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  • Arte Visual Futurista em Fernando Pessoa

    Arte Visual Futurista em Fernando Pessoa

    Fernando Alvarenga

    7,50 

    Arte Visual Futurista em Fernando Pessoa de Fernando Alvarenga.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1984, 130 págs. B.

    O presente ensaio começa por situar Fernando Pessoa num contexto em que as artes visuais vanguardistas coexistem com as literárias, a incrustar-lhes dialogicamente os aspectos que mais peculiarmente as definem. Trata-se, neste caso, do Futurismo e, necessariamente, do Cubismo, expressões que de Paris chegam e se introduzem nas de Pessoa, embora a partir de condições entretanto criadas e desenvolvidas na original «plasticidade» paulica.

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  • Aprendo a Jogar Xadrez

    Aprendo a Jogar Xadrez

    Michel Drouilly

    6,00 

    Aprendo a Jogar Xadrez de Michel Drouilly.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1979, 132 págs. B.

    Este livro destina-se aos jovens que desejam iniciar-se no conhecimento do xadrez.
    Nada de receitas milagrosas! Nada de golpes secretos! Nada de «por coração»!
    Mas uma e agraedável educação do raciocínio.

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  • Vagabundo das Mãos de Ouro

    Vagabundo das Mãos de Ouro

    Romeu Correia

    6,00 

    Vagabundo das Mãos de Ouro de Romeu Correia.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1989, 91 págs. B.

    Inspirada nos romances de cordel que os mendigos vendiam nas feiras e romarias, “O Vagabundo das Mãos de Oiro” é uma farsa toda ela caricatura, cor e poesia ingénua. Das onze figuras que nela entram, apenas duas são figuras humanas (Mestre Albino e Zé Guia). As outras, são bonecos de trapos e serradura movidos por cordéis.

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  • Infantas de Portugal

    Infantas de Portugal

    Júlia Nery

    6,00 

    Infantas de Portugal de Júlia Nery.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1998, 123 págs. E.

    As histórias de reis, rainhas e seus reais herdeiros, sempre vêm suscitando a nossa imaginação, tendo acesso agora os curiosos aos pormenores mais íntimos das realezas dos nossos dias, e com larga cópia de detalhes.

    Tal como nós, as princesas também vão levar os filhos à escola, tomam com eles um gelado numa gelataria popular, narram aos cronistas sociais e na televisão os seus segredos de alcova, desaires maritais e não só. É verdade que passam grandes temporadas nos Alpes, nos safaris e na Côte d’Azur, deixando-se fotografar, filmar, posando

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    Tal como nós, as princesas também vão levar os filhos à escola, tomam com eles um gelado numa gelataria popular, narram aos cronistas sociais e na televisão os seus segredos de alcova, desaires maritais e não só. É verdade que passam grandes temporadas nos Alpes, nos safaris e na Côte d’Azur, deixando-se fotografar, filmar, posando

  • Deus e a Ciência

    Deus e a Ciência

    Jean Guitton

    7,00 

    Deus e a Ciência de Jean Guitton.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1992, 143 págs. B.

    Num mundo cada vez mais ocupado pela ciência e pelos modelos de pensamento que ela produz, pela tecnologia e pelos modos de vida que ela desencadeia, o discurso filosófico perdeu a sua antiga força de verdade; ameaçado pelas ciências humanas, impotente para produzir sistemas ideológicos que dele fariam pelo menos um guia político, o filósofo parece estar prestes a perder o seu último privilégio: o de pensar.

    Resta a religião. Mas também aí, parece que os saberes saídos da ciência se opõem cada vez mais à ordem profunda das certezas inscritas no sagrado: Deus e a ciência parecem pertencer a mundos tão diferentes um do outro que ninguém sonharia mesmo em correr o risco de os aproximar.

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  • Cheiro da Madeira, O

    Cheiro da Madeira, O

    A. M. Galopim de Carvalho

    7,50 

    Cheiro da Madeira de A. M. Galopim de Carvalho.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1993, 203 págs. B.

    Exercício de memória, sem a preocupação do relato rigoroso do cronista, O Cheiro da Madeira procura ser um ensaio de reconstituição de um viver colectivo do segundo quartel do século XX, na cidade e nos campos de Évora. Ficcionando ao sabor da sensibilidade de hoje, A. M. Galopim de Carvalho conserva, no entanto, os cheiros, os recortes e os matizes com que os sentidos os gravaram em recantos da memória de onde forma retirados. Lê-lo é estar lá, com os olhos, com as mãos. A cheirar, a rir, a chorar.

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  • Homo Zappiens

    Homo Zappiens

    João de Almeida Santos

    6,00 

    Homo Zappiens: o Feitiço da Televisão de João de Almeida Santos.
    Editorial Notícias. Lisboa, 2000, 130 págs. B.

    A televisão tornou-se o centro da vida moderna, moldando perceções, polémicas e até a política, ao ponto de se falar em “democracia televisiva”. É janela para o mundo, fonte de companhia, informação e entretenimento, mas também o espaço onde tudo nasce e se esgota. Observando simultaneamente o ecrã e o espectador, João de Almeida Santos analisa o funcionamento deste mecanismo que recria o real. Conclui que a televisão deixou de ser mero entretenimento: tornou-se pura ideologia.

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  • Guia Essencial da Língua Portuguesa para a Comunicação Social

    Guia Essencial da Língua Portuguesa para a Comunicação Social

    Edite Estrela

    7,00 

    Guia Essencial da Língua Portuguesa para a Comunicação Social de Edite Estrela.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1994, 329 págs. B.

    Embora de âmbito generalista e útil a qualquer leitor, esta é uma obra que nasce de uma preocupação essencial: corresponder às necessidades e exigências de uma actividade – o jornalismo – que utiliza quotidianamente a língua portuguesa como seu principal untensílio. No prefácio, os autores caracterizam essa preocupação, sublinhando que “o ensinar ou o praticar bem o Português deverá ser preocupação de todos quantos, por um lado, transmitem qualquer tipo de saber ou conhecimento e, por outro – com ainda maior grau de exigência -, se dedicam a actividades directamente ligadas à comunicação e expressão.” O Guia Essencial da Língua Portuguesa para a Comunicação Social resultou de uma iniciativa da Comissão Organizadora do II Congresso dos Jornalistas Portugueses, realizado em 1986. Já em 4ª edição, é seu objectivo acompanhar os jornalistas na preocupação de um maior cuidado no tratamento da língua portuguesa, afinal um instrumento de trabalho.

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  • A Profecia Celestina: Um Guia Experimental de James Redfield

    Profecia Celestina: Um Guia Experimental, A

    James Redfield

    5,00 

    Profecia Celestina: uma odisseia para o nosso tempo de James Redfield
    Editorial Notícias. Lisboa, 2001, 301 págs. B.

    Inspirado num antigo manuscrito peruano, este livro é um romance de iniciação à nova consciência – transcendente, espiritual – que está a emergir no mundo. Tomando como modelo, ainda que remoto, a procura do Graal, A Profecia Celestina não é apenas a história de uma aventura e de uma descoberta; é, sobretudo, um guia com o poder de reinventar as nossas percepções existenciais e de nos conduzir em direcção ao futuro com renovado optimismo e energia.

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  • Enfrentar o Milénio de Albert Clayton Gaulden

    Enfrentar o Milénio

    Albert Clayton Gaulden

    3,00 

    Enquanto Albert vence os seus demónios pessoais e regozija-se ao reentrar no reino dos anjos. Aprenderá os oito princípios espirituais que podem dissipar as sombras que obscurecem a sua vida e descobrirá as ideias-chave para alcançar a realização pessoal, tais como a capacidade de se reconectar – descobrir o seu espírito interior e recuperar a sua integridade; recordar – invocar e activar a sua sabedoria inata; sonhar de novo – usar os seus sonhos como directrizes na vida; recomeçar – construir uma ponte para a verdade através de uma investigação saudável e de uma observação apurada; relacionar-se – ter uma relação alegre consigo próprio e ressuscitar – transformar a dor e a tristeza em paixão e prazer.

  • Este Livro Que Vos Deixo

    Este Livro Que Vos Deixo

    António Aleixo

    8,00 

    Ficam, deste modo, à disposição dos que queiram ou possam fazê-lo mais elementos para a compreensão de um pensamento, tão perfeito na forma como na originalidade do conteúdo, que foi sendo elaborado e expresso espontaneamente em quadras, com inspiração espevitada na convivência com pessoas de mais evoluída cultura, sobretudo nos últimos anos de vida. O…

  • Lúcia de Lammermoor de Gaetano Donizetti

    Lúcia de Lammermoor

    Gaetano Donizetti

    5,00 

    Obra-prima do compositor italiano Gaetano Donizetti (1797-1848) que marca o início da sua colaboração regular com o libretista Salvatore Cammarano (1801-1852). A partir da adaptação do romance de Walter Scott, sobre uma trágica história de amor que leva uma mulher à loucura, Donizetti compõe uma das suas mais belas e intensas óperas. A encenação da…

  • Eu Abaixo Assinado

    Eu Abaixo Assinado

    João de Deus Pinheiro

    7,00 

    Eu Abaixo Assinado de João de Deus Pinheiro.
    Editorial Notícias. Lisboa, 2000, 463 págs. B.

    A intriga política deste livro desenvolve-se em Leiria, Lisboa e Bruxelas e é puramente ficcional, mas não completamente implausível. Daí o sal e a pimenta desta 1ª obra de ficção de João de Deus Pinheiro que vai crescendo até ao último parágrafo.

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  • Electra de Richard Strauss

    Electra

    Richard Strauss

    5,00 

    Ópera em um ato, libreto de Hugo von Hofmannsthal (1874-1929) segundo Sófocles Premonitório e tremendo, um acorde orquestral, inicia e remata porventura a mais sangrenta de todas as óperas: um pai (Agamémnon) entrega a filha (Ifigénia) à deusa em troca de uma expedição venturosa, a sua mulher (Clitemnestra) vinga-se assassinando-o no ajudada pelo seu amante…

  • Rapto do Serralho

    Rapto do Serralho

    Wolfang A. Mozart

    5,00 

    Rapto do Serralho de Wolfang A. Mozart.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1984, 153 págs. B.

    “O Rapto do Serralho” é um Singspiel em três atos com libreto de Gottlieb Stephanie, baseado numa peça de Bretzner, que desaprovou a adaptação. Composta entre 1781 e 1782, durante o auge do Classicismo alemão, foi a primeira ópera vienense de Mozart após sua mudança para a capital. Estreou com grande sucesso a 16 de julho de 1782, coincidindo com o noivado do compositor. A obra refletia a intenção de Mozart de se afirmar em Viena e agradar ao imperador José II, que promovia o Singspiel.

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  • D. Carlos

    D. Carlos

    Giuseppe Verdi

    5,00 

    D. Carlos de Giuseppe Verdi.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1984, 150 págs. B.

    Essa segunda encomenda, da Academia Imperial de Música Francesa, destinava-se à Segunda Exposição Universal do Segundo Império – altura em que seriam apresentadas em Paris duas novas operetas de Offenbach, “La Vie Parisienne” e “La Grand-Duchesse de Gerolstein”.

    Este convite da Academia Francesa vinha acompanhado dum libreto de Joseph Méry e de Camille du Locle baseado no “Don Carlos” de Schiller – o que agradou ao compositor que se sentia próximo dos ideais românticos, patrióticos e liberais, do Poeta alemão, cujas obras já tinham servido de fonte de inspiração para algumas das suas óperas. Acontece que, curiosamente, iria ser precisamente o libreto que se revelaria o maior obstáculo para Verdi, quer pela sua complexidade, quer pelo seu carácter monumental.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.