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  • O Homem Que Só Gostava de Números de Paul Hoffman

    Homem Que Só Gostava de Números, O

    Paul Hoffman

    7,00 

    O Homem Que Só Gostava de Números de Paul Hoffman
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2000, 282 págs. B. Il.
    Colecção: Ciência Aberta | 102

    Paul Erdös foi um dos mais prolíficos e excêntricos matemáticos do nosso tempo, um homem que possuía inimagináveis poderes intelectuais, mas que era incapaz de realizar muitas das tarefas diárias mais simples. Durante mais de duas décadas viveu com o conteúdo de duas velhas malas, atravessando quatro continentes a um ritmo frenético, perseguindo problemas matemáticos em busca da beleza perene e da verdade absoluta.
    Paul Hoffman fornece uma visão íntima da vida e das relações de Erdös, apresentando ao leitor um elenco de notáveis génios matemáticos, bem como as mais importantes descobertas matemáticas do século XX. Baseando-se em anos de entrevistas com Erdös, seus amigos e colaboradores, Hoffman compôs um expressivo e colorido retrato do fascinante cientista-filósofo cujas realizações continuam a enriquecer e a dar forma ao nosso mundo.
    O Homem Que Só Gostava de Números está para a matemática como Está a Brincar, Sr. Feynman! está para a física. Absolutamente inesquecível.
    Premiado com o Rhône-Poulenc Prize 1999 para o melhor livro de ciência

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  • A Arte de Argumentar de Anthony Weston

    Arte de Argumentar, A

    Anthony Weston

    6,00 

    A Arte de Argumentar de Anthony Weston.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1996, 145 págs. B.

    A necessidade de bons argumentos talvez seja hoje maior do que nunca. Mas não bastam bons argumentos para se argumentar bem. Por isso, com o sentido de oportunidade que caracteriza as suas escolhas, na quinta edição de a Arte de Argumentar Anthony Weston não podia ser mais certeiro: apresenta um novo capítulo sobre o debate público e torna límpido que argumentar bem requer igualmente uma ética.

    Trata-se, diríamos, de uma ética da cortesia, a qual se exprime numa prática decente e amável de argumentar. Observadas as regras dessa ética e, claro, as regras para a construção de bons argumentos, a inteligência de todos os que participam nos mais variados debates, sejam eles públicos ou não, será estimulada de modo firme e elegante.

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    Viagem às Estrelas

    Robert Jastrow

    6,00 

    Viagem às Estrelas de Robert Jastrow.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1990, 210 págs. B.
    Colecção: Ciência Aberta |42

    Robert Jastrow, fundador do Instituto de Estudos Espaciais da NASA, foi uma figura–chave no programa espacial americano. Agora, com Viagem às Estrelas, escreveu uma obra-prima sobre o futuro do homem no espaço.

     

    Quando homens e mulheres abandonarem a Terra, embarcarão na busca mais empolgante da história – a procura de vida inteligente noutros mundos. Como alcançarão os astros que ficam para além do nosso sistema solar? Como será a vida a bordo de uma dessas naves? Haverá formas de vida escondidas sob a superfície dos planetas vizinhos? Escutarão outros seres as nossas transmissões de TV? E estão a responder-nos? Estas e outras são as perguntas que Robert Jastrow, uma autoridade internacional na matéria, apresenta neste novo e brilhante livro, onde igualmente se descrevem projectos, que antes pareciam ficção científica, mas que já estão hoje a ser testados activamente nos EUA e na URSS.

    📝 Assinatura de posse.

  • O Silêncio dos Livros de George Steiner

    Silêncio dos Livros, O

    George Steiner

    6,00 

    O Silêncio dos Livros de George Steiner
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2025, 77 págs. B.

    Temos tendência para esquecer que os livros, eminentemente vulneráveis, podem ser suprimidos ou destruídos. Têm a sua história, como todas as outras produções humanas, uma história cujos primórdios contêm, em gérmen, a possibilidade, a eventualidade de um fim.

     

    George Steiner sublinha assim a permanência incessantemente ameaçada e a fragilidade da escrita, interessando-se paradoxalmente por aqueles que quiseram – ou querem – o fim do livro. A sua abordagem entusiástica da leitura une-se aqui a uma crítica radical das novas formas de ilusão, de intolerância e de barbárie produzidas no seio de uma sociedade dita esclarecida.

     

    Esta fragilidade, responde Michel Crépu, não nos remeterá para um sentido íntimo da finitude que nos é transmitido precisamente pela experiência da leitura? Esta estranha e doce tristeza que se encontra no âmago de todos os livros como uma luz de sombra.

    A nossa época está prestes a esquecer-se disto. Nunca os verdadeiros livros foram tão silenciosos.

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  • Um Mundo Infestado de Demónios de Carl Sagan

    Mundo Infestado de Demónios, Um

    Carl Sagan

    10,00 

    Um Mundo Infestado de Demónios: A Ciência como uma Luz na Escuridão de Carl Sagan
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1998, 450 págs. B.
    Ciência Aberta | 90

    Estaremos no limiar de uma nova era de obscurantismo e superstição? Ao longo destas páginas, Carl Sagan explica-nos a razão por que o pensamento científico é essencial e desmonta alguns dos mais populares mitos e pretensões da pseudociência, ao mesmo tempo que refuta convincentemente o argumento de que a ciência destrói a espiritualidade. Recorrendo a um manancial de referências históricas e culturais, assim como à sua vivência pessoal, Sagan demonstra com enorme clareza e rigor que a tentação da irracionalidade é não apenas um erro cultural crasso como um salto perigoso para a escuridão, que põe em risco as nossas liberdades mais básicas.

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • A Vida num Sopro de José Rodrigues dos Santos

    Vida num Sopro, A

    José Rodrigues dos Santos

    8,00 

    A Vida num Sopro de José Rodrigues dos Santos.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2008, 611 págs. B.

    Portugal, anos 30.

    Salazar acabou de ascender ao poder e, com mão de ferro, vai impondo a ordem no país. Portugal muda de vida. As contas públicas são equilibradas, Beatriz Costa anima o Parque Mayer, a PVDE cala a oposição.

    Luís é um estudante idealista que se cruza no liceu de Bragança com os olhos cor de mel de Amélia. O amor entre os dois vai, porém, ser duramente posto à prova por três acontecimentos que os ultrapassam: a oposição da mãe da rapariga, um assassinato inesperado e a guerra civil de Espanha.

    Através da história de uma paixão que desafia os valores tradicionais do Portugal conservador, este fascinante romance transporta-nos ao fogo dos anos em que se forjou o Estado Novo.

    Com A vida num sopro, José Rodrigues dos Santos traz o grande romance de volta às letras portuguesas.

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  • Rosseau e Outros Cinco Inimigos da Liberdade de Isaiah Berlin

    Rosseau e Outros Cinco Inimigos da Liberdade

    Isaiah Berlin

    7,50 

    Rosseau e Outros Cinco Inimigos da Liberdade de Isaiah Berlin.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2005, 227 págs. B.
    Colecção: Trajectos | 68

    As célebres conferências radiofónicas de Berlin sobre seis importantes pensadores antiliberais foram emitidas pela BBC em 1952. Rousseau e Outros Cinco Inimigos da Liberdade é uma das primeiras e mais convincentes exposições das ideias de Isaiah Berlin sobre a liberdade humana e a história das ideias. Estas encontraram mais tarde expressão em obras tão famosas como Dois Conceitos de Liberdade e estiveram no cerne do trabalho que desenvolveu ao longo de toda a sua vida sobre o Iluminismo e os seus críticos.

    Na sua análise lúcida de ideias por vezes complexas, Berlin demonstra que uma compreensão equilibrada e uma defesa inabalável da liberdade humana estão dependentes de aprendermos tanto com os erros dos pretensos defensores da liberdade como com as visões sombrias dos seus inimigos declarados. Este livro lança luz sobre o desenvolvimento inicial das ideias de Berlin e complementa a obra que publicou com um tratamento mais aprofundado de Helvétius, Rousseau, Fichte, Hegel e Saint-Simon, com o tradicionalista ultraconservador Maistre a encerrar o cortejo.

    Rousseau e Outros Cinco Inimigos da Liberdade revela Berlin com uma energia e uma fluência torrenciais, confirmando o seu talento como professor de raro brilhantismo e carisma. Todas as semanas, os ouvintes sintonizavam, expectantes, as emissões e ficavam hipnotizados pelo estilo surpreendentemente fluente e espontâneo de Berlin. Um eminente historiador das ideias, na época jovem aluno, recorda: as palestras «provocavam-me tanta exaltação que me sentava, durante cada conferência, no chão, junto ao rádio, a tirar notas». Esse entusiasmo é finalmente recriado aqui para que todos o possamos partilhar.

    Henry Hardy, membro do Wolfson College de Oxford, é um dos Curadores Literários de Isaiah Berlin. Coordenou a edição de alguns dos seus outros livros e encontra-se actualmente a preparar a publicação de uma colectânea das suas cartas.

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  • Montaigne ou a Vida Escrita de Eduardo Lourenço

    Montaigne ou a Vida Escrita

    Eduardo Lourenço

    6,00 

    Montaigne ou a Vida Escrita de Eduardo Lourenço
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2025, 132 págs. B.

    Montaigne foi para Eduardo Lourenço uma referência permanente. Se foi Sílvio Lima que abriu ao jovem estudante de Coimbra a avenida do método ensaístico, foi sem dúvida a leitura de Montaigne que lhe permitiu encontrar a sua própria originalidade, no descobrimento do Homem, como se tratasse da sua própria América, no caso inesperado de Colombo.

    O que fascina o escritor é essa originalidade que torna Montaigne pioneiro do pensamento moderno, desde a consideração de um horizonte de exigência utópica (não como ilusão, mas como responsabilidade) até à consideração da singularidade cartesiana, sem esquecer o idealismo platónico e o realismo aristotélico.

    Os textos de Eduardo Lourenço que constituem este volume procuram revelar como o género ensaístico pretende seguir a lição de Montaigne, no sentido de nos descobrirmos a nós mesmos, num mundo controverso e difícil.

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  • Filha do Capitão, A

    Filha do Capitão, A

    José Rodrigues dos Santos

    8,00 

    A Filha do Capitão de José Rodrigues dos Santos
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2008, 634 págs. B.

    O capitão Afonso Brandão mudou a sua vida quase sem o saber, numa fria noite de boleto, ao prender o seu olhar numa bela francesa de olhos verdes e voz de mel. O oficial comandava uma companhia da Brigada do Minho e estava havia apenas dois meses nas trincheiras da Flandres quando, durante o período de descanso, decidiu ir pernoitar a um castelo perto de Armentières. Conheceu aí uma deslumbrante baronesa e entre eles nasceu uma atracção irresistível.

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  • Condição Pós-Moderna de Jean-François Lyotard

    Condição Pós-Moderna

    Jean-François Lyotard

    7,00 

    Condição Pós-Moderna de Jean-François Lyotard.
    Gradiva Publicações. Lisboa, s.d., 129 págs. B.

    E em Portugal? Haverá um devir português para as propostas analíticas de Lyotard, que vão de A Condição Pós-Moderna ao Le Différend? É uma aposta que tem de ficar em aberto, mas que se afirma inevitável. Seja como for, a auspiciosa A Condição Pós-Moderna aqui está in corpore enter nós, interpelando o pensamento português, o qual só tornando-se outro poderá decifrar a irredutibilidade do seu idioma, que é a pátria de todos nós, como ensina a frase de Pessoa, frase que, muito repetida embora, só é banal para quem não consiga imaginar o risco de perder-se para se achar.
    José A. Bragança de Miranda

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  • Solidariedade Sustentada de António Correia de Campos

    Solidariedade Sustentada

    António Correia de Campos

    6,00 

    Solidariedade Sustentada: Reformar a Segurança Social de António Correia de Campos.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2000, 230 págs. B.
    Colecção: Trajectos Portugueses | 48

    A obra romântica Ciencia y Caridad, de Pablo Picasso (Museyu Picasso, Barcelona), que capeia este livro, executada aos 16 anos do artista, simbolicamente, documenta como, no final do século XIX, a sociedade pouco mais tinha que ciência e caridade para oferecer aos carenciados. No final do século XX, a caridade tinha evoluído para a solidariedade e a ciência organizou a prestação de serviços de forma universal, eficaz, justa e sustentada por todos. No dealbar do século XXI, o modelo universal dá sinais de fissuras na justiça distributiva e de a prazo vir a ter dificuldades de sustentação financeira. São essas fissuras que este livro analisa.

    O autor procura soluções que garantam sustentabilidade institucional e financeira ao modelo de protecção social universal, a que os países da Europa atribuem uma das mais altas prioridades da sua vida colectiva.

    Ao presidir quase dois anos à comissão que produziu o Livro Branco da Segurança Social, um trabalho a que comentadores de todos os sectores ideológicos atribuem elevada qualidade científica, técnica e política, o autor foi observador participante de um processo completo de decisão política até à aprovação da nova Lei de Bases da Segurança Social em Julho de 2000. Este livro documenta os pontos fortes e fracos de uma das reformas do Estado moderno, explicando as razões dos desajustamentos actuais, confrontando ambições com resultados, comparando reformas entre países próximos e relatando, a par e passo, as perdas e ganhos do processo político e legislativo.

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  • O Cemitério de Praga de Umberto EcoCemitério de Praga

    Cemitério de Praga, O

    Umberto Eco

    10,00 

    O Cemitério de Praga de Umberto Eco.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2011, 555 págs. B. Il.

    Durante o século XIX, entre Turim, Palermo e Paris, encontramos uma satanista histérica, um abade que morre duas vezes, alguns cadáveres num esgoto parisiense, um garibaldino que se chamava Ippolito Nievo, desaparecido no mar nas proximidades do Stromboli, o falso bordereau de Dreyfus para a embaixada alemã, a disseminação gradual daquela falsificação conhecida como Os Protocolos dos Sábios de Sião (que inspirará a Hitler os campos de extermínio), jesuítas que tramam contra maçonsmaçons, carbonários e mazzinianos que estrangulam padres com as suas próprias tripas, um Garibaldi artrítico com as pernas tortas, os planos dos serviços secretos piemonteses, franceses, prussianos e russos, os massacres numa Paris da Comuna em que se comem os ratos, golpes de punhal, horrendas e fétidas reuniões por parte de criminosos que entre os vapores do absinto planeiam explosões e revoltas de rua, barbas falsas, falsos notários, testamentos enganosos, irmandades diabólicas e missas negras.

    Óptimo material para um romance-folhetim de estilo oitocentista, para mais, ilustrado com os feuilletons daquela época. Há aqui do que contentar o pior dos leitores. Salvo um pormenor. Excepto o protagonista, todos os outros personagens deste romance existiram realmente e fizeram aquilo que fizeram. E até o protagonista faz coisas que foram verdadeiramente feitas, salvo que faz muitas que provavelmente tiveram autores diferentes. Mas quando alguém se movimenta entre serviços secretos, agentes duplos, oficiais traidores e eclesiásticos pecadores, tudo pode acontecer. Até o único personagem inventado desta história ser o mais verdadeiro de todos, e se assemelhar muitíssimo a outros que estão ainda entre nós.

    Um romance fantástico, de um autor que uma vez mais mostra saber como nenhum outro combinar erudição, humor e reflexão.

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  • Ver é Ser Visto

    Ver é Ser Visto

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Verso é Ser Visto: Fragmentos Essenciais de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2021, 284 págs. B.
    Obras de Eduardo Lourenço |Prefácio de José Tolentino Mendonça.
    Introdução e Selecção de Guilherme d’Oliveira Martins.

    Antologia dos principais textos de um dos mais marcantes pensadores da cultura portuguesa do século XX falecido no final de 2020, Ver é ser Visto de Eduardo Lourenço reúne ensaios dedicados às principais questões e autores sobres os quais Eduardo Lourenço reflectiu. Com prefácio de José Tolentino Mendonça, a obra que agora a Gradiva lança (editora que tem vindo a reunir e a publicar toda a produção ensaística do autor) resulta de um trabalho de selecção de Guilherme d’Oliveira Martins, um profundo conhecedor da obra do ensaísta e um dos seus amigos mais próximos.

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  • Tempo e Poesia de Eduardo Lourenço

    Tempo e Poesia

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Tempo e Poesia de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2003, 241 págs. B.
    Obras de Eduardo Lourenço | 8

    «O que nem Filosofia nem Ciência nos concedem, um só verso, um daqueles que Mallarmé dizia “interminavelmete belo” no-lo oferece, porque nele regressamos e nele somos o Tempo que em tudo o mais esquecemos mas que jamais nos esquece. Este é o mistério, o lúcido e inexpugnável mistério da Poesia: o Tempo – nós como Tempo – tornado sensível, audível, dizível e através dessa aparição nos oferecendo a desesperada e alta eternidade, a familiar “luz perpétua” que nós próprios fabricamos ardendo e vendo-nos arder como árvores vivas no fogo temporal.

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  • Tempo da Música, Música do Tempo de Eduardo Lourenço

    Tempo da Música, Música do Tempo

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Tempo da Música, Música do Tempo de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2017, 205 págs. B.
    Obras de Eduardo Lourenço
    Organização e Prefácio de Barbara Aniello

    Novo livro da colecção «Obras de Eduardo Lourenço» que a Gradiva tem vindo a editar em estreita colaboração com o autor. Desta feita, trata-se de textos inéditos, retirados das páginas diarísticas do ensaísta – um conjunto de reflexões «ocasionais» suscitadas pela audição de peças musicais, seja em salas de concertos, em casa ou durante as suas numerosas deslocações. Aqui, o filósofo revela a sua sensibilidade aos estados de alma dos trechos musicais e a sua imensa erudição, que torna possível o estabelecimento de relações surpreendentes entre as várias formas de expressão artística. Da pintura à literatura, são invocados contrapontos e analogias pertinentes e iluminadores da essência musical e da alma humana. A selecção dos apontamentos e sua organização estiveram a cargo da historiadora da arte e musicóloga Barbara Aniello. O livro inclui ainda um apêndice com textos já publicados em locais dispersos sobre a mesma temática.

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  • Sentido e Forma da Poesia Neo-Realista de Eduardo Lourenço

    Sentido e Forma da Poesia Neo-Realista

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Sentido e Forma da Poesia Neo-Realista de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2007, 255 págs. B.
    Obras de Eduardo Lourenço | 16

    «O neo-realismo de que nos ocupamos é, antes de tudo, um fenómeno cultural, ideológico e literário, português. Quer dizer, encontra-se inserto como actor e sujeito de drama num contexto preciso que é o da nossa específica história desde 1936 até aos dias de hoje. Este dado é mais relevante que a referência, mesmo a menos abstracta e eivada de ilusões, a uma superestrutura ideológica condicionante. Para os autores neo-realistas (e não só para eles) essa casa habitável nunca existiu nem pôde existir senão como sonho recusado ou mito encarnado algures, sobre o qual a sua pessoal experiência de portugueses não tinha apoio algum.»

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