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  • Cenas da Vida de um Pai Solteiro

    Cenas da Vida de um Pai Solteiro

    Tony Parsons

    6,00 

    Cenas da Vida de um Pai Solteiro de Tony Parsons. Editorial Presença. Lisboa, 2001, 326 págs. B.

    Tony Parsons é o autor desta história, que enfrenta com inteligência e sensibilidade uma situação típica da nossa sociedade: a dos muitos casais que se separam precocemente, quando ainda estão a criar filhos, e as dificuldades por que passa a mãe ou o pai que fica sozinho com as crianças, tentando constituir novas estruturas familiares. Também é verdade que esta situação é geralmente narrada por vozes femininas que contam a perspectiva da mãe solteira, sendo raras, ou nenhumas as ocasiões em que um homem se propõe a cumprir tão árdua tarefa. Mas Tony Parsons inclui neste romance alguns aspectos autobiográficos que lhe deram o conhecimento de causa para falar como pai solteiro. Harry Silver tinha tudo para ser feliz: um emprego estimulante e bem remunerado como produtor televisivo, uma mulher adorável que amava e um filho maravilhoso, de quatro anos. Mas por altura do seu triségimo aniversário, uma série de dúvidas atacam-no e levam-no a proceder como nunca pensou. Uma única noite fora de casa bastou para pôr tudo em causa… Sem compreender muito bem o caos que, subitamente, se instalou na sua vida, Harry é abandonado pela mulher, que decide viajar para o Japão como tradutora, perde o seu emprego e encontra-se sozinho com Pat. Agora Harry tinha tempo para refletir, e pensar em todas aquelas mulheres que via, sozinhas, no supermercado, com os seus filhos, valorizando todo o esforço que anteriormente nem sabia que fazia parte das palavras mãe / pai solteiros. Foi uma lenta e longa aprendizagem, tentando encontrar a sua própria identidade, quando não dispunha de qualquer modelo para o novo papel que o esperava. Mas é essa angústia que o invade, e também os sábios comentários da sua mãe, que lhe irão revelar o verdadeiro sentido de ser pai, o significado do amor parental e o valor dos laços familiares, o que o levará, finalmente, a compreender a sua relação com o próprio pai. Quando tudo parece estar equilibrado e Harry encontra-se já dotado de uma força interior revitalizada e reforçada pelo estreitar da relação pai/filho, eis que Gina entra novamente em cena e reclama a posse do filho…

    Um romance escrito com leveza e brilho, comovente, sem concessões ao sentimentalismo fácil nem a falsos moralismos, mas tão profundamente humano que, por vezes, torna-se difícil controlar uma ou outra lágrima fugidia.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Memórias de uma Gueixa de Arthur Golden

    Memórias de uma Gueixa

    Arthur Golden

    6,00 

    Quioto, anos 30. Sayuri tem olhos cor de espelho e é uma das mais famosas gueixas do Japão. Acompanha cidadãos japoneses abastados, enverga deslumbrantes quimonos de seda mas tem de pagar pela sua própria liberdade até conhecer um danna que a sustente e pague todas as suas despesas. Na sua vida, tal como na de todas as gueixas, não há lugar para o amor, mas Sayuri apaixona-se… Um romance ímpar e contagiante que demorou dez anos a escrever.

  • Iniciação ao Aquário de Água Salgada

    Iniciação ao Aquário de Água Salgada

    Craig S. Barker

    5,00 

    Iniciação ao Aquário de Água Salgada de Craig S. Barker.
    Editorial Presença. Lisboa, 1980, 105 págs. B.

    A manutenção do aquário de água salgada é um passatempo muito agradável e gratificante, mas requer cuidados especiais. Os aquariofilistas têm agora ao seu dispor este guia que foi concebido tendo em conta todos os aspectos fundamentais da organização do aquário e da manutenção das espécies que abriga. Salienta-se a qualidade das ilustrações que permitem identificar quase todas as espécies que se encontram no mercado.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Freaknomics

    Freaknomics

    Steven D. Levitt

    7,00 

    Freaknomics de Steven D. Levitt.
    Editorial Presença. Lisboa, 2006, 262 págs. B.

    Steven Levitt salienta-se no panorama das ciências económicas norte-americanas como uma das mentes mais brilhantes, objectivas e inovadoras da actualidade. O reconhecimento público é unânime e tem-se manifestado de diversas formas – pela atribuição de distinções tão prestigiantes quanto o Prémio da Academia Americana de Economia para investigadores com menos de quarenta anos ou o Quill Award, pelas palavras expressivamente elogiosas de nomes destacados do mundo da economia, ou ainda, pelo estrondoso sucesso de que o presente livro foi alvo nos Estados Unidos e que promete repetir-se na Europa. Na verdade, “Freakonomics” é uma obra oportuna, uma lufada de ar fresco numa conjuntura mundial que peca por um conhecimento demasiadamente convencional, na maioria das vezes inquestionado, baseado numa fé que não se interroga sobre as causas profundas das coisas e que receia ser intelectualmente desafiadora. Ora é justamente neste sentido que Levitt nos presta uma preciosa ajuda, ao revelar-nos, por meio de uma consideração dos factos aberta, inteligente e rigorosa, como, malgrado toda a desordem e complexidade que obscurecem as motivações subjacentes à teia económica, é ainda assim possível aceder a um conhecimento efectivo e claro das reais motivações que impulsionam a roda da economia e da sociedade actuais. Levitt analisa dados estatísticos aparentemente inofensivos e, equacionando questões simples nunca antes enunciadas, retira conclusões surpreendentes que vêm revolucionar as nossas convicções, desafiando-nos a mudar a forma como vemos o mundo que nos rodeia. Eis “um livro politicamente incorrecto… no melhor sentido.” Steven D. Levitt é formado em Economia pela Universidade de Harvard. É professor na Universidade de Chicago. Stephen J. Dubner é colaborador regular do New York Times e do The New Yorker.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Olhar à Nossa Volta de António Alçada Baptista

    Olhar à Nossa Volta

    António Alçada Baptista

    7,50 

    Olhar à Nossa Volta de António Alçada Baptista. Editorial Presença. Lisboa, 2002, 350 págs. B.

    Conhecido por todos como um atento e incomparável analista social da sua época, António Alçada Baptista, foi sempre, ao longo dos anos, registando em palavras o que lhe ia na alma. Exímio e único na arte de retratar os comportamentos sociais, este livro – Um Olhar à Nossa Volta – é uma compilação de textos que o autor escreveu nos jornais O Dia e A Tarde, no período de 1976 a 1985. Acérrimo defensor da liberdade de expressão individual e colectiva e contra os abusos do poder instituído, Alçada Baptista fixou em crónicas o testemunho de uma voz inconfundível que, logo a seguir à «Revolução dos Cravos», questionou e reflectiu sobre o futuro.

    Mestre da palavra escrita, o autor deixa inscrito o relato de uma época a todas as gerações: às que viveram neste período e se revêm neste olhar, e às outras, as mais jovens, que para compreenderem o que são, podem conhecer nesta obra a realidade de um outro tempo.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Nós as Mulheres 3: Os Homens e Tudo o Mais que nos Rodeiade Maitena

    Nós as Mulheres 3

    Rodeiade Maitena

    6,00 

    Nós as Mulheres 3: Os Homens e Tudo o Mais que nos Rodei de Maitena.
    Editorial Presença. Lisboa, 2004, 79 págs. B.

    Este é o terceiro volume da divertida série «Nós, As Mulheres», a banda desenhada já consagrada em muitos países como a grande revelação da literatura humorística. Genial na arte de captar comportamentos e circunstâncias, Maitena consegue transpor em “quadradinhos” esse mundo tão especial que é o das mulheres. Um olhar feminino, que nada tem de feminista, leva-nos ao riso mesmo sem querermos, tal a fluidez do seu humor. Um livro para todos os que gostam de estar de bem com a vida.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados

  • Grande Gatsby de F. Scott Fitzgerald

    Grande Gatsby

    F. Scott Fitzgerald

    5,00 

    Grande Gatsby de F. Scott Fitzgerald.
    Editorial Presença. Lisboa, 1997, 202 págs. B.

    A existência de F. Scott Fitzgerald coincide literariamente com os dois decénios que separam as duas guerras, repartindo-se entre a América onde nasceu, numa pacata cidade do Middle West, no Minnesota, e a França, onde viveu durante vários anos com a família. O seu nome evoca-nos uma geração que associamos à lendária idade do jazz, vertiginosa e fútil. Fitzgerald pertenceu a essa geração, foi um dos seus arautos. A sua vida tão precocemente visitada pela fama, e tão cedo destruída, é a carne e o sangue de que é feita a sua obra. O Grande Gatsby é o seu maior romance, talvez porque nele se fundem com rara felicidade essa matéria-prima, a sua própria experiência de vida, e uma linguagem de grande qualidade poética.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Laços Que Perduram de Nicholas Sparks

    Laços Que Perduram

    Nicholas Sparks

    6,00 

    Laços Que Perduram de Nicholas Sparks.
    Editorial Presença. Lisboa, 2003, 397 págs. B.

    Com apenas vinte e cinco anos, Julie Barenson tem já uma mágoa maior do que a vida: o seu querido marido, Jim, morreu.

    Em plena noite de Natal, dilacerada pela perda, ela recebe os dois inesperados presentes que ele lhe deixou. É o típico ato de amor de Jim: não a esquecer nem por um segundo. É assim que Singer, um cachorrinho amoroso e assustado, entra na sua vida.

    A acompanhá-lo vem um bilhete e uma promessa: Jim velará sempre por ela.

    Quatro anos depois, Julie está preparada para começar de novo e Richard Franklin parece ser o homem ideal. Mas no seu íntimo, ela sente que algo está errado e termina a relação. A seu lado, incondicionalmente, está Mike Harris, o bondoso melhor amigo de Jim, o homem que a apoiou nos melhores e nos piores momentos. Ao longo dos anos, os sentimentos entre ambos floresceram e parece ter finalmente chegado o momento de viverem plenamente a sua paixão.

    Mas quando a vida parecia sorrir-lhe de novo, Julie tem de enfrentar o pior dos pesadelos – sobreviver à perseguição de um louco.

    Nesta comovente história de amor, perda e redenção, Nicholas Sparks ultrapassa os limites do romance ao pintar um quadro implacável dos sombrios desígnios da mente humana. Laços que Perduram é a derradeira prova da sua mestria.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • História e Ciências Sociais

    História e Ciências Sociais

    Fernand Braudel

    6,00 

    História e Ciências Sociais de Fernand Braudel.
    Editorial Presença. Lisboa, 1976, 260 págs. B.

    Nesta obra, integrada na renovação metodológica da historiografia contemporânea, Braudel examina os conceitos de civilização e cultura, dialogando com autores como Burckhardt, Spengler e Toynbee. Analisa também o estruturalismo de Lévi-Strauss e a sociologia de Gurvitch, discutindo a continuidade e as rupturas do processo social à luz das mutações estruturais. Propõe ainda bases sólidas para uma investigação verdadeiramente interdisciplinar entre história, antropologia, sociologia, demografia, geografia e economia.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Criação de Peixes de Aquário

    Criação de Peixes de Aquário

    Ines Scheurmann

    6,00 

    Criação de Peixes de Aquário de Ines Scheurmann.
    Editorial Presença. Lisboa, 1997, 183 págs. B.

    Entusiasmo, paciência e perseverança infinitas não bastam para ser um criador de peixes bem sucedido. Para tal é imperativo deter conhecimentos mais profundos. Da autoria de uma bióloga especializada em comportamento piscícola, esta obra oferece-lhe informações úteis, ilustradas com fotografias e desenhos elucidativos invulgarmente realistas, acerca das condições de vida adequadas à procriação, de cada espécie, da escolha do par mais indicado, do comportamento reprodutivo, da qualidade da água e da alimentação mais correcta para procriadores, recém-nascidos e jovens peixes. Os conselhos fundamentais e as indicações práticas e acessíveis reveladas por esta experimentada autora fazem com que a criação de peixes seja possível a todos os interessados na matéria.

    📝 Assinatura de posse.

  • Riso de Deus de António Alçada Baptista

    Riso de Deus

    António Alçada Baptista

    6,00 

    Riso de Deus de António Alçada Baptista.
    Editorial Presença. Lisboa, 1994, 206 págs. B.

    Ao acompanhar a vida de Francisco, o personagem central deste romance, ao longo das suas escolhas, da sua procura, ao acompanhá-lo ao longo das suas deambulações pelo mundo, pela história, ao sabor dos acasos e encontros e, muito especialmente , da intimidade de algumas mulheres cúmplices da mesma procura, o autor instaura uma forma de questionamento radical. Radicalidade que decorre do facto, inédito na sua escrita, de ser toda uma vida que é posta em balanço, tendo por contraponto esse limite que é a morte. Deus? Possivelmente. Mas um deus que ri, joga, um deus apaixonado pela pura alegria de existir.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Um Natal Que Não Esquecemos de Jacquelyn Mitchard

    Natal Que Não Esquecemos, Um

    Jacquelyn Mitchard

    5,00 

    Da mesma autora de Profundo como o Mar, que inspirou a adaptação cinematográfica, esta obra tem uma intensidade humana que a torna uma leitura de eleição. Jacquelyn Mitchard, com sua capacidade de empatia, consegue evocar em nós uma gama de estados de alma.


    Neste novo romance, ela conta a história de uma família comum, unida por laços de amor. Numa noite simples, acontecimentos inesperados transformam suas vidas, fazendo delas seres novos. Na antevéspera de Natal, Laura e Elliot comemoram mais um aniversário de casamento com um jantar romântico, repleto de sabores da cozinha italiana.


    No caminho de volta para casa, o carro avaria num túnel de Boston. Enquanto aguardam socorro, Laura sente uma dor de cabeça estranha e pede para ser levada a um hospital. O que se segue poderia ser melodramático, mas o estilo da autora é límpido e direto, capturando até momentos de inesperado humor.

    A história, imbuída de um espírito natalino, brilha como as paisagens cobertas de neve que sempre imaginamos.

  • Breve História de Portugal de A. H. de Oliveira Marques

    Breve História de Portugal

    A. H. de Oliveira Marques

    7,50 

    Breve História de Portugal de A. H. de Oliveira Marques.
    Editorial Presença. Lisboa, 1985, 763 págs. B.

    Esta Breve História de Portugal destina-se a todos aqueles a quem, não sendo especialistas, interessa conhecer a história portuguesa nas suas grandes linhas.

    O autor privilegiou os conceitos gerais e a interpretação, sem perda do rigor historiográfico que estamos habituados a encontrar em obras assinadas com o seu nome.

     

    A. H. de Oliveira Marques (1933-2007), um dos mais eminentes historiadores portugueses, é autor de uma extensa bibliografia sobre um vasto leque de temas relacionados com a História de Portugal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ideologias Inventário Crítico dum Conceito

    Ideologias Inventário Crítico dum Conceito

    José Madureira Pinto

    7,50 

    Ideologias Inventário Crítico dum Conceito de José Madureira Pinto.
    Editoria Presença. Lisboa, 1978, 146 págs. B.

    Começando por enunciar alguns dos obstáculos à progressão do conhecimento sobre a dimensão simbólica das sociedades, pretende o presente trabalho inventariar um conjunto de materiais teóricos que possam apoiar a construção de uma teoria geral das ideologias. A alguns dos trabalhos das ciências da linguagem procurou-se ir buscar elementos de resposta para a questão da especificidade do ideológico. De alguns estudos sociológicos, confinantes com a psicologia e a psicanálise, retiveram-se tópicos indispensáveis à equacionação do problema das «razões de ser da diversidade social de «formas de consciência». Através de uma distinção entre os processos sociais de produção e circulação/inculcação de sentido, tenta-se, afinal, repensar os conceitos de ideologias, de práticas e aparelhos ideológicos, bem como situar outro dos problemas clássicos da sociologia: o processo de socialização.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fausto: Tragédia Subjectiva

    Fausto: Tragédia Subjectiva

    Fernando Pessoa

    7,00 

    Fausto: Tragédia Subjectiva de Fernando Pessoa.
    Editorial Presença. Lisboa, 1988, 222 págs. B.

    «Apesar da sua polifonia característica, Fausto, o poema dramático de Pessoa, é um solilóquio que se desenrola no terror metafísico da solidão e da acção empenhada. A abstenção é loucura, mas é-o também a acção que exclui os gestos e as paixões humanos do santuário do eu privado. Em trechos profundamente influenciados por Schopenhauer, Pessoa identifica a salvação com o sono, um sono tão profundo que acaba, para além do inconsciente e da vaidade dos sonhos, por reduzir a silêncio o tumulto vão do pensamento. Uma dolorosa contradição insolúvel atormenta o mago de Pessoa. Persuadido da irrealidade do mundo, quer, apesar de tudo, decifrar os seus fenómenos (a “Vontade” e a “Representação” de Schopenhauer). O niilismo metafísico não pode negar o impulso no sentido do conhecimento. O monólogo dramático de Pessoa reitera, uma e outra vez, um horror de pesadelo: possuído por uma reflexão vã, mas imperiosa, Fausto sufoca no interior da sua própria alma. A indagação metafísica induz o enterramento em vida. (…)
    Mais do que a própria filosofia, é a linguagem da literatura ou, mais precisamente, da filosofia tornada literatura, como em Kierkegaard ou Nietzsche, que articula a extremidade patológica, a vanglória compulsiva, do empreendimento e da vocação filosóficos. Tal é a intuição que o tema de Fausto encerra. Pessoa avança um passo mais longe do que Hegel e define a especulação metafísica como não sendo mais do que uma “ansiedade infinita”.»

    📝 Assinatura de posse.

  • Labrador Retriever de Uschi Birr

    Labrador Retriever

    Uschi Birr

    6,00 

    Labrador Retriever de Uschi Birr.
    Editorial Presença. Lisboa, 1999, 82 págs. B.

    Registado como raça autónoma a partir de 1916, o Labrador Retriever desempenhou um papel importantíssimo durante a I Guerra Mundial como transportador de informações e medicamentos e como detector de soldados soterrados. Actualmente, é o seu carácter paciente e amigável que seduz os seus possíveis donos. São também estas qualidades que fazem dele um excelente acompanhante para cegos e um afavável cão de família. Mas se pretende manter o seu Labrabor Retriever saudável não se pode esquecer de alguns pormenores. O Labrador Retriever de Uschi Birr é por isso uma companhia indispensável para qualquer dono de um exemplar desta raça. E não se esqueça – o seu cão merece!

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.