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  • Véu Rasgado

    Véu Rasgado

    Carmen Bin Ladin

    6,00 

    Véu Rasgado de Carmen Bin Ladin.
    Gótica. Algés, 2003, 185 págs. B.

    Carmen Bin Ladin, nascida na Suíça de mãe iraniana e pai suíço, casou-se em 1974 com Yeslan, um dos irmãos de Osama Bin Laden. Apaixonada por aquele jovem exótico e refinado, filho de um dos homens mais ricos da Arábia Saudita, acompanhou-o aos Estados Unidos, onde ele estudava numa universidade americana. Foi lá que nasceu a primeira filha de ambos. No entanto, a vida do casal muda drasticamente quando Yeslam acaba os estudos e o casal se instala na Arábia Saudita. Carmen torna-se então uma testemunha privilegiada da ascensão da Organização Bin Laden, uma empresa tentacular estreitamente ligada à família real. Ao lado do marido, procura vislumbrar os mínimos sinais de modernização do mundo árabe. Em vão… Assiste pouco a pouco à fanatização crescente do país, cujo exemplo mais evidente é o cunhado, Osama Bin Laden, o líder da Al-Qaeda. Então, decide partir para salvar as filhas da terrível condição das mulheres na Arábia Saudita. Julgava poder passar uma esponja no passado, refazer a sua vida em Genebra… Até ao 11 de Setembro de 2001.

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  • Vida de Miguel Ângelo

    Vida de Miguel Ângelo

    Giovanni Papini

    10,00 

    Vida de Miguel Ângelo de Giovanni Papini.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 471 págs. E.

    “Vida de Miguel Ângelo não é um maçudo tratado de estética, nem um exaustivo estudo de arte; é, pelo contrário, a galeria pitoresca das figuras que se agitavam no mundo excepcional de que Miguel Ângelo, o super-homem da Renascença, constituía o centro; é, como diz o autor, «a vida do homem Miguel Ângelo», e a análise das suas obras só surge quando documenta os estados de alma do grande criador de Beleza. Papini procurou colocar este herói «no meio do seu mundo, o mundo humano que foi o seu». Assim, fugiu simultaneamente à «meticulosidade fastidiosa das biografias científicas» e à «ligeireza perigosa das biografias romanceadas», e reviveu as vidas prodigiosas ou mesquinhas de quantas criaturas achou vestígios na vida de Miguel Ângelo. Em pequenos capítulos, retrata essas criaturas, nas suas relações com o Mestre, e a pequena ou grande parte que tiveram na elaboração espantosa de uma obra que nos assombra

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  • Camilo Pessanha de João Gaspar Simões.

    Camilo Pessanha João Gaspar Simões

    João Gaspar Simões

    10,00 

    Camilo Pessanha de João Gaspar Simões.
    Editora Arcádia. Lisboa, s.d., 265 págs. B.

    Biografia muito ilustrada de Camilo Pessanha inserida na colecção “A Obra e o Homem” da autoria João Gaspar Simões

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  • Cleonice Berardinelli

    Cleonice Berardinelli

    Izabel Margato

    6,00 

    Cleonice Berardinelli de Izabel Margato.
    Instituto Camões. Lisboa, 2002, 240 págs. B.

    A escolha do primeiro lusitanista a homenagear recaiu na professora Cleonice Serða da Motta Berardinelli. Trata-se de uma figura ímpar dos Estudos Portugueses, que, ao longo de uma brilhante carreira de mais de cin- quenta anos de docência e investigação, publicou centenas de títulos e formou dezenas de prestigiados discípulos no Brasil, em Portugal e em outros países. in Prefácio de Jorge Couto.

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  • Palco da Memória

    Palco da Memória

    Carmen Dolores

    7,50 

    Palco da Memória de Carmen Dolores de Carmen Dolores.
    Sextante Editora. Porto, 2012, 269 págs. B.

    «Nunca pensei escrever um segundo livro de memórias, embora o primeiro tivesse como título Retrato inacabado. No entanto, o tempo foi passando e comecei a anotar numa espécie de diário o que me ia acontecendo, o que ia observando, o que me despertava mais interesse… e assim surgiu este No palco da memória, para que fique um registo daquela que ainda sou, uma referência aos trabalhos em que fui participando, e até um recordar do que se escreveu a meu respeito.»

    Eis uma voz única, a de Carmen Dolores, que nos entrega aqui, desta vez por escrito, um testemunho precioso de uma longa vida em que o Teatro desempenhou um papel decisivo. Cruzamento de passado e presente, de memórias e vida, de vozes e de silêncios, esta é também a história de uma mulher e do seu tempo, história que ela tornou exemplar pelo empenho e sensibilidade com que sempre a viveu.

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  • José Veríssimo, Crítica

    José Veríssimo, Crítica

    Olívio Montenegro

    3,00 

    A qualidade de ver e opinar por si mesmo foi sempre uma das mais constantes em José Veríssimo. Por isto, num tempo em que o Os Sertões, de Euclides da Cunha, só parecia ofuscar o senso crítico dos melhores julgadores, admira-se ainda hoje o imperturbável senso de José Veríssimo destacando com perfeita imparcialidade o que realmente havia de novo e forte no Os Sertões, de audaciosamente original e vivo, mas também o que nesse grande livro havia de enfático e exaustivo, o que nêle era fácil descobrir de “falta de simplicidade”, dessa simplicidade, êle diz, “que não exclui a fôrça, a eloqüência, a comoção, e constitui a principal virtude de qualquer estilo”.

  • Enterra-me com as Botas de Sally TrenchEnterra-me com as Botas de Sally Trench

    Enterra-me com as Botas

    Sally Trench

    5,00 

    Sally Trench tinha 21 anos quando escreveu este livro extraordinário. Descreve-nos os quatro anos que passou entre os que repudiaram a sociedade e por ela foram repudiados: beats, vagabundos, alcoólicos, toxicómanos. Passava os seus dias vagueando por Londres mendigando uma esmola para comprar alimentos para os seus pobres. De noite, podia-se vê-la na estação de…

  • Elogio do Prof. Doutor Rui de Azevedo

    Elogio do Prof. Doutor Rui de Azevedo

    Avelino de Jesus da Costa

    7,50 

    Elogio do Prof. Doutor Rui de Azevedo de Avelino de Jesus da Costa.
    Academia Portugusa da História. Lisboa, 1973, 92 págs. B.

    Rui Pinto de Azevedo nasceu em Benavente em 1889. Frequentou o Colégio Militar e tirou o Curso Colonial e o Superior de Letras. Em 1912 frequenta a Universidade de Berlim e em 1913 a de Oxford. Exerceu o magistério dos liceus em Évora, Coimbra e no Liceu Camões em Lisboa de que foi reitor e professor de línguas.

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  • Sexo Dependentes: 21 Histórias de Mulheres Radicais de Paula IzquierdoSexo Dependentes: 21 Histórias de Mulheres Radicais de Paula Izquierdo

    Sexo Dependentes

    Paula Izquierdo

    7,00 

    A busca do prazer é o eixo em torno do qual se rege a história do ser humano. Se estamos a falar de um homem essa procura nada tem de estranho, mas o mesmo não acontece quando uma mulher procura viver para o prazer. Será correcto chamarmos sexodependente a uma mulher que dá rédea solta…

  • Correspondência Jorge de Sena - Gullherme de Castilho

    Correspondência Jorge de Sena – Guilherme Castilho

    Jorge de Sena

    8,00 

    Correspondência Jorge de Sena – Gullherme de Castilho.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1981, 131 págs. E.

    Em face deste breve conjunto de cartas, à imagem de üm Jorge de Sena amargo, agressivo e por vezes truculento, uma outra se lhe sobrepõe, Igualmente verdadeira: a do homem sereno e cordial, firme e constante na amizade, ávido de estima e de compreensão humana e literária, mais solicitando conselho do que impondo opiniões.

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    A documentação epistolar de quase quatro décadas entre Jorge de Sena e Guilherme de Castilho. sobretudo relativamente às primeiras cartas do autor de Perseguição, mostra bem, embora a maior parte das vezes veladamente, por pudor, (ou por orgulho?) a sua necessidade de ser aceite e amado. Temo sempre intrometer-me, Impor-me; quando, afinal, tanto desejo ser atendido.. Estas palavras de Sena, escritas em 1945, são uma das raras confissões explícitas de um sentimento que, quero crer, determinou em grande parte a sua maneira de ser: se a cordialidade, no campo literário, nem sempre foi o timbre do seu comportamento convivente, a agressividade que por vezes exibiu fol por certo menos ataque que defesa, menos agressão que desforço pela desporporção entre o valor que os outros lhe reconheciam e o que ele próprio, desde sempre, a si se atribuía.

  • Cinco Personalidades Literárias de Óscar Lopes

    Cinco Personalidades Literárias

    Óscar Lopes

    7,50 

    Cinco Personalidades Literárias de Óscar Lopes.
    Livraria Divulgaçâo. Porto, s.d., 184 págs. B.

    “Os cinco ensaios aqui reunidos em volume apareceram primeiro publicados na revista Lusíada, sob a rubrica Um livro, uma personalidade, com excepção do que se refere a Miguel Torga, onde se funde um artigo publicado no suplemento Cultura e Arte de O Comércio do Porto com uma breve análise do teatro desse autor escrito para representação da peça Mar, quando pela primeira vez representado pelo Teatro Experimental do Porto. Poucas alterações foram feitas à redacção primitiva destes estudos, sendo as mais importantes constituídas pela incorporação de várias críticas originàriamente publicadas no mencionado (…)”.

    📝 Assinatura de posse.

  • Alexandre Herculano: o Historiador de Maria Beatriz Nizza da Silva

    Alexandre Herculano: o Historiador

    Maria Beatriz Nizza da Silva

    3,00 

    Alexandre Herculano: o Historiador de Maria Beatriz Nizza da Silva.
    Livraria Agir Editora. Rio de Janeiro, 1964, 125 págs. B.

    O seu individualismo romântico traduz-se na inamovível presença da pessoa do autor, quando não como objeto principal do interêsse, ao menos como sujeito acima de todos interessado na ação, apresentando a personagem, expondo a idéia, fazendo o comentário, exprimindo o louvor ou a repreensão. Na própria historiografia, êsse individualismo se afirma, na seleção, exposição e comentário dos fatos, sempre na subordinação a uma tese em que se afirma o ideal político social ou religioso do historiador. – Hernâni Cidade.

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  • Memórias Políticas de José Relvas

    Memórias Políticas

    José Relvas

    10,00 

    “É a própria História que aqui fala por um dos seus mais categorizados actores do grande drama de 1910. Ao lermos as páginas daquele que, na manhã do 5 de Outubro, proclamou ao Povo de Lisboa a vitória da República, sentimos afinal chegar até nós, por sobre tão longas noites de desesperada espera do resgate da Liberdade, a voz não apenas dum indivíduo súbita e naturalmente investido da missão de proclamar «coram populo» a Ideia superior pela qual militava, mas a voz mais alta, incorruptível e perene da própria Liberdade. É o Homem Livre chamado José Relvas que, do alto duma varanda imortal, nos brada o seu grito de libertação, não só a sua, a daquela leda manhã de Outubro,, mas também a de tantas outras que chegam por força depois de anos de silêncio e opressão, das manhãs que não cessam de raiar, que vinham de antes de Outubro de 1910, que se seguiram àquela, que despontaram depois, como esse 25 de Abril de 1974 que nos resgatou e nos permite agora dar à estampa livros como este”.

  • Hitler, uma BiografiaHitler uma Biografia de Ian Kershaw

    Hitler, uma Biografia

    Ian Kershaw

    10,00 

    Hitler é a aterradora e fascinante narrativa da ascensão de um provinciano rebelde, originário de um canto obscuro da Áustria, a líder de massas com um poder sem paralelo; de como umas ideias mal estruturadas e vis saídas da cabeça de um instável antigo estudante de arte se aglutinaram numa ideologia que durante doze anos…

  • Cadernos Bibliográficos de Jornal PúblicoCadernos Bibliográficos de Jornal Público

    Cadernos Bibliográficos

    Jornal Público

    7,50 

    1 – Fernando Pessoa; 2 -Amadeo de Souza-Cardoso; 3- Natália Correia; 5 – António Variações; 6- Florbela Espanca; 7- José Carlos Ary dos Santos; 8- Beatriz Costa; 9- Amélia Rey Colaço; 10- José Rodrigues Miguéis; 11- Marcello Caetano; 12- Hermínia Silva; 13- Sophia de Mello Breyner Andersen; 15- Guilhermina Suggia; 16- Mário Viegas

  • Salazar de Helena Matos01

    Salazar

    Helena Matos

    25,00 

    Salazar de Helena Matos.
    Temas e Debates. Lisboa, 2003, 2 vols. B.

    Vol. I – Salazar – A Construção do Mito 1928-1933
    Vol. II – Salazar – A Propaganda

    Um retrato profundo de como se construiu o mito e a imagem de uma das figuras mais marcantes do século XX português.
    Esta obra acompanha a ascensão de Salazar entre 1928 e 1933 e revela o papel decisivo da propaganda a partir de 1934, com jornais, rádio, cartazes e grandes eventos a moldarem a perceção pública do ditador. Mais do que uma biografia, é uma viagem ao Portugal da época e à forma como o poder se constrói também através da imagem.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.