• Teeteto de Platão

    Teeteto

    Platão

    8,00 

    Teeteto de Platão
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 2005, 322 págs. E.

    Nesta obra de Platão, a estrutura do diálogo parece comparativamente simples. Após uma dupla introdução dramática, a segunda das quais gradualmente vai assumindo uma função metodológica, Sócrates lança a pergunta – “O que é o saber?” -, que comandará todo o diálogo. É a ela que Teeteto apresenta as três respostas que constituem o diálogo, cada uma das quais, pela sua autonomia, serve de baliza à argumentação. […]

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  • Ensaio sobre o Entendimento Humano de John Locke.

    Ensaio sobre o Entendimento Humano

    John Locke

    25,00 

    Ensaio sobre o Entendimento Humano de John Locke
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 2005, 2 vols. E.

    John Locke nasceu em 1632 e faleceu em 1704. Não seguiu a carreira universitária, nem foi professor de Filosofia, o que geralmente também aconteceu com os grandes pensadores seus contemporâneos. Viveu durante um dos períodos mais turbulentos da história da Inglaterra, tendo participado activamente na vida pública, a partir de 1667.

    As preocupações críticas de Locke quanto ao conhecimento não incidiam, como foi comum na época, sobre questões fisicas e matemáticas, mas sobre problemas que se levantavam no âmbito da teologia, da política, da pedagogia e até da economia e das finanças. O projecto da elaboração do Ensaio … nasceu, como relata, numa tertúlia em que discutia, com alguns amigos, temas de natureza teológica, e no momento em que todos se deram conta de que era necessário ver a forma como o homem pensa, antes de iniciar um conhecimento seguro sobre qualquer assunto.

    A única obra propriamente filosófica que deu a lume foi o Ensaio …, que terminou em 1666 mas só publicou em 1690. Em vida do filósofo apareceram mais três edições, em que foi corrigindo, aperfeiçoando ou esclarecendo alguns pontos: em 1694, 1695 e, a última e definitiva, em 1700, que agora aqui se traduz. Em 1677 veio a público An Essay Concerning Toleration, seguido, em 1689, da Epístola De Tolerantia. Em 1690 foram publicados […] Two Treatises on Government. E em 1693 saíram os Some Thoughts Concerning Education.

    Da conjugação entre o mito da bondade natural do homem e a visão individualista nasceu a utopia de uma ideal sociedade anárquica em que a máxima valorização dos direitos naturais de cada um seria automaticamente atingida por se ter alcançado, no exercício da cidadania, a perfeição a que uma longa habituação democrática e a suspensão das sujeições económicas haveriam de levar. Até lá, e enquanto os homens permanecessem presos às violências do seu egoísmo, manter-se-ia o império do «Estado de Direito» que seria, progressivamente, mais consensual e interiorizado.

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  • Vianna da Motta de Festival Gulbenkian de Música

    Vianna da Motta

    Festival Gulbenkian de Música

    15,00 

    Vianna da Motta de Festival Gulbenkian de Música
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1968,

    Exposição iconográfica e documental, integrada no XII Festival Gulbenkian de Música e organizada pelo Serviço de Música da Fundação Calouste Gulbenkian. Assinalou o primeiro centenário do nascimento do compositor português José Vianna da Motta (1868-1948), reunindo vários objetos da sua vida.

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  • O Problema de Sócrates de Vasco Magalhães-Vilhena

    Problema de Sócrates, O

    Vasco Magalhães-Vilhena

    10,00 

    O Problema de Sócrates: O Sócrates Histórico e o Sócrates de Platão de Vasco Magalhães-Vilhena
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1984, 596 págs. B.

    Para nós, o essencial era examinar as possibilidades de saber que existência histórica convém reconhecer a Sócrates. Na verdade, tratava-se, em suma, de determinar exactamente as questões que pontuam a história do problema socrático e de empreender o exame dos processos susceptíveis de conduzir a uma solução. Tudo isso tinha por fim recolher e agrupar, segundo determinadas rubricas, os materiais indispensáveis para a análise das duas questões seguintes: qual é a autenticidade dos testemunhos que foram transmitidos sobre Sócrates? É possível o conhecimento do Sócrates histórico, do Sócrates “tal como foi”?

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  • Obras Completas I: Da Filosofia de Delfim Santos

    Obras Completas I: Da Filosofia

    Delfim Santos

    15,00 

    Obras Completas I: Da Filosofia de Delfim Santos
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1982, 507 págs. E.

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  • Luiz de Freitas Branco de Fundação Calouste Gulbenkian

    Luiz de Freitas Branco

    Fundação Calouste Gulbenkian

    15,00 

    Luiz de Freitas Branco de Fundação Calouste Gulbenkian
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1975, 79 págs. B. Il.

    Exposição iconográfica e documental organizada pelo Serviço de Música da Fundação Calouste Gulbenkian. Assinalou o vigésimo aniversário da morte do compositor português Luiz de Freitas Branco (1890-1955), reunindo vários objetos da sua vida.

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  • Claudio Monteverdi de Festival Gulbenkian de Música.

    Claudio Monteverdi

    Festival Gulbenkian de Música

    5,00 

    Claudio Monteverdi de Festival Gulbenkian de Música
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1967. B. Il.

    Exposição Comemorativa do 4º Centenário do Nascimento de Claudio Monteverdi no âmbito do XIº Festival Gulbenkian de Música que se realizou no Salão Nobre do Teatro Nacional de S. Carlos entre os dias 17 de Maio e 5 de Junho de 1967.

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  • Erasmo da Cristandade de Roland H. Bainton

    Erasmo da Cristandade

    Roland H. Bainton

    10,00 

    Erasmo da Cristandade de Roland H. Bainton
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1988, 385 págs. B.

    Edição portuguesa do original de Roland H. Bainton ERASMUS OF CHRISTENDOM,  primitivamente publicado em 1969 pela Princeton University Press, com prefácio de Costa Ramalho e tradução de Regina Costa Ramalho.

    Do índice: O Período monástico na Holanda; Escolástica e Eloquência: Paris; Neoplatonismo e Piedade. Inglaterra. Holanda; O Enehiridion; Itália: O Elogio da Loucura; O flagelo de Príncipes e Prelados; A Eloquência de Deus. Basileia: a Bíblia; Sob o Fogo: Lutero; O Pior Século; Nenhum Refúgio; O Homem culto; Uma voz que clama no Deserto.

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  • Dez Anos de Literatura Portuguesa (1974-1984)

    Dez Anos de Literatura Portuguesa (1974-1984)

    Jacinto Prado Coelho

    6,00 

    Dez Anos de Literatura Portuguesa (1974-1984) de Jacinto Prado Coelho [Dir.]
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1983, 119 págs. B. Il.
    Colecção: Colóquio Letras, nº 78, Março de 1984

    Índice Principal

    Dez anos de literatura portuguesa (1974-1984): literatura e revolução
    Eduardo Lourenço
    Fernando J. B. Martinho
    Maria Alzira Seixo
    Eduardo Prado Coelho
    Luiz Francisco Rebello

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  • Visão de Deus de Nicolau de Cosa

    Visão de Deus

    Nicolau de Cosa

    10,00 

    Visão de Deus de Nicolau de Cosa
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1988, 242 págs. E.

    “Na tradição do ser como olhar, que, ao ver-se, vê especulativamente toda a realidade e numa realização-limite da ideia aristotélica de que só o olhar incolor vê todas as cores, o De Visione Dei tem de ser lido no duplo sentido de genitivo subjetivo e objetivo. No primeiro sentido, o ver é absoluto, infinito, reflexivo e envolvente, abarcando tudo e todos, permanente na mutabilidade das coisas vistas, criador, enquanto “complicatio” e “explicativo”, dos seres-imagem, força “complicativa e explicativa”, que une e separa, palavra, que é gerar e conceber, falar e criar. Ao contrário da Unidade de Proclo, a unidade do Olhar Absoluto ou da Visão de Deus, no sentido de genitivo subjetivo não exclui o múltiplo mas desenvolve projetos de mundo como explicitações do Ver Absoluto, que relativamente ao mundo é liberdade. No sentido do genitivo objetivo, o De Visione Dei é o ver finito e múltiplo, a contração limitativa e singularizada do Ver Absoluto, sempre presa do ângulo parcial de uma perspetiva e, portanto, conjetural e mutável. É a “explicatio” enquanto participação da pureza e simplicidade da “complicatio”, é um ver plural, que é ser visto pelo mesmo Olhar envolvente, é um olhar singular e coletivo, que jamais pode fugir à incidência do Ver Absoluto. O Ver invisível do Absoluto manifesta-se nas imagens teofânicas e, sobretudo, nos olhares finitos dos homens, que acende, criando. O Ver Absoluto, ao fundar a visão de si no ver criado, é por “complicatio” o próprio ser-visto pelo olhar do outro e se, uma vez fixado na pintura, parece mudar com as nossas mudanças e seguir-nos como sombra, nós é que somos as sombras vivas e as verdades mudadas e agitadas pelo desejo, enquanto Deus é a coincidência da sombra e da verdade, da imagem e do paradigma, como ensina o De Visione Dei. O encontro destes dois olhares no duplo sentido do genitivo objetivo e subjetivo é relação dialógica imagem-paradigma, pintura-pintor, livro-autor, espelho conjetural – espelho do Olhar Absoluto, iluminação-comunicação vinda do mais fundo da Luz, que é “muro” e noite.” in Prefácio por Miguel Baptista Pereira

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  • As Revoluções dos Orbes Celestes de Nicolau Copertino

    Revoluções dos Orbes Celestes, As

    Nicolau Copertino

    10,00 

    As Revoluções dos Orbes Celestes de Nicolau Copertino
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1984, 657 págs. B.

    Nicolau Copérnico apresenta neste seu livro, concluído depois de um longo tempo de cuidada reflexão, uma tese frontalmente contrária às conceções da cinemática celeste até o seu tempo aceite de um modo geral; quer dizer: muitas das ideias basilares do esquema ptolomaico para a explicação dos movimentos dos astros e, em particular, os dos planetas do sistema solar (no número dos quais se incluía o Sol), são, na proposta de explicação coperniciana, liminarmente postas de lado, para dar lugar a um outro sistema que, à primeira vista (adiante serão salientadas as ideias tradicionais que. apesar de tudo, Copérnico não abandonou no seu trabalho), nada tinha a ver com o precedente.

    Não oferece dúvidas que o astrónomo polaco teve absoluta consciência de que as profundas alterações propostas na sua obra para o esquema do Universo, estavam em contradição frontal com princípios estabelecidos ou sancionados pela Filosofia e pela Religião vigentes. […] muito do que se encontra escrito nesta obra fundamental revela, na verdade, a coragem de romper com algumas tradições científicas que se contavam entre as XIX mais enraizadas. Se Copérnico não eliminou todas as ideias feitas e erradas que pautavam a Astronomia do século XV, reduziu consideravelmente o seu número, e rasgou irreversivelmente o caminho para a nova Astronomia do sistema solar, tal como hoje a concebemos.

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  • Oito Séculos de Poesia Alemã de Olívio Caeiro

    Oito Séculos de Poesia Alemã

    Olívio Caeiro

    15,00 

    Oito Séculos de Poesia Alemã de Olívio Caeiro
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1983, 590 págs. B.

    A difusão cada vez mais ampla da lingua alemã em Portugal e o consequente interesse pela sua expressão literária, quer ao nível de estudos superiores quer em complemento de aptidões profissionais ou de meras curiosidades subjectivas, são razões que presidiram ao nascimento desta Antologia. Tanto mais que, no âmbito das publicações portuguesas hoje disponíveis, já de há muito faltava uma colectânea congénere.

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  • Douta Ignorância de Nicolas de Cosa de Nicolau de Cusa

    Douta Ignorância

    Nicolas de Cosa

    10,00 

    Douta Ignorância de Nicolas de Cosa
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 2003, 191 págs. B.

    A 12 de Fevereiro de 1440 o Cardeal alemão Nicolau Krebs concluía em Cusa, sua terra natal e que lhe daria o nome com que posteriormente viria a ser conhecido, a redação da obra que mais o notabilizaria nos séculos seguintes e cujo título, A douta ignorância, se tornaria emblemático como resposta tanto aos dogmatismos quanto aos ceticismos que frequentemente ameaçam a aventura humana do saber. […]

    A obra que agora se apresenta em tradução portuguesa constitui uma autêntica contração, para utilizar uma categoria central do discurso filosófico do autor, na qual se concentram os principais motivos do seu filosofar que, posteriormente, outros textos virão a “explicar” em diversas direções, ora devido a diferentes solicitações, ora motivado por novas leituras, ora impelido por outros e mais originais aprofundamentos. Divide-se em três livros, internamente articulados na sua unidade e na convergência dos conceitos em que se exprime a tripla realidade que abordam. O primeiro pretende aprofundar o estudo do Máximo absoluto, em si inominável, mas venerado como Deus na religião de todos os povos. O segundo volta o olhar para o universo, de que o Máximo absoluto é a causa e o princípio e que, existindo assim fora da unidade desse Máximo de que provém, não pode subsistir sem a pluralidade em que se apresenta, razão pela qual não recebe, como o primeiro, a designação de Máximo absoluto, mas sim de máximo contraído. Finalmente o terceiro livro procura encontrar o mediador entre o primeiro máximo e o segundo máximo, e que, para isso, tem de participar simultaneamente da natureza absoluta do primeiro e da natureza contraída do segundo: Jesus, sendo Deus, é, por isso, absoluto, e, sendo homem, é por isso contraído, estabelecendo-se, pois, como unidade e unificação de todas as coisas.

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  • Acerca do Infinito do Universo e dos Mundos de Giordano Bruno

    Acerca do Infinito do Universo e dos Mundos

    Giordano Bruno

    10,00 

    Acerca do Infinito do Universo e dos Mundos de Giordano Bruno
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1978, 203 págs. E.

    Qualificar, pela sua polivalência, o génio de Bruno pouco nos diz […] do modo como essa polivalência foi assumida. Com efeito, será preciso referi-la ao seu poder de conjugar, na vida, o homem de pensamento e o homem de ação e, na doutrina, as dimensões do artista e do filósofo – e ter em conta a intensidade e a versatilidade com que o fez – para se compreender como não foi tarefa fácil, nem para os contemporâneos nem para os vindouros, o discernimento (e muito menos a Visão unitária – de intenção ou de perspetiva) das múltiplas facetas por que esse poder se exprimiu: ora no frade impaciente e rebelde perante os imperativos externos da disciplina ou dos estudos e os limites internos da sua vocação de regular; ora no político atento às oportunidades da ação e ávido de unidade temporal, entre as divisões dos poderes; ora no ousado comediógrafo, desmascarador e satirizador de superstições e hipocrisias (religiosas e mundanas); ora no filósofo inspirado e polémico, sensível ao conflito das heranças e das vigências culturais e todo entregue, com heroico furor, à vertigem de uma convergência doutrinária nos abismos abertos à razão discursiva e às intuições do espírito.

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  • Interior Linguagem e Mente em Wittgenstein

    Interior Linguagem e Mente em Wittgenstein

    António Marques

    7,00 

    Interior Linguagem e Mente em Wittgenstein de António Marques.
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 2003, 187 págs. B.
    Textos Universitários de Ciências Sociais e Humanas

    Este é um livro sobre as relações entre linguagem e mente num dos maiores (em nossa opinião o maior) filósofos do séc. XX, Ludwig Wittgenstein. O aprofundamento dessas relações permite uma compreensão do par interior/exterior que se situa para além das dicotomias tradicionais dicotomias entre filosofias funcionalistas e bebavioristas, por um lado, e filosofias clássicas da subjectividade, por outro lado. A ultrapassagem destas oposições é da maior importância para a filosofia dos nossos dias, já que o seu carácter reducionista continua a exercer boje grande influência e todas as contribuições para aliviar a filosofia desses bloqueios são bem vindas.

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  • Loiças e Azulejos de Iznik de Maria D’Orey Capucho Queiroz Ribeiro

    Loiças e Azulejos de Iznik

    Maria D’Orey Capucho Queiroz Ribeiro

    15,00 

    Loiças e Azulejos de Iznik na Coleção Calouste Gulbenkian de Maria D’Orey Capucho Queiroz Ribeiro.
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 2009, 136 págs. E. Il.

    O espectacular repertório decorativo, a grande diversidade, quantidade e qualidade da cerâmica otomana reunida por Calouste Sarkis Gulbenkian justificam esta publicação, passados que são mais de vinte anos sobre a edição do catálogo da loiça de Iznik.

    Esta publicação tem por base uma selecção de oitenta peças das mais representativas dos vários períodos de produção – desde o início do século XVI até ao declínio da indústria, já no século XVII. Depois de uma breve história da Colecção, apresenta-se, na primeira parte, as várias tipologias cerâmicas em função da decoração, tendo em conta critérios cronológicos. Na segunda parte, dedicada à azulejaria, são tratados os grandes painéis, frisos e cercaduras bem como alguns exemplares de azulejos soltos, cuja grande maioria se encontra em exposição permanente.

    Os primeiros contactos de Calouste Gulbenkian como coleccionador de cerâmica otomana, que coincidiram com o início da formação da sua imensa colecção, tiveram lugar em 1898 ao adquirir na Christie’s, em Londres, quatro pratos de faiança de Iznik, dois dos quais de grande qualidade, com decoração sobre fundo de escamas. Nos quarenta anos que se seguiram foi reunindo, a um ritmo constante, as restantes peças que formam este riquíssimo núcleo, de que também fazem parte os magníficos painéis de azulejos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.