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  • SÉTIMO SELO DE JOSÉ RODRIGUES DOS SANTOS

    Sétimo Selo

    José Rodrigues dos Santos

    7,50 

    O SÉTIMO SELO DE JOSÉ RODRIGUES DOS SANTOS
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2008, 502 págs. B.

    Um cientista é assassinado na Antárctida e a Interpol contacta Tomás Noronha para decifrar um enigma com mais de mil anos, um segredo bíblico que o criminoso deixou rabiscado ao lado do cadáver: 666. O mistério em torno do número da Besta lança Tomás numa aventura que o leva de Portugal à Sibéria e da Antárctida à Austrália, confrontando-o com algumas das maiores ameaças à sobrevivência da humanidade. Baseado em informação científica actualizada sobre as alterações climáticas, José Rodrigues dos Santos retoma os grandes temas contemporâneos que marcam a sua obra.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
    Peso: 710g
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  • PORTUGAL COMO DESTINO DE EDUARDO LOURENÇO

    Portugal como Destino

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    PORTUGAL COMO DESTINO SEGUIDO DE MITOLOGIA DA SAUDADE DE EDUARDO LOURENÇO
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1999, 179 págs. B.
    🗂️ Colecção: Eduardo Lourenço | 2

    Eduardo Lourenço é um caso ímpar na reflexão sobre Portugal e os portugueses. Este volume reúne o ensaio “Portugal como Destino”, sobre a identidade colectiva portuguesa, e um conjunto de pequenos ensaios sobre a saudade, tema que já dera origem a um dos seus títulos mais conhecidos, “O Labirinto da Saudade”. Considerando o destino português a partir do exterior, Lourenço mobiliza todo o seu saber histórico, filosófico e literário para formular, no fim do século XX, uma imagem imparcial do ser português, sem qualquer intuito doutrinário.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
    Peso: 235
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  • Jardim dos Animais com Alma de José Rodrigues dos Santos

    Jardim dos Animais com Alma

    José Rodrigues dos Santos

    8,00 

    Jardim dos Animais com Alma de José Rodrigues dos Santos
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2021, 501 págs. B.

    O cadáver de um etólogo aparece num tanque do Oceanário. Pistas comprometedoras são descobertas na posse da sua colaboradora Maria Flor. A Judiciária decide prendê-la. Só uma pessoa a pode ajudar: Tomás Noronha.

    Para ilibar a mulher, Tomás terá de encontrar o verdadeiro autor do crime. Isso implica compreender o trabalho secreto da vítima. E decifrar uma misteriosa pintura esotérica de Hieronymus Bosch. No fim do caminho está um dos mais maravilhosos segredos da natureza.

    A inteligência, a emoção e a consciência animal.

    Quem é o verdadeiro assassino? Porque foi morta a vítima? Qual a relação entre o homicídio e a pintura mística de Bosch? E, sobretudo, que ligação existe entre o crime e o genocídio que os seres humanos lançaram contra a vida no nosso planeta?

    Quem são as verdadeiras bestas? Nós ou os animais?

    Com O Jardim dos Animais com Alma, o escritor favorito dos portugueses está de volta com uma aventura que coloca o Homem diante da natureza e nos mostra quão bestas são os humanos e quão humanas são as bestas.

    Baseando-se na pesquisa científica mais avançada, José Rodrigues dos Santos revela-nos as grandes descobertas recentes sobre os animais e confronta-nos com a sua verdadeira natureza.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cabra Cega de Roger Vailland

    Cabra Cega

    Roger Vailland

    7,00 

    Cabra Cega de Roger Vailland
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2022, 334 págs. B.

    «Cabra-Cega é um romance – no sentido em que se diz romanesco -, uma ficção, uma criação da imaginação.»

    Não é um romance histórico. Se eu tivesse pretendido esboçar um quadro da Resistência, ele seria inexacto e incompleto na medida em que não ponho em cena os guerrilheiros nem os sabotadores das fábricas (para não citar outros exemplos), que se contaram entre os mais puros e mais desinteressados heróis sobre a Resistência. Mas Cabra-Cega não é um romance sobre a Resistência. Não pode, por conseguinte, fornecer matéria para qualquer espécie de polémica – a não ser puramente literária -, e todos os argumentos de ordem histórica ou política que nele se colham são, por definição, desprovidos de valor.

    Cabra-Cega é considerada a obra mais representativa de uma época e de um estado de espírito que figuram em lugar de relevo na história do nosso século.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Jejum e a Festa de Anita Desai

    Jejum e a Festa, O

    Anita Desai

    6,00 

    O Jejum e a Festa de Anita Desai
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1999, 238 págs. B.

    Pleno de sabedoria e sensualidade, o novo e admirável romance de Anita Desai vai até ao coração da vida em família e da situação da mulher em culturas diferentes.
    Uma, a filha mais velha, não consegue desprender-se da família e da casa, onde vai ficando, rodeada por uns pais super protetores, que atuam como deuses; Aruna, a irmã ambiciosa e vitoriosa, faz um «bom» casamento mais toda uma interminável; Arun, o herdeiro frustrante família de estranhos primos e tias, como o indeciso Ramu e a trágica e
    bela Anamika.
    Esta história subtil, acutilante e pungente, revela duas formas diferentes de mitigar fomes, desejos e apetites humanos, movendo-se entre o cerne de um fechado lar indiano, com as suas obrigações e imposições tradicionais, o seu calor excessivo e sensualidade, e o centro frio de uma família americana, com as suas liberdades, os seus congeladores e, paradoxalmente, uma autossatisfação que se nega a si própria. Em ambos há vítimas e sobreviventes. Reconhecidamente um dos maiores escritores contemporâneos, Anita Desai nasceu e estudou na Índia. Entre os trabalhos publicados contam-se vários
    romances, livros infantis e contos. Clear Light of Day e In Custody foram nomeados para o Booker Prize. É membro da Royal Society of Literature e da Academia Americana de Artes e Letras, bem como do Girton College de Cambridge, Lecciona no Writing Program do MIT e divide o seu tempo entre a Índia, Massachusetts e Cambridge.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pessoa Revisitado de Eduardo Lourenço

    Pessoa Revisitado

    Eduardo Lourenço

    6,00 

    Pessoa Revisitado: Leitura Estruturante do Drama em Gente de Eduardo Lourenço
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2000, 213 págs. B.

    Livro-chave na bibliografia crítica de Fernando Pessoa, Pessoa Revisitado de Eduardo Lourenço, publicado pela primeira vez em 1973, veio abrir novos caminhos para a leitura crítica da poesia daquele que, nas suas palavras «foi uma espécie de aparição fulgurante descida de brumas culturais alheias ao nosso desterro azul, para nele inscrever em portuguesa língua o mais insubornável poema jamais erguido à condição exilada dos homens na sua própria pátria, o universo inteiro».

    Considerado um dos mais notáveis exemplos do ensaísmo de Eduardo Lourenço, Pessoa Revisitado é uma entrada privilegiada no universo pessoano por um dos ensaístas portugueses que mais e melhor o leu e sobre o qual tanto escreveu.

    🟡 Com desenhos na folha de rosto.

  • Manual de Investigação em Ciências Sociais de Raymond Quivy

    Manual de Investigação em Ciências Sociais

    Raymond Quivy

    7,50 

    Manual de Investigação em Ciências Sociais de Raymond Quivy
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1992, 275 págs. B.
    Colecção: Trajectos | 17

    Precisa de efectuar uma investigação em ciências sociais? Não tem experiência no campo? De que forma organizar o seu trabalho em termos práticos? Em primeiro lugar, como isolar a questão de partida que, com a ajuda do trabalho exploratório (leituras, entrevistas ), lhe permitirá definir a problemática da sua pesquisa? Seguidamente, como construir um modelo de análise, recolher e seleccionar os dados pertinentes e examinar as informações? Por fim, como concluir a pesquisa apresentando os conhecimentos teóricos em que se baseou? Concebido por especialistas, este livro responde a todas estas perguntas e, com o auxílio de exemplos concretos, orientá-lo-á eficazmente na decomposição das etapas da sua investigação, fornecendo um panorama completo das técnicas e métodos disponíveis, propondo numerosos trabalhos de aplicação e descrevendo uma investigação na sua totalidade. Será de extrema utilidade para estudantes, assistentes sociais, professores e todos os que desejem empreender uma investigação em ciências sociais.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Lugar do Anjo: Ensaios Pessoanos de Eduardo Lourenço

    Lugar do Anjo: Ensaios Pessoano, O

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    O Lugar do Anjo: Ensaios Pessoanos de Eduardo Lourenço
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2004, 179 págs. B.

    Reúne ensaios de Eduardo Lourenço (1923–2020) sobre Fernando Pessoa, originalmente escritos em francês. Lourenço guia o leitor pelo labirinto pessoano com a lucidez e o deslumbre que o caracterizam, interrogando a relação entre ficção e realidade, heteronímia e identidade. Uma das obras incontornáveis da crítica pessoana portuguesa, integrada na colecção Obras de Eduardo Lourenço da Gradiva.

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  • Nau de Ícaro de Eduardo Lourenço

    Nau de Ícaro

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Nau de Ícaro seguido de Imagem e Miragem da Lusofonia de Eduardo Lourenço
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1999, 214 págs. B.

    Vamos acabar este milénio, que é quase o da nossa vida de nação autónoma, e entrar no próximo, revisitando e reanimando esse passado a bordo da mesma nau da Índia e dos mares que tivemos de atravessar para lá chegarmos. A forma das nossas festas derradeiramente imperiais será a mais futurista e futurante que o país do século que somos, curioso de tudo e apostado em mostrar que está no presente e nos seus desafios mais exigentes, nos consentirá. Mas o conteúdo… será o da convocação de todos os nossos fantasmas e a sua sublimação. É sob esta forma, sobretudo, que o passado nos é caro.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Memória de Nova Iorque e Outros Ensaios de João Lobo Antunes

    Memória de Nova Iorque e Outros Ensaios

    João Lobo Antunes

    6,00 

    Memória de Nova Iorque e Outros Ensaios de João Lobo Antunes
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2002, 267 págs. B.

    Neste volume de ensaios, que o autor entende como um modo de falar com os outros por escrito numa experiência na primeira pessoa, são tratadas matérias tão variadas como a relação entre a arte e o cérebro e o velho duelo entre ciência e fé. Temas de ética, educação e cultura (num texto de homenagem a Vitorino Nemésio), entrelaçam-se com outros ligados a um ofício que trata da porção mais séria do viver. Há ainda uma digressão breve pela «Loucura» e uma confissão autobiográfica sobre a sua «Razão de Ser»

    É, finalmente, uma recordação de Nova Iorque e de como esta marcou o autor como homem e como médico. Como se diz no prefácio, o livro é assim também um pretexto para um abraço apertado a uma cidade sempre inconcluída.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Folhas Caídas de Adeline Yen Mah

    Folhas Caídas

    Adeline Yen Mah

    5,00 

    Folhas Caídas de Adeline Yen Mah
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1999, 280 págs. B.

    «Esta é uma história verídica. Em grande parte foi dolorosa e difícil de escrever, mas senti-me compelida a fazê-lo. Para poder compreender tenho de recuar ao princípio de tudo. Há um provérbio chinês que diz: As folhas caídas regressam às suas raízes.»

    Assim começa esta extraordinária autobiografia de uma mulher corajosa que triunfa sobre o desespero na sua longa procura de aceitação, amor e compreensão. Obra de comovente intimismo, Folhas Caídas desenrola-se no turbulento cenário de tumultos sociais, políticos e culturais da China do nosso século.

    Folhas Caídas é a história inesquecível de uma mulher apanhada num turbilhão de eventos históricos e sociais dramáticos, da sua resistência e vitória, numa manifestação exemplar do carácter indómito do espirito humano.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ciência no Grande Teatro do Mundo de António Manuel Baptista

    Ciência no Grande Teatro do Mundo

    António Manuel Baptista

    7,00 

    Ciência no Grande Teatro do Mundo de António Manuel Baptista
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1998, 224 págs. B.
    Colecção: Ciência Aberta | 58

    «Contra os que acreditam que a compreensão destrói o maravilhoso das coisas, acontece exactamente o contrário. A experiência da ‘verdade’ é exultante por si mesma.» Físico, cientista, professor, divulgador científico, António Manuel Baptista oferece neste livro uma breve história, informada e humanista, da passagem da filosofia natural para a filosofia experimental — ou seja, a ciência. Com a imaginação e a curiosidade irrefreável do cientista a unir-se à emoção do poeta e do filósofo, seguimos o autor por diálogos entre ciência e senso comum, filosofia e matemática, poesia e ficção científica. Se «a vida é sonho» de um deus que nos pôs no «grande teatro do mundo», como em Calderón de la Barca, resta-nos então acompanhar o desígnio que move esta obra: tornar a humanidade mais humana. «Escutá-lo sobre qualquer assunto era um gosto e uma aprendizagem, porque a sua cultura era vasta, mas despretensiosa, e a sua forma de expor era clara, mas nunca condescendente. É a António Manuel Baptista, cientista e poeta, que devo a minha vida na edição — que devo, afinal, boa parte da vida.»
    Maria Do Rosário Pedreira

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Um Modo de Ser de João Lobo Antunes

    Modo de Ser, Um

    João Lobo Antunes

    6,00 

    Um Modo de Ser de João Lobo Antunes
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1997, 203 págs. B.

    O progresso científico e tecnológico das últimas décadas, o controlo cada vez mais vigilante dos políticos, dos media e dos próprios doentes, e a necessidade de trabalho em equipa, tiveram repercussões marcadas no ensino e na práctica da Medicina.

    Neste volume de extremo interesse para os especialistas, mas igualmente acessível a leigos, o autor reflecte o modo pessoal de viver a Medicina, inspirado numa filosofia humanista que pretende preservar valores essenciais da profissão. Nestes ensaios abordam-se temas tão diversos como o ensino da ética, o erro, a alma, a dor, o hospital onde se ensina, a comunicação entre médico e doente, tomando como referência uma novela de Tolstoi, os males que afligem essa comunicação. Partindo da sua experiência, o autor medita ainda sobre o ensino e aprendizagem da sua especialidade e faz o elogio de algumas personalidades que o marcaram. De particular interesse histórico são uma breve nota sobre os encontros entre Cushing, pai da Neurocirugia, e Reynaldo dos Santos, cirurgião iminente e historiador de Arte, e a correspondência inédita de Egas Moniz para o seu discípulo Almeida Lima.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O “Eduquês” em Discurso Directo de Nuno Crato

    “Eduquês” em Discurso Directo

    Nuno Crato

    6,00 

    O “Eduquês” em Discurso Directo: Uma Crítica da Pedagogia Romântica e Construtivista
    Nuno Crato. Gradiva Publicações. Lisboa, 2006. 131 págs. B.
    🗂️ Colecção: Fora da Colecção | 254

    Ensaio de Nuno Crato sobre a linguagem e os conceitos dominantes na pedagogia romântica e construtivista em Portugal, a que o autor chama eduquês. Analisa criticamente expressões como «aprender a aprender» ou «ensino centrado no aluno», procurando expor o vazio conceptual e a ideologia subjacente a este discurso pedagógico. Apresentada como a primeira obra do género em Portugal, dirige-se a professores, pais e a todos os interessados na política educativa.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
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  • A Última Palavra de Thomas Nagel

    Última Palavra, A

    Thomas Nagel

    6,00 

    A Última Palavra de Thomas Nagel
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1999, 182 págs. B.
    Colecção: Filosofia Aberta | 8

    Uma das tendências culturais deste fim de século é o relativismo pós-moderno, que tem assumido várias formas, em diversos domínios, invadindo a sociologia, a antropologia, a crítica literária, a filosofia e até os meios políticos, a cultura de massas e o jornalismo. Esta posição tem sido igualmente uma tentação constante ao longo do pensamento ocidental, estando presente de uma forma ou outra em filósofos tão distintos quanto Hume, Kant e, numa certa interpretação, Wittgenstein. Hoje em dia os seus representantes mais notáveis são W. V.Quine, Nelson Goodman, Hilary Putman, Bernard Williams e Richard Rorty, entre outros. Nesta obra, admirável pela sua clareza, seriedade e subtileza, Thomas Nagel leva a sério as propostas relativistas e mostra porque razão elas não podem ser verdadeiras nos seus domínios principais; a filosofia da linguagem, a lógica e a aritmética, as ciências empíricas e a ética e filosofia política.

    “A Última Palavra” é uma leitura obrigatória não apenas para estudantes e professores de Filosofia, Sociologia, Direito, Comunicação e Antropologia, mas também para todos aqueles que se preocupam com a perigosa ausência de valores em alguns sectores da cultura contemporânea.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Mágico de Auschwitz de José Rodrigues dos Santos

    Mágico de Auschwitz, O

    José Rodrigues dos Santos

    8,00 

    O Mágico de Auschwitz de José Rodrigues dos Santos
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2020, 453 págs. B.

    A vida do Grande Nivelli, o mágico judeu que encanta Praga, muda quando os nazis invadem a Checoslováquia. A Segunda Guerra Mundial começa e ele é deportado com a família. O seu destino é o de milhões de judeus. Auschwitz. O português Francisco Latino sempre foi considerado um bruto na Legião Estrangeira. Mas o seu coração amolece durante o cerco de Leninegrado, onde integra a Divisão Azul espanhola e se apaixona por uma russa. Até que as SS o levam… O mágico judeu e o soldado português unem os seus destinos em AuschwitzBirkenau. A magia do Grande Nivelli será chamada a desempenhar um papel central num evento largamente desconhecido, mas que se revelou a maior conspiração levada a cabo pelas vítimas contra o Holocausto.

    📝 Assinatura de posse.