• A Flor do Lotus de Virgílio Arruda

    Flor do Lotus, A

    Virgílio Arruda

    7,50 

    A Flor do Lotus de  Virgílio Arruda.
    Ed. Autor. 1980, 54, B.

    Não são mais estas páginas que um capítulo desgarrado daqueles «Itinerários Sentimentais» que um dia per corremos juntos, todos eles, de certa maneira, capítulos da nossa vida comum, no que ela sempre teve de preocupação construtiva. Alinhadas depois do que até então ficou escrito, coloco hoje nas tuas mãos estas divagações sobre aquela. civilização milenária que então nos foi dado conhecer. É como se tivesse presente aqueles obeliscos que por esse Vale do Nilo encontramos aos pares, e se conservam diante dos templos, exprimindo sentimentos perduráveis, resumindo nas suas inscrições o que, porventura, alguém tivesse feito em prol do comum.

  • Fertilidade e Labor na Lezíria Ribatejana de Aurélio Lopes

    Fertilidade e Labor na Lezíria Ribatejana

    Aurélio Lopes

    7,50 

    Há a meio do país uma larga faixa de terra que tem o Tejo por referência, tanto física como cultural, cujas gentes se habituaram, pelos séculos adiante, a organizar a sua vida e o seu universo simbólico essencialmente em função dele, do seu curso, do seu regime de cheias, do que dá e do que…

  • Serranos Campinos e Bairrões

    Serranos Campinos e Bairrões

    Luís Duarte Melo

    20,00 

    Uma visita ao quotidiano da alma ribatejana, por intermédio da língua portuguesa na boca do povo – um poderoso meio de mundividêncía e coesão social, que Frazão promove a precioso reduto de vocábulos e modos de dizer, próximos dos clássicos, por vezes crus, mas propositados e entendidos por toda a gente, que urgia fixar antes…

  • Santa Misericórdia de Alcanede de Luís Duarte Melo

    Santa Misericórdia de Alcanede

    Luís Duarte Melo

    20,00 

    A leitura deste livro permite revisitar o que foi a vida humana na vila e em terras de Alcanede, fornecendo abundantes pormenores relevantes acerca do percurso, funcionamento, êxitos e dificuldades da sua Santa Casa da Misericórdia, em contexto nacional e distrital, particularmente nos séculos XIX e XX. Em duzentos anos, muito foi feito, desfeito e…

  • Nova Monografia de Alcanede de Luís Duarte Melo

    Nova Monografia de Alcanede

    Luís Duarte Melo

    20,00 

    Há muitos anos que os autores da presente monografia tiveram acesso à Notícia Histórica e Topográfica da Vila de Alcanede, composta em 1726 pelo fidalgo Simão Froes de Lemos. Já a mesma servira de base ao Senhor Armando da Silva Duarte para a Monografia de Alcanede, que o avô materno dos dois autores lançara ao…

  • Crónica da Igreja de Alcanede

    Crónica da Igreja de Alcanede

    Luís Duarte Melo

    20,00 

    Na génese desta obra esteve a ideia de inventariar e valorizar o património artístico-religioso da freguesia de Alcanede e o desejo do autor em contribuir para os trabalhos de reabilitação da sua igreja-mãe, numa altura em que a paróquia promovia a campanha Eu Sou Matriz para os financiar. Da igreja, na sua aceção de edificio,…

  • Direito Penal II

    Direito Penal II

    Manuel Cavaleiro de Ferreira

    15,00 

    O livro que ora se publica, tem por conteúdo parte das lições proferidas no ano lectivo de 1960-1961 na Faculdade de Direito de Lisboa. E, ou pretende ser, um livro de estudo. Destinando-se aos estudantes de Direito visa facilitar-lhes a compreensão, nas suas linhas gerais, do direito penal e estimular-lhes a iniciativa para o aprofundamento…

  • Cristo Rei

    Cristo Rei

    Joaquim de Ourém

    7,50 

    Cristo Rei por Joaquim de Ourém.
    Edição Maranaus. Lisboa, 1955, 221 págs. B

    Das profundas do meu ser,
    desta vasa de paul,
    eu subi ao belveder
    para meus olhos pascer
    nos espaços do azul.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Claridade

    Claridade

    Dário Bastos

    7,50 

    Claridade de Dário Bastos.
    Tipografia Imprensa Social. Porto, 1977, 111 págs. B.

    Dario Bastos, que se estreou com Musa Itinerante, colec tânea de poemas, e, a seguir, publicou «Humildade e Presun ção, em prosa, surge agora com outro livro a que deu o no me de «Realidades e Fantasias”.

    São contos leves, originados em observações da nossa socie dade, que a sua profissão de caixeiro-viajante, em suas andanças através de todo o país, lhe permitiu encarar tanto quan to possível à luz da realidade.”

    Todas as narrativas descritas em «Realidades e Fantasias são baseadas em fatos autênticos e nelas o autor descreve, com simplicidade e clareza, a vida dos que labutam pela con quinta do pão de cada dia e a deplorável situação de muitos trabalhadores, vítimas de deus mano egoismo.

    «Realidades e Fantasias, livro de leitura amena e, por isso, assaz agradável, é despido de preconceitos literarios.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cântaro Que Vai à Fonte de Cunha Leal

    Cântaro Que Vai à Fonte

    Cunha Leal

    7,00 

    Cântaro Que Vai à Fonte de Cunha Leal.
    Edição do Autor. Lisboa, 1963, 240 págs. B.

    O autor, natural de Pedrógão, Penamacor, iniciou a sua carreira política militando o Partido Centrista de Egas Moniz. Foi deputado Sidonista em 1918. Fundou em 1923 a União Liberal Republicana, tendo exercido funções como Reitor da Universidade de Coimbra em 1924 e 1925. Apoiante que foi do golpe de Estado do 28 de Maio, foi indicado para vice-governador do Banco Nacional Ultramarino, no entanto o seu posicionamento político levou-o à oposição ao regime militar. Participa já nos anos 50 no Directório Democrato-Social, fundado por António Sérgio, Cortesão e Azevedo Gomes. Como jornalista foi director dos jornais «O Popular», «O Século» e «Vida Contemporânea». Volume integrado na colecção subordinada ao título genérico «Coisas do tempo presente».

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Insustentáveis Incompatibilidades dos Seres de Álvaro

    Insustentáveis Incompatibilidades dos Seres, As

    Álvaro

    6,00 

    Insustentáveis Incompatibilidades dos Seres de Álvaro.
    Ed. Autor. Carcavelos, 1998, 64 págs. Mole.

    As Insustentáveis Incompatibilidades dos Seres. Este álbum reúne uma seleção de cartunes e BD’s curtas que o autor publicou no DN Jovem, suplemento do Diários de Notícias, durante a década de 90 do século passado. É uma oportunidade para o leitor poder conhecer o seu trabalho realizado naquela época aos vinte e poucos anos de idade.

    📝 Assinatura de posse.

  • Recolha de Alguns Elementos Coevos para a História Sincera do Reinado de El-Rei Dom João V de João Afonso Corte-Real.

    Recolha de Alguns Elementos Coevos para a História Sincera do Reinado de El-Rei Dom João V

    João Afonso Corte-Real

    10,00 

    Recolha de Alguns Elementos Coevos para a História Sincera do Reinado de El-Rei Dom João V de João Afonso Corte-Real. Ed. Autor. Madrid, 1951 [?], 45 págs. B.

    Nas duas correntes históricas dimanadas da figura discutida de el Rei D. João V, resultam entre as opiniões opostas estas indispensáveis perguntas:

    Qual o mérito do monarca?

    Qual a posição de Portugal?

    Recuados, pois, ao começante século dezoito; integrados, em grande parte, no «modus vivendi» usado na época; tendo em atenção a convivência constante com os outros países, sobretudo, europeus; preocupados com a segurança e respeito pelos novos interesses metropolitanos e coloniais, resultantes, principalmente, do aparecimento quantioso do ouro do Brasil; reconhecendo a vantagem da ostentação como forma de prestigio entre as nações estrangeiras eivadas da mesma viciosidade; procurando nas terras portuguesas de Africa algo do que nos faltava em casa; mantendo na India governos seguros, conseguiamos, não só, criar uma politica nacional de prestigio como ter lugar de relevo entre os mais representativos países da Europa, soerguendo-se de maneira iniludível a consideração com que eramos tratados pelo Vaticano

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Viagem Incompleta

    Viagem Incompleta

    Mário Braga

    6,00 

    Viagem Incompleta de Mário Braga. Portugália. Lisboa, s.d., 172 págs. B.

    Viagem Incompleta é um livro excelente que, como os demais de Mário Braga, mergulha as raízes no quotidiano, obrigando-nos a acotovelar os Orlandos, Luísas, Adalbertos e D. Margaridas, entrechocando-se e chocando-se connosco nas páginas de um mundo real meditado”.- crítica de Santos Simões, no texto da badana.

    📝 Assinatura de posse.

  • Terceiro Centenário da Célebre Batalha de Montes Claros (1665-1965)

    Terceiro Centenário da Célebre Batalha de Montes Claros (1665-1965)

    João Afonso Côrte-Real

    7,50 

    Terceiro Centenário da Célebre Batalha de Montes Claros (1665-1965) de João Afonso Côrte-Real.
    Ed. Autor. 1965. 14 págs. B

    A batalha dos Montes Claros, em 17 de junho de 1665, é a última de um conjunto de batalhas de grandes proporções, tidas como essenciais para garantir a independência de Portugal durante a guerra da restauração.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Afonso de Albuquerque: Esboço Biográfico

    Afonso de Albuquerque: Esboço Biográfico

    César Pegado

    10,00 

    Afonso de Albuquerque: Esboço Biográfico de César Pegado.
    Ed. Autor. Coimbra, 1956. 39 págs. B.

    Por generosa sugestão do Sr. Doutor AFONSO RODRIGUES QUEIRÓ, mestre eminente desta velha e gloriosa Universidade, onde formei o meu espírito e à qual muito devo do pouco que sei, foi a minha pessoa indicada para proferir uma palestra na abertura das actividades culturais do Centro de Estudos Ultramarinos, no corrente ano lectivo.

    Quero crer que essa deferência se deve exclusivamente à amizade com que S. Ex.” me distingue vai para alguns anos. Por isso, e não encontrando outra explicação para o facto, não quero nem posso deixar de lhe expressar pública e sinceramente os meus agradecimentos e de lhe render as minhas homenagens.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • D. Carlos I: Um Grande Rei de Eurico Carlos Esteves Lage Cardoso

    D. Carlos I: Um Grande Rei

    Eurico Carlos Esteves Lage Cardoso

    10,00 

    D. Carlos I: Um Grande Rei: Evocação da sua vida no Centenário da sua morte de Eurico Carlos Esteves Lage Cardoso.
    Ed. Autor. Lisboa, 2007, 209 págs. B.

    Não obstante os inimigos do Regime Monárquico e do próprio Rei tudo terem feito para denegrir a imagem do soberano e apontar de modo inquisitorial os seus defeitos (que os tinha como qualquer ser humano), o certo é que os portugueses, dignos desse nome, independentemente do seu credo político (governantes inclui- dos), têm vindo, ao longo dos anos, a reparar os ataques soezes que foram desferidos a D. Carlos de Bragança desde os primórdios da República.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.