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  • Cartas de Fernando Pessoa a Armando Côrtes Rodrigues

    Cartas de Fernando Pessoa a Armando Côrtes Rodrigues

    Fernando Pessoa

    20,00 

    Cartas de Fernando Pessoa a Armando Côrtes Rodrigues.
    Editorial Confluência. Lisboa, s.d., 92 págs. B.

    Introdução de Joel Serrão. Capa da autoria de Carlos Ribeiro. Ilustrado com uma fotografia a preto e branco de Fernando Pessoa e reproduções de cartas.

    “(…) A publicação destas cartas que, me parece, alguma luz lançam sôbre a difícil personalidade de Pessoa, obedece, pois, a um único fim: contribuir para um mais lato e mais profundo conhecimento do homem que se chamou Fernando Pessoa e para um talvez melhor conhecimento da obra que nos legou (…)”.— retirado da Explicação.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cartas de Amor de Fernando Pessoa e Ofélia Queiroz

    Cartas de Amor

    Fernando Pessoa

    7,50 

    Pela primeira vez, as cartas de Fernando Pessoa e Ofélia Queiroz são apresentadas em edição conjunta. Uma edição conjunta é a forma mais adequada para apresentar uma correspondência, que pressupõe sempre um diálogo, uma interação, a existência concreta de dois interlocutores. Cada carta é, em si mesma, ou a resposta a outra carta ou pretexto…

  • Fernando Pessoa Editor, Escritor de Richard Zenith

    Fernando Pessoa Editor, Escritor

    Richard Zenith

    25,00 

    «Pessoa: Uma Biografia é um casamento feito no céu intelectual, a equilibrada união entre o génio literário de Fernando Pessoa e os poderes analíticos do seu biógrafo. Zenith consegue não apenas revelar convincentemente que Pessoa era um grande (e estranho) poeta como também um espantoso dramaturgo e filósofo. Pessoa é um triunfo de erudição e verve que é difícil de parar de ler.» – António Damásio

  • Fundamentos Filosóficos da Obra de Fernando Pessoa (Vol. I) de António Pina CoelhoFundamentos Filosóficos

    Fundamentos Filosóficos da Obra de Fernando Pessoa (Vol. I)

    António Pina Coelho

    15,00 

    Fundamentos Filosóficos da Obra de Fernando Pessoa (Vol. I) de António Pina Coelho.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1971, 331 págs. B.

    A abordagem filosófica da obra pessoana é tão legítima e válida como seria a linguística, a estética, a psicológica, a político-sociológica, a religiosa, etc. Nenhuma destas visões abrange a obra em toda a sua plenitude, revelando-a como é, mas cada uma delas chama a atenção para este ou para aquele nível, explicitando nele o que era implícito ou virtual. A clarificação geral é meta da colaboração das diversas inteligências empenhadas no aprofundamento e na focagem, em diversos ângulos, da mesma obra. Pessoa tem muito de implícito e de virtual, que se pressente, mas com dificuldade se racionaliza, e precisaria de estudiosos da categoria de um K. Barth, de um Heidegger, de um Jaspers, que tão profunda e largamente explicitaram o que profeticamente estava contido no silenciado Kierkegaard. O campo está aberto e a atenção às intuições dos artistas e dos místicos é factor eficiente para o avanço da própria filosofia, pelo que nelas há de antecipação. […] Pessoa é talento e ao mesmo tempo esforço. A sua obra tem a gratuidade do incompromisso e o alto preço de uma vida consumida no estudo. As novas gerações sentem-se justamente atraídas e perplexas perante a sua profundidade e transcendência. Poeta actual tanto na rapidez estilizadora das imagens, no ritmo da linguagem, como na sinceridade da indefinição e da relatividade das coisas. Optimista ou pessimista? Tem o optimismo e o pessimismo próprios dos trágicos, dos místicos que não se contentam com a quotidianidade e a superfície das coisas. Ele será o Pessoa, o máscara esfíngico, sempre novo, sempre questionador, tràgicamente de olhos fixos num além indefinido.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.