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Joaquim Leitão
15,00 €
Os Deuses Voltaram de Joaquim Leitão
Ed. Autor. Lisboa, 1943, 308 págs. B.
Joaquim Leitão (1875–1956) foi um escritor, jornalista e historiador português nascido no Porto. Estudou Medicina, mas destacou-se na vida cultural e intelectual, ocupando cargos como secretário-geral da Academia das Ciências de Lisboa. Colaborou em vários jornais e revistas e dirigiu publicações. Autor prolífico, escreveu romances, contos, teatro e ensaios históricos. Recebeu condecorações oficiais pelo seu contributo cultural
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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João C. Reis
10,00 €
Macaense, Português de Trás-os-Montes, definiu-se ele próprio uma vez. Mas a realidade não afinava com a afectividade, ultrapassou a paráfrase. Na verdade, Morais Alves cresceu, fez-se homem, com as qualidades e méritos, e a dignidade e aprumo moral que todos lhe reconheceriam – aqui se tornou cidadão eminente. Aqui casou, aqui teve filhos e netos. Aqui se rodeou de amigos, e aqui foi que quis morrer. No fim a sua Terra era Macau. E o que Ele queria, efectivamente, era ficar em Macau, no seio da sua Família, no convívio fraternal dos seus amigos, na grande cidade que ele tanto ajudara a construir. Morrer em Macau, pois. Não como transmontano de uma cidade natal longínqua, embora querida, não de Portugal, amado do coração, mas que no fundo mal conhecia, todavia como Macaense. E foi como Macaense que Ele morreu!
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Santos Guerra
6,00 €
Duas Conferências e 1 Palestra Radiofónica no Brasil de Santos Guerra.
Ed. Autor. Lisboa, 1951, 72 págs. Mole.
Cada povo tem as suas tradições de família, vivendo no culturo dos costumes antigos que são a força e o seu encanto, embora acompanhando a evolução do progresso. É sempre oportuno evocar a excelência das nossas tradições familiares que, desde o começo da nacionalidade, uniram o passado ao futuro na eternidade da raça.
✍🏻 Edição autografada pelo autor.
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António Alves Seara
5,00 €
“Com raizes profundadas, teluricamente, num cerro alcandorado do Alentejo alto, este Fragmentos de Silêncios, quais voos planados de altaneiro gavião, ao sabor de um soão escaldante de inspiração, como que se transformam, por força de algum milagre, em voos descansados de gaivota, ao sabor da travessia da que, na planície penicheira, ensaia bailados de algas…