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  • Podemos e Devemos Construir o Futuro Significativo

    Podemos e Devemos Construir o Futuro Significativo

    Bernardo Domingues

    10,00 

    Podemos e Devemos Construir o Futuro Significativo de Bernardo Domingues.
    Edição Autor. Porto, 2008, 455 págs. B.

    Em suma: Constatamos que nos seres vivos, com diferenças segundo as espécies, por informação intrínseca e por um impulso vital organizado, há uma orientação para conseguirem a respectiva finalidade ou seja a autorrealização programada. Esta passagem da potência ao acto é regulada por organizados processos químicos em interacção com o ambiente propício. – in Introdução

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  • Regresso à Inteligência: Temas Literários

    Regresso à Inteligência: Temas Literários

    Taborda de Vasconcelos

    8,00 

    Regresso à Inteligência: Temas Literários de Taborda de Vasconcelos.
    Ed. Autor. Porto, 1962, 193 págs. B.

    Reúnem-se aqui alguns ensaios de importância muito diversa e cuja índole pretende tão somente acentuar a presença da critica que se exerce ao mesmo ritmo duma actividade editorial excitada pelas circunstâncias de meio e de tempo que nos assistem hoje. Quer dizer que se o fenómeno literário ocupa, de novo, e a exemplo do que sucedeu nas imediações do último conflito, uma larga margem de interesse geral, a verdade é que, para acompanhá-lo na sua função de estudo, nenhum outro sector adquiriu, como a crítica, as proporções amplas que hoje comporta, na efervescência em que se encontra e nas inúmeras zonas de controvérsias que abrange, suscitadas justamente pelos complexos valores da literatura que a solicitam e de perto acompanha.

    📝 Assinatura de posse.

  • Espirituais

    Espirituais

    Oliva Guerra

    7,50 

    Espirituais de Oliva Guerra.
    Ed. Autor. Lisboa, 1922, 100 págs. B.

    Oliva Correia de Almada Meneses Guerra, natural de Sintra, foi poetisa, musicóloga e cronista, destacando-se na promoção cultural do concelho. Como presidente do Instituto de Sintra, ajudou a revelar talentos e dinamizar a cultura local. Publicou obras como Passos ao Longe e Roteiro Lírico de Sintra e colaborou com jornais como Diário de Lisboa e Diário Popular. Conviveu com figuras ilustres da cultura e política portuguesa e europeia.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Vida e Obra do Senhor Padre Manuel Francisco Borges

    Vida e Obra do Senhor Padre Manuel Francisco Borges

    Maria Ivone Duarte

    6,00 

    A Vida e Obra do Senhor Padre Manuel Francisco Borges de Maria Ivone Duarte Carrolo.
    Ed. Autor. Santarém, 2009, 193 págs. B. Il.

    Aceitando o desafio de escrever sobre a Vida e a Obra do Sr. Padre Manuel Francisco Borges, tive a convicção de que muito iria aprender como pessoa e como cristão, confirmando o sentimento de gratidão que se tem perante as grandes figuras da sociedade contemporânea.

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  • Lusíadas de Luís de Camões

    Lusíadas de Luís de Camões

    Manuel dos Santos Alves

    7,00 

    Os Lusíadas de Luís de Camões: Dicionário, Síntese, Comentários de Manuel dos Santos Alves.
    Ed. Autor. Viseu, 1973, 307 págs. B.

    As estâncias dos Lusíadas constituem pretexto de análise, desde que se atribua ao conceito estudante o sentido lato.

    A fundamentação dos comentários gramaticais, que porventura não pareçam evidentes, cabe ao professor e depois ao aluno que, pela reflexão dos seus ensinamentos e pelo estudo da «Gramática», poderá adquirir certo domínio da língua.

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  • Flor do Lotus, A

    Flor do Lotus, A

    Virgílio Arruda

    7,50 

    A Flor do Lotus de  Virgílio Arruda.
    Ed. Autor. 1980, 54, B.

    Não são mais estas páginas que um capítulo desgarrado daqueles «Itinerários Sentimentais» que um dia per corremos juntos, todos eles, de certa maneira, capítulos da nossa vida comum, no que ela sempre teve de preocupação construtiva. Alinhadas depois do que até então ficou escrito, coloco hoje nas tuas mãos estas divagações sobre aquela. civilização milenária que então nos foi dado conhecer. É como se tivesse presente aqueles obeliscos que por esse Vale do Nilo encontramos aos pares, e se conservam diante dos templos, exprimindo sentimentos perduráveis, resumindo nas suas inscrições o que, porventura, alguém tivesse feito em prol do comum.

  • Fertilidade e Labor na Lezíria Ribatejana

    Fertilidade e Labor na Lezíria Ribatejana

    Aurélio Lopes

    7,50 

    Fertilidade e Labor na Lezíria Ribatejana de Aurélio Lopes.
    Ed. Autor. Alpiarça, 2001, 87 págs. B.

    Há a meio do país uma larga faixa de terra que tem o Tejo por referência, tanto física como cultural, cujas gentes se habituaram, pelos séculos adiante, a organizar a sua vida e o seu universo simbólico essencialmente em função dele, do seu curso, do seu regime de cheias, do que dá e do que leva.

    Chamam a essa terra Ribatejo e o nome, por força dos elementos que o compõem e das imagens que dele fomos construindo, lembra de imediato o campo da Borda d’Agua, os terrenos de aluvião, a vastidão da lezíria, homens, cavalos e toiros. Esse é o Ribatejo mais rico, falando de agricultura, e é dele que trata o livro que agora temos em mãos. É bom, contudo, ter presente que Ribatejo é mais que campo, é também bairro e charneca, de um lado e doutro do rio, o ondulado dos vinhedos e olivais, salpicado de povoações dispersas, a norte, e a terra pedregosa e pobre, a sul, caminho do Alentejo, floresta a perder de vista, entrecortada pelas ribeiras, onde vivem e trabalham ribatejanos.

    Mas fixemo-nos na lezíria, terra plana e generosa, das mais férteis da Europa, uma dádiva do Tejo que os homens afeiçoaram. Toda a vida ela foi um espaço de atracção e, ao mesmo tempo, de passagem, por ter muito para dar e ser fácil de percorrer. E assim este Ribatejo se foi transformando numa das regiões portuguesas que mais gente acolheu das outras, cadinho onde se fundiram sentires de diversos lados, gaibéus, barrões, serranos, bimbos, avieiros, tudo nomes de gente muito precisada de pão, que aqui veio em busca dele, tirando-o da terra e do rio, vindo e voltando e às vezes por cá ficando.

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  • Serranos Campinos e Bairrões

    Serranos Campinos e Bairrões

    Luís Duarte Melo

    20,00 

    Serranos Campinos e Bairrões: Etnografia e Falares do Ribatejo de Luís Duarte Melo [et al.].
    Ed. Autor. Alcanede, 2023, 649 págs. B.

    Uma visita ao quotidiano da alma ribatejana, por intermédio da língua portuguesa na boca do povo – um poderoso meio de mundividêncía e coesão social, que Frazão promove a precioso reduto de vocábulos e modos de dizer, próximos dos clássicos, por vezes crus, mas propositados e entendidos por toda a gente, que urgia fixar antes que passassem ao rol dos esquecidos.

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  • Santa Misericórdia de Alcanede

    Santa Misericórdia de Alcanede

    Luís Duarte Melo

    20,00 

    Santa Misericórdia de Alcanede: Memória e Identidade de Luís Duarte Melo.
    Ed. Autor. Alcanede, 2020, 167 págs. B.

    A leitura deste livro permite revisitar o que foi a vida humana na vila e em terras de Alcanede, fornecendo abundantes pormenores relevantes acerca do percurso, funcionamento, êxitos e dificuldades da sua Santa Casa da Misericórdia, em contexto nacional e distrital, particularmente nos séculos XIX e XX. Em duzentos anos, muito foi feito, desfeito e refeito em Alcanede, conduzindo-nos este livro até à atualidade, valorizando as outras confrarias e irmandades existentes e o património religioso com especial significado

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  • Nova Monografia de Alcanede de Luís Duarte Melo

    Nova Monografia de Alcanede

    Luís Duarte Melo

    20,00 

    Nova Monografia de Alcanede de Luís Duarte Melo.
    Ed. Autor. Alcanede, 2005, 205 págs. B.

    Há muitos anos que os autores da presente monografia tiveram acesso à Notícia Histórica e Topográfica da Vila de Alcanede, composta em 1726 pelo fidalgo Simão Froes de Lemos. Já a mesma servira de base ao Senhor Armando da Silva Duarte para a Monografia de Alcanede, que o avô materno dos dois autores lançara ao prelo no ano de 1936. Pode-se considerar esse texto a primeira fonte escrita sobre as antiguidades da Vila, como o fez o Senhor Joaquim Vale Cruz na sua excelente pesquisa sobre a Vila de Alcanede, publicada em Santarém no ano de 1993. Todas as noticias sobre o passado da Vila beberam nesta fonte primeva acerca da qual e do seu autor quase tudo se ignorava

  • Crónica da Igreja de Alcanede

    Crónica da Igreja de Alcanede

    Luís Duarte Melo

    20,00 

    Crónica da Igreja de Alcanede de Luís Duarte Melo.
    Ed. Autor. Alcanede, 2022, 406 págs. B. Il.

    Na génese desta obra esteve a ideia de inventariar e valorizar o património artístico-religioso da freguesia de Alcanede e o desejo do autor em contribuir para os trabalhos de reabilitação da sua igreja-mãe, numa altura em que a paróquia promovia a campanha Eu Sou Matriz para os financiar.

     

    Da igreja, na sua aceção de edifício, a investigação alargou-se ao seu significado mais amplo de conjunto de moradores de uma circunscrição territorial, ligados pelo cristianismo e reunidos em torno de um templo sob liderança de um presbítero local.

     

    A informação agora publicada evidencia a centralidade da igreja matriz e das ermidas dos lugares da freguesia de Alcanede como agregadores históricos das respetivas comunidades, aproximando-nos do melhor conhecimento das vivências das populações na sua permanente busca de sentido e nos respetivos contextos temporais.

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  • Direito Penal II

    Direito Penal II

    Manuel Cavaleiro de Ferreira

    15,00 

    O livro que ora se publica, tem por conteúdo parte das lições proferidas no ano lectivo de 1960-1961 na Faculdade de Direito de Lisboa. E, ou pretende ser, um livro de estudo. Destinando-se aos estudantes de Direito visa facilitar-lhes a compreensão, nas suas linhas gerais, do direito penal e estimular-lhes a iniciativa para o aprofundamento…

  • Cristo Rei

    Cristo Rei

    Joaquim de Ourém

    7,50 

    Cristo Rei por Joaquim de Ourém.
    Edição Maranaus. Lisboa, 1955, 221 págs. B

    Das profundas do meu ser,
    desta vasa de paul,
    eu subi ao belveder
    para meus olhos pascer
    nos espaços do azul.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Claridade

    Claridade

    Dário Bastos

    7,50 

    Claridade de Dário Bastos.
    Tipografia Imprensa Social. Porto, 1977, 111 págs. B.

    Dario Bastos, que se estreou com Musa Itinerante, colec tânea de poemas, e, a seguir, publicou «Humildade e Presun ção, em prosa, surge agora com outro livro a que deu o no me de «Realidades e Fantasias”.

    São contos leves, originados em observações da nossa socie dade, que a sua profissão de caixeiro-viajante, em suas andanças através de todo o país, lhe permitiu encarar tanto quan to possível à luz da realidade.”

    Todas as narrativas descritas em «Realidades e Fantasias são baseadas em fatos autênticos e nelas o autor descreve, com simplicidade e clareza, a vida dos que labutam pela con quinta do pão de cada dia e a deplorável situação de muitos trabalhadores, vítimas de deus mano egoismo.

    «Realidades e Fantasias, livro de leitura amena e, por isso, assaz agradável, é despido de preconceitos literarios.

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  • Cântaro Que Vai à Fonte

    Cântaro Que Vai à Fonte

    Cunha Leal

    7,00 

    Cântaro Que Vai à Fonte de Cunha Leal.
    Edição do Autor. Lisboa, 1963, 240 págs. B.

    O autor, natural de Pedrógão, Penamacor, iniciou a sua carreira política militando o Partido Centrista de Egas Moniz. Foi deputado Sidonista em 1918. Fundou em 1923 a União Liberal Republicana, tendo exercido funções como Reitor da Universidade de Coimbra em 1924 e 1925. Apoiante que foi do golpe de Estado do 28 de Maio, foi indicado para vice-governador do Banco Nacional Ultramarino, no entanto o seu posicionamento político levou-o à oposição ao regime militar. Participa já nos anos 50 no Directório Democrato-Social, fundado por António Sérgio, Cortesão e Azevedo Gomes. Como jornalista foi director dos jornais «O Popular», «O Século» e «Vida Contemporânea». Volume integrado na colecção subordinada ao título genérico «Coisas do tempo presente».

    📕 1ª Edição.
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  • Insustentáveis Incompatibilidades dos Seres de Álvaro

    Insustentáveis Incompatibilidades dos Seres, As

    Álvaro

    6,00 

    Insustentáveis Incompatibilidades dos Seres de Álvaro.
    Ed. Autor. Carcavelos, 1998, 64 págs. Mole.

    As Insustentáveis Incompatibilidades dos Seres. Este álbum reúne uma seleção de cartunes e BD’s curtas que o autor publicou no DN Jovem, suplemento do Diários de Notícias, durante a década de 90 do século passado. É uma oportunidade para o leitor poder conhecer o seu trabalho realizado naquela época aos vinte e poucos anos de idade.

    📝 Assinatura de posse.