Ultimatum e Páginas de Sociologia Política
Fernando Pessoa
10,00 €Obra com recolha de textos de Drª. Maria Isabel Rocheta e Drª. Maria Paula Morão. Com introdução e organização de Joel Serrão.
A mostrar 33–48 de 52 resultadosOrdenado por mais recentes

Obra com recolha de textos de Drª. Maria Isabel Rocheta e Drª. Maria Paula Morão. Com introdução e organização de Joel Serrão.

Fernando Pessoa e o Ideal Neo-Pagão: Subsídios para uma Edição Crítica de Luís Filipe B. Teixeira.
Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1996, 142 págs. B.
Esta obra foi editada para comemorar os 60 anos da sua morte e um dos seus méritos, se me é permitida a ousadia, está no facto da organização dos textos respeitar os projectos existentes no espólio, os quais são transcritos a abrir cada uma das secções que constituem o livro, para além de, seguindo essa metodologia, se possibilitar a leitura (“arrumada”) dos documentos pertencentes a cada um dos projectos.
Assim, pela primeira vez é possível ler, sequencialmente, todos os documentos que constituem os “Prefacios do Dr. Ricardo Reis”, incluindo o que escreveu “Aos ‘Poemas Completos’ de Alberto Caeiro”, cuja divisão se encontra no documento (dactiloscrito) 21-9r, que, comparado com o de António Mora, dará para verificar as diferenças de perspectiva, embora convergentes na sua finalidade.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.


Fernando Pessoa Poeta da Hora Absurda de Mário Sacramento.
Editorial Inova Limitada. Porto, 1970, 229 págs. B.
“Escrito e publicado em primeira e deficiente edição nas amargas circunstâncias de encasulamento forçado a que aqui mesmo se alude em explicação prévia, e concebido segundo uma orientação polémica acesa que o autor situa e delimita nos textos também aqui pòstumamente reunidos em Adenda — este ensaio de Mário Sacramento não chegou a ser refundido no sentido que ele nesses mesmos textos aponta. No entanto, podemos apresentá-lo corrigido em numerosas gralhas ou lapsos, objectivamente referenciáveis por um exemplar emendado e pelas variantes do texto original. De qualquer modo, a reedição assim corrigida impunha-se (…)”.
📕 2ª Edição.
📝 Assinatura de posse.


Sérgio contra (em carta particular; publicamente, a favor de) Pessoa? Pessoa a favor de (em público; pela calada, contra) Sérgio? O duplo processo literário Sérgio contra Pessoa / Pessoa contra Sérgio, que aqui abrimos, nasce da excepção na regra da cordialidade de relações indirectas – directas, pessoais, não as houve – entre os dois escritores,…

Este é o texto mais coeso de Fernando Pessoa, aquele em que poética e circunstância histórica, passada ou resolvida até nós, se harmonizam numa mensagem específica, simultaneamente ambigua e definida, que Silvina Rodrigues Lopes aqui explora estudando-lhe a arquitectura e os símbolos, o diálogo com Os Lusiadas e o visionarismo profético do «Quinto Império».

Apresentamos neste volume os poemas mais importantes de Álvaro de Campos, que a introdução situa de um ponto de vista histórico, poético e heteronimico, de modo a determinar as linhas de força mais específicas desta construção lirica – que podemos ver ainda prolongadas em alguns textos de prosa da mesma personalidade aqui também incluidos.
Maria Alzira Seixo

Cartas de Amor de Fernando Pessoa.
Editorial Ática. Lisboa, 1978, 222 págs. B.
«Por se tratar de uma primeira edição, respeitou-se escrupulosamente a grafia original (sem prejuízo, pois, de em edições ulteriores ela vir a ser actualizada); respeitou-se também o modo bem pouco uniforme como Fernando Pessoa datava as suas cartas; e entendeu-se ainda, quanto ás duas únicas que não trazem data – embora se mostre conjecturável a sua inserção no conjunto -, que o mais prudente seria, por agora, relegá-las para um apêndice, onde igualmente se arquiva uma carta que, não sendo especificamente dirigida à destinatária, esta última teve o cuidado de religiosamente a conservar também (…)» – Introdução.
🖊️ Dedicatória de oferta

Fernando Pessoa Empregado de Escritório de João Rui de Sousa.
SITESE. Lisboa, 1985, 102 págs. B.
João Rui de Sousa, poeta e ensaísta, estudou grandes nomes da poesia do século XX, incluindo Fernando Pessoa. Muitos dos seus textos críticos estão dispersos em jornais e revistas, mas alguns foram reunidos em livros. A reedição de Fernando Pessoa, Empregado de Escritório analisa a trajetória profissional do escritor, os reflexos do seu trabalho na obra literária e a sua visão sobre economia e gestão, ajudando a compreender o contexto em que se desenvolveu o seu génio criativo.
✍🏻 Edição autografada pelo autor.

Vivência do Tempo em Fernando Pessoa de Maria Vitalina Leal de Matos.
Editorial Verbo. Lisboa, 1992, 360 págs. B.
O ensaísmo português tem nesta colecção um repositório de sugestões e de temas perfeitamente actuais, conduzidos com a segurança dos melhores representantes portugueses da crítica contemporânea, que fazem parte do mundo de cogitações levantado pelas obras dos nossos escritores.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

A Nova Poesia Portuguesa de Fernando Pessoa.
Editorial Inquérito. Lisboa, s.d., 119 págs. B.
🗂️ Colecção: Cadernos Culturais | 84
📃 Com prefácio de Álvaro Ribeiro
Edição da colecção «Cadernos Culturais», com prefácio de Álvaro Ribeiro, dos artigos que Fernando Pessoa publicou em 1912 na revista A Águia sobre a nova poesia portuguesa, considerada sociologicamente. Pessoa analisa aí o aparecimento de uma poesia portuguesa renovada, ligada ao movimento da Renascença Portuguesa e ao saudosismo de Teixeira de Pascoaes, nela procurando os sinais de uma nova fase espiritual e literária do país.
──────────────────
Características do Exemplar
🖋️ Assinatura de posse de anterior proprietário na folha de guarda, sem outras marcas.
✏️ Sublinhados a lápis.
──────────────────

Fausto: Tragédia Subjectiva de Fernando Pessoa.
Editorial Presença. Lisboa, 1988, 222 págs. B.
«Apesar da sua polifonia característica, Fausto, o poema dramático de Pessoa, é um solilóquio que se desenrola no terror metafísico da solidão e da acção empenhada. A abstenção é loucura, mas é-o também a acção que exclui os gestos e as paixões humanos do santuário do eu privado. Em trechos profundamente influenciados por Schopenhauer, Pessoa identifica a salvação com o sono, um sono tão profundo que acaba, para além do inconsciente e da vaidade dos sonhos, por reduzir a silêncio o tumulto vão do pensamento. Uma dolorosa contradição insolúvel atormenta o mago de Pessoa. Persuadido da irrealidade do mundo, quer, apesar de tudo, decifrar os seus fenómenos (a “Vontade” e a “Representação” de Schopenhauer). O niilismo metafísico não pode negar o impulso no sentido do conhecimento. O monólogo dramático de Pessoa reitera, uma e outra vez, um horror de pesadelo: possuído por uma reflexão vã, mas imperiosa, Fausto sufoca no interior da sua própria alma. A indagação metafísica induz o enterramento em vida. (…)
Mais do que a própria filosofia, é a linguagem da literatura ou, mais precisamente, da filosofia tornada literatura, como em Kierkegaard ou Nietzsche, que articula a extremidade patológica, a vanglória compulsiva, do empreendimento e da vocação filosóficos. Tal é a intuição que o tema de Fausto encerra. Pessoa avança um passo mais longe do que Hegel e define a especulação metafísica como não sendo mais do que uma “ansiedade infinita”.»
📝 Assinatura de posse.

“(…) Na verdade, como o demonstra este livro sobre a República Portugueza, e o evidenciou já no anterior Sobre Portugal e ainda o tornará mais patente o restante espólio que oportunamente será dado a lume, Pessoa escreveu continuamente acerca do seu País e dos problemas que este suscitava à sua busca de entendimento da sua própria inserção no processus nacional(…)”

«Com esta Fotobibliografia pretendeu-se trazer à ribalta o itinerário, o mais completo possível e essencialmente pela imagem, do que foi a obra publicada por Fernando Pessoa no decurso da sua vida: nos jornais, em revistas, em livros (próprios ou alheios), em folhas soltas. Com toda a carga, aí implícita, de muitos gestos voluntários, mas também…

Fernando Pessoa: o Insincero Verídico de Adolfo Casais Monteiro.
Editorial Inquérito. Lisboa, 1954, 41 págs. B.
Trabalho prefaciado por Eduardo Lourenço, de apreciável importância para a bibliografia passiva de Fernando Pessoa, publicado em edição de limitada tiragem.
📝 Assinatura de posse.

Fernando Pessoa: Escorço Interpretativo da sua Vida e Obra de João Gaspar Simões.
Editorial Inquérito. Lisboa, s.d., 116 págs. B.
Publicando agora em português esse breve trabalho, devo advertir o leitor de que o elaborei utilizando, por vezes textualmente, as páginas da minha longa biografia crítica do grande poeta, publicada em 1951 sob o título de Vida e Obra de Fernando Pessoa. Trata-se, pois, de uma síntese ou resumo desse trabalho, até à data, não obstante as criticas que lhe foram feitas, a única biografia completa do criador dos heterónimos. A advertência ai fica.
📝 Assinatura de posse.
📝 Sublinhados a lápis

“Manuela Nogueira, sobrinha de Fernando Pessoa, e escritora de mérito, sóbria e firme, focaliza o que, deste livro, mostra a profunda importância dos laços familiares no percurso biográfico particular e relacional de Fernando Pessoa ao longo de toda a sua vida.” Maria Aliete Galhoz “Algumas das imagens deste generoso compêndio, organizado por Manuela Nogueira a…
Para proporcionarmos a melhor experiência possível, utilizamos tecnologias como cookies para armazenar e aceder a informações do dispositivo. O consentimento permite-nos processar dados como o comportamento de navegação ou identificadores únicos neste sítio. Não consentir, ou retirar o consentimento, pode afectar negativamente certas funcionalidades.