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  • FOGO E AS CINZAS DE MANUEL DA FONSECA

    Fogo e as Cinzas

    Manuel da Fonseca

    5,00 

    O FOGO E AS CINZAS DE MANUEL DA FONSECA
    Editorial Caminho. Lisboa, 2005, 172 págs. B.

    Publicado originalmente em 1951, um dos livros de contos mais significativos da literatura portuguesa moderna, em que Manuel da Fonseca atinge a maturidade plena da sua arte. De tendência regionalista e funda preocupação humana, o autor retrata a vida pobre dos trabalhadores rurais alentejanos dos anos 40 e 50 e a sua luta contra a injustiça, num Alentejo rústico e em decomposição que ainda assistia aos primeiros passos de um progresso lento.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
    Peso: 220g
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  • ESPADA DO REI AFONSO DE ALICE VIEIRA

    Espada do Rei Afonso

    Alice Vieira

    7,50 

    ESPADA DO REI AFONSO DE ALICE VIEIRA
    Editorial Caminho. Lisboa, 1981, 196 págs. B. Il.
    🎨 Ilustrações de Teresa Lima Coelho

    Romance juvenil de Alice Vieira ambientado em Portugal do século XII. Três irmãos visitam o Castelo de São Jorge e, através de uma moeda de colecção que funciona como objecto de viagem no tempo, encontram-se subitamente 834 anos atrás, frente ao primeiro rei de Portugal, Afonso Henriques, e às suas idiossincrasias. A ironia e o humor que caracterizam Alice Vieira atravessam esta aventura histórica, que une a fantasia ao retrato da fundação do reino.

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    Características do Exemplar
    📕 1ª Edição.
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
    Peso: 350g
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  • ENSAIO SOBRE A LUCIDEZ DE JOSÉ SARAMAGO

    Ensaio sobre a Lucidez

    José Saramago

    7,50 

    ENSAIO SOBRE A LUCIDEZ DE JOSÉ SARAMAGO
    Editorial Caminho. Lisboa, 2004, 329 págs. B.

    Continuação do “Ensaio sobre a Cegueira” (1995), retomando o mesmo país e algumas das mesmas personagens. Num fenómeno eleitoral sem precedentes, mais de 70% dos votantes da capital depositam o boletim em branco, e a repetição das eleições só agrava a “epidemia branca”. Perante o pânico das instituições, uma personagem ousa sugerir que o voto em branco pode ser lido como manifestação de lucidez, e não de irresponsabilidade. Saramago, Prémio Nobel da Literatura 1998, construiu com este romance, fábula, sátira e tragédia, uma alegoria sobre a fragilidade dos rituais democráticos, que esteve na origem de polémica política à data do lançamento.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
    Peso: 385g
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  • Confissão da Leoa

    Confissão da Leoa

    Mia Couto

    7,50 

    A CONFISSÃO DA LEOA DE MIA COUTO
    Editorial Caminho. Lisboa, 2012, 270 págs. B.

    Romance de Mia Couto inspirado num acontecimento real: os ataques de leões que provocaram várias mortes numa remota aldeia do norte de Moçambique. Narrado a duas vozes alternadas, o do caçador Arcanjo Baleiro, enviado para eliminar os animais, e o de Mariamar, jovem habitante da aldeia, o livro usa os ataques como pretexto para uma crítica à condição das mulheres africanas numa sociedade rural patriarcal e isolada. As vítimas são sempre mulheres, e a leoa é sempre fêmea.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
    🔖 Conserva o marcador original da editora.
    Peso: 345g
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  • A Viela de Midaq de Naguib Mahfouz

    Viela de Midaq, A

    Naguib Mahfouz

    8,00 

    A Viela de Midaq de Naguib Mahfouz
    Editorial Caminho. Lisboa, 1990, 282 págs. B.
    Colecção: Uma Terra Sem Amos, 47

    É visível que há um crescente e deslumbrado interesse pela obra de Naguib Mahfouz. Basta atentar no ritmo a que se sucedem edições francesas, inglesas, espanholas, alemãs… Basta reparar no espaço que os críticos destes e doutros países lhe dedicam. Basta notar no facto impressionante de livros de Mahfouz se terem mantido meses a fio nos primeiros lugares da lista dos mais vendidos na nossa vizinha Espanha.

     

    É caso para dizer que o Prémio Nobel cumpriu bem a sua missão «impondo», merecidamente, um escritor egípcio a uma Europa tantas vezes desatenta das literaturas árabes.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Ano da Morte de Ricardo Reis de José Saramago

    Ano da Morte de Ricardo Reis, O

    José Saramago

    7,50 

    O Ano da Morte de Ricardo Reis de José Saramago.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1984, 415 págs. B.

    Um tempo múltiplo. Labiríntico. As histórias das sociedades humanas. Ricardo Reis chega a Lisboa em finais de dezembro de 1935. Fica até setembro de 1936. Uma personagem vinda de uma outra ficção, a da heteronímia de Fernando Pessoa. E um movimento inverso, logo a começar: «Aqui onde o mar se acaba e a terra principia»; o virar ao contrário o verso de Camões: «Onde a terra acaba e o mar começa.» Em Camões, o movimento é da terra para o mar; no livro de Saramago temos Ricardo Reis a regressar a Portugal por mar. É substituído o movimento épico da partida. Mais uma vez, a história na escrita de Saramago. E as relações entre a vida e a morte. Ricardo Reis chega a Lisboa em finais de dezembro e Fernando Pessoa morreu a 30 de novembro. Ricardo Reis visita-o ao cemitério. Um tempo complexo. O fascismo consolida-se em Portugal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Rosa Minha Irmã Rosa de Alice Vieira01

    Rosa Minha Irmã Rosa

    Alice Vieira

    25,00 

    Rosa Minha Irmã Rosa de Alice Vieira
    Editorial Caminho. Lisboa, 1979, 108 págs. B.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Isabel Sabino.

    Mariana, filha única, tem dez anos quando Rosa nasce. Agora vai partilhar tudo com a irmã: o quarto, o tempo dos pais, o afeto da família – incluindo a Avó Elisa que desconfia do progresso, e a Tia Magda, que tem um dente de ouro, uma fala que mete medo e só gosta de estrelícias e antúrios.

    Mas pelo menos a recordação da Avó Lídia e a amizade de Rita ela não quer dividir com mais ninguém. Será que Rosa vai continuar a ser «uma intrusa»?

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Música e Variações de António Victorino d’ Almeida

    Música e Variações

    António Victorino d’ Almeida

    7,50 

    Música e Variações de António Victorino d’ Almeida
    Editorial Caminho. Lisboa, 1987, 353 págs. B.
    Colecção: História da Música Ocidental | 1

    Apenas aceitaria o título, sempre ambicioso, de História da Música para este livro cujo primeiro volume ora se apresenta pudesse esclarecer, em defesa da verdade e do rigor: história da música… que eu conheço!

     

    É em plena consciência que não abordo nestas páginas temáticas e repertórios que me são estranhos, havendo que atribuir essa estranheza ou ignorância a uma ausência de tempo e de oportunidades para me ocupar de tais matérias, e jamais a uma menor curiosidade perante os fenómenos musicais de alta valia que marcam as culturas africanas, a China, a India, o Bali e múltiplos outros pontos do globo para já não referir todo o património legado, e só parcialmente decifrado, pelas civilizações da Antiguidade.

     

    O leitor encontrará nos dois volumes previstos deste trabalho uma súmula das minhas reflexões sobre a grande aventura da música que me foi dado contactar em termos vivenciais…

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Bastardos do Sol de Urbano Tavares Rodrigues

    Bastardos do Sol

    Urbano Tavares Rodrigues

    5,00 

    Bastardos do Sol de Urbano Tavares Rodrigues
    Editorial Caminho. Lisboa, 1982, 174 págs. B.

    5ª Edição Revista com estudo de Luiz Francisco Rebello seguido do prefácio da edição francesa por Claude Michel Cluny

     

    «Este livro é de uma maturidade extrema.(…)É-nos transmitida em toda a sua economia dramática esta visão de um mundo condenado(profundamente impregnada do sentimento da dignidade e da liberdade do homem), e que se afirmou de um rigor estilístico dificilmente igualável nas nossas letras contemporâneas.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cerromaior de Manuel da Fonseca

    Cerromaior

    Manuel da Fonseca

    6,00 

    Cerromaior de Manuel da Fonseca
    Editorial Caminho. Lisboa, 1988, 268 págs. B.

    Refere João Gaspar Simões sobre Cerromaior: «Não é novidade para ninguém que tenho defendido como viável um romance lírico português. Absurdo seria, portanto, que, vendo-me diante de um dos mais belos romances líricos que se têm escrito em Portugal, eu me pusesse a condenar aquilo que tantas vezes reputei possível. Não. Cerromaior, de Manuel da Fonseca, é, de facto, um romance lírico excepcional». Este romance esteve na origem de um dos melhores filmes portugueses: o filme com a mesma autoria de Luís Filipe Rocha.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Problemas Fundamentais da Teoria da Literatura de Werner Krauss.

    Problemas Fundamentais da Teoria da Literatura

    Werner Krauss

    6,00 

    Problemas Fundamentais da Teoria da Literatura de Werner Krauss.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1989, 154 págs. B.

    Ao longo de várias edições, esta obra alcançou, na Alemanha, uma tiragem global de 35 000 exemplares. Isso deve-se, certamente, à sua utilidade, isto é, à capacidade do autor para, num reduzido número de páginas, compendiar e sistematizar uma vastíssima informação, indispensável ao investigador e ao estudante da teoria da literatura.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Tempo de Solidão de Manuel da Fonseca

    Tempo de Solidão

    Manuel da Fonseca

    6,00 

    Tempo de Solidão de Manuel da Fonseca
    Editorial Caminho. Lisboa, 1985, 159 págs. B.

    Ao analisarmos os contos de Tempo de Solidão, vamos encontrar um Manuel da Fonseca totalmente urbano, perdido no progresso rápido da tecnologia, inserido no dia a dia da cidade e nas latitudes suburbanas ao redor dos grandes centros. Devemos analisar com a visão da mudança dos tempos, pois o conto Tempo de Solidão foi editado pela primeira vez em 1969. Nele vamos encontrar a solidão de um casal, separado pelo dia a dia, pelo trabalho na cidade. Os despojos do dia, os acessórios do cotidiano, a casa no subúrbio, a creche do filho, o telefone, a secretária, os escritórios; enfim, um mundo de transição entre o fim do regime salazarista e das mudanças contidas pré-1974.

    📝 Assinatura de posse.

  • Venenos de Deus Remédios do Diabo de Mia Couto

    Venenos de Deus Remédios do Diabo

    Mia Couto

    6,00 

    Venenos de Deus Remédios do Diabo de Mia Couto.
    Editorial Caminho. Lisboa, 2013, 196 págs. B.

    O jovem médico português Sidónio Rosa, perdido de amores pela mulata moçambicana Deolinda, que conheceu em Lisboa num congresso médico, deslocou-se como cooperante para Moçambique em busca da sua amada. Em Vila Cacimba, onde encontra os pais dela, espera pacientemente que ela regresse do estágio que está a frequentar algures. Mas regressará ela algum dia? Entretanto vão-se revelando, por entre a névoa que a cobre, os segredos e mistérios, as histórias não contadas de Vila Cacimba — a família dos Sozinhos, Munda e Bartolomeu, o velho marinheiro, o administrador, Suacelência e sua Esposinha, a misteriosa mensageira do vestido cinzento espalhando as flores do esquecimento.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Niketche de Paulina Chiziane

    Niketche

    Paulina Chiziane

    7,00 

    Niketche: uma História de Poligamia de Paulina Chiziane.
    Editorial Caminho. Lisboa, 2022, 358 págs. B.

    Rami, casada há vinte anos com Tony, um alto funcionário da polícia, de quem tem vários filhos, descobre que o partilha com várias mulheres, com as quais ele constituiu outras famílias. O seu casamento, de «papel passado» e aliança no dedo, resume-se afinal a um irónico drama de que ela é apenas uma das personagens. Numa procura febril, Rami obriga-se a conhecer «as outras». O seu marido é um polígamo! Na via dolorosa que então começa, séculos de tradição e de costumes, a crueldade da vida e as diferenças abissais de cultura entre o norte e o sul da terra que é sua, esmagam-na.

    E só a sabedoria infinita que o sofrimento provoca lhe vai apontando o rumo num labirinto de emoções, de revelações, de contradições e perigosas ambiguidades. Poligamia e monogamia, que significado assumem? Cultura, institucionalização, hipocrisia, comodismo, convenção ou a condição natural de se ser humano, no quadro da inteligência e dos afetos? Paulina Chiziane estende-nos o fio de Ariadne e guia-nos com o desassombro, a perícia e a verdade de quem conhece o direito e o avesso da aventura de viver a vida.

    Niketche, dança de amor e erotismo, é um espelho em que nos vemos e revemos, mas no qual, seguramente, só alguns de nós admitirão refletir-se.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Este Rei Que Eu Escolhi

    Este Rei Que Eu Escolhi

    Alice Vieira

    5,00 

    Este Rei Que Eu Escolhi de Alice Vieira
    Editorial Caminho. Lisboa, 1984, 174 págs. B.

    Em Este Rei que Eu Escolhi os mesmos protagonistas de A Espada do Rei Afonso e a sua tia idosa vão participar na escolha do Mestre de Avis (D. João I) para iniciar a segunda dinastia. Mordazmente caracterizado, o futuro rei, um indeciso, beneficiará da iniciativa dos jovens e, em especial, dos conselhos da tia Leocádia. De novo, o humor, resultante dos sucessivos equívocos, percorre cada página deste livro.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Aventuras de Dulcineia e Cecília de Gorjão Duarte

    Aventuras de Dulcineia e Cecília

    Gorjão Duarte

    7,50 

    Aventuras de Dulcineia e Cecília de Gorjão Duarte.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1987, 46 págs. B.
    Colecção: De Par em Par | 3

    Dulcineia é uma esbelta e ágil aranha. Cecília é uma irrequieta e imaginativa formiga. Numa certa ocasião conhecem-se e tornam-se amigas.

    Parece-vos estranho? Mas é verdade! Dulcineia e Cecília são mesmo, mesmo amigas. Na história verão porquê… Um dia resolvem viajar, conhecer outros mundos. Amizade, solidariedade, são valores que elas transportam consigo ao longo da longa viagem. E essa amizade e essa solidariedade são tão grandes que elas conseguem este «milagre» da natureza: comunicar com o mundo das mulheres e dos homens, de carne e osso…

    Vale a pena, pois, conhecer Dulcineia e Cecília…

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.