Novo Ensino
    Apêndice ao capítulo II – A «Ideologia» E O Ensinável
    Capítulo III – A Estratégia Ecléctica

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  • Estudos Sobre a Crise Nacional de Vasco Pulido Valente

    Estudos Sobre a Crise Nacional

    Vasco Pulido Valente

    10,00 

    Estudos Sobre a Crise Nacional de Vasco Pulido Valente
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1980, 318 págs. B.

    O livro que a seguir se pode ler é constituído por ensaios e artigos escritos entre 1965 e 1969.

     

    Quando surgiu a possibilidade de os publicar (porque houve quem lhes visse um interesse que, para mim, não era claro), pensei em corrigi-los, segundo a presumível maturidade teórica e técnica que hoje é talvez a minha.

     

    Mas rapidamente desisti. Iria deformá-los, sem os melhorar. E, se eles valem alguma coisa, valem sobretudo como sinais de um esforço que, em várias direcções e com graus diferentes de inteligência e perspicácia, procurou ver claro nessa questão que todos o Portugueses que jamais se atreveram a pensar têm consigo mesmos: Portugal.

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  • Regra da Instabilidade, A

    Regra da Instabilidade, A

    Mário Mesquita

    7,50 

    A Regra da Instabilidade de Mário Mesquita.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1987, 336 págs. B.

    Este livro reflecte o panorama da vida política portuguesa nos últimos anos (1974-1986). O autor dividiu-o em três partes – e acerca desta triologia se poderá dizer o que se diz da trindade divina, que é uma só verdadeira -, sob a desgignação de «País», «Regime» e «Jornais».

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  • Intervenções 2 de Mário Soares

    Intervenções 2

    Mário Soares

    7,50 

    Intervenções 2 de Mário Soares.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1988, 419 págs. B.

    Publico alguns dos textos mais significativos das minhas intervenções públicas durante o ano de 1987 segundo do meu mandato à semelhança do que fiz relativamente a 1986. Julgo tratar-se de um bom hábito. Sendo, como Presidente da República, pela essência e simbolismo do cargo, um ponto de referência democrática e nacional, é útil que os Portugueses tenham ao seu dispor para consulta, juízo e reflexão as intervenções mais reveladoras do meu pensamento e que melhor traduzam a minha actuação como Presidente.

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  • Poética

    Poética

    Aristóteles

    8,00 

    Poética de Aristóteles.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1992, 316 págs. B.

    Com a edição de Poética, de Aristóteles, traduzida por Eudoro de Sousa pretende-se «que a Arte Poética, outrora lida e relida entre nós, no texto grego original e nas famosas paráfrases latinas e italianas do Renascimento, como códice da mais perfeita técnica da epopeia e da tragédia, voltasse agora a ser lida e relida, em texto português, como a grande obra de ciência e de erudição que na verdade é.»

    Através do prefácio, da introdução, dos apêndices e do comentário de Eudoro de Sousa cumpre-se um outro objetivo da edição: acompanhar o leitor na reflexão, que a leitura deste eterno clássico da cultura universal inerentemente proporcionará.

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  • A Escola Noctura de António Magalhães

    Escola Noctura, A

    António Magalhães

    6,00 

    A Escola Noctura de António Magalhães.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1985, 99 págs. B.

    Diziam:
    Não aprendas depressa.
    Demora-te, dançando em teu veneno,
    promessa de canto.

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  • Duas Luas, Entrededos

    Duas Luas, Entrededos

    A. Cabrita

    6,00 

    Duas Luas, Entrededos de A. Cabrita.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1984, 75 págs. B.

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  • Um Canto Para Mussuemba de José Luís Mendonça

    Canto Para Mussuemba, Um

    José Luís Mendonça

    7,00 

    Um Canto Para Mussuemba de José Luís Mendonça.
    Imprensa Nacional-Casa da Moeda. Lisboa, 2002, 111 págs. B.

    Ó mãe dos gafanhotos
    sentados na lavra
    da boca deserta:

    quantos comboios pariu
    a tua fome
    sobre tijolos gravados
    ao corte da língua?
    O abecê do tempo sangra
    no pilão
    e a chuva de Abril nos
    cafeeiros
    é a mulher kilombo,
    dizem
    morreu um leão no fogo do
    teu ventre
    onde caminhei de animais
    na mão.

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  • Klee de Paulo Tunhas

    Klee

    Paulo Tunhas

    6,00 

    Klee de Paulo Tunhas.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1985, 62 págs. Mole.

    Paulo Jorge Delgado Pereira Tunhas (1960-2023) foi professor e investigador de Filosofia na Universidade do Porto, onde também se licenciou. Doutorado pela École des Hautes Études en Sciences Sociales, desenvolveu uma abordagem original à filosofia como ideia e sistema, explorando o pensamento, a existência e a ação. Publicou obras de filosofia, organizou volumes coletivos e colaborou em projetos de Fernando Gil. Estudou autores clássicos e contemporâneos, publicou ensaios políticos e culturais, poesia, ficção e um libreto de ópera. Deixou inacabado um projeto sobre a “poética da filosofia”.

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  • Apologia de Álvaro Gomes

    Apologia

    Álvaro Gomes

    15,00 

    Fixação e tradução do texto latino por Miguel Pinto de Meneses. Estudo patrístico e teológico-bíblico de Manuel Augusto Rodrigues. Apresentação e introdução de A. Moreira de Sá. Obra editada para a XVII Exposição Europeia de Arte, Ciência e Cultura. Abril a Setembro de 1983.

  • Defesa do Racionalismo ou Análise da Fé de Pedro Amorim Viana

    Defesa do Racionalismo ou Análise da Fé

    Pedro Amorim Viana

    7,50 

    Defesa do Racionalismo ou Análise da Fé de Pedro Amorim Viana.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1982, 312 págs. B.

    “A presente Defesa do Racionalismo dou Análise da Fé, que viu, pela primeira vez, a luz da publicidade, no Porto, em 1866, (….) constitui um marco capital da nossa filosofia contemporânea, abrindo um ciclo de pensamento que se protrai até aos nossos dias”

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  • Naufrágio, Viagens, Fantasias e Batalha de João Palma Ferreira

    Naufrágio, Viagens, Fantasias e Batalha

    João Palma Ferreira

    7,50 

    «Reúnem-se neste livro diversas Relações, notícias e ficções que não tinham sido aproveitadas por todos os que pretenderam continuar o labor iniciado no século XVIII por Bernardo Gomes de Brito na compilação da nossa história trágico-marítima. O presente volume, porém, não se limita a uma simples compilação de inéditos ou de opúsculos raros relacionados com o tema do naufrágio. Pelo contrário, permite uma visão mais ampla da crónica marítima e da sua lenta transformação, no correr do tempo, até à feição que adquiriu no século XIX, com os escritores românticos oceanistas, passando pelo seu aproveitamento sebástico e pelo milagrosismo.»

  • Portuguese Africa: An Introduction

    Portuguese Africa: An Introduction

    Ministry of Foreign Affairs

    10,00 

    Portuguese Africa: An Introduction de Ministry of Foreign Affairs.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1973, 125 págs. B.

    Contents

    I-Facts and Fancies
    II-What is Colonialism?
    III-Liberation or Terrorism?
    IV-Constitutional Position
    V-Health
    VI-Education
    VII-Labour
    VIII-Economic Progress
    IX-Portugal in the United Nations

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  • Primeira Viagem à Índia Pela Rota do Cabo

    Primeira Viagem à Índia Pela Rota do Cabo

    Maria Augusta Lima Cruz

    7,50 

    Primeira Viagem à Índia Pela Rota do Cabo de Maria Augusta Lima Cruz.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1998, 103 págs. B.

    Em conclusão pode afirmar-se que, à data da morte de D. João II, em 1495, se tinham dado os passos essenciais de um plano que visava a realização de uma viagem à Índia pela rota do cabo da Boa Esperança. A darmos crédito a alguns cronistas, como Garcia de Resende e Fernão Lopes de Castanheda, foi inclusivamente este mesmo monarca que iniciou os preparativos da armada (construção de barcos e nomeação de capitão-mor) que, já no reinado de D. Manuel, iria fazer a viagem inaugural da abertura da Rota do Cabo, sob comando de Vasco da Gama 28

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  • Portugal na Rota das Especiarias

    Portugal na Rota das Especiarias

    Artur Teodoro de Matos

    7,50 

    Portugal na Rota das Especiarias de Artur Teodoro de Matos.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1995, 154 págs. B.

    No texto que ora se apresenta, tivemos presente a sua finalidade de divulgação, recorrendo, todavία, αο que de mais recente se produziu sobre os vários temas de cada um dos capítulos. As notas infrapaginais foram reduzidas ao essencial, mas no final o leitor encontrará uma bibliografia de suporte aos diferentes capítulos que lhe permitirá desenvolver aspectos que venham a suscitar o seu interesse. Para melhor conhecimento da época e enquadramento dos diversos acontecimentos relacionados com os temas em análise, incluiu-se uma sucinta cronologia.

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  • Portugal e o Mar da China de Maria da Conceição Flores

    Portugal e o Mar da China

    Maria da Conceição Flores

    10,00 

    Portugal e o Mar da China de Maria da Conceição Flores.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1996, 198 págs. B.

    É, pois, este processo peculiar no contexto da expansão portuguesa que nos propomos retratar nas páginas que se seguem, assim como dar ao leitor uma imagem das principais alterações que se começaram a verificar no final da centúria e no início da seguinte e que viriam a modificar completamente a presença lusa no Extremo Oriente por meados de Seiscentos.

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