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  • Fim das Certezas, O

    Fim das Certezas, O

    Ilya Prigogine

    6,00 

    O Fim das Certezas de Ilya Prigogine.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1996, 187 págs. B.

    No fim do século, discute-se o futuro da ciência. Contra a ideia de Hawking de que estamos perto do “fim”, defende-se que a verdadeira aventura começa agora, com uma ciência voltada para a complexidade real. O autor expõe, de forma acessível, esta mudança que inaugura um novo capítulo entre física e matemática, já apoiado por previsões confirmadas em simulações. Após décadas de trabalho, apresenta resultados ainda iniciais, convidando o leitor não a revisitar o passado, mas a explorar a ciência do futuro.

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  • A Chave de Salomão de José Rodrigues dos SantosChave de Salomão

    Chave de Salomão, A

    José Rodrigues dos Santos

    7,50 

    A Chave de Salomão de José Rodrigues dos Santos.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2014, 622 págs. B.

    O corpo de Frank Bellamy, o director de Tecnologia da CIA, é descoberto no CERN, em Genebra, na altura em que os cientistas procuram o bosão de Higgs, também conhecido por Partícula de Deus. Entre os dedos da vítima é encontrada uma mensagem incriminatória.

    The Key: Tomás Noronha

    A mensagem torna Tomás Noronha o principal suspeito do homicídio. Depressa o historiador português se vê na mira da CIA, que lança assassinos no seu encalço, e percebe que, se quiser sobreviver, terá de deslindar o crime e provar a sua inocência.
    Ou morrer a tentar.
    Começa assim uma busca que o conduzirá às mais surpreendentes descobertas científicas alguma vez feitas.

    Será que a alma existe?
    O que acontece quando morremos?
    O que é a realidade?

    Com esta empolgante aventura que arrasta o leitor para o perturbador mundo da consciência e da natureza mais profunda do real, José Rodrigues dos Santos volta a afirmar-se como o grande mestre do mistério. Apesar de ser uma obra de ficção, A Chave de Salomão usa informação científica genuína para desvendar as espantosas ligações entre a mente, a matéria e o enigma da existência.

    📕 1ª Edição.
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  • Dragões do Eden, OsDragões do Eden de Carl Sagan

    Dragões do Eden, Os

    Carl Sagan

    7,50 

    Os Dragões do Eden: Especulações sobre a Evolução da Inteligência Humna e das Outras de Carl Sagan.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1985, 269 págs. B. Il.

    Com os DRAGÕES DO ÉDEN, Prémio Pulitzer, para muitos a mais bela obra do autor, os leitores de “Ciência Aberta” irão participar numa grande aventura… Num Éden perdido onde os dragões reinavam encontram-se as fundações da nossa inteligência e das nossas paixões… Sagan conduz-nos, numa visita guiada, até esse mundo perdido…

    Harmonizando informação científica e os grandes mitos do passado, utilizando a sua incomparável capacidade de relacionamento e de diálogo com as diversas áreas do conhecimento científico, com a filosofia e com a história, Sagan faz o ponto de grandes espaços do saber humano, propondo hipóteses por vezes arrojadas, mas sempre motivadoras – Carl Sagan é o professor que todos gostaríamos de ter, ou ter tido, e os DRAGÕES DO ÉDEN são uma obra-prima de instrutivo prazer.

    📝 Assinatura de posse.

  • Sombras de Antepassados Esquecidos de Carl Sagan

    Sombras de Antepassados Esquecidos

    Carl Sagan

    7,50 

    Sombras de Antepassados Esquecidos: Em Busca do Que Somos de Carl Sagan. [et al.]
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1996, 438 págs. B.

    Carl Sagan e Ann Druyan escreveram um livro sobre as origens da espécie humana, um relato lúcido e fascinante sobre como os humanos se transformaram no que são hoje. “Sombras de Antepassados Esquecidos” é uma saga tocante que mostra com humor e dramatismo como algumas das nossas características-chave – a consciência, os laços familiares, a submissão à autoridade, a desconfiança em relação ao diferente, a razão e a ética – têm a sua raiz no mais profundo passado e podem ser explicadas à luz do nosso parentesco com outros…

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  • Silvana de Cristina CosmeSilvana

    Silvana

    Cristina Cosme

    6,00 

    Silvana de Cristina Cosme.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2020, 201 págs. B.

    Uma geração marcada por uma educação austera e paternalista vê-se impelida a gerir o obscurantismo do passado com uma nova visão do mundo e a nova liberdade oferecida.

    Afonso é um homem atormentado, exemplo da incapacidade de encontrar o equilíbrio entre os dois opostos. Silvana enfrenta um relacionamento cruciante fruto desse desajuste e regenera-se, delineando um plano dinâmico, com o qual terá reveses e glórias. A história sem sentido de Bruneida, personagem ambígua, mensageira de um destino incauto ou perverso, apenas a distrai e retarda o seu intento. O encontro com Bártolo remete-nos para o leitmotiv do seu futuro. Silvana é o fio condutor da narrativa que concentra a essência da sua temática ? o desafio em transpor o que se proclama impossível.

    Um olhar sobre a natureza humana, os sobressaltos da vida, o sofrimento, a vontade de ser ator do seu próprio destino. E o amor, nas suas várias facetas. E o futuro, capaz de descolar-se do passado. Ou conceder-lhe uma nova leitura.

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  • Ouvir com Outros OlhosOuvir com Outros Olhos

    Ouvir com Outros Olhos

    João Lobo Antunes

    6,00 

    Ouvir com Outros Olhos de João Lobo Antunes.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2016, 199 págs. B.

    Um livro com textos variados no estilo e na substância, mas unidos pelo enorme interesse. O autor reúne nesta colectânea textos que escreveu nos últimos anos, e que se encontravam inéditos ou dispersos em diferentes livros…

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  • Economia Portuguesa desde 1960, A

    Economia Portuguesa desde 1960, A

    José da Silva Lopes

    6,00 

    Economia Portuguesa desde 1960 de José da Silva Lopes.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1997, 331 págs. B.

    As três décadas e meia que decorreram desde 1960 até à actualidade correspondem ao período de desenvolvimento mais rápido e de transformações estruturais mais profundas em toda a história da economia portuguesa. A capitação do produto nacional aumentou quase quatro vezes e a situação social modificou-se radicalmente.
    A evolução não foi, todavia, uniforme nem isenta de dificuldades. A partir de 1990, designadamente, a necessidade de combater mais decisivamente a alta dos preços, a maior abertura ao exterior imposta pela participação na Comunidade Europeia e os efeitos da mundialização económica empurraram a economia para um período de fraco crescimento e elevado desemprego. O presente trabalho analisa esta evolução, abordando-a, no primeiro capítulo, numa perspectiva cronológica e, nos seguintes, com base em enfoques relativos às principais variáveis e políticas económicas.

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  • O Crepúsculo da Idade Média em Portugal de António José Saraiva

    Crepúsculo da Idade Média em Portugal, O

    António José Saraiva

    7,50 

    O Crepúsculo da Idade Média em Portugal de António José Saraiva.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1988, 276 págs. B.

    Na presente obra, António José Saraiva tenta fazer a identificação do espírito nacional, restringindo ao mínimo as generalizações e procurando eliminar as abstracções. As suas obras têm, aliás, vindo a revelar a portugalidade como um momento ímpar de procura de isolamento por parte de uma das nações hispânicas, a única que decisivamente tentou romper com as suas origens.
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  • Caminhos Ocultos

    Caminhos Ocultos

    Tawni O' Dell

    5,00 

    Caminhos Ocultos de Tawni O’ Dell.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2002, 303 págs. B.

    Num intenso e vibrante romance, Tawni O’Dell conduz-nos pelos caminhos ocultos de uma viagem de descoberta pessoal, convidando-nos a entrar no mundo de Harley Altmyer, um rapaz de 19 anos que luta arduamente para criar as suas três irmãs mais novas quando a mãe é detida por assassinar o pai.

    Através das suas personagens impressionantemente perfeitas, Caminhos Ocultos retrata a confusão exasperante da adolescência e a natureza tormentosa da família com infalível destreza. Um drama arrebatador de um fantástico talento emergente, por uma das mais inesquecíveis vozes a emergir nos últimos anos.

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  • Amsterdão de Ian McEwan

    Amsterdão

    Ian McEwan

    6,00 

    Amsterdão de Ian McEwan.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2022, 179 págs. B.

    A terrível e inesperada morte de Molly Lane, uma conhecida figura da sociedade londrina, vai despoletar uma cadeia de acontecimentos totalmente imprevisíveis. Uma irresistível comédia negra que marca o regresso de um dos mais celebrados romancistas contemporâneos.

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  • Hora do Deslumbramento de Hubert Reeves

    Hora do Deslumbramento, A

    Hubert Reeves

    6,00 

    Hora do Deslumbramento: Terá o Universo um Sentido? de Hubert Reeves.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1981, 243 págs. B.

    Hubert Reeves, astrofísico com o ar de «poeta do espaço, ensina cosmologia em Montreal e Paris. Escritor muito popular, publicou na Gradiva todos os seus livros Um Pouco Mais de Azul, A Hora do Deslumbramento, Malicorne, Aves Maravilhosas Aves, A Agonia da Terra, Crónicas dos Átomos e das Galáxias, Já Não Terei Tempo, Últimas Notícias do Cosmos, Poeira das Estrelas e O Universo Explicado aos Meus Netos alguns dos quais foram best-sellers. Preocupado com questões ambientais, Reeves preside à associação Humanidade e Biodiversidade.

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  • Zits: E No Entanto Move-se

    Zits: E No Entanto Move-se

    Jerry Scott

    6,00 

    Zits: E No Entanto Move-se de Jerry Scott.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2004, 127 págs. B.

    O Mundo está cheio de problemas, mas nenhum tão premente como os que se deparam a um adolescente. Para ter a prova, basta ler Zits*, a tira, sempre actual, virada para a adolescência, que aparece já em mais de 1100 jornais do Mundo inteiro.

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  • Itinerário Português de José Hermano Saraiva

    Itinerário Português

    José Hermano Saraiva

    7,50 

    Não se trata de um livro de história ou de geografia, nem tão-pouco de um inventário das terras portuguesas ou de um prontuário de curiosidades lo- cais. Como nos diz o autor, este Itinerário Português é, antes de mais, um caminho público, um percurso real, a viagem que qualquer um de nós pode fazer. Aceitemos a sugestão: viagemos; tomemos a estrada deste livro e descubramos um Portugal onde, de norte a sul, no interior ou no litoral, no velho continente ou nas ilhas do Atlântico, as cidades se tornam de repente lugares de descoberta, de memória e de reflexão sobre o passado e o presente de um povo. Deixemo-nos conduzir por este guia excepcional, este comunicador singular que, do início ao fim da viagem», faz falar as cidades, levanta questões nunca antes suscitadas, propõe soluções para a decifração de um passado que é o nosso.
    Ao longo do caminho descobriremos, fascinados, os lugares que desconhecíamos, recordaremos com saudade outros que há muito visitámos e decerto reconheceremos, sóbrios e atentos, a terra onde moramos. Mas a visita será sempre um novo olhar cheio de revelações surpreendentes; e a cidade, no fim da estrada (como nas viagens verdadeiras), um lugar de fascínio e contemplação: um tempo para pensar.

  • Sétimo Selo de José Rodrigues dos SantosSétimo Selo de José Rodrigues dos Santos

    Sétimo Selo

    José Rodrigues dos Santos

    10,00 

    Um cientista é assassinado na Antárctica e a Interpol contacta Tomás Noronha para decifrar um enigma com mais de mil anos, um segredo bíblico que o criminoso rabiscou numa folha e deixou ao lado do cadáver: 666.
    O mistério em torno do número da Besta lança Tomás numa aventura de tirar o fôlego, uma busca que o levará a confrontar-se com o momento mais temido por toda a humanidade: O apocalipse.
    De Portugal à Sibéria, da Antárctica à Austrália, O Sétimo Selo transporta-nos numa empolgante viagem às maiores ameaças que se erguem à sobrevivência da Humanidade. Baseando-se em informação científica actualizada, José Rodrigues dos Santos volta com este emocionante romance aos grandes temas contemporâneos, numa descoberta que poderá abalar a forma como cada um de nós encara o futuro da humanidade e do nosso planeta.
    Prepare-se para o choque.

  • Hilda Furação de Roberto DrummondHilda

    Hilda Furação

    Roberto Drummond

    6,00 

    Hilda Furação de Roberto Drummond.
    Gradiva Publicações Lisboa, 1998, 279 págs. B.

    Hilda Furacão passa-se em Belo Horizonte no início dos anos 60, Hilda, a Garota do Maiô Dourado, enfeitiçava os homens na beira da piscina em um dos mais tradicionais clubes, o Minas Tênis. Por algum motivo secreto muda-se para o quarto 304 do Maravilhoso Hotel, na zona boêmia da cidade. Transformada em Hilda Furacão, a musa erótica tira o sono da cidade. Sua vida de fada sexual cruza-se com os sonhos de três rapazes vindos do interior: um é inspirado no notório Frei Betto, que queria ser santo, mas se tornaria frade franciscano, líder político e escritor. Outro queria ser ator em Hollywood ? torna-se dom Juan de aluguel. O terceiro, aquele que queria ter sua Sierra Maestra, é o próprio Roberto, narrador da história. Hilda Furacão é o desafio que o santo tem que enfrentar. O romance foi transformado em minissérie de grande sucesso pela TV Globo, com Ana Paula Arósio no papel de Hilda.

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  • Caos

    Caos

    James Gleick

    7,50 

    Caos: A Construção de uma Nova Ciência de James Gleick.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1989, 420 págs. B.

    No início era o caos. Não se sabe como vai ser o fim do caos. São precisas mais algumas iterações para se ver. Que o computador é útil, está confirmado. Que as imagens do caos suscitam emoções e adesões, ninguém duvida. Que as regularidades matemáticas na transição da ordem para o caos se realizam na natureza, é um facto experimental indesmentível (pode-se verificar até com o gotejar de uma torneira!). No entanto, se o caos constitui um novo paradigma, no sentido de Kuhn, ou um epifenómeno de fim de século, num sentido qualquer, está ainda por averiguar. A evolução das ideias científicas, a substituição do velho pelo novo, é não linear e por isso imprevisível.

    Muitas vezes quando se anuncia o novo – e, a propósito do caos, Gleick toca as trombetas da revolução científica – há tendência para esquecer o velho. A continuidade é, contudo, essencial a qualquer ruptura. Uma nova ciência deve ser a continuação da velha por outros meios. Por exemplo, foi Poincaré‚ embora sem dispor de um rato de computador para explorar os céus e resolver o famoso problema dos três corpos, quem lançou, no início do século, as raízes do moderno caos. Referiu-se atrás o diálogo entre Napoleão e Laplace. A seguinte história de um outro imperador e de um outro astrónomo é, a respeito do novo e do velho, exemplar. Frederico Guilherme IV da Prússia foi um dia visitar o Observatório Astronómico de Bonn. Cumprimentou nessa ocasião Argelander, o prestigioso astrónomo da corte, e perguntou-lhe um tanto displicentemente: «Então, o que há de novo nos céus?». Resposta do velho sábio: «Será que Vossa Majestade já conhece o que há de velho?».

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