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  • OLHAR À NOSSA VOLTA DE ANTÓNIO ALÇADA BAPTISTA

    Olhar à Nossa Volta

    António Alçada Baptista

    7,50 

    UM OLHAR À NOSSA VOLTA DE ANTÓNIO ALÇADA BAPTISTA
    Editorial Presença. Lisboa, 2002. 350 págs. B.

    🗂️ Colecção: Grandes Narrativas

    Compilação de crónicas que António Alçada Baptista publicou nos jornais O Dia e A Tarde entre 1976 e 1985, testemunho da vivência colectiva portuguesa nas décadas seguintes à Revolução dos Cravos. Conhecido como atento analista social e defensor incansável da liberdade de expressão, o autor reflecte sobre os anos de abertura democrática e os seus desafios, oferecendo às gerações mais novas um retrato vivo de uma época que ajudou a moldar o presente.

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    Características do Exemplar
    📕 1ª Edição
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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  • Nós as Mulheres 3: Os Homens e Tudo o Mais que nos Rodeiade Maitena

    Nós as Mulheres 3

    Rodeiade Maitena

    6,00 

    Nós as Mulheres 3: Os Homens e Tudo o Mais que nos Rodei de Maitena.
    Editorial Presença. Lisboa, 2004, 79 págs. B.

    Este é o terceiro volume da divertida série «Nós, As Mulheres», a banda desenhada já consagrada em muitos países como a grande revelação da literatura humorística. Genial na arte de captar comportamentos e circunstâncias, Maitena consegue transpor em “quadradinhos” esse mundo tão especial que é o das mulheres. Um olhar feminino, que nada tem de feminista, leva-nos ao riso mesmo sem querermos, tal a fluidez do seu humor. Um livro para todos os que gostam de estar de bem com a vida.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados

  • Grande Gatsby de F. Scott Fitzgerald

    Grande Gatsby

    F. Scott Fitzgerald

    5,00 

    Grande Gatsby de F. Scott Fitzgerald.
    Editorial Presença. Lisboa, 1997, 202 págs. B.

    A existência de F. Scott Fitzgerald coincide literariamente com os dois decénios que separam as duas guerras, repartindo-se entre a América onde nasceu, numa pacata cidade do Middle West, no Minnesota, e a França, onde viveu durante vários anos com a família. O seu nome evoca-nos uma geração que associamos à lendária idade do jazz, vertiginosa e fútil. Fitzgerald pertenceu a essa geração, foi um dos seus arautos. A sua vida tão precocemente visitada pela fama, e tão cedo destruída, é a carne e o sangue de que é feita a sua obra. O Grande Gatsby é o seu maior romance, talvez porque nele se fundem com rara felicidade essa matéria-prima, a sua própria experiência de vida, e uma linguagem de grande qualidade poética.

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  • Laços Que Perduram de Nicholas Sparks

    Laços Que Perduram

    Nicholas Sparks

    6,00 

    Laços Que Perduram de Nicholas Sparks.
    Editorial Presença. Lisboa, 2003, 397 págs. B.

    Com apenas vinte e cinco anos, Julie Barenson tem já uma mágoa maior do que a vida: o seu querido marido, Jim, morreu.

    Em plena noite de Natal, dilacerada pela perda, ela recebe os dois inesperados presentes que ele lhe deixou. É o típico ato de amor de Jim: não a esquecer nem por um segundo. É assim que Singer, um cachorrinho amoroso e assustado, entra na sua vida.

    A acompanhá-lo vem um bilhete e uma promessa: Jim velará sempre por ela.

    Quatro anos depois, Julie está preparada para começar de novo e Richard Franklin parece ser o homem ideal. Mas no seu íntimo, ela sente que algo está errado e termina a relação. A seu lado, incondicionalmente, está Mike Harris, o bondoso melhor amigo de Jim, o homem que a apoiou nos melhores e nos piores momentos. Ao longo dos anos, os sentimentos entre ambos floresceram e parece ter finalmente chegado o momento de viverem plenamente a sua paixão.

    Mas quando a vida parecia sorrir-lhe de novo, Julie tem de enfrentar o pior dos pesadelos – sobreviver à perseguição de um louco.

    Nesta comovente história de amor, perda e redenção, Nicholas Sparks ultrapassa os limites do romance ao pintar um quadro implacável dos sombrios desígnios da mente humana. Laços que Perduram é a derradeira prova da sua mestria.

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  • História e Ciências Sociais

    História e Ciências Sociais

    Fernand Braudel

    6,00 

    História e Ciências Sociais de Fernand Braudel.
    Editorial Presença. Lisboa, 1976, 260 págs. B.

    Nesta obra, integrada na renovação metodológica da historiografia contemporânea, Braudel examina os conceitos de civilização e cultura, dialogando com autores como Burckhardt, Spengler e Toynbee. Analisa também o estruturalismo de Lévi-Strauss e a sociologia de Gurvitch, discutindo a continuidade e as rupturas do processo social à luz das mutações estruturais. Propõe ainda bases sólidas para uma investigação verdadeiramente interdisciplinar entre história, antropologia, sociologia, demografia, geografia e economia.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Criação de Peixes de Aquário

    Criação de Peixes de Aquário

    Ines Scheurmann

    6,00 

    Criação de Peixes de Aquário de Ines Scheurmann.
    Editorial Presença. Lisboa, 1997, 183 págs. B.

    Entusiasmo, paciência e perseverança infinitas não bastam para ser um criador de peixes bem sucedido. Para tal é imperativo deter conhecimentos mais profundos. Da autoria de uma bióloga especializada em comportamento piscícola, esta obra oferece-lhe informações úteis, ilustradas com fotografias e desenhos elucidativos invulgarmente realistas, acerca das condições de vida adequadas à procriação, de cada espécie, da escolha do par mais indicado, do comportamento reprodutivo, da qualidade da água e da alimentação mais correcta para procriadores, recém-nascidos e jovens peixes. Os conselhos fundamentais e as indicações práticas e acessíveis reveladas por esta experimentada autora fazem com que a criação de peixes seja possível a todos os interessados na matéria.

    📝 Assinatura de posse.

  • Riso de Deus de António Alçada Baptista

    Riso de Deus

    António Alçada Baptista

    6,00 

    Riso de Deus de António Alçada Baptista.
    Editorial Presença. Lisboa, 1994, 206 págs. B.

    Ao acompanhar a vida de Francisco, o personagem central deste romance, ao longo das suas escolhas, da sua procura, ao acompanhá-lo ao longo das suas deambulações pelo mundo, pela história, ao sabor dos acasos e encontros e, muito especialmente , da intimidade de algumas mulheres cúmplices da mesma procura, o autor instaura uma forma de questionamento radical. Radicalidade que decorre do facto, inédito na sua escrita, de ser toda uma vida que é posta em balanço, tendo por contraponto esse limite que é a morte. Deus? Possivelmente. Mas um deus que ri, joga, um deus apaixonado pela pura alegria de existir.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Um Natal Que Não Esquecemos de Jacquelyn Mitchard

    Natal Que Não Esquecemos, Um

    Jacquelyn Mitchard

    5,00 

    Da mesma autora de Profundo como o Mar, que inspirou a adaptação cinematográfica, esta obra tem uma intensidade humana que a torna uma leitura de eleição. Jacquelyn Mitchard, com sua capacidade de empatia, consegue evocar em nós uma gama de estados de alma.


    Neste novo romance, ela conta a história de uma família comum, unida por laços de amor. Numa noite simples, acontecimentos inesperados transformam suas vidas, fazendo delas seres novos. Na antevéspera de Natal, Laura e Elliot comemoram mais um aniversário de casamento com um jantar romântico, repleto de sabores da cozinha italiana.


    No caminho de volta para casa, o carro avaria num túnel de Boston. Enquanto aguardam socorro, Laura sente uma dor de cabeça estranha e pede para ser levada a um hospital. O que se segue poderia ser melodramático, mas o estilo da autora é límpido e direto, capturando até momentos de inesperado humor.

    A história, imbuída de um espírito natalino, brilha como as paisagens cobertas de neve que sempre imaginamos.

  • Breve História de Portugal de A. H. de Oliveira Marques

    Breve História de Portugal

    A. H. de Oliveira Marques

    7,50 

    Breve História de Portugal de A. H. de Oliveira Marques.
    Editorial Presença. Lisboa, 1985, 763 págs. B.

    Esta Breve História de Portugal destina-se a todos aqueles a quem, não sendo especialistas, interessa conhecer a história portuguesa nas suas grandes linhas.

    O autor privilegiou os conceitos gerais e a interpretação, sem perda do rigor historiográfico que estamos habituados a encontrar em obras assinadas com o seu nome.

     

    A. H. de Oliveira Marques (1933-2007), um dos mais eminentes historiadores portugueses, é autor de uma extensa bibliografia sobre um vasto leque de temas relacionados com a História de Portugal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ideologias Inventário Crítico dum Conceito2024/10/1000030926.jpg

    Ideologias Inventário Crítico dum Conceito

    José Madureira Pinto

    7,50 

    Ideologias Inventário Crítico dum Conceito de José Madureira Pinto.
    Editoria Presença. Lisboa, 1978, 146 págs. B.

    Começando por enunciar alguns dos obstáculos à progressão do conhecimento sobre a dimensão simbólica das sociedades, pretende o presente trabalho inventariar um conjunto de materiais teóricos que possam apoiar a construção de uma teoria geral das ideologias. A alguns dos trabalhos das ciências da linguagem procurou-se ir buscar elementos de resposta para a questão da especificidade do ideológico. De alguns estudos sociológicos, confinantes com a psicologia e a psicanálise, retiveram-se tópicos indispensáveis à equacionação do problema das «razões de ser da diversidade social de «formas de consciência». Através de uma distinção entre os processos sociais de produção e circulação/inculcação de sentido, tenta-se, afinal, repensar os conceitos de ideologias, de práticas e aparelhos ideológicos, bem como situar outro dos problemas clássicos da sociologia: o processo de socialização.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fausto: Tragédia Subjectiva

    Fausto: Tragédia Subjectiva

    Fernando Pessoa

    7,00 

    Fausto: Tragédia Subjectiva de Fernando Pessoa.
    Editorial Presença. Lisboa, 1988, 222 págs. B.

    «Apesar da sua polifonia característica, Fausto, o poema dramático de Pessoa, é um solilóquio que se desenrola no terror metafísico da solidão e da acção empenhada. A abstenção é loucura, mas é-o também a acção que exclui os gestos e as paixões humanos do santuário do eu privado. Em trechos profundamente influenciados por Schopenhauer, Pessoa identifica a salvação com o sono, um sono tão profundo que acaba, para além do inconsciente e da vaidade dos sonhos, por reduzir a silêncio o tumulto vão do pensamento. Uma dolorosa contradição insolúvel atormenta o mago de Pessoa. Persuadido da irrealidade do mundo, quer, apesar de tudo, decifrar os seus fenómenos (a “Vontade” e a “Representação” de Schopenhauer). O niilismo metafísico não pode negar o impulso no sentido do conhecimento. O monólogo dramático de Pessoa reitera, uma e outra vez, um horror de pesadelo: possuído por uma reflexão vã, mas imperiosa, Fausto sufoca no interior da sua própria alma. A indagação metafísica induz o enterramento em vida. (…)
    Mais do que a própria filosofia, é a linguagem da literatura ou, mais precisamente, da filosofia tornada literatura, como em Kierkegaard ou Nietzsche, que articula a extremidade patológica, a vanglória compulsiva, do empreendimento e da vocação filosóficos. Tal é a intuição que o tema de Fausto encerra. Pessoa avança um passo mais longe do que Hegel e define a especulação metafísica como não sendo mais do que uma “ansiedade infinita”.»

    📝 Assinatura de posse.

  • Labrador Retriever de Uschi Birr

    Labrador Retriever

    Uschi Birr

    6,00 

    Labrador Retriever de Uschi Birr.
    Editorial Presença. Lisboa, 1999, 82 págs. B.

    Registado como raça autónoma a partir de 1916, o Labrador Retriever desempenhou um papel importantíssimo durante a I Guerra Mundial como transportador de informações e medicamentos e como detector de soldados soterrados. Actualmente, é o seu carácter paciente e amigável que seduz os seus possíveis donos. São também estas qualidades que fazem dele um excelente acompanhante para cegos e um afavável cão de família. Mas se pretende manter o seu Labrabor Retriever saudável não se pode esquecer de alguns pormenores. O Labrador Retriever de Uschi Birr é por isso uma companhia indispensável para qualquer dono de um exemplar desta raça. E não se esqueça – o seu cão merece!

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Investigação nas Ciências Sociais de João Ferreira de Almeida

    Investigação nas Ciências Sociais

    João Ferreira de Almeida

    6,00 

    Investigação nas Ciências Sociais de João Ferreira de Almeida.
    Editorial Presença. Lisboa, 1990, 163 págs. B.

    Após uma caracterização global da chamada pratica teórica e das actividades de inter- venção epistemologica e metodológica, os autores procuram centrar a especificidade das ciências sociais ao nivel da linguagem, pensando-as na sua articulação com os sistemas das ideologias. A explicitação de alguns dos conceitos básicos da linguistica permite a pas- sagem à análise do conceito de conotação, por forma a torná-lo apto à intervenção operatória na detecção-denúncia dos sistemas semiológicos implicados nos discursos das ciencias sociais.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • NOVO ROMANCE DE ALFREDO MARGARIDO

    Novo Romance

    Alfredo Margarido

    7,00 

    O Novo Romance de Alfredo Margarido e artur portela filho.
    Editorial Presença. Lisboa, 1962, 289 págs. B.
    🗂️ Colecção: Divulgação e Ensaio | 6

    Estudo de Alfredo Margarido e Artur Portela Filho sobre o nouveau roman francês, reunindo uma análise dos fundamentos e principais representantes do movimento, designadamente Samuel Beckett, Michel Butor e Alain Robbe-Grillet, ao lado de depoimentos inéditos de Michel Butor, Claude Simon e Nathalie Sarraute, concedidos especificamente para esta edição portuguesa. Inclui ainda textos teóricos dos próprios autores do movimento, uma recolha da crítica nacional sobre o Novo Romance e uma antologia comentada de excertos dos novos romancistas.

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    ✅ Assinatura de posse de anterior proprietário na folha de guarda, sem outras marcas.
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  • André Malraux

    André Malraux

    Vergílio Ferreira

    15,00 

    André Malraux de Vergílio Ferreira.
    Editorial Presença. Lisboa, 1963, 247 págs. B.

    “(…) Ora, Vergílio Ferreira, neste magnífico e original ensaio que uma vez mais evidencia a sua rara vocação para o ensaísmo, dá-nos precisamente essa diferenciação de planos, ao abordar a personalidade de Malraux, para seguidamente se deter na parte que mais nos importa — a obra do grande escritor francês. E fá-lo de um modo notável, equilibrando um penetrante poder de análise com uma profunda sensibilidade em relação ao fenómeno estético e, sobretudo, à mensagem humana que ele encerra, de tal modo que nos deixa nesta obra mais uma marca da sua excepcional capacidade criadora e… quiça a sugestão de que, tal como Malraux, essa capacidade venha a encontrar fora do ficcionismo o seu futuro campo de expressão”.

    📝 Assinatura de posse.

  • Princesas de Nova Iorque de Plum SykesPrincesas de Nova Iorque

    Princesas de Nova Iorque

    Plum Sykes

    6,00 

    Princesas de Nova Iorque de Plum Sykes.
    Editorial Presença. Barcarena, 2004, 268 págs. B.

    Plum Sykes estreia-se na literatura com um romance glamoroso que desvenda o universo da high society de Manhattan através dos olhos de “Moi”, uma herdeira que vive mergulhada em festas, alta-costura e tratamentos de beleza. Entre gelados em Louboutins e festas de caridade, ela e sua amiga Julie embarcam numa hilariante caça a maridos ideais. Uma sátira deliciosa sobre riqueza, vaidade e a descoberta inesperada de que até uma socialite tem coração.

    📝 Assinatura de posse.